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CONTO QUATRO - PARTE II - Se clicarem nas fotos elas abrem numa nova janela

 Aproveitei o momento e continuei a exibir-me, puxei os seios mais para fora, bamboleei as minhas ancas diante dele e fiz o meu ar mais sensual e feminino possível. Despi as calças e cuequinhas aproveitando para lhe mostraras minhas nádegas bem feitas e virando-me novamente para ele perguntei - Não vais querer ir embora pois não? Ele mal respondeu gaguejando qualquer coisa que não se compreendeu mas não se levantou nem esboçou qualquer movimento de desagrado, limitou-se a fixar os olhos no meu sexo e a ficar de boca aberta. Vi que ele já não se ia levantar a continuei na minha exibição, tirei as calças e fiquei apenas com a parte de cima do biquini, dirigindo-me novamente ao sofá.

 
Sentei-me ao seu lado insinuando a minha mão na direcção do seu sexo e senti que ele também procurava o meu pequeno pénis, deixei que ele me acaricia-se enquanto eu o ia novamente excitando com alguns movimentos da minha mão e com palavras e surssuros de pomba amorosa. Pouco a pouco senti que o seu desejo voltava e que tinha feito bem em lhe contar tudo. O seu pénis crescia novamente prometendo um resto de tarde agradável, fui continuando os movimentos e carícias até sentir novamente que não era só a sua mão que me procurava, mas sim todo o seu corpo que me desejava. Quando vi que ele não podia mais e que começava a querer mais resolvi dar-lhe tudo o que tinha.

Levantei-me novamente e exibi para os olhos dele a minha rosa, entreabrindo as nádegas suavemente. Ele não se atrapalhou e senti as suas mãos novamente a percorrerem o meu corpo, excitando-me e deixando-me louca por o ter dentro de mim, não via a hora de sentir o seu membro a penetrar-me. Achei que era a altura de lhe dar mais e libertando-me dos seus braços pequei na sua mão conduzindo-a na direcção da minha rosa e disse-lhe que era ali que ele ia ter que enfiar o seu membro duro, ele não se atrapalhou e ajudou-me a pôr um pouco de lubrificante. Com os dedos foi-me alargando o anus e percebi, pelos seus gestos. que ele estava cada vez mais excitado e desejoso de me ter como mulher.

 
 Empurrei-o suavemente para o sofá e sentei-o de forma a que o seu pénis ficasse solto, segurando nele fui aproximendo a minha rosa da sua cabeçorra. O meu buraquinho estava já bem dilatado e aberto mas mesmo assim não pude evitar um gemido ao sentir a sua cabeçorra a entrar dentro de mim. Continuei lentamente a forçar a entrada esquecendo-me por momentos da presença do Valter, até que começei a sentir que o seu membro, que já era grande, pouco a pouco ia ficando mais duro e maior, era como se ele ainda estivesse a crescer mais dentro de mim. Ainda não o tinha conseguido por todo dentro de mim e já sentia dores que me obrigavam a gemer. Continuei com pequenos movimentos a forçar a sua entrada dentro do meu anus e cada vez mais sentia que ele continuava a crescer e endurecer dentro de mim.

 
Depois finalmnete senti que ele estava todo dentro e pouco a pouco senti-me mais à vontade e comecei a deixar de ter as dores da penetração e a gozar com o seu enorme Caralho a furar-me até bem ao fundo da minha Rosa de Puta. Comecei a forçar mais os movimentos de sobe e desce fazendo agora com que fosse o Valter a começar a gemer mas de prazer. A sua hora estava perto e apressei-me a acelarar os meus movimentos, tornando-os mais amplos e rápidos enquanto que o sentia cada vez mais a perder o domínio de si até que subitamente senti que ele se vinha com uma explosão de prazer, gemendo e arfando. Eu não parei e continuei a movimentar-me apertando as nádegas o mais possível e empurrando cada vez mais para baixo até que ele não pode mais e gritou para eu parar.

 
Senti que ele tinha despejado todo o seu liquido dentro de mim e que ameaçava ficar seco. Abrandei e finalmente parei apertanto-o dentro de mim. Recostei-me e senti que as suas mãos procuravam os meus seios, acariciando-os suavemente. Apertei novamente o mais que consegui as minhas nádegas e senti que ele libertav as óltimas gotas do seu liquido dentro de mim. Virei-me e senti o gosto doce da sua boca que me procurava, deixei que ele me beijá-se sem fim enquanto pouco a puco me virava para ele. Depois perguntei-lhe docemente - Gostas-te amor? Queres repetir? Ele nada disse mas a sua boca procurou-me novamente e os movimentos da sua língua ao longo do meu corpo foram o suficiente para me excitar mais. Libertei-me dele e sentei-me ao seu lado sentindo as suas mãos percorreren-meos seios e os eus lábios procurarem todas as partes do meu corpo.

 
 Estendi-me no sofá e fechei os olhos apreciando o momento o mais possível. Sentia que o Valter ia tomar a iniciativa e de facto senti as suas mãos a afastar as minhas pernas, o seu sexo a aproximar-se de mim até que ele o encostou ao meu. O prazer que senti no contacto dos dois pénis foi enorme, eu estava excitada e o meu pequeno sexo também estava erecto, o Valter com a sua mão envolveu os dois sexos e depois deitando-se por cima de mim começou um movimento de vai e vem apertando-os de encontro à nossa barriga eu rápidamente me vim e gozei com as suas carícias deixando que ele continuasse até que senti que também ele estava para se vir. Afastei-o receando que ele se viesse fora de mim e arrastei-me para o chão em frente ao sofá, onde me estendi de costas puxando as pernas o mais para trás que consegui e alteando o meu buraco de forma a que ele não o pudesse falhar.

 
Ele não se fez rogado e agora que o buraco já estava bem largo e lubrificado conseguiu enfiar o seu grande Caralho quase todo de uma só vez deixando-me uma vez mais a gemer de dor e prazer. As minhas pernas ficaram presas no seu peito e senti novamente as suas mãos a procurarem os meus seios. Depois senti os seus movimentos e o seu Caralho a penetrar-me cada vez mais. Eu fechei os olhos e preocupei-me apenas em saborear o momento, sentindo-o dentro de mim cada vez mais fundo, mais rápido e maior, parecia que ele nunca mais parava de crescer e de ir mais fundo dentro de mim. Quando ele se veio não pude evitar um gemido de prazer e senti que também eu me tinha acabado de vir sujando uma vez mais a minha barriga. Devo ter adormecido de cansaço. Quando acoedei já de noite o Valter estava sentado no sofá a olhar-me como se eu fosse a única pessoa do mundo, senti que era o início de uma bela relação, ele era o meu Homem e eu a sua Mulher. O resto das nossa férias foram um paraíso de sexo, manhãs tardes e noites sem fim.

 

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