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DOMÍNIOS DA NOITE ETERNA
O Sabá é visto por aqueles que não pertencem à seita como uma organização cujo único propósito é atacar os outros membros e consumir seus vitae através da Diablerie e espalhar rebeliões e revoltas através dos membros mais jovens da sociedade cainita. Seus membros são vistos pelos outros cainitas como ignorantes e brutos que não dão valor à sua existência vampírica, muito menos à vida humana, e que parecem ter prazer em libertar as suas bestas durante seus frenesis. Eles encontram-se entrincheirados no ocultismo, realizando rituais bizarros e desconhecidos longe da vista de estranhos.
Essa é uma grosseira interpretação e generalização dos ideais do Sabá. De fato, uma vez que alguém ponha um pé fora das muralhas do Sabá, uma nuvem negra de desinformação paira sobre todas as discussões sobre a seita e seus membros. É esse mistério que é o Sabá que fascina os jovens membros da Camarilla, e muitos deles viram as costas para seus colegas da Camarilla para se juntar às fileiras do Sabá, para nunca mais serem vistos por seus antigos compatriotas.
Na realidade, o Sabá é fundado em dois princípios: Liberdade e Lealdade. É ensinado à cada vampiro que ele é parte de um conjunto no qual sua vida depende daqueles que ele está ligado. O Sabá também ensina aos seus novos vampiros que é de sua responsabilidade se tornarem os mais fortes possíveis para que sejam guerreiros eficientes quando os Antediluvianos acordarem. Antes da Gehenna, eles devem aprimorar suas habilidades através de lutas e intrigas com os servos dos Antediluvianos, os infiéis da Camarilla.
O Sabá é a prova não-viva da teoria de Darwin, a sobrevivência do mais forte. O Sabá investe fortemente na criação e reconhecimento de novos membros, escolhendo apenas os mais fortes e colocando eles em testes para prová-los a si mesmos. Eles não se vêem como Membros, mas como vampiros e usam a palavra Membro com sarcasmo. O Sabá se considera o ápice da cadeia alimentar. Eles falam como se fossem os verdadeiros filhos e filhas de Caim e tentam converter os Membros da Camarilla aos seus próprios caminhos. Todos dentro do Sabá são abraçados por membros de um bando e são ligados pelo sangue uns aos outros. Vaulderie, o ritual de dar sangue de todos os membros do Sabá para criar um laço entre seus praticantes, é praticado. Linhagens de clãs são geralmente cruzadas para criar força e embora diferentes bandos dentro da seita possam surgir dentro de uma cidade, sua lealdade ao Sabá como um todo é considerada fanática.
O Sabá prega a liberdade da tirania dos vampiros Anciões. A seita fora fundada no princípio que nenhum vampiro seja forçado a morrer na tirania daqueles que o criaram. A idéia além do Vinculum é que esse laço compartilhado de sangue crie lealdade entre todos os vampiros da seita e os inspirem a se unir em tempos difíceis para destruir seu inimigo. Participações no Vinculum também previnem que um vampiro seja secretamente vinculado à outro por laços de sangue. Como os católicos que eles parodiam, O Sabá vê o ritual da Vaulderie, em que todos os participantes jogam um pouco de seu sangue num cálice e bebem dele, como uma comunhão vampírica com Caim.
O Sabá tem um conceito muito firme sobre estranhos à seita. Membros do Sabá são conhecidos por sua separação em "Nós ou Eles". Para o Sabá, todos os não-Sabá são "Eles" independente se "Eles" são Vampiros, Lupinos, Mortais ou que quer que seja. Os Membros do Sabá tem poucos aliados, mas a seita coopera num grau limitado, e apenas quando é para a vantagem da seita.
Conflitos dentro da seita são resolvidos através da Monomancia, um duelo, realizado numa arena. O vencedor ganha o conflito e o respeito do perdedor. O desafiante manda ao ofensor um desafio que deve ser imediatamente aceito ou negado. Se um membro do Sabá nega um desafio, ele é acusado de covardia, e embora ninguém possa forçar um membro do Sabá a aceitar um desafio, o o vampiro perde prestígio e é visto com desconfiança pelos seus superiores. Se o ofensor subsequentemente realiza uma ação que prejudique a seita, seu superior vai remover seus títulos e seu direito á liderança. Vampiros que abusem da Monomancia como forma de ganhar poder dentro da seita são normalmente assassinados por ordens do círculo interno do Sabá. Eles não gostam de ameaças às suas posições.
Membros do Sabá sentem-se superiores aos humanos. Eles não nutrem simpatia pelos humanos; e de fato, viver e ser humano,e se sentir humano, é contra sua natureza. Os membros do Sabá são os escolhidos. Mortais não são considerados nem mesmo da mesma raça que os membros do Sabá. Mortais são considerados animais e tratados como bichos de estimação e comida. Os membros do Sabá geralmente usam os mortais como seguidores, servos e espiões. Lacaios mortais são visto como propriedades e seu dono pode usá-los da maneira que bem entender. Alguns dos mortais mais leais tornam-se carniçais. Cada carniçal é preso ao laço de sangue apenas pelo seu senhor, e não participa na Vaulderie. O dono é responsável por todas as ações do carniçal.
As trilhas da Sabedoria descrevem, até certo ponto, como cada vampiro vê a liberdade, lealdade e sua própria natureza vampírica. Os membros do Sabá não possuem humanidade, então esses códigos são essenciais, pois eles criam o código moral no qual o vampiro vive. Liberdade e lealdade são partes fundamentais dessas trilhas, e muitos bandos compartilham caminhos similares.
É a crença do Sabá que qualquer um que não serve ao Sabá está servindo aos Antediluvianos e deve ser convertido ou destruído. O Sabá planeja e realiza cercos contra cidades regidas pela Camarilla na esperança de conseguir esse objetivo. Os objetivos primários do Sabá incluem a destruição dos anciões da Camarilla, Matusaléns e Antediluvianos.
História do SabáNo início do milênio os magos Tremere se transformaram em vampiros usando sangue Tzimisce, Nosferatu e Gangrel, e começaram a se expandir de suas bases da Transilvânia dentro do território Tzimisce da Europa ocidental. Os Tzimisce perderam muitos dos seus vampiros, e os outros clãs tomaram parte dos antigos territórios Tzimisce, agora desocupados. No desespero para vencer a luta, os Tzimisce abusaram de suas progênies mais do que o normal.
A Vaulderie foi encontrada por um círculo de Tzimisce e dividida com a progênie rebelde de outros Clãs, notavelmente com o círculo de Gratiano dos Lasombra. Gratiano diablerizou seu senhor, Lasombra, e por força, liderança conseguiu formar o Sabá junto com os Tzimisce e os anarquistas que não retornaram aos seus senhores depois do fim da Revolta Anarquista, com a Convenção dos Espinhos.
Os Lasombra dominaram o Sabá, apoiados de perto pelos Tzimisce. Há suspeitas que os Tzimisce são os verdadeiros líderes, mas em nome da liberdade, algo que ninguém estava interessado antes, eles atraíram muitas crias de seus clãs inimigos para dentro do Sabá com o objetivo de lutar contra a emergente Camarilla.
Após duzentos anos de conflitos o Sabá se mudou para a Escandinávia. Durante a transição o Sabá desenvolveu novos códigos para viver, negando que seus integrantes eram humanos. As trilhas da sabedoria são:
A Trilha de Caim
A Trilha dos Cátaros
A Trilha da Morte e da Alma
A Trilha das Revelações Malignas
A Trilha da Harmonia
A Trilha do Acordo Honrado
A Trilha do Poder e da Voz Interior
O Sabá também desenvolveu rituais mágicos próprios e formou a Mão Negra para policiar a si próprio.
No início do século XVII eles se mudaram para as Américas e começaram a controlar cidades-chave. Quanto mais a Camarilla era invadida nessas cidades, elas viravam campos de batalha, do quais alguns se perderam e alguns ainda estão sendo contestadas, sendo a cidade de Nova York a mais significativa.
Goratrix, do clã Tremere e muitos de seus seguidores se juntaram ao Sabá, junto com outros dos clãs da Camarilla, mas o Sabá ainda falhou em derrotar a Camarilla nas colônias e muitos na seita começaram a suspeitar que seus líderes não são tão fortes quanto se pensava. Em meados de 1800 até 1930 ocorreu uma luta interna de poder dentro da seita, que reorganizou sua liderança e causou um cisma.
As Fileiras do Sabá
O Sabá não é uma seita muito organizada. Há muitas posições de poder e liderança. Mas, ao contrário da Camarilla, as posições são preenchidas apenas pelos vampiros mais capazes e leais, independente de geração. O papel dos líderes na seita é apenas este: Liderar. Líderes não são ditadores. Mas, quanto maior o nível de liderança, mais membros do Sabá vão escutar e obedecer ao líder.
O Sabá usa os títulos do Clero para classificar as posições que existem dentro da seita. A prática começou como uma zombaria, mas se desenvolveu em úteis representações de liderança.
O Regente
O Título mais alto do Sabá é o de Regente, que é o líder absoluto do Sabá e(de acordo com a doutrina Sabá) está meramente (ITALICO)vigiando os filhos e filhas de Caim até que Caim retorne para liderar suas crianças. O Regente é o presidente, por assim dizer. O Regente não tem autoridade absoluta, mas suas diretrivas são normalmente obedecidas. O título de Regente está no momento com uma Toreadora Antitribu. Houve apenas cinco Regentes na história do Sabá (4 Lasombra, uma Toreadora Antritibu e um Tzimisce).
As responsabilidades de um Regente incluem:
***Vigiar todos os assuntos da seita
***Resolver todas as disputas que não podem ser resolvidas pelos Cardeais ou pelos Priscu
***Tem a autoridade de criar/quebrar alianças e declarar inimigos
***Tem todos os poderes sobre promoção e demoção sobre todos dentro da seita
***Pode trazer outros para a não-vida ou dar à eles a Morte Final
***Faz parte do Círculo Interno do Sabá com poder de votos total
Assistindo o Regente estão os Cardeais do Sabá. Eles conseguiram ganhar controle sobre grandes regiões geográficas, de modo similar à como o Círculo Interno dos Tremere conseguiu territórios. Os Cardeais raramente respondem ao Regente ou aos Priscu a menos que suas atividades possam prejudicar o Sabá como um todo. Os Cardeais são responsáveis por todas as atividades do Sabá nessas regiões. Existem treze Cardeais, escolhidos por status na seita e não por um clã.
As responsabilidades de um Cardeal incluem:
***Assistir e ajudar ao Regente
***Cuidar de todas as disputas que envolvem mais de um clã e que não podem ser
resolvidas por bispos ou arquibispos.
***Tem a autoridade de fazer e quebrar alianças e declarar inimigos
***Pode promover ou rebaixar todos aqueles de nível inferior
***Pode trazer outros para a não-vida ou dar à eles a Morte Final
***Fazem parte do Círculo Interno do Sabá com poder de votos Total
Os Priscu
Abaixo do poder dos Cardeais estão os Priscu. Os Priscu agem como uma mesa de diretoria para o Regente, de maneira parecida com a Primigênie da Camarilla e aconselhando o Regente e os Cardeais sobre os assuntos da seita. Embora eles respondam aos Cardeais, eles servem ao Regente diretamente. A maior parte deles são Anciões ou poderosos Ancillae. É escolhido um membro de cada clã, num total de treze. Normalmente o membro do clã de maior prestígio mantêm o título de Priscu.
As responsabilidades de um Priscu incluem:
***Aconselhar o Regente e os Cardeais do Sabá
***Fazem parte do Círculo Interno do Sabá com poder de votos Total
***Não possuem a autoridade de fazer e quebrar alianças e declarar inimigos
***Não possuem a autoridade de trazer outros para a não-vida ou dar à eles a Morte Final
Juntos com os Cardeais e o Prisci, o Regente forma o Círculo Interno do Sabá. Ninguém das fileiras mais baixas podem ao menos ver o Círculo Interno se reunir, a menos que sejam convocados pelos mais diversos motivos.
Os Arquibispos
Servindo cada Cardeal do Sabá estão os Arquibispos. Arquibispos servem ao Cardeal de seu território, mantendo controle sobre uma região, de maneira similar a um Príncipe da Camarilla. Esses vampiros normalmente se destacam das fileiras, após longos tempos servindo como Sacerdotes e Bispos. Cada Cardeal tem o poder de apontar aquele que ele deseja que seja o Arquibispo. Alguns aceitam subornos, mas vampiros que ganham suas posições dessa maneira geralmente desaparecem misteriosamente.
As responsabilidades de um Arquibispo incluem:
***Guiar um clã em seus assuntos internos e liderá-lo naquela região
***Servir e aconselhar os Cardeais
***Cuidar de todas as disputas envolvendo membros do seu clã
***Pode trazer outros para a não-vida
Bispos
Abaixo os Arquibispos estão os Bispos. Os Bispos servem ao Arquibispo e são dados domínios dentro da cidade para ele controlar como um vassalo do Arquibispo.
As responsabilidades de um Bispo incluem:
***Aconselhar os Arquibispos
***Ajudar os Arquibispos em assuntos necessários
***Não possuem a autoridade de fazer e quebrar alianças e declarar inimigos
***Não possuem a autoridade de trazer outros para a não-vida ou dar à eles a Morte Final
Sacerdotes
Servindo os Bispos estão os Sacerdotes, que servem como líderes religiosos dos bandos do Sabá, do qual há apenas um Sacerdote por bando. Os Sacerdotes são responsáveis por liderar os rituais do Sabá e as cerimônias para o bando. Eles podem ser qualquer um dos membros do Bando, mesmo possuindo outros títulos, e geralmente são os líderes de seu bando também.
O Sacerdote é o único membro do Sabá que pode falar diretamente com um Bispo sobre algum assunto. Quanto maior o seu status dentro da seita, maior o título que você pode se referir diretamente. Ir contra essas normas pode ser extremamente perigoso dentro da seita.
Paladinos
Também chamados de Templários. Os protetores do Sabá. Foi formado originalmente como uma resposta devido a um questionamento sobre a lealdade da Mão Negra. Os líderes do Sabá podem chamar os Paladinos,ou Templários, por proteção. Do título de Bispo em diante, existe pelo menos um guarda costas Templário. Muitos tem bandos inteiros deles. O Regente tem o maior, com trinta membros que a seguem em todos os lugares. Os Templários são mais leais às pessoas que eles servem do que ao próprio Sabá.
O Bando
O Bando é a fundação da seita, servindo tanto para funções sociais quanto militares. Todos os Sabá, mesmo os líderes da Seita, são membros de um Bando. Um vampiro do Sabá não tem muita escolha sobre qual bando ele irá pertencer porquê ele não tem controle sobre quem irá abraçá-lo. Ele deve permanecer um membro do Bando que o criou. Bandos mantêm seus próprios refúgios coletivos. Eles viajam ocasionalmente, mas apenas uma cidade permanece como sua casa. Bandos conduzem seus negócios numa certa noite por semana. Essas reuniões semanais são conhecidas com Esbats. Geralmente um Ignoblis Ritus será realizado durante um Esbat, mas ele é usado principalmente para conduzir os assuntos do Bando. Todos os membros devem comparecer a menos que uma boa razão por sua ausência seja dada com antecedência.
Todos os Sabá colocam sua seita antes deles mesmos e tudo o mais no mundo. eles sabem o que vai acontecer se eles não o fizerem. O Sabá trata a deslealdade de maneira extremamente rígida, e alguns membros se aperfeiçoaram na arte da tortura e mutilação. A Morte Final é a única escolha real para os traidores.
Isso não significa que todos dentro da seita possuam a mesmas opiniões. Entre os fanáticos estão aqueles com diferentes pontos de vista sobre as atividades Sabá. Os líderes do Sabá não querem autômatos sem mente. Eles querem vampiros de vontade forte prontos para encarar a morte pela segunda vez. Apenas os fortes do Sabá podem entender a verdadeira liberdade, e eles são aqueles que colocarão a seita no caminho da dominação.
O Sabá fornece proteção, liberdade e lealdade para todos os seus membros. Esses presentes não são dados de graça. Os membros devem proteger os interesses da seita, realizar missões e dar ao sabá total lealdade e devoção. Todos os sabá possuem o Vinculum, ou laços especias de amor e lealdade divididos com o seu bando. o Vinculum varia entre todos os membros, mas sempre se traduz em um forte amor e lealdade à seita. Por causa desse Vinculum para o próprio Sabá, seus membros são considerados fanáticos. Muitos estão dispostos a aceitar a Morte Final para o bem do Sabá. Além disso, esse laço de sangue especial faz os segredos do Sabá especialmente difíceis de se revelar.
A partir do dia que um vampiro do Sabá é abraçado, ele tem certas responsabilidades. Todo o Sabá deve manter suas práticas e tradições do Bando. Eles devem escolher e apoiar líderes que servem tanto para o bem do Sabá quanto para o bem do Bando. Eles devem desafiar líderes fracos e incompetentes assim como aqueles que servem apenas aos seus próprios interesses. Eles devem realizar missões para os seus líderes. Eles devem trabalhar para destruir todos os inimigos do Sabá. Finalmente, eles devem ser capazes de darem suas vidas imortais para a seita.
A não-vida no sabá é perigosa e selvagem. Muitos dos vampiros do Sabá não duram muito após o seu abraço. Membros mais jovens são considerados mais dispensáveis. Lutas constantes contra a Camarilla e outros inimigos, como a Sociedade de Leopoldo e os lupinos, forçam o Sabá a viver no limite. Enquanto os vampiros da Camarilla temem a Morte Final e raramente aceitam correr riscos, o princípio básico do Sabá faz todos os vampiros fazerem o que for preciso para concluir a missão de salvar os vampiros da Gehenna.
O Bando cumpre dois importantes papéis para o Sabá. Primeiro e acima de tudo, ele serve como uma unidade de combate. Esse aspecto militar é importante para progredir os planos Sabá. A segunda função do Bando é criar um grupo social para o Sabá.
O clã não é um aspecto importante do bando. Cada clã mantêm seus próprios laços, mas eles são secundários àqueles do bando. Clãs às vezes tem seus próprios encontros, e membros muitas vezes tomam parte da Vaulderie juntos.
Rituais do Sabá
O Sabá estabeleceu muitos rituais para fortalecer os laços de lealdade e fraternidade. Alguns rituais, chamados de Auctoritas Rite, são praticados por toda a seita. Outros rituais, chamados de Ignoblis Ritae, variam muito em forma e prática através da seita.
O Banho de Sangue
O Banho de sangue é realizado sempre que os líderes da seita reconhecem o direito de um vampiro do Sabá de possuir um título. Todos os Sabá que estarão sobre a liderança do vampiro são convidados para a cerimônia. Cada vampiro é trazido diante de seu superior, e o superior reconhece o vampiro e procede dando elogios e conselhos. O vampiro que será nomeado então realiza a Vaulderie com todos os presentes. Depois disto, o vampiro é levado numa piscina de sangue fresco e se banha nela.
O Festival de Sangue
O Festival de Sangue é realizado em praticamente todos os encontros importantes. Humanos, e possivelmente um membro inimigo, são acorrentados e presos de cabeça para baixo no teto. Ao Sabá no encontro é permitido que eles abram um ferimento na vítima com uma mordida e encham suas taças com o sangue. É de praxe lamber a ferida quando terminar, para fechar o ferimento de forma de não desperdiçar nenhum vitae.
Os Ritos de Criação
Esse ritual é usado quando se está recrutando novos membros para a seita. Todos os vampiros são trazidos para uma localização remota e distante, onde tem todo o seu sangue drenado e são dados uma ínfima quantidade de vitae de seus senhores. O Sabá então atordoam todos com um golpe de uma pá, e enterram eles vivos. Aqueles que escavam o seu caminho para a superfície são nocauteados novamente. Eles são levados ao refúgio coletivo do bando, onde serão despertados e terão seu novo status explicado.
A Vaulderie
De todos os Auctoritas Ritae, a Vaulderie constitui o mais importante ritual que o Sabá pratica, pois é a fonte de sua liberdade e solidariedade. De fato, é essencial para o que a seita é, a fundação da sua sociedade e de seu sucesso. É uma cerimônia de laço de sangue com todos os outros Sabá presente. A Vaulderie quebra todos os laços de sangue e estabelece um Vinculum (laço) entre todos os Sabá tomando parte no ritual. O sentimento de Vaulderie é um de irmandade, conforto e lealdade intensa. Aumenta a moral dos participantes e os deixa num estado de euforia. A lealdade criada por esse laço está muito além de qualquer emoção humana, logo, é muito mais profunda.
Jogos de Instinto
O Sabá acredita que apenas os fortes sobrevivem. Os Jogos de Instinto testam vampiros para ver de todos quem é o mais forte. Os jogos são como competições e muitos apostam em quem vai vencer. Há muitos tipos de jogos, e o Sabá está sempre inventando novos. Os jogos testam coisas como habilidade de caça, resistência à dor, habilidades de luta, bravura e raciocínio. Os Jogos de Instinto são como o esporte dos mortos-vivos.
Monomancia
Monomancia é o método de resolver disputas entres os vampiros do Sabá através de combate. Permite que vampiros desafiem uns aos outros para resolver suas diferenças.
Sermões de Caim
Todos os vampiros do Sabá conhecem a história de suas origens através do Livro de Nod. O Sabá geralmente se juntam para ouvir sermões de sua história para lembrar eles de quem eles foram e quem eles são. Os Sermões são usados para fortalecer a lealdade e ideologia do Sabá. Sermões de Caim são normalmente realizados por Sacerdotes que seguem a Trilha de Caim e/ou por líderes de muito status durante outros rituais. Sermões de Caim são sempre seguidos pela Vauderie.
As Caçadas Selvagens
Vampiros do Sabá raramente tornam-se traidores, mas aqueles que o fazem raramente sobrevivem. O Sabá é uma seita que protege seus segredos. Se um membro revela alguma coisa a um inimigo que pode prejudicar a seita, ele é punido severamente. Se um inimigo de alguma maneira conseguir alguma informação importante de um vampiro do Sabá, a Caçada Selvagem é chamada. A Caçada Selvagem é muito parecida com uma Caçada de Sangue, exceto que uma Caçada Selvagem visa todos aqueles que podem possuir o conhecimento secreto. A caçada é realmente selvagem. O Sabá não para por nada para destruir todos aqueles que possuam seus segredos, especialmente o traidor Sabá que revelou os segredos em primeiro lugar.
Outros rituais podem ser observados em ocasiões especiais, como o Festivo Dello Estinto, a Palla Grande, ou a Danse Macabre. Além disso, todos devem fazer a Jura de Lealdade. Vai haver um símbolo de um bando e um Teste de Verificação que todo vampiro terá que completar para conseguir alcançar o nível de Cainita. Sempre que um ritual será realizado, todos os membros terão a notícia das festividades por vir. O Sacerdote mais velho e mais influente será responsável por determinar que rituais vão ser feitos e quando. Se alguém gostaria de ter um ritual deverá entrar em contato com essa pessoa para ela realizá-lo.
Justiça do Sabá
"Tudo que não for proibido é permitido" O Sabá se protege dos erros de seus membros através do uso de um tribunal especial. O tribunal é feito a partir de quatro pretelados, selecionados entre os membros do Círculo Interno e os ArquiBispos, com pelo menos um dos membros sendo um Cardeal ou um priscu, e em casos raríssimos, o próprio Regente.
O acusado é trazido diante do tribunal e o acusador ou um pretelado apresenta as acusações. O acusado então é permitido fazer sua defesa. O tribunal depois se encontra secretamente e faz sua decisão. Se o Sabá for julgado culpado, ele é punido severamente. Se ele for julgado inocente, o acusador geralmente recebe a mesma punição que o Sabá em julgamento teria. Os julgamentos Sabá são rápidos e severos. A natureza e grau da punição é baseado no crime. O Código de Milão é usado como base para a lei Sabá.
Um tribunal será chamado apenas em circustâncias extremas, como traição e situações que não podem ser resolvidas apenas com um líder. A decisão do tribunal será final e todos os envolvidos a aceitarão antes que as punições sejam realizadas.
Membros do Sabá geralmente são livres para fazerem o que eles quiserem, desde que suas ações não tenham efeitos que atrapalhem a seita como um todo. Mas como se pode notar, o Sabá não é conivente com aqueles que agem de maneira desleal.
O Código de Milão
Além dos Mandamentos do Sabá, o Código de Milão será seguido durante todo o tempo, por todos os membros da seita. Esses são os estatutos que compõem o Código de Milão:
I.  O Sabá permanecerá unido em apoio ao Regente da seita. Se necessário, um novo Regente será eleito.
O Regente deverá libertar todos da tirania, garantido a liberdade do Sabá.
II.  Todos os Sabá deverão fazer o melhor possível para servir aos seus líderes enquanto os líderes
servirem a vontade do Regente.
III.  Todos os Sabá deverão seguir e realizar todos os Auctoritas Ritae.
IV.  Todos os Sabá deverão manter sua palavra de honra com outros membros da seita.
V.  Todos os Sabá deverão tratar seus companheiros de maneira justa e equalitária, mantendo a força
e a união do Sabá. Se necessário, eles deverão ajudar seus companheiros.
VI.  Todos os Sabá devem colocar o bem da seita antes de suas próprias necessidades pessoais.
VII.  Todos aqueles que não respeitarem esse código serão considerados menos que iguais e logo
serão considerados não merecedores de ajuda.
VIII.  Como sempre foi, e como sempre será, a Lextalionis será o modelo de justiça imortal pelo
qual o Sabá seguirá.
IX.  Todos os Sabá devem proteger uns aos outros dos inimigos da seita. Inimigos pessoais devem
permanecer de responsabilidade pessoal, a não ser que eles ameacem a segurança da seita.
X.  Todos os membros da seita devem proteger o território Sabá de todas as outras forças.
XI.  O espírito de liberdade deve ser o princípio fudamental da seita. Todos os Sabá devem esperar
e exigir liberdade de seus líderes.
XII.  Os Direitos da Monomancia serão usados para resolver disputas entre todos os Sabá.
XIII.  Todo o Sabá deve apoiar a Mão Negra.
XIV.  Todo o Sabá tem o direito de monitorar a conduta e a atividade de seus companheiros de seita
para manter a liberdade e a segurança.
XV.  Todo o Sabá possui o direito de chamar uma reunião com seus semelhantes e seus líderes
mais próximos.
XVI.  Todo o Sabá deverá agir contra os membros da seita que se utilizarem dos poderes e autoridade
que o Sabá deu para ganhos pessoais ao custo do Sabá. Ações serão feitas através de um Quorum do
Círculo Interno do Sabá.