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OPINIO
2 - Coment�rios
de Carlos Heitor Cony (Leia Opin�-o, em Esperanto as palavras s�o parox�tonas) |
R�dio CBN -
Carlos Heitor Cony - 31/08/2004 - Ter�a 08:50h "... A solu��o � uma l�ngua �nica, N�O O ESPERANTO, uma l�ngua bi�nica, fabricada em laborat�rio..." Leia a cr�nica de Carlos Heitor Cony |
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| Respostas: "Le sue opinioni sull'esperanto", de Renato Corsetti, presidente da Universala Esperanto Asocio - UEA (em italiano), "O Bionic�o e o Esperanto (uma resposta ao Cony)" de Pedro Cavalheiro, presidente da Liga Brasileira de Esperanto, "L�ngua �nica?" de Marcos Pimenta, "Esperanto - eine Sprache aus dem Labor?" de Vinko Oslak, austr�aco (em alem�o), Pol Denis, professeur de langues (em franc�s) Caro CARLOS HEITOR CONY, mi dispiace non poter scriverle in portoghese, ma
spero che qualcuno Lei pensa che l'esperanto sia artificiale, ma
veramente molto Faccia caso a quello che riescono a dirsi. Io comunque ho una moglie inglese con la quale Insegno all'universita' di Roma e sono stato in Brasile un po' di volte. Cordialmente Renato Corsetti - O
Bionic�o e o Esperanto (uma resposta ao Cony), Car�ssimo Carlos Heitor Cony Sempre que posso, quase todos os dias, ou�o voc�, o Artur Xex�o e o Her�doto debatendo temas interessantes de maneira interessante na R�dio CBN. Um verdadeiro lenitivo no tr�nsito da cidade de S�o Paulo. Sempre fui seu f� de carteirinha e costumo levar a s�rio suas opini�es. A� aconteceu algo incr�vel... Hoje �s 8:45h. voc� fez uma afirma��o surpreendente e o Xex�o nem estava l� pra eu ouvir uma segunda opini�o: voc� disse que "... A solu��o � uma l�ngua �nica, N�O O ESPERANTO, uma l�ngua bi�nica, fabricada em laborat�rio..." Entrei em p�nico! Pensei: e agora? Preciso avisar a UNESCO que reconheceu o Esperanto e recomendou a todos os estados membros que o divulguem e ensinem que o Cony falou que essa l�ngua � bi�nica! Preciso avisar 10 milh�es de pessoas que falam Esperanto pelo mundo afora que essa l�ngua n�o vale! Preciso avisar a China que adotou o Esperanto como mat�ria opcional nas escolas e acaba de pedir curso dessa l�ngua para os funcion�rios de sua Embaixada aqui no Brasil, em Bras�lia que a coisa � bi�nica! Preciso avisar o Papa, pra que ele n�o fale mais Esperanto e n�o d� nunca mais a mensagem "urbi et orbis" nessa l�ngua! Falando nisso preciso avis�-lo pra tirar do ar os programas de r�dio em Esperanto que a r�dio do Vaticano transmite semanalmente! E tr�s vezes por semana! Preciso avisar o Rotary Club que est� implantando o Esperanto como l�ngua de trabalho! Preciso avisar o Parlamento Europeu que est� com a mesma id�ia em pauta s� porque gasta 800 milh�es de Euros com tradu��o. Preciso avisar a ONU que est� levando o Esperanto a s�rio, s� porque gasta o equivalente a 3 vacinas contra a poliomielite por palavra traduzida em suas confer�ncias, j� que nenhuma l�ngua nacional faz, de verdade, o papel de l�ngua internacional. Preciso avisar, tamb�m, a ONU pra deixar pra l� essa id�ia esdr�xula de proteger as culturas locais da invas�o cultural que as est� destruindo com a ado��o de uma l�ngua neutra! Bobagem! Preciso avisar meus filhos pra n�o falarem mais Esperanto pela Internet com jovens de todos os cantos do planeta, como eles fazem quase todo dia, porque seja l� o que for, seja l� o que signifique "ser bi�nico", deve ser bem pior do que gastar anos a fio pra aprender uma l�ngua de outro pa�s, falar mal e arcar com o �nus da cultura de invas�o com seus enormes interesses econ�micos. Preciso avisar o jovem alem�o, de 20 anos, que est� no Brasil trabalhando como volunt�rio em uma ONG esperantista que cuida de crian�as abandonadas e que se hospedaria em minha casa em setembro, que agora n�o vai dar: Esperanto � "bi�nico" e eu n�o falo alem�o e ele n�o fala portugu�s. E agora? Antes de voc� dizer isso Cony, eu hospedei outros jovens estrangeiros em minha casa que s� falavam Esperanto, mas agora voc� me botou um "grilo" na cabe�a! Preciso avisar a Associa��o Universal de Esperanto que tem delegados no mundo todo e mant�m rela��es oficiais com a UNESCO que o Esperanto � "bi�nico", seja l� o que isso signifique! Afinal falo essa l�ngua h� 23 anos, vou � Congressos, conto piadas, encontro amigos, troco informa��es com gente de todo o globo e nunca sofri um curto-circuito sequer! Preciso avisar a Real Academia de Ci�ncias de San Marino que ap�ia o Esperanto que tudo � um grande engano! Preciso avisar a Universidade de S�o Paulo, que tem grupo de pesquisa cient�fica sobre o assunto e v�rias Universidades pelo Brasil e pelo mundo que mant�m cursos de Esperanto que � tudo um ledo engano. Um engano que j� dura 117 anos! Um engano que possui imensa literatura original e tamb�m traduzida! Um engano que gerou associa��es internacionais de todo tipo de atividade humana que se utiliza dessa l�ngua para a troca de informa��es. Ali�s, acabo de abrir um cat�logo internacional onde figuram essas entidades e vai dar um trabalho danado: � muita gente pra avisar! Como � que pode tanta gente enrolada em um engano?! O �nico engano que havia dado certo depois de centenas de tentativas de solu��o para a l�ngua internacional que deram com os burros n'�gua. E deu certo exatamente porque n�o inventou uma palavra sequer: tudo veio das l�nguas ditas "naturais". Mas eu entendi sua opini�o: � que o arranjo da l�ngua teve a interfer�ncia do homem... Quer dizer que tudo que � desenvolvido pela interfer�ncia do homem, � bi�nico... ent�o: Preciso jogar meu cachorro fora! A natureza s� produziu lobos! Cachorro � uma cachorrada bi�nica! Ou � tudo "bionic�o"! Preciso jogar minha casa fora! O neg�cio � morar na caverna! � natural! Preciso me livrar da mob�lia, das frutas que comprei no mercado, das verduras, das roupas e sapatos, dos aparatos todos. Meu Deus! Preciso me livrar do r�dio! O r�dio � um bom exemplo de manipula��o de fen�menos f�sicos naturais pela intelig�ncia humana, ent�o, r�dio � bi�nico!!! Mas, se me livro do r�dio, como � que vou ouvir o Cony? Ent�o, acho melhor n�o jogar nada fora; abra�ar meu cachorro; n�o queimar meus livros em Esperanto (tem cada coisa boa... s� vendo: at� "Os Lus�adas" de Cam�es); continuar conversando alegremente com meus filhos, esposa e amigos do mundo inteiro nessa l�ngua rica e t�o natural quanto o p� de alface que comprei na feira. E o mais importante, a �nica op��o atual para que o mundo tenha uma democracia ling��stica e para que proteja as culturas locais e l�nguas em extin��o. Vou continuar ouvindo voc�, o Xex�o e o Her�doto na CBN e falando a L�ngua Transnacional Esperanto. Seu admirador, Pedro
Cavalheiro - "L�ngua �nica?" Caro Cony, Em primeiro lugar quero dizer que sempre que posso ou�o o seu programa com o Xex�o e o Her�doto na CBN. S�o tr�s das mais respeit�veis figuras dos nossos meios de comunica��o. Nesta ter�a-feira, no entanto, uma frase sua me chamou a aten��o por conter alguns pequenos erros: "... A solu��o � uma l�ngua �nica, N�O O ESPERANTO, uma l�ngua bi�nica, fabricada em laborat�rio..." A solu��o nunca poder� ser uma l�ngua �nica e sim uma l�ngua comum. A l�ngua �nica somente seria poss�vel com o totalitarismo, seja ele econ�mico, cultural ou militar. A l�ngua comum, que � a proposta do Esperanto, � poss�vel apenas com a democracia ling��stica, pois preserva a identidade e a cidadania, preserva a l�ngua e conseq�entemente a cultura dos povos. Uma das grandes institui��es internacionais como a Unesco se preocupa tanto com o perigo da extin��o de l�nguas, que criou o �Dia Internacional da L�ngua Materna�, e grandes ONGs internacionais trabalham no sentido de preservar o patrim�nio ling��stico da humanidade, entre elas, a UEA � Universala Esperanto Asocio, com sede na Holanda. O Esperanto � t�o bi�nico e artificial quanto, por exemplo, Bras�lia � uma cidade bi�nica e artificial. Se Bras�lia n�o � uma cidade artificial, � uma cidade planejada, o Esperanto tamb�m n�o pode ser artificial e sim uma l�ngua planejada. O Esperanto surgiu atrav�s do Dr. L.L. Zamenhof, da Pol�nia, a partir da publica��o de um pequeno livreto em l�ngua russa, e tem uma base, seja do alfabeto, seja da gram�tica, seja das ra�zes das palavras muit�ssimo conhecida de todos n�s ocidentais. Assim como Bras�lia n�o inventou a rua, a avenida, a guia, a sarjeta, o viaduto, o pr�dio, a casa, o apartamento, o est�dio; o Esperanto tamb�m n�o inventou uma gram�tica, um alfabeto ou nem mesmo palavras totalmente desconectados do que j� existia. A �nica coisa que fez foi fazer um arranjo mais simples, mais bonito e mais f�cil de compreender e aprender. Para demonstrar isso, transcrevo abaixo a letra da m�sica �Meu Bem, Meu Mal�, de Caetano Veloso, cantado por Luanda Cozetti, e gravado no CD Vinilkosmo 2 ( http://www.vinilkosmo.com ), produzido na Fran�a. Mia bono, mia malbono Zamenhof foi um dos grandes humanistas de todos os tempos. Em sua inf�ncia numa pequena cidade polonesa, invadida pelos russos, com grupos �ticos falando cinco l�nguas diferentes ele, um judeu, percebeu logo a interliga��o entre a viol�ncia militar e a viol�ncia cultural, entre a falta de comunica��o entre as comunidades e o �dio reinante. Por isso, sonhou com um mundo em que todos fossem iguais ling�isticamente, cada pessoa falasse a sua l�ngua e o Esperanto como l�ngua materna. Mais tarde ele escreveu: "Unir a humanidade � o ideal �nico e supremo de toda a minha vida, para o qual entreguei a minha vida toda. No nosso planeta n�o h� ra�as superiores nem povos eleitos, porque todos os homens s�o irm�os. A humanidade � uma fam�lia. Que todos os nossos atos sejam regidos por este ideal. N�s, os esperantistas, somos amantes da paz e devemos pregar a paz entre os povos com o nosso exemplo. O esperanto est� absolutamente ligado a um idealismo pelo qual todos devemos lutar, unir os homens acima das fronteiras, acabar com as guerras e com o �dio, fazer mais felizes os seres humanos. Esse � o verdadeiro objetivo do ESPERANTO, a sua ID�IA INTERNA." Que atire a primeira pedra, quem j� n�o sonhou com algo assim algum dia! Um abra�o Marcos Pimenta - "Esperanto - eine Sprache aus dem Labor?" Mein Name ist Vincenc Oshlak, ich lebe in �sterreich Austria), bin beruflich ein Andragoge, nebenberuflich Schriftsteller und �bersetzer. Ich schreibe und ver�ffentliche in meiner Muttersprache Slowenisch, in Esperanto und in Deutsch. Meine Literatur umfa�t Romane, Essayistik, Philosophie. Ich habe mitbekommen, Sie sollten sich in einer Rundfunksendung �ber Esperanto ge�u�ert und dabei die Sprache, in der Tausende tagt�glich leben und schaffen, als eine "bionische", in einem Laboratorium entstandene Sprache interpretiert. Ich mu� zugeben, das ist ein verbreitetes allgemeines Bild von der internationalen Sprache Esperanto, was aber nichts daran �ndert, da� dieses Bild grunds�tzlich falsch ist. Historisch gesehen ist Esperanto (urspr�nglich Lingvo Internacia genannt) entstanden so wie z.B. die moderne hebr�ische Sprache Ivrit in Wien oder die moderne indonesische, von der Kolonialbeh�rde in Niederlanden bestellte Sprache Bahasa und einige andere, entstanden ist. Dr. Ludwig Lazar Zamenhof hat aus dem historisch dagewesenen Sprachmaterial, gesiebt durch die damals kulturell gesehen wichtigsten Sprachen: Franz�sisch, Deutsch, Englisch, Polnisch, Russisch eine vereinfachte Grammatik zusammengefasst, einen internationalen Vokabular von 916 Wortstammen hinzugef�gt und einige Probetexte vorgegeben. Aus diesem Sprachsamen entwickelte sich dann, so wie es in jeder Nationalsprache der Fall ist, die vollwertige und auf allen Gebieten ausgeprobte Sprache Esperanto, in der alle wichtigste Werke der Weltliteratur �bersetzt sind und in mindestens 1000 Familien das sogar eine Familiensprache ist. Sie sind ein Schriftsteller - und ein Autor mu� auch soziologisch denken k�nnen. Welche Erkl�rung haben Sie dann f�r das unglaubliche Ph�nomen, da� eine Sprache, die f�r Sie sogar keine richtige ist, voll Leben, 117 Jahre Existenz erreicht - ohne jede staatliche oder Kapitalunterst�tzung? Sogar durch und trotz Verfolgungen von Nazis und Stalinisten? Eine ausgek�nstelte Sache aus einem Laboratorium k�nnte nicht einmal 17 Jahre �berdauern! Sie sind ein Schriftsteller - und ein Autor mu� auch psychologisch denken k�nnen. Wie erkl�ren Sie sich die feststellbare Tatsache, da� die Menschen bei Esperantotreffen, Veranstaltungen, Literaturlesungen, Vortr�gen, einfachen Gespr�chen genau so reagieren, wie sie in Ihrer oder meiner Muttersprache reagieren: mit Lachen, mit Freude, mit �rger, mit Traurigkeit, manchmal sogar mit Tr�nen. Wenn Ihre (gar nicht so originelle) These etwas f�r sich h�tte, bliebe man bei dem Gebrauch dieser Sprache totkalt, mit einer eisernen Miene, als jemand auf der Stra�e in Kald�isch oder althebr�isch angesprochen w�re... Sie sind ein Schriftsteller - und ein Autor ist der Wahrheit verpflichtet. Ohne wenn und aber. Sie haben, so meine Vermutung, gutten Glaubens eine oberfl�chliche und durchaus unbelegte Floskel von irgendwo �bernommen und mit Ihrer Autorit�t eines ber�hmten Schriftstellers ohne sich tiefer eingehende Gedanken zu machen, blo� so weitergegeben. Unsere �sterreichische Schriftstellerin Ingeborg Bachmann hat einen ber�hmt gewordenen Satz verfa�t: Die Wahrheit ist dem Menschen zumutbar. Auch Ihnen, werte Herr Cony. Meine Vermutung ist, da� Sie nicht bei einer falschen Floskel bleiben, sondern dem Ruf der Wahrheit folgen, die historisch gegebenen Tatsachen recherchieren, sich von dem Thema ein neues Bild machen und dann die Angelegenheit nutzen, das Fundierte weiterzugeben. Ich war in Verlegenheit, in welcher Sprache ich Ihnen schreiben soll. Der so sch�n klingenden portugiesischen bin ich leider nicht m�chtig. Meine Muttersprache Slowenisch w�rden Sie nicht verstehen - und Esperanto ebenso nicht. Dann bleibt mir die Hoffnung, da� entweder Sie selbst, die Sprache meines Arbeitstages und meiner vorwiegenden Umgebung selbst doch verstehen oder leicht einen finden, der sie versteht. Da aber Deutsch meine zugelernte Sprache ist, wimmert es nur so in ihr von Fehlern - und als ein Gast in deutscher Sprache habe ich mein gutes Recht, die Sprache fehlerhaft zu gebrauchen. Falls Sie sie selbst bemerken, nehmen Sie bitte das als ein zus�tzliches Argument f�r die Einf�hrung der wahrhaft internationalen Sprache, die so logisch und ohne Ausnahmen gebaut ist, da� man sie auch relativ fehlerfrei gebrauchen kann... Mit Achtung und besten W�nschen Ihr Vinko Oshlak, Klagenfurt/Celovec, Austria - Pol Denis, professeur de langues (em franc�s) Monsieur, Je suis surpris que l' �crivain et journaliste de
r�putation que vous �tes, tienne au micro, � l'�gard de l'esp�ranto,
des propos pour le moins "farfelus" qui d�notent une
m�connaissance totale du probl�me! - "Esperanto ne estas laboratora lingvo!" por Karine Arakeljan, Vice-presidente da Armenia Esperanto-Asocio Tre estimata s-ro CONY, Eksciinte pri Via negativa sinteno pri Esperanto, mi volus konvinki Vin, ke Esperanto neniam dum sia ekzistado prezentis ian bionikan au' laboratoran lingvon. G'i jam delonge pruvis sian vivkapablecon kaj eblecon servi kiel helplingvo por c'iuj popoloj en la mondo.Mi estas certa, ke se vi iom pli serioze ekzamenus la specifajn ecojn kaj la evoluvojon de la lingvo Esperanto, vi tute s'ang'us vian opinion. Vi povas trovi elementojn de artefariteco en c'iu lingvo (ankau' en via nacia au' en la plej multe uzataj en la mondo lingvoj), kaj tio tute ne faros tiun lingvon "laboratora". Se la lingvo plene respondas al la starigitaj antau' g'i celoj kaj postuloj, estas neu'trala kaj sufic'e ric'a por esti uzata en diversaj vivosferoj, literaturo kaj scienco, kaj esprimi la plej subtilajn sentojn kaj komplikajn pensojn, g'i vere rajtas esti akceptita kiel universala helplingvo, kaj g'ia uzado neniam kreos iajn politikajn kaj ekonomiajn problemojn. Konsiderante la supre diritan, mi tre petas Vin ankorau' foje revizii vian opinion pri la unueca lingvo kaj Esperanto. Plej sincere Karine Arakeljan |
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