| Aproveitei o momento e continuei a exibir-me,
puxei os seios mais para fora, bamboleei as minhas ancas diante
dele e fiz o meu ar mais sensual e feminino possível.
Despi as calças e cuequinhas aproveitando para lhe mostraras
minhas nádegas bem feitas e virando-me novamente para
ele perguntei - Não vais querer ir embora pois não?
Ele mal respondeu gaguejando qualquer coisa que não se
compreendeu mas não se levantou nem esboçou qualquer
movimento de desagrado, limitou-se a fixar os olhos no meu sexo
e a ficar de boca aberta. Vi que ele já não se
ia levantar a continuei na minha exibição, tirei
as calças e fiquei apenas com a parte de cima do biquini,
dirigindo-me novamente ao sofá. |
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| Sentei-me ao seu lado insinuando a minha mão
na direcção do seu sexo e senti que ele também
procurava o meu pequeno pénis, deixei que ele me acaricia-se
enquanto eu o ia novamente excitando com alguns movimentos da
minha mão e com palavras e surssuros de pomba amorosa.
Pouco a pouco senti que o seu desejo voltava e que tinha feito
bem em lhe contar tudo. O seu pénis crescia novamente
prometendo um resto de tarde agradável, fui continuando
os movimentos e carícias até sentir novamente que
não era só a sua mão que me procurava, mas
sim todo o seu corpo que me desejava. Quando vi que ele não
podia mais e que começava a querer mais resolvi dar-lhe
tudo o que tinha. |
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| Levantei-me novamente e exibi para os olhos
dele a minha rosa, entreabrindo as nádegas suavemente.
Ele não se atrapalhou e senti as suas mãos novamente
a percorrerem o meu corpo, excitando-me e deixando-me louca por
o ter dentro de mim, não via a hora de sentir o seu membro
a penetrar-me. Achei que era a altura de lhe dar mais e libertando-me
dos seus braços pequei na sua mão conduzindo-a
na direcção da minha rosa e disse-lhe que era ali
que ele ia ter que enfiar o seu membro duro, ele não se
atrapalhou e ajudou-me a pôr um pouco de lubrificante.
Com os dedos foi-me alargando o anus e percebi, pelos seus gestos.
que ele estava cada vez mais excitado e desejoso de me ter como
mulher. |
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| Empurrei-o suavemente para o sofá
e sentei-o de forma a que o seu pénis ficasse solto, segurando
nele fui aproximendo a minha rosa da sua cabeçorra. O
meu buraquinho estava já bem dilatado e aberto mas mesmo
assim não pude evitar um gemido ao sentir a sua cabeçorra
a entrar dentro de mim. Continuei lentamente a forçar
a entrada esquecendo-me por momentos da presença do Valter,
até que começei a sentir que o seu membro, que
já era grande, pouco a pouco ia ficando mais duro e maior,
era como se ele ainda estivesse a crescer mais dentro de mim.
Ainda não o tinha conseguido por todo dentro de mim e
já sentia dores que me obrigavam a gemer. Continuei com
pequenos movimentos a forçar a sua entrada dentro do meu
anus e cada vez mais sentia que ele continuava a crescer e endurecer
dentro de mim. |
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| Depois finalmnete senti que ele estava todo
dentro e pouco a pouco senti-me mais à vontade e comecei
a deixar de ter as dores da penetração e a gozar
com o seu enorme Caralho a furar-me até bem ao fundo da
minha Rosa de Puta. Comecei a forçar mais os movimentos
de sobe e desce fazendo agora com que fosse o Valter a começar
a gemer mas de prazer. A sua hora estava perto e apressei-me
a acelarar os meus movimentos, tornando-os mais amplos e rápidos
enquanto que o sentia cada vez mais a perder o domínio
de si até que subitamente senti que ele se vinha com uma
explosão de prazer, gemendo e arfando. Eu não parei
e continuei a movimentar-me apertando as nádegas o mais
possível e empurrando cada vez mais para baixo até
que ele não pode mais e gritou para eu parar. |
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| Senti que ele tinha despejado todo o seu liquido
dentro de mim e que ameaçava ficar seco. Abrandei e finalmente
parei apertanto-o dentro de mim. Recostei-me e senti que as suas
mãos procuravam os meus seios, acariciando-os suavemente.
Apertei novamente o mais que consegui as minhas nádegas
e senti que ele libertav as óltimas gotas do seu liquido
dentro de mim. Virei-me e senti o gosto doce da sua boca que
me procurava, deixei que ele me beijá-se sem fim enquanto
pouco a puco me virava para ele. Depois perguntei-lhe docemente
- Gostas-te amor? Queres repetir? Ele nada disse mas a sua boca
procurou-me novamente e os movimentos da sua língua ao
longo do meu corpo foram o suficiente para me excitar mais. Libertei-me
dele e sentei-me ao seu lado sentindo as suas mãos percorreren-meos
seios e os eus lábios procurarem todas as partes do meu
corpo. |
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| Estendi-me no sofá e fechei os
olhos apreciando o momento o mais possível. Sentia que
o Valter ia tomar a iniciativa e de facto senti as suas mãos
a afastar as minhas pernas, o seu sexo a aproximar-se de mim
até que ele o encostou ao meu. O prazer que senti no contacto
dos dois pénis foi enorme, eu estava excitada e o meu
pequeno sexo também estava erecto, o Valter com a sua
mão envolveu os dois sexos e depois deitando-se por cima
de mim começou um movimento de vai e vem apertando-os
de encontro à nossa barriga eu rápidamente me vim
e gozei com as suas carícias deixando que ele continuasse
até que senti que também ele estava para se vir.
Afastei-o receando que ele se viesse fora de mim e arrastei-me
para o chão em frente ao sofá, onde me estendi
de costas puxando as pernas o mais para trás que consegui
e alteando o meu buraco de forma a que ele não o pudesse
falhar. |
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| Ele não se fez rogado e agora que o
buraco já estava bem largo e lubrificado conseguiu enfiar
o seu grande Caralho quase todo de uma só vez deixando-me
uma vez mais a gemer de dor e prazer. As minhas pernas ficaram
presas no seu peito e senti novamente as suas mãos a procurarem
os meus seios. Depois senti os seus movimentos e o seu Caralho
a penetrar-me cada vez mais. Eu fechei os olhos e preocupei-me
apenas em saborear o momento, sentindo-o dentro de mim cada vez
mais fundo, mais rápido e maior, parecia que ele nunca
mais parava de crescer e de ir mais fundo dentro de mim. Quando
ele se veio não pude evitar um gemido de prazer e senti
que também eu me tinha acabado de vir sujando uma vez
mais a minha barriga. Devo ter adormecido de cansaço.
Quando acoedei já de noite o Valter estava sentado no
sofá a olhar-me como se eu fosse a única pessoa
do mundo, senti que era o início de uma bela relação,
ele era o meu Homem e eu a sua Mulher. O resto das nossa férias
foram um paraíso de sexo, manhãs tardes e noites
sem fim. |
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