PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO - PARTE 3

11. Organização do ensino
 
            Estabelecemos o número de alunos por série e ou turmas de acordo com a lei complementar nº 170-07/08/98.
O número de educandos por sala de aula, definido de acordo com critérios técnicos e pedagógicos, deve ser tal que possibilite adequada  comunicação do aluno com o professor e aproveitamento eficiente e suficiente:
 
Nível de ensino, da seguinte forma:
 
Na educação infantil, até quatro anos, máximo de 15 crianças, com atenção especial a menor número, nos dois primeiros anos de vida e, até os seis anos, máximo de 25 crianças;
No ensino fundamental, máximo de 30 crianças até a quarta série ou ciclos iniciais e de 35 alunos nas demais séries ou ciclos;
No ensino médio 40 alunos.
 
Normas de organização e convivência da comunidade escolar
 
            Estas normas contemplam os princípios que regam as relações profissionais e interpessoais – os direitos e deveres dos participantes do processo educativo – as formas de acesso e utilização coletiva dos diferentes ambientes escolares: a responsabilidade individual e coletiva, manutenção de equipamentos, materiais, sala de aula e demais ambientes).             Terá como base os seguintes princípios:
Pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
Garantia de padrão de qualidade;
Valorização do profissional da educação escolar;
Respeito a liberdade a apreço a tolerância;
Liberdade de aprender ,ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
Igualdade de acesso e permanência na escola.
Valorização da experiência extra-escolar.
Vinculação entre a educação escolar, trabalho e as práticas sociais.
Atendimento ao educando, através de suplementos como material-escolar, transporte, alimentação;
Fixar o calendário escolar, horário das aulas atividades escolares, conforme a legislação vigentes.
Assegurar o comprimento dos dias letivos e horas-aulas e estabelecidos.
Velar pelo comprimento do plano de trabalho de cada docente;
Prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento;
Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros.
Aplicar penalidades disciplinares aos professores, funcionários e alunos da escola, segundo as disposições do PPP.
Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola;
Informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica na elaboração do Projeto pedagógico da escola.
Planejar e coordenar a distribuição da merenda escolar para os alunos
Manter a limpeza e a ordem de todos os compartimentos do prédio escolar bem como a conservação dos móveis e outros utensílios;
Participação das comunidades escolar e local e conselhos  escolares ou equivalentes.
Participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação  e ao desenvolvimento profissional;
Organização de classes, ou turmas com alunos de séries distintas, com níveis de adiantamento na matéria e para o ensino de línguas estrangeiras.
Alcançar relação adequada entre o número de alunos por classe mediante o plano de matrículas e as condições físicas do estabelecimento.
Alcançar relações adequadas entre o professor, a carga horária e as condições materiais da escola;
Organização escolar própria incluindo adequação do calendário escolar;
Conteúdos curriculares e metodológicos apropriados as reais necessidades e interesses dos alunos;
Condições e espaço físico adequadas ao trabalho ***
Participar de reuniões do processo ensino-aprendizagem com os pais.
Orientar e supervisionar as atividades do corpo docente e discente, dentro da escola, as relações com a vida de exterior e o intercâmbio entre si e a comunidade escolar.
Utilizar dos lucros da biblioteca  e demais dependências e instalações da escola.
Exigir o tratamento e respeito condigno e compatíveis com sua missão de educar.
Valer-se dos serviços auxiliares da escola para um melhor desempenho de seus atribuidores.
Requisitar todo o material didático que lhes julgar necessário as aulas dentro das possibilidades da escola.
Opinar sobre o planejamento, técnicas e métodos utilizados (adoção de livros didáticos)
Propor medidas que objetivam o aprimoramento de métodos de ensino, de avaliação, de atribuições.
Receber , armazenar e distribuir  os materiais didáticos destinados à escola.
Ser tratado com respeito, atenção e carinho e humanidade pelos ditos diretores, professores, especialistas, funcionários.
Ser pontual na entrega dos trabalhos.
Freqüentar com assiduidade as aulas e demais atividades escolares.
Uso do uniforme.
Zelar pela limpeza e conservação de escola indenizando, os prejuízos que por ventura causar.
Respeitar diretores, professores, funcionários e colegas bem como cumprir determinações da direção e professores.
Respeitar as normas disciplinares da escola e ter atitude de convivência social.
Utilizar-se das instalações na forma e horário preestabelecidos.
Tomar conhecimento das notas e de sua freqüência através do boletim escolar.
Diretores, professores, especialistas e demais funcionários, deverão exercitar-se na conquista de valores éticos, morais e sociais objetivando o maior crescimento intergrupal.
 
 
Função Social e pública de cada integrante da comunidade escolar.
 
DIREÇÃO
                                               
  A Direção é o órgão que gerencia o funcionamento dos serviços escolares no sentido de garantir o alcance dos objetivos educacionais da Unidade Escolar, definidos no seu Plano Político-Pedagógico. 
             A Direção é composta pelo Diretor (es) e pelos seus assessores diretos designados, em ato próprio, pelo Secretário de Estado da Educação e do Desporto. 
 A Direção é exercida pelo Diretor, escolhido dentre os membros efetivos da categoria do magistério, na forma da lei vigente, 
            
Compete ao Diretor:
            
I.          convocar os representantes das Entidades Escolares como: Associação de Pais e Professores - APP e Grêmio Estudantil, para participarem do processo de elaboração e execução do Plano Político-Pedagógico; 
II.        coordenar, acompanhar e avaliar a execução do Plano Político- Pedagógico da Unidade Escolar; 
III.       encaminhar o Regimento Escolar a Secretaria de Estado da Educação e do Desporto para aprovação e garantir o seu cumprimento;
IV.       acompanhar o plano de aplicação financeira e a respectiva prestação de contas; 
V.        coordenar o processo de implementação das diretrizes pedagógicas emanadas da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto; 
VI.       estudar e propor alternativas de solução, ouvidas, quando necessário, as Entidades Escolares, para atender situações emergenciais de ordem pedagógica e administrativa; 
VII. participar do Conselho de Classe; 
VIII. propor alterações na oferta de serviços de ensino prestados pela escola; 
IX.       propor aos Serviços Técnico-Pedagógicos e Técnico- Administrativos as estratégias de ensino que serão incorporadas ao Planejamento Anual da Unidade Escolar; 
X         aplicar normas, procedimentos e medidas administrativas emanadas pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto 
XI.       manter o fluxo de informações entre Unidade Escolar e os órgãos da administração estadual de ensino; 
XII. coordenar a elaboração do Calendário Escolar e garantir o seu cumprimento; 
XIII. cumprir e fazer cumprir a legislação em vigor, comunicando aos órgãos da administração estadual de ensino as irregularidades no âmbito da escola e aplicar medidas saneadoras, 
XIV. supervisionar a cantina, onde esta tiver autorização funcionamento, respeitada a lei vigente; 
XV. coordenar as solenidades e festas de formatura; 
XVI. administrar o patrimônio escolar em comunidade com a lei vigente; 
XVII. promover a articulação entre a Escola, Família e Comunidade: 
XVIII. comunicar ao conselho Tutelar os casos de: maus tratos reiteração e  as injustificadas e de evasão escolar dos alunos,: 
 
 
O professor
 
            O professor tem uma função medidora entre o conhecimento historicamente acumulado e o aluno. Para isso o professor precisa ter a apropriação desses conhecimentos. Daí a necessidade de estudar muito, realizar registros das atividades e de sua rotina diária e o encontro constante entre a equipe para discutir, avaliar, analisar e procurar caminhos que estejam de acordo com a proposta pedagógica da escola, procurando unir forças crescer enquanto a equipe técnica tendo como meta a Educação de nossos alunos. 
            Cabe ainda ao professor: motivar o aluno para pesquisa, leitura, inovar sua prática, ter ética e postura profissional. 
            Ensinar e proporcionar ao aluno situações onde ele, mostre o que já sabe ou que ele entende, abrindo espaço para que ele duvide, compare, pesquise e estruture um novo conhecimento. 
            O professor precisa buscar formas de enriquecer suas aulas utilizando mecanismos criativos que ultrapasse as paredes da sala de aula, seja através da utilização de vídeos, pesquisas de campo, contato com outras instituições, livros e revistas, experimentações etc… Seção II
 
Corpo Docente
 
Compete ao Corpo Docente:
 
ministrar aulas; 
participar da elaboração, execução e avaliação do Plano Político Pedagógico da Unidade Escolar; 
participar do processo de análise e seleção de livros e materiais didáticos em consonância com as diretrizes e critérios pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto; 
elaborar o seu planejamento de acordo com o Plano Político- Pedagógico da Unidade Escolar; 
propiciar aquisição do conhecimento científico, erudito e universal para que os alunos reelaborem os conhecimentos adquiridos e elaborem novos conhecimentos, respeitando os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social do educando, garantindo-lhe a liberdade de criação e o acesso as fontes de cultura; 
promover uma avaliação contínua, acompanhando e enriquecendo o desenvolvimento do trabalho do aluno. elevando-o a uma compreensão cada vez maior sobre o mundo e sobre si mesmo; 
atribuir as avaliações de acordo com as normas fixadas 
participar de processos coletivos de avaliação do próprio trabalho e da Unidade Escolar com vistas ao melhor rendimento do processo ensino-aprendizagem, replanejando sempre que necessário, 
realizar a recuperação contínua e paralela de estudos com os alunos que, durante o processo ensino-aprendizagem, não dominarem o conteúdo curricular ministrado 
participar ativamente do Conselho de Classe; 
participar da elaboração do Calendário Escolar 
participar de reuniões de estudo, encontros. cursos, seminários, atividades cívicas, culturais, recreativas e outros eventos, tendo em vista o seu constante aperfeiçoamento e melhoria da qualidade de 
colaborar nas atividades de articulação da escola com a família e a comunidade.
estabelecer com o apoio dos demais agentes especializados da instituição, estratégias de recuperação de preferência paralela para os alunos de menor rendimentos. 
 
CORPO DISCENTE
 
O Corpo Discente e constituído por todos as alunos regularmente matriculados nos cursos em funcionamento na Unidade Escolar. 
            Pretende-se a formação de um aluno crítico, autônomo, responsável, participativo, que viva sua cidadania, buscando diminuir as diferenças sociais e humana. 
            O aluno tem na escola o espaço para apropriar-se dos conhecimentos historicamente acumulados, refazer seus próprios conceitos, a través da interação constante com os demais membros do grupo, construindo e respeitando regras de forma que possa construir sua autonomia, valores e que isto aumenta a possibilidade de troca e, amplia as suas próprias capacidades individuais. 
            A  escola como espaço social tem suas regras e na medida que estas regras são desrespeitadas pelo aluno, o caminho é a busca da resolução do conflito entre as partes envolvidas de forma a buscar soluções práticas, coerentes com a proposta pedagógica administrativa estes conflitos com o bom senso seriedade, respeito e de acordo com as normas de organização da escola.
 
 
Direitos dos Alunos
 
 Constituirão direitos dos alunos: 
igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; 
aquisição do conhecimento prático necessário; 
tomar conhecimento das disposições do Regimento Escolar e funcionamento da Unidade Escolar; 
receber informações sobre os diversos serviços oferecidos peia Unidade Escolar; 
organizar e participar de agremiações estudantis; 
fazer uso dos serviços e dependências escolares de acordo com as normas estabelecidas neste Regimento Escolar; 
tomar conhecimento do seu rendimento escolar e de sua freqüência, através do boletim ou caderneta escolar; 
contestar critérios avaliativos, podendo recorrer as instancias escolares superiores; 
solicitar revisão de provas, a partir da divulgação das notas; 
requerer transferência ou cancelamento de matrícula por si, quando maior de idade, ou através do pai ou responsável, quando menor; 
apresentar sugestões relativas aos conteúdos programáticos desenvolvidos pelo professor, com o objetivo de aprimorar o processo ensino-aprendizagem; 
reivindicar o cumprimento da carga horária prevista na grade curricular, 
discutir com a Direção os problemas, as dificuldades pessoais e os relacionados ao processo ensino-aprendizagem, propondo soluções; 
indicar representantes do Corpo Discente para compor o Conselho de Classe; 
requerer matrícula por dependência ou dispensa de disciplina, previstas neste Regimento. 
 
 
Deveres dos alunos
 
 Constituirão deveres do aluno:
cumprir as disposições deste Regimento Escolar no que lhe couber;
atender as determinações dos diversos setores da unidade Escolar;
comparecer pontualmente às aulas e demais atividades escolares;
participar das atividades programadas e desenvolvidas pela Unidade Escolar;
cooperar na manutenção da higiene e na conservação das instalações escolares;
manter e prover relações cooperativas com professores colegas e comunidade;
indenizar o prejuízo dano material à Unidade Escolar e a objetos de propriedade de colegas ou funcionários;
justificar à direção e ao professor, mediante atestado médico ou declaração dos pais e responsáveis, a ausência a provas e entrega de trabalhos na data prevista;
usar uniforme escolar, quando a Unidade Escolar assim o definir, em conformidade com a legislação vigente;
 
A Família
 
            A escola precisa estar alerta a participação da família na educação de seus alunos. Escola e família precisam caminhar juntas.
            Os pais devem participar das ações escolares (reuniões, conselhos de classe, palestras e outros) e encaminhamentos e que fazem necessários para o desenvolvimento dos alunos.
 
Competências da equipe pedagógica
 
coordenar a e subsidiar a elaboração dos diagnósticos da realidade escolar nos vários níveis;
coordenar e subsidiar a elaboração, execução e avaliação do planejamento: plano da Escola; planos de cursos, de turmas, de ensino etc.;
incentivar e prover condições para a elaboração de projetos de alfabetização, leitura, visitas, estudo de apoio, orientação profissional, saúde e higiene, informática, ética etc.;
compor turmas e horários com critérios que favoreçam o ensino e a aprendizagem;
capacitar em serviço ;
 
  O serviço Técnico- Administrativo é o setor de suporte ao funcionamento de todos os setores da Unidade Escolar, em consonância com o plano Político-Pedagógico, proporcionando condições para que os mesmos cumpram suas reais funções.
 O quadro de Pessoal da secretaria será o estabelecido na legislação vigente.
 
Compete ao secretário: 
coordenar e executar as tarefas decorrentes dos encargos da Secretaria;
organizar e manter em dia um protocolo, o arquivo escolar e o registro de assentamentos dos alunos, de forma a permitir, em qualquer época, a verificação da:
identidade e regularidade da vida escolar do aluno;
autenticidade dos documentos escolares;
organizar e manter em dia a coletânea de leis, regulamentos, diretrizes, ordens e serviço, circulares, resoluções e demais documentos;
redigir a correspondência que lhe foi confiada;
rever todo o expediente a ser submetido a despacho do diretor;
elaborar relatórios e processos a serem, encaminhados a autoridades superiores;
apresentar ao diretor, em tempo hábil, todos os documentos que devem ser assinados;
coordenar e supervisionar as atividades referentes à matrícula, transferência, adaptação e conclusão de curso;
zelar 0pelo uso adequado e conservação dos bens materiais distribuídos à Secretaria;
Comunicar à direção toda irregularidade que venha a ocorrer na Secretaria.
 
 A escala de trabalho do funcionários será estabelecidas de forma que o expedientes da Secretarias conte sempre com a presença de um responsável, independente da duração do ano letivo, em todos os turnos de funcionamento da Unidade Escolar.
 
Dos Serviços Gerais
 
 Os Serviços Gerais têm a seu encargo a manutenção, preservação, segurança e merenda da unidade escolar, sendo coordenadas e supervisionadas pela direção.
 
             O corpo de pessoal para os Serviços Gerais será formado por: servente, merendeira, vigia e outros previstos em ato específico da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto.
 
 São atribuições do Servente:
 
Efetuar limpeza e manter em ordem as instalações escolares, providenciando a relação do material e produtos necessários;
Efetuar tarefas correlatas à sua função.
 
 São atribuições Merendeira:
 
Preparar e servir a merenda escolar, controlando-a quantitativa e qualitativamente;
Informar o Diretor da Unidade Escolar da necessidade de reposição do estoque, em tempo hábil;
Conservar o local de preparação da merenda em boas condições de trabalho, procedendo a limpeza e a arrumação.
 
São atribuições do Vigia:
 
Efetuar rondas de inspeção de forma a garantir a constante segurança da Unidade Escolar;
Controlar a entrada, nas dependências do prédio, de pessoas sem identificação ou autorização, como medida de segurança;
Comunicar à chefia imediata qualquer irregularidade ocorrida durante seu plantão, para sejam tomadas as devidas providências;
Zelar pelo prédio e suas instalações, levando ao conhecimento de seu superior qualquer fato que dependa de serviços especializados para reparo e manutenção;
Efetuar as demais tarefas correlatas a sua função, definidas pela direção.
 
 
Bibliotecário
 
 O Bibliotecário terá como atividade o planejamento, a ampliação, a organização e o funcionamento da Biblioteca Escolar, em consonância com o plano Político-Pedagógico da Unidade Escolar.
 
 Compete ao Bibliotecário:
 
Elaborar, juntamente com o serviço Técnico Pedagógico, o regulamento próprio, onde estará explicitado o funcionamento da Biblioteca Escolar, com aprovação da direção;
Selecionar, juntamente com Docentes e Especialistas em assuntos Educacionais; material bibliográfico, adquiri-lo e processá-lo tecnicamente;
Catalogar e classificar livros e periódicos;
Orientar os usuários sobre o funcionamento e bom uso da Biblioteca Escolar;
Colocar a Biblioteca Escolar à disposição da Comunidade Escolar, atendendo a legislação em vigor;
Programar atividades para transformar a Biblioteca Escolar no espaço cultural e pedagógico.
 
Escola e Conselho Tutelar
 
 Os casos de suspeita e confirmação de maus - tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao conselho tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências Legais (Estatuto da Criança e do adolescente).
            O estatuto da criança foi uma das conquistas da sociedade brasileira, como instrumento construtor de cidadania. No seu âmbito, todos os municípios são obrigados a manter conselho tutelar em funcionamento.
            O conselho tutelar é órgão não jurisdicional e suas ações caracterizam-se pela responsabilidade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente. Tem suas atribuições definidas no art. 136 da Lei 8.069/90. ( anexo III). Dentro de suas atribuições, o Conselho tutelar te a competência de realizar junto à escola um trabalho de atender, escutar crianças e adolescentes, seus pais, a sociedade, as organizações encaminhar e acompanhar todos os casos em que os direitos de criança e adolescentes forem ameaçados ou violentados.
            O Artigo 56 do Estatuto da Criança e do adolescente atribuiu aos dirigentes de estabelecimentos de Ensino Fundamental a responsabilidade de comunicar ao Conselho Tutelar o disposto nos indícios:
 
I – Maus tratos envolvendo os seus alunos; II – reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, esgotados os recursos escolares;  III – elevados níveis de repetência.  Diante disto, é fundamental que a escola, ao enfrentar as referidas situações no seu cotidiano, primeiramente utilize todos os recursos pedagógicos de sua responsabilidade, buscando soluções que assegurem os direitos da criança e do adolescente, para garantir a sua permanência na escola. 
Em caso de a direção da escola não conseguir solucionar as questões surgidas, após esgotados todos os procedimentos a ela pertinentes, poderá recorrer ao Conselho Tutelar, considerando que as duas instancias, Escola e Conselho Tutelar, irão juntas unir esforços para a busca de solução das questões. O Conselho Tutelar tem a competência de realizar junto com a escola um trabalho educativo de atendimento, auxilio e aconselhamento aos pais. É necessário ter claro que este e um “meio” para alcançar os objetivos e não um “fim” em si mesmo. Cabe, ainda, ao Conselho Tutelar, após constatar fatos que interfiram nos direitos da criança e do adolescente, intervir junto a escola, questionando o diretor a respeito da violação dos direitos dos alunos, procurando auxiliar na, solução de problemas ocorridos.  Quando o município não contar com nenhum Conselho Tutelar em funcionamento e a escola já tiver esgotado todos os procedimentos pedagógicos para solução de seu problema, poderá recorrer a autoridade judiciaria ou Ministério Público. Importante ressaltar que a comunidade escolar organizada pode valer-se do Ministério Público, no sentido de viabilizar o funcionamento do Conselho Tutelar, uma vez que cabe a esse órgão zelar pelo cumprimento da Doutrina de Proteção Integral aos direitos da criança e do adolescente estabelecidos no Estatuto. 
 
Funções da APP
 
Estimular a formação de comissões de caráter interino para a realização de tarefas específicas e transitórias, orientando quando necessário os trabalhos da mesmas;
Assumir a responsabilidade que lhe cabe na administração do Fundo Escolar;
Convocar e presidir reuniões administrativas e gerais;
Apresentar ao Serviço Itegraçaão Escola Comunidade, à coordenadoria Regional de educação, no final do respectivo mandato, relatório no qual resumirá conforme registros aferidos na alínea “j” deste artigo, as atividades da associação de Pais e Professores em sua gestão. Elaborar e encaminhar ao conselho fiscal, orçamento trabalho para o período de no mínimo 6 (seis) meses;
Propor ao conselho fiscal alterações no orçamento a no programa de trabalho sempre acompanhada de exposição de motivos;
Executar o orçamento e o programa de trabalho aprovado pelo conselho fiscal;
Realizar despesas e autorizar pagamentos de acordo com as normas estabelecidas no Regimento Interno e de conformidade com o orçamento e programa de trabalho aprovados pelo conselho fiscal;
Apresentar, mensalmente os conselho fiscal, balancete financeiro e orçamentário, na qual se evidencia o cumprimento do que foi programado e os compromissos financeiros, nos livros especiais para este fim;
Executar as demais atividades necessárias ao alcance dos objetivos da associação, repeitadas as normas estatutárias ou regimentais.
Compete privativamente ao presidente representara associação ativa e passiva, judicial e extra judialmente.
As comissões referidas da alínea “a” do artigo anterior, tem por objetivo sistematizar as atitudes espontâneas de colaboração da comunidade compreendendo principalmente: Comissão de matrículas e distribuição de vagas;
Comissão de integração comunitária;
Comissão de conservação do prédio e limpeza;
Comissão de alimentação escolar
Comissão de relações públicas e sociais
Comissão de material escolar e vestuário
Comissão de educação de Base
Comissão de higiene e saúde
Outras de acordo com as necessidades comunitárias.
 
 
Processo de capacitação de recursos humanos
 
            A capacitação de recursos humanos é considerado pela nossa escola um elemento indispensável para a qualidade do processo ensino aprendizagem.
            A condição imprescindível para os projetos  serem executados com qualidade, é levar em conta, a formação qualificada dos professores, sua boa vontade para atuar, pois esta perspectiva de trabalho exige muito estudo, reflexão, amor, firmeza, disponibilidade  e acessoramento para desenvolve-los, dentro de currículos flexíveis, interdisciplinares e direcionados para uma educação cidadã.
            Na semana de planejamento no início do ano letivo procuramos construir um espaço de reflexão e estudo sobre a função social e pública da escola, bem como a compreensão do momento histórico em que vivemos.
            Neste momento elegemos também os Temas Transversais para o ano letivo. Temas estes explorados com maior profundidade nos dias de estudo.
 
            Também nos dias de estudo buscamos a compreensão da elaboração conceitual nas diferentes áreas  do conhecimento,
            A escola busca motivar seus profissionais a participarem de capacitação extra-escolar.
            O serviço de apoio técnico-pedagógico promove acessoramento constante no que se refere a fundamentação teórico-metodológica.
            A escola possui um serviço interno de gravação das reportagens, conferências, filmes e outros temas voltados à educação,  disponíveis ao empréstimo para o aprimoramento de seus professores e funcionários.
 
Conselho de classe e conselho deliberativo
 
            O Conselho de Classe é a instância que, analisa, reflete, articula e intervém no processo do trabalho pedagógico. Este momento não deverá centrar-se apenas na verificação e repasse de notas, mas sim, numa reflexão radical, no sentido de ir às raízes das questões, sobre a Lei 5692/71 os Conselhos de Classe não eram legalmente instruídos. Foi a partir de pedidos de esclarecimento dessa lei, com relação a avaliação coletiva, que surge o Conselho de Classe instituído pelos novos regimentos elaborados pelas Escolas
            Em Santa Catarina, o processo nº 333/96 de CEE regulamenta os regimentos escolares das Unidades de Ensino, definindo ações e funções do Conselho de Classe e hoje é a resolução nº 23/2000 CEE que regulamenta o Conselho de Classe em Santa Catarina.
            São funções do Conselho de Classe a avaliação: do aluno, do processo de ensino, da escola, da gestão institucional e dos projetos pedagógicos alternativos. Todas estas ações deverão ser avaliadas considerando o atual momento histórico, pois só assim não perderemos de vista a função da escola pública contemporânea.
 
Segundo Pedro Alcântara Figueira (1995):
 
            “o processo educativo não é, neste sentido, um apêndice mais ou menos inútil de que a sociedade pode prescindir. Ao contrário, a educação é algo tão visceralmente social que a sociedade humana não poderia ter seu atributo essencial, o de ser humana, se este componente não fizesse parte dela. A escola deve aprender o que é este comum para poder desempenhar a sua tarefa de acordo com as exigências e necessidades da sociedade em que ela atua.”  
            Considerando o exposto, o Conselho de Classe tem por objetivo romper com a fragmentação pedagógica, sendo um espaço para o entendimento do que seja o fazer escola, voltando as necessidades reais dos cidadãos, na tentativa de buscar uma avaliação mais profunda acerca das práticas educativas.
            
            Desta forma a totalidade social é que define o ato pedagógico. Sob esta ótica, os problemas educacionais necessitam serem entendidos como questões sociais, decorrentes das próprias crises contemporâneas que vivenciamos. Desse modo, consideramos que interferir na realidade social de modo a buscar todas as soluções rumo à superação da problemática social é tarefa bastante complexa. Contudo, podemos investir na superação dos entraves pedagógicos e, consequentemente, colaborar para a transformação social. É oportuno lembrar que embora o Conselho de Classe seja um espaço para a avaliação e a tomada de decisões sobre o fazer escolar, na prática, centra-se apenas no aluno e em alguns casos na prática do professor. Portanto, uma abordagem mais efetiva em termos de totalidade sobre o processo educativo escolar e posta em xeque. Destacamos que o Conselho de Classe tem a função deliberativa para redefinir ou redimensionar o fazer escolar, com base no Projeto Político Pedagógico, incluido-se aqui a prática de sala de aula, indicando e propondo encaminhamentos sobre o ato de educar. Entendemos que o Conselho de Classe é um momento de participação coletiva e não apenas de relatos individuais de divulgação de notas, implica em que todos assumam a responsabilidade para propor e buscar soluções aos problemas arrolados, É fundamental que as equipes pedagógicas, os professores e até mesmo os alunos, discutam sobre a validade social do conselho de classe e que implicações poderão se desencadear em favor de um ensino de qualidade e, por conseqüência, na produção de cidadãos críticos e conscientes. Os dados levantados no Conselho de Classe deverão ser considerados como ponto de partida para revisão do final do período letivo como também para o trabalho a ser desenvolvido nos períodos letivos subseqüentes. Por isso, propomos ao final de cada período letivo, considerando o exposto na Lei 9394/96 art. 24, inicio V, item 5 e na Resolução do CEE nº 23, capítulo V de 09.05.2000. Sendo assim, com base no trabalho do Conselho de Classe, deverão ser definidas ações para este momento. Como todos os alunos participarão deste momento importante, sugerimos que sejam realizados trabalhos em equipes, onde alem do assessoramento do professor se proceda a orientação e a preparação dos alunos. 
 
 
Conselho de Classe é o órgão que possibilita:
 
A avaliação dos envolvidos no trabalho educativo e no estabelecimento de ações para a superação das dificuldades;
Avaliação dos envolvidos no trabalho educativo e no estabelecimento de ações para a superação das dificuldades;
A avaliação do processo ensino-aprendizagem desenvolvido pela escola na implementação das ações propostas e verificação dos resultados;
A definição de critérios para a avaliação e sua revisão quando necessária;
A avaliação da prática docente, enquanto motivação e produção de condições de apropriação do conhecimento, no que se refere: à metodologia, aos conteúdos programáticos e a totalidade das atividades pedagógicas realizadas.
 
 O Conselho de Classe será composto:
 
Pelos professores da turma;
Pela direção do estabelecimento ou seu representante;
Por alunos;
Por pais.
 
O conselho de Classe será realizado, ordinariamente, por turma, nos períodos que acontecem ao registro definitivo do aproveitamento dos alunos no processo de apropriação de consentimentos será proponente das ações que visem a melhoria da aprendizagem e o definidor da aprovação ou não aprovação.
 O Conselho de Classe poderá reunir-se extraordinariamente, convocado pela direção do estabelecimento e/ou por 1/3 (um terço) dos professores, e /ou pais, alunos integrantes do conselho.
 
 
Compete ao conselho Deliberativo Escolar:
 
Deliberar sobres as diretrizes e metas do Plano Político Pedagógico da Escola, seus mecanismos de elaboração, aprovarão, supervisão e avaliação, que envolvem ações pedagógicas, administrativas e financeiras da Unidade Escolar.
Propor alternativas de solução, prioridades e procedimentos para melhoria da qualidade do trabalho escolar, respeitando as normas legais vigentes; 
Coordenar e supervisionar com a Direção da Unidade Escolar, a elaboração do Regimento Escolar, calendário letivo, o cumprimento dos dias de efetivo trabalho escolar e horas-aula estabelecidos na respectiva grade curricular. 
Apreciar e emitir parecer sobre os relatórios anuais da escola, analisando o seu desempenho em face das diretrizes e metas estabelecidas no plano político-pedagógico. 
articular-se com outros Conselhos Escolares, criando mecanismos de acompanhamento e execução das políticas educacionais e planos de desenvolvimento da escola. 
recorrer a instancias superiores sobre questões que não se julgar apto a decidir e não previstas na legislação e no Regimento Escolar. 
elaborar o seu Regimento Interno de acordo com a legislação e normas vigentes. 
 
O Conselho Deliberativo Escolar, eleito a cada 02 (dois) anos, será constituído por um número e no mínimo 05 (cinco) e no máximo 21 (vinte e um) Conselheiros de acordo com a realidade de cada escola, assegurando-se a proporcionalidade de 50% (cinqüenta por cento) ao segmento pais/alunos e 50% (cinqüenta por cento) ao segmento do magistério/servidores. 
- Os componentes do Conselho serão escolhidos entre seus segmentos mediante eleição direta e secreta. 
- A Direção da Escola integram o Conselho representada pelo seu Diretor na qualidade de membro nato. 
- O Conselho Deliberativo Escolar elegera o seu Presidente dentre os membros que o compõe.
            A eleição do Conselho será ao mês de março dos anos impares e o mandato de cada Membro Conselheiro será de 02 (dois) anos, sendo permitida apenas uma recondução. 
As Deliberações do Conselho constarão em ata e serão tornadas públicas no âmbito da comunidade Escolar. 
A função do Membro Conselheiro não será remunerada. 
Cabe a Secretaria de Estado da Educação e do Desporto baixar orientações e normas complementares ao funcionamento do Conselho Deliberativo Escolar.
 
CALENDÁRIO ESCOLAR
 
            O Calendário Escolar será elaborado de acordo com a legislação vigente pela direção e pelo serviço técnico-pedagógico, pais e fixará ao dias letivos, dias de trabalho escolar efetivo, dias de estudo, reuniões pedagógicas, conselho de classe, recurso escolar e eventos programados.
            O início e o término do ano letivo serão fixados pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto.
 
 O Calendário escolar deverá adquirir-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta lei.
A Educação básica, no níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:
 
a carga horária mínima anual será de oitocentos horas, distribuídos por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver;
 
12. CURRÍCULO
 
            É necessário pensar o currículo como um artefato social e cultural que implica em relações de poder, transmite visões sociais particulares e interessadas. Produz identidades individuais e sociais a partir da seleção  de determinados conceitos a ser trabalhados em cada tempo histórico. Não é um instrumento neutro nem pode ser separado do contexto social, uma vez que ele e historicamente situado e culturalmente determinado. 
            O currículo escolar vai sendo construído por um processo dinâmico a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais, da Proposta Curricular que vem sendo implementada  nas escolas estaduais e das referencias locais, produzidas no âmbito do Projeto Político Pedagógico elaborado pela unidade  escolar. 
            Desta forma, entendido como ato que só se realiza na coletividade e que envolve todas as experiências de conhecimento desenvolvidas  pela escola, com o objetivo de produzir identidades (tanto individuais, quanto  sociais) e que o currículo constitui-se no principal objeto de atuação  dos educadores. 
            Com relação a organização curricular, a escola deverá considerar que o currículo dos cursos dos diferentes níveis e modalidades de ensino terá uma base nacional comum e uma parte diversificada, observada a legislação  especifica. 
 
CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO
 
O currículo do Ensino Médio sofreu algumas alterações em virtude da Lei nº 9394/96. Sendo assim, a SED vem desenvolvendo o programa de reforma e expansão do Ensino Médio e, nesta nova perspectiva, o currículo destacará a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes, das ciências humanas, do processo de transformação social e cultural, conquistas da historia humana e brasileira, e da língua portuguesa como língua materna, geradora de significação  e integradora da organização  de mundo e da própria identidade. 
            A base nacional comum dos currículos do Ensino Médio devera contemplar as três áreas do conhecimento escolar. 
A Área de Linguagens  Códigos e suas Tecnologias que compreende:
conhecimento em Língua Portuguesa; 
conhecimento em Língua Estrangeira Moderna; 
conhecimento em Educação Física;
conhecimento em Artes; 
conhecimento em informática, 
 
            A área de Ciências Humanas e suas Tecnologias, que compreende: 
conhecimento em Historia;
conhecimento em Geografia;
conhecimento em Filosofia;
conhecimento em Socio1ogia, Antropologia e Política.
 
A área da Matemática  e Ciências da natureza e suas Tecnologias, que compreende:
conhecimento em Biologia, 
conhecimento em Física;
conhecimento em Química;
conhecimento em Matemática . 
            A parte diversificada compreende as demais incorporações do Sistema de Ensino, as prioridades estabelecidas no Projeto da escola, e a inserção  do aluno na construção de seu currículo.
Na parte diversificada as disciplinas oferecidas são uma Língua Estrangeira Moderna – Espanhol e Turismo ( projetos anexos) atendendo aos anseios da Comunidade  Neotrentina  que atualmente destaca-se no  Turístico Religioso. A Língua Espanhola consta em todas as fases da Grade Curricular e a Disciplina Turismo está sendo trabalhada na 4ª fase.
Currículo do Ensino Fundamental
 
            No Ensino Fundamental a Lei 9394/96 não altera, fundamentalmente, a estrutura curricular utilizada até então, ou seja, mantém a organização em núcleo comum e parte diversificada. O que ocorreu foi alteração na denominação  de algumas disciplinas. 
            Porém, o trabalho que vem sendo desenvolvido com os professores da rede estadual de ensino nos cursos de capacitação, principalmente nas últimas duas décadas, esta pautado num novo entendimento do que são os conteúdos escolares e da forma como estes devem ser abordados. A partir dessa compreensão, os conteúdos das disciplinas são consideradas para a apropriado  dos conceitos. A elaboração conceitual constitui-se em categorias de compreensão da realidade que, quando elaboradas a partir de fundamentos científicos, possibilita uma melhor forma de organizar, interpretar e analisar essa mesma realidade, Esta forma de elaboração do conhecimento possibilitara ao aluno uma compreensão da totalidade do sujeito, das relações  estabelecidas social e historicamente, das diferentes formas de produção da sociedade em relação estabelecida com a natureza.
      
FUNÇÃO SOCIAL  EESCOLA  ESCOLA


Oportunizar às gerações mais jovens a apropriação e elaboração dos conceitos científicos, como meio de exercício da cidadania


CAMPOS CONCEITUAIS


RELAÇÕES SÓCIO-CULTURAIS


TEMPO


ESPAÇO


RELAÇÃO C/ A NATUREZA


Classes sociais
§         Papéis sociais
§         Conflitos sociais
§         Relações de produção
§         Relações de poder
§         trabalho

Cronológico
§         Histórico
§         Diferentes
§        temporalidades
Caracterização do meio biótico a abiótico
§         Domínio sobre a natureza
§         Desenvolvimento sustentável
§         Inpactos ambientais
Caracterização do meio biótico a abiótico
§         Domínio sobre a natureza
§         Desenvolvimento sustentável
§         Inpactos ambientais
Político
§         Geográfico
§         Cultural
§         Religioso
§         Econômico
§         educacional
Os conceitos são produções histórico-culturais que estabelecem relação entre si, com s disciplinas do currículo, com os temas multidisciplinares e com os conceitos cotidianos
Os conteúdos das disciplinas são meios para a apropriação de conceitos

L. Port
L. Estr.
Matem.
Artes
Ciência.
Geogra
Ed. Dísi
História

figura1

Nesse organograma, é importante observar que os conteúdos a serem trabalhados constituem-se em meios para a apropriação dos conceitos essenciais  de cada disciplina, estabelecem uma relação com os conceitos essenciais das demais áreas do conhecimento e com os campos conceituais - Relações sócio culturais, Tempo, Espaço e Ralações com a Natureza – numa perspectiva interdisciplinar.             Ressaltamos, ainda, que os conceitos selecionados tiveram como pressuposto os campos conceituais perpassam todas as áreas do conhecimento e os textos da Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina de cada uma das disciplinas curriculares. Esta forma de encaminhamento dado para nível 3 (classe de aceleração), também pode ser utilizado nas demais classes do ensino fundamental e médio.


PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO - PARTE 4

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