| Absolutamente
por acaso estava encostada ao muro da estrada que vinha da praia
a descansar. Tinha estado a tarde toda a apanhar sol e mar, estava
calor e precisava de me refrescar, devo ter fechado os olhos
por momentos e deixei-me levar pelo sonho. Passou-me
pela cabeça a imagem de uns quantos rapazes que tinham
passado por mim na praia mas que não se tinham aventurado
a mais do que uns simples sorrisos e olhares um pouco gulosos.Ouvi
uns passos que se aproximavam e alguém dizer timidamente
- Olá! Bom dia, pode ajudar-me? Abri os olhos e lá
estava um homem. |
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| Era pequeno
e olhava para mim um pouco embaraçado. -
Sim? disse eu, e ele meio a gaguejar perguntou-me se era aquele
o caminho para a vila do mar, eu respondi-lhe: -
É sim! Também vou para lá, estava cansada
e encostei-me aqui um pouco, mas já estou melhor. Quer
que eu o ajude a encontrar algum sítio na vila é?.
Ela ainda mais atrapalhado ficou por me ver assim tão
à vontade e respondeu. - Eu
não conheço nada destes sítios e agradeço
desde já a sua simpatia, estou à procura de um
sítio para passar uns dias de férias. Desembarquei
agora e deixei tudo lá na praia, disseram-me para ir à
vila e procurar um quarto para alugar. |
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| - Fez bem
em perguntar, eu vou para a vila e posso ajudá-lo. Também
já estive à procura para mim e já conheço
quase todos os sítios com quartos para alugar. Vamos que
eu indico-lhe o caminho disse eu enquanto me punha a caminho
e via que ele quase tinha que correr para me acompanhar.
Propositadamente adiantei-me um pouco para
ele me poder ver bem a traseira e depois virei-me para ele e
sorrindo disse. - Quem sabe
acabamos vizinhos de hotel! Ele um pouco esfalfado respondeu:
- Era perfeito se eu pudesse arranjar um quarto no seu hotel.
E atrevendo-se um pouco mais:- Talvez me possa mostrar o seu
quarto para eu ver se gosto, desculpe se eu estou a ser pendura,
nem me apresentei sou o Valter. |
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| - E
eu sou a Elia disse eu estendendo-lhe a mão estamos quase
a chegar são mais 5 minutos, vai ver que é um local
agradável e tranquilo, espero que o quarto esteja mais
fresco que aqui na rua, deixei o ar ligado e vai saber-nos bem
o fresco. Reparei que quando me tinha apertado a mão a
tinha retido um pouco e a tinha suavemente acariciado, deixando
adivinhar que era uma pessoa calma e carinhosa. Entrámos
no hotel e eu levei-o directamente para o meu quarto, ele estava
um pouco embaraçado por eu o levar assim para o meu quarto,
mas eu cuidadosamente tratei de o por à vontade pequei-lhe
na mão e mostrei-lhe o quarto todo e deixei-o fazer todas
as perguntas. Quando ele parecia nada mais ter para perguntar
eu sentei-me no sofá e disse, suspirando: |
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| - Aí!!
agora deixe-me gozar um pouco este ar fresco, sente-se aqui comigo
e podemos ficar um pouco na conversa enquanto eu sirvo uma bebida.
- Obrigado pelo seu convite, estou um pouco embaraçado,
eu é que devia estar a convidá-la para tomar um
refresco e afinal eu é que sou o convidado. Respondeu
ele sentando-se ao meu lado. De
repente, quando ele se sentou ao meu lado parece que tudo aconteceu
como se estivesse já combinado e ensaiado, nada precisei
mais de dizer. Ele pegou-me na mão novamente e acariciou-a
suavemente conduzindo-a para o seu peito, que eu senti quente
e forte, deixei-me levar por ele, e deixei que ele me envolve-se
com os seus braços e me beijasse ternamente, Quando ele
me apertou senti que estava com um desejo louco de me ter e antes
que ele avança-se mais tomei a iniciativa. Empurrando-o
para trás desapertei-lhe as calças e deixando-o
sem fala tomei o seu pénis duro na minha boca enquanto
ele me olhava e acariciava os cabelos. |
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| Sofregamente
chupei o seu pénis a todo o comprimento fazendo os movimentos
ora fortes ora suaves, intervalando as chupadas com algumas dentadas
suaves na cabeça rosada e proeminente que ameaçava
rebentar a qualquer momento. Eu sabia que ela ainda não
tinha percebido que eu era um transexual e que tudo o que pudesse
fazer agora iria contribuir para que ele fica-se ou não
zangado comigo, tinha que o fazer ficar louco de desejo e satisfação
senão ele iria embora quando percebe-se o engano. Percebi
que o momento dele estava a chegar e redobrei as chupadas fortes
e cada vez mais rápidas, até que senti o seu esperma
no fundo da minha garganta correndo em jactos fortes, não
parei e bebi tudo que ele tinha até ele me forçar
a cabeça a parar. |
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| Olhei para ele e
pela sua expressão percebi de imediato que o que eu lhe
tinha dado era suficiente para ele aguentar o que eu lhe ia dizer.
- Olha tenho que te dizer a verdade. O meu nome verdadeiro não
é Elia. Eu sou uma rapariga especial; disse eu enquanto
a minha mão não largava o seu membro que continuava
duro. E vi pela sua expressão que ele não tinha
percebido o que eu lhe estava a explicar. Ele entretanto tentava
chegar até mim esticando o braço para as minhas
pernas onde devia pensar que ia encontrar a gruta de uma menina.
Não o deixei chegar perto e antes que ele pusesse a mão
onde não devia disse-lhe - Não te vais zangar comigo
mas na realidade eu sou um homem que se está a fazer passar
por menina e vou mostrar-te que tenho algo que tu não
está à espera. |
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| Sem esperar mais levantei-me
e comecei lentamente a despir parte do biquini mostrando os meus
seios. Olhava para ele e via que ele ainda não acreditava
que eu era um homem, mas quando comecei a puxar as calças
para baixo e o meu sexo ficou livre a sua expressão mudou
para um ar de espanto mas também de curiosidade. A sua
mão até então estendida para mim recuou
um pouco. Eu disse-lhe - Bem te avisei espero que agora não
te zangues e te vás embora ou me faças mal Valter,
por favor fica um pouco mais. Que se passaria de seguida? Eu
estava cheia de medo com o que iria ser a sua reacção,
sem saber se ele se iria levanter e ir embora ou se iria reagir
mal e me ia tratar mal, ele bem podia imaginar que eu o tinha
querido enganar. |
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O RESTO DA HISTÓRIA |