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TESTEMUNHOS
Acontecimentos
O testemunho de algumas pessoas que foram atendidas por Dom Ismael est� transcrito abaixo.
Os textos foram reproduzidos na �ntegra em que foram escritos por estas pessoas, � exce��o dos nomes, que foram abreviados.
O Testemunho na primeira pessoa de quem viveu atormentado pela doen�a.

Quero dar o meu testemunho a todos os presentes, crentes e n�o crentes e mesmo �queles que tem algumas d�vidas. Assim, vou comunicar-vos aquilo a que considero milagre de Deus.
H� cinco anos foi-me diagnosticado cancro na pr�stata, que em termos correntes se diz doen�a incur�vel.
Como todos devem imaginar o grande tormento da minha vida come�ou com imagina��es horr�veis, para mim a vida a certos momentos pouco valor tinha, foi-me proposto uma opera��o, sem perda de tempo, para resolu��o do problema, porque se demoras-se a mesma podia n�o ter o �xito pretendido.
No dia 03DEZ98, fui operado, apesar do sofrimento tudo parecia estar a correr bem, mas tr�s meses depois j� os exames e a dor intensa eram uma realidade e, denunciavam a gravidade da doen�a, de imediato me foi proposto o tratamento de radioterapia, ap�s 38 sess�es no Instituto de Oncologia, em Lisboa, fiquei com graves problemas no intestino, derramava sangue em quantidade, o susto era cada vez maior e a vida parecia encaminhar-se para o fim.
Foi ent�o que algu�m me sugeriu para consultar o Sr. Padre Ismael, sem grande esperan�a estive com ele, considerou o problema muito grave, mas frisou que iria ser curado. Contudo, interrogou-me no sentido de saber se eu acreditava em Deus, n�o muito crente, mas sa� com uma esperan�a muito forte parecia ter sido anestesiado por aquelas palavras de �nimo e de uma nova alegria para a vida.
Meses depois e, dando continuidade ao tratamento por ele recomendado, em verdade vos digo irm�os, hoje sinto-me curado GRA�AS A DEUS, os exames acabados de realizar d�o conta disso mesmo, e o meu m�dico operador j� me interrogou para saber qual o tratamento que fiz, porqu� se sente admirado.
Obrigado Sr. Padre Ismael, por tudo quanto fez por min e por todos os que sofrem, que com a ben��o de Deus consegue, obter este grande milagre.
Deus o proteja e lhes d� muita sa�de para trazer o al�vio da dor a todos quantos sofrem desta e  doutras doen�as, incur�veis, que s� atrav�s da GRA�A DE DEUS � poss�vel a sua cura.
Damos todos Gra�as a Deus por termos entre n�s o Sr. Padre Ismael ao qual foi atribu�do o Dom, de atrav�s dele e, acreditando em Deus, que nos ama e tem compaix�o de todos os pecadores.

Louvado sejais Senhor no c�u e na terra e sua M�e Maria Sant�ssima.
Depoimento de T. C. T. S.

Este depoimento que aqui fa�o � para todos os que buscam a cura de suas doen�as. Aproveito para lembrar que, em 1o. lugar, devemos manter bem viva a nossa f� em Deus e nos seus emiss�rios ( neste caso o Irm�o Ismael e as Entidades Espirituais que com ele trabalham).
Fui casada por sete anos e sempre vivi para o meu lar, levando ent�o uma vida saud�vel e tranquila, at� quando notei algo de anormal em meu marido, que vinha definhando a cada dia. Por v�rias vezes flagrei-o tomando rem�dios �s escondidas, cujos frascos n�o tinham r�tulos. Calculei que se tratasse de c�ncer e ele n�o quisesse me preocupar. Com o tempo, foi ficando agressivo, tornando nosso conv�vio um verdadeiro inferno, principalmente quando me obrigava a ter rela��es com ele.
Em janeiro deste ano, comecei a sentir uma tremenda fraqueza, um mal-estar insuport�vel, o que me obrigou a procurar um m�dico. Depois de v�rios exames � que fiquei sabendo que portava o v�rus da Aids ( desde quando? ) e meu marido era o respons�vel. Da� para c�, foi um caos. Procurei reagir, buscando tratamento especializado, mas em v�o. Definhava, tamb�m, a cada dia, chegando a 47 quilos, sendo que antes pesava 76 quilos. Fiquei cheia de manchas na pele, tive at� pneumonia. Por diversas vezes tive que me internar, tomar soro, etc., e j� tomava AZT h� 3 meses.
Um certo dia, por acaso ( o que sabemos n�o existe ), minha comadre, que vinha me dando assist�ncia moral e finaceira, ouviu, numa oficina, a conversa de duas pessoas a respeito de um curador esp�rita de Florian�polis, que conseguia curas incr�veis. Inteirou-se, ent�o, dos detalhes de contato e, no mesmo dia, ligou para a Dona L. e marcou a 1a. consulta, que seria em junho. Eu estava, a essa altura, em p�ssimo estado, a ponto de ter pedido ao Juiz de Menores, que desse a guarda do meu filho de seis anos para essa comadre, certa de que meus dias estavam contados.
De posse de todos os meus �ltimos exames, compareci � consulta do Dr. Ismael, no dia marcado e ele, ap�s r�pido exame, medicou-me uma vacina sub-cut�nea, do soro do meu pr�prio sangue durante um m�s, juntamente com uma s�rie de medicamentos, alguns at� dif�ceis de se encontrar aqui no Rio e que foram conseguidos em Florian�polis.
� despedida da consulta, falou-me com simpatia e convic��o: "voc� vai ficar curada". Esta afirmativa encheu-me de esperan�a e dali sa� otimista, feliz mesmo! E assim, segui � risca todas as suas instru��es, sem falhar um dia!
E nesse meio tempo ( de junho a setembro, quando voltei a 2a. consulta ) eu estava outra! Engordei 10 quilos e voltou minha disposi��o e a alegria de viver. Montei, de novo a minha casa, onde estou levando uma vida tranquila de novo, com meus filhos, pois meu marido, infelizmente, n�o teve a felicidade de conhecer o Dr. Ismael, suicidando-se antes.
Como prova da minha gratid�o, suplico a Jesus:
Senhor, aben�oa o meu irm�o Ismael que desceu a este planeta para divulgar o Teu Amor e Tua bondade, atrav�s da sua ren�ncia a uma vida de prazeres, em benef�cio daqueles que transportam o peso de suas prova��es e se arrastam com suas dores, em busca de uma esperan�a. Permiti, Senhor, que imantado pelas for�as superiores, possa o meu irm�o permanecer fiel � sua miss�o e receber, assim, todas as alegrias que emanam de Ti. Envolve-o com Tua beleza, Senhor, e que, no decorrer de sua exist�ncia entre n�s, ele possa Te revelar a todos. Senhor, escutai a minha prece. Am�m.
Rio de Janeiro, 01 de Dezembro de 1993.
07/2001

Querido Padre Obispo Ismael Nunes

Le escribo por el motivo, de que quiero compartir con usted y sus allegados algo que paso hoy por la ma�ana al acompa�ar a mi madre a su medico cl�nico porque tenia turno. Al llegar nos pregunto el motivo de la consulta y mi madre le contesto que quer�a hacerse un an�lisis para saber como andaba su anemia, el contesto claro as� tenemos todo y ya operamos, yo conteste que al haberse suspendido 4 veces la operaci�n, y sinti�ndose ella tan bien decidimos no operarla y aparte yo creia mucho en Dios y si suspendi� tantas veces Dios sabr� porque. Me contesto no muy convencido, yo no hable m�s y el empez� a examinar. Cada vez ponia m�s cara de assonbro, y dec�a que bien que la encuentro B. tengo que reconecer que el pez por la boca muere, la encuentro muy bien le diria que mejor que el a�o pasado y no dejaba de decirle lo bien que la encontraba. Quer�a comunocarselo porque la alegria que tenemos es tan grande que deseabamos hacerselo saber. No se olvide que mi madre tenia que ser operada de coraz�n. Una vez m�s todo mi agradecimiento y que Dios lo bendiga.
N. B.
Agradecimento

Chamo-me S. M. S. e tenho 23 anos.
Em maio de 2002 foi-me detectada uma massa de mais de 10 cm em cada ov�rio.
Mesmo depois dos v�rios exames, que rapidamente fiz, n�o se chegou a saber se aquela massa era ou n�o maligna.
Dias depois fui operada e o pior dos diagn�sticos verificou-se: Tinha um carcionoma em ambos os ov�rios.
O per�odo que se seguiu, como devem imaginar, foi, sem sombra de d�vida, o pior da minha vida. Aquilo que sempre pensamos s� acontecer aos outros tinha-me acontecido a mim.
Julgo n�o ser necess�rio dizer o que nos passa pela cabe�a nessas alturas.
A partir desse momento, um conjunto de pessoas, muitas delas que eu nem conhecia, mobilizou-se para me auxiliar e uma delas, j� eu tinha iniciado a quimioterapia, falou-me do Sr. Padre Ismael.
O Sr. Padre veio a Portugal e fui vista por ele. O Sr. Padre disse-me que eu tinha algo de muito grave mas que ia me curar.
Fiquei cheia de esperan�a e o que � certo � que, a partir da�, tudo come�ou a correr melhor: comecei a reagir muito melhor � quimioterapia, os efeitos secund�rios foram bastante t�nues e comecei a sentir-me muito bem.
Depois de fazer sete sess�es de quimioterapia estive novamente com o Sr. Padre Ismael que me disse que eu estava muito melhor, mas que ainda n�o estava curada.
Dias depois fiz a TAC e, contrariando todas as estat�sticas e previs�es dos m�dicos, n�o foi encontrado nenhum resqu�cio do meu cancro.
Foi nesse dia que me foi contada a verdade: o cancro que eu tive era fulminante e, mesmo com a estrectomia que fiz, ainda l� ficaram reaqu�cios que rapidamente se espalhariam.
O m�dico que me operou disee que era muito grave mas, como sou nova, talvez o pior n�o fosse para j�. Os m�dicos da quimioterapia diziam que, decididamente, as estat�sticas n�o estavam do nosso lado.
Surpreendentemente, as estat�sticas foram contrariadas.
Na sexta-feira passada o Sr. Padre proferiu as palavras que eu tanto esperava ouvir. Que estou curada!
Desde o primeiro dia que vi o Sr. Padre Ismael depositei nele todas as minhas esperan�as. Enquanto os m�dicos nos desanimavam as palavras do Sr. Padre acompanharam-me sempre: Eu ia ficar curada! E gra�as a ele, gra�as � for�a de Deus, eu aqui estou hoje a dar o meu testemunho.
Hoje vejo o Sr. Padre como uma ben��o que Deus colocou no meu caminho. Ser-lhe-ei eternamente grata porque me devolveu o mais precioso que hoje tenho, que � a minha vida.
Felizmente muito poucos dos Senhores sabe o que � estar � beira da morte, sem nenhuma ancora que nos prenda � vida. O Sr. Padre lan�ou-me essa ancora e salvou-me.
Hoje, amanh� e sempre o meu MUITO OBRIGADA!!
Exames de S. M. S.:
J. M. S.   -   Cirurgi�o Geral e Ginecologista
Lisboa

24-05-2002          -          Informa��o Clinica   -   Ref.: S. M. S.

Doente, com 23 anos de idade, submetida a interven��o cir�rgica por via abdominal em 14-05-2002 por tumor maligno dos ov�rios.
Foi feita laparotomia mediana supra e infra-umbilical, colheita de liquido asc�tico que se enviou para estudo citologico, explora��o minuciosa da cavidade abdominopelvica: encontrou-se liquido asc�tico de colora��o serohem�tica na escava��o p�lvica com o volume de cerca de 1 litro, que se aspirou. Foi feita explora��o de toda a cavidade abdominal de maneira sistematizada.
Verificou-se a presen�a de granitado na serosa p�lvica e nas ansas do intestino delgado, bem como em alguns segmentos c�licos. Este granitado era de configura��o micronodular com dimens�es dos n�dulos de mil�metros.
Ambos os ov�rios se encontravam aumentados e duros, recobertos por forma��es exofiticas papilares com alguns cent�metros de maiores eixos. Todo o peritoneu p�lvico e vesical continha implantes miliares neoplasicos.
Foi pedido exame extempor�neo das �reas tumorais pelo Prof. J. S., e em face do seu diagn�stico de neoplasia maligna do ov�rios foi feita a terap�utica habitual nestes casos: histerectomia total com abla��o de ambos os anexos, ap�ndocectomia, ressec��o do grande ep�ploon e excis�o de peritoneu das �reas com implante neoplasicos.
N�o existia dissemina��o nas goteiras parietoc�licas, nem nas �reas diafragmaticas.
O f�gado e os �rg�os do andar supramesocolico n�o continham tumores macrosc�picamente vis�veis ou plap�veis.
Citologia do liquido peritoneal: compat�vel com tumor ov�rico proliferante.
A citologia n�o permite distinguir les�o maligna de borderline.
Exame histol�gico no. 1-49475 do Prof.: J. S.:
Carcinoma micropapilar seroso ov�rio.
O tumor � bilateral, tem crescimento extra-ov�rio na superf�cie cel�mica, na serosa que recobre o corpo uterino, na serosa do ap�ndice ileocecal e, escassamente no grande ep�ploon.
Havia implantes n�o invasivos no peritoneu.
Em face destes dados a doente dever� fazer Quimioterapia citost�tica.
O medico cirurgi�o:
J. M. B. M. S.


Processo: 862051                    Exame No. 1343
Nome:   Sofia M. S.          -          Data do Pedido:   12-11-2002   10:30:00

Relat�rio:  TAC TORACO-ABDOMINO-P�LVICA

Na avalia��o pulmonar n�o definimos imagens que nos pare�am traduzir les�o aguda ou de caract�sticas evolutivas em sede pleuro-parenquimatosa.
No mediastino n�o referenciamos altera��es � normal anatomia axial, nomeadamente n�o havendo express�o de adenomegalias.
Homogeneidade da capta��o iodada no par�nquima hep�tico, sem referencia��o de imagens focais.
N�o vemos poreste meio de abordagem evid�ncia segura de patologia em sede bilio-pancre�tica ou espl�nica.
Supra-renais sem altera��es morfo-volum�tricas, os rins evidenciando boa espessura parenquimatosa n�o obstante moderada ectasia de ambas as �rvores excretoras que relacionamos com marcada replec��o vesical e prov�vel ac��o de mecanismos de anti-refluxo.
Em localiza��o intra-peritonal n�o definimos ascite nem massas mensur�veis, nomeadamente a n�vel p�lvico onde referenciamos altera��o � normal anatomia axial em rela��o com abla��o cir�rgica dos genitais internos.
N�o h� crit�rios TDM de envolvimento adenop�tico em qualquer dos diferentes territ�rios linf�ticos sub-diafragm�ticos englobados no estudo.

Dr. R. S.
Bom dia a todos

Senhor Padre Ismael Nunes
Minhas Senhoras, Meus Senhores
Eu, L. M. L., decidi tornar p�blico este meu "testemunho de recupera��o de sa�de" por tr�s raz�es principais:
- Gratid�o.
-Justi�a.
- Fortalecer a vossa esperan�a de virem tamb�m a superarem os vossos eventuais problemas de sa�de.
Nesta conformidade passo a expor dum modo sucinto, para n�o vos ma�ar muito e simultaneamente n�o prejudicar o atendimento do senhor Padre Ismael Nunes.
Em 1995, fui v�tima de um enfarte de mioc�rdio, tendo sido assistido no Hospital de Santa Maria com os meios e tratamentos cl�ssicos, nestes casos.
Ano e meio depois fui novamente acometido com outro enfarte, o qual, me ia sendo fatal.
Obviamente que ap�s o primeiro enfarte passei a ser medicado com produtos qu�micos farmac�uticos, os quais no entanto, apenas iam portulando a opera��o que me foi aconselhado efectuar, aquando do segundo enfarte e que se realizou com �xito em fins de Maio de 1977, consistindo na substitui��o de tr�s veias do cora��o que se encontravam muito obstru�das.
Todavia. e durante seis longos meses, fiquei com fortes arritmias, embora tomando v�rios medicamentos prescritos pelo cardiologista que ficou a assistir-me desde ent�o.
Como o problema subsistisse, foi-me recomendado efectuar uma reconvers�o el�ctrica, na g�ria "choque el�trico", a qual resolveu efectivamente o problema.
Entretanto, e atrav�s de ecocardiogramas que me iam sendo realizados, foram detectadas algumas defici�ncias nas v�vulas, que por raz�es �bvias iriam agravar-se com o tempo, tendo sido aventada uma outra opera��o a efectuar em data oportuna.
Foi nesta perspectiva e com mais ou manos quatro anos decorridos, desde a aludida opera��o, que gra�as a Deus tomei conhecimento da exist�ncia do senhor Padre Ismael, atrav�s de um amigo que se encontra presente, senhor J. G. C., ao qual uma vez mais, reconhecidamente agrade�o - BEM HAJA - pela solidariedade e amizade, que outros em circunst�ncias id�nticas n�o demostraram.
De ent�o para c�, tenho vindo a ser assistido de tr�s em tr�s meses, pelo senhor Padre Ismael Nunes, o qual em 17 de Abril pr�ximo passado, afirmou-me que estava completamente curado. Claro, acreditei e expressei-lhe de imediato toda a minha profunda gratid�o.
Coincidentemente e com quatro meses de anteced�ncia tinham-me marcado uma consulta de rotin / controlo para o cardiologista habitual, para uma vez mais efectuar um ecocardiograma. Apresentei-me convicto da minha cura, a qual me foi confirmada, com surpresa do m�dico, que inclusivamente me flicitou.
Termino, pedindo desculpa do tempo que vos tomei, desejando a todos, longos anos de vida com muita sa�de e felicidades.
Espero e desejo que este meu depoimento tenha fortalecido efectivamente a vossa f� e esperan�a na solu��o dos vossos padecimentos, quaisquer que sejam as suas causas e origens.
Fico persuadido que assim � e assim ser�, pelo que s� por isso sinto-me francamente gratificado.
Muito obrigado a todos.
L.L.
Junho/2003
Meu nome � S. I. S. A., tenho 31 anos e sou professora.
Sempre que ouvimos relatos de doen�as n�o imaginamos o quanto isso pode abalar a vida de uma pessoa e sua fam�lia. Quando acontece com os outros nem damos import�ncia, mas quando bate na nossa porta, fica mais complicado.
Em outubro de 2004, estava na escola dando minha aula, quando de repente comecei a sentir uma forte taquicardia. Em seguida comecei a sentir falta de ar, tontura e uma sensa��o de aperto na garganta. Quando quis come�ar a caminhar senti que n�o conseguia, pois estava ficando com as pernas contra�das. Quando meus colegas e alunos tentaram me levar para outra sala j� estava completamente "dura". Pensei que fosse morrer. Escutava tudo e via seus rostos apavorados, mas n�o conseguia nem mesmo falar, pois meus dentes estavam cerrados na boca.
Pensava muito na minha filha e imaginei que n�o a veria mais. Fiquei assim por mais de uma hora at� conseguirem me levar ao hospital. L�, me aplicaram um tranquilizante que me fez dormir at� o outro dia. A princ�pio ach�vamos que fosse stress, mas no dia seguinte tive outra crise. E assim come�ou o meu tormento. N�o s� meu, mas principalmente para meu marido, minha fillha. enfim, todos que estavam conosco. N�o foi nada f�cil, pois come�amos uma maratona atr�s de m�dicos que nos dessem uma explica��o e solu��o para aquilo tudo.
Consultei cardiologistas, neurologistas, fiz variados exames que nada acusaram fisicamente. Mas pelos sintomas os m�dicos diagnosticaram "S�ndrome do P�nico" � uma doen�a que p�ra a vida da pessoa, pois a deixa limitada. N�o s� o doente, mas quem vive junto, pois tudo muda. N�o se consegue fazer nada sozinho, pois as crises come�am de repente, em qualquer lugar. Para isso, os m�dicos receitaram alguns ansiol�ticos e tranquilizantes para acalmar as crises, mas n�o havia nada que cessasse de vez. Tamb�m comecei a fazer terapia com psiquiatra e psic�logo, mas meu problema continuava. Eu tinha uma crise e meu marido tentava me acalmar com muita calma e amor. Muitas vezes tinha que tomar um rem�dio mais forte para que a crise passasse. Chegava a ter quatro a cinco crises por dia.
Com tudo acontecendo, pensava como seria a nossa vida a partir daquele momento. Numa hora se tem tudo e de repente o ch�o abre e come�a um pesadelo. Lembrava da escola, dos meus alunos e colegas, e n�o podia mais ir l� para trabalhar. N�o poderia mais pegar o carro para ir ao mercado ou levar minha filha na pracinha pra andar de balan�o. N�o poderia mais ir ao cinema com meu marido. O que sobraria para mim e para eles? Por mais que tent�ssemos fazer coisas diferentes, as crises continuavam.
Depois de tantos m�dicos, exames, rem�dios e terapias, optamos pela f�.
Em fevereiro de 2005, conhecemos Dom Ismael e a partir deste dia nossa vida come�ou a mudar. Quando fui ao consult�rio ele me disse para n�o ficar mais preocupada, pois eu iria ficar curada. E foi o que aconteceu.
Com o passar do tempo as crises foram diminuindo. Aso poucos fui substituindo a medica��o de tarja preta pelos florais de Dom Ismael, e muita f� em Deus.
Hoje levo uma vida maravilhosa.
Gra�as a Deus e a Dom Ismael nunca mais tive  nenhuma crise. Trabalho, dirijo o carro sozinha, levo minha filha para a escola, vou ao mercado, enfim, recuperei minha vida e a alegria de viver com minha filha e meu marido.
Agrade�o a Deus, acima de tudo, e a Dom Ismael, que � uma pessoa aben�oada que est� sempre ajudando os outros com sua vibra��o de energia e amor.
Obrigado.
Florian�polis, setembro de 2006.
Vila Real 23 de abril de 2008.

Sr. D. Ismael Nunes

As minhas cordiais sauda��es
Escrevo para lhe anunciar que me encontro em franca recupera��o da doen�a que me foi disgnosticada em Janeiro �ltimo e que me ia prostrando.
Julgo que se recordar� do meu caso e que tem a ver com um Glioma cerebral maligno que me foi diagnosticado, sendo que na ocasi�o em que me deslocava para uma sess�o de radioterapia, o S. Dom Ismael me disse com toda a convic��o e "F�":
"A partir deste momento come�ou a sua cura. Voc� vai curar". Isto, embora em seu entender n�o tivesse sido aconselh�vel a realiza��o da estereotaxia (biopsia) a que havia j� submetido e da qual poder� eventualmente ter resultado em derrame cerebral.
Nesta data terminaram j� as sess�es de radioterapia e quimioterapia e j� recuperei a fun��o motora plena do bra�o, da m�o, e quase plena da perna.
Vou ser submetido a mais sessoes (cinco por m�s) mas apenas de quimioterapia depois de descansar um m�s e depois da observa��o do edema por resson�ncia.
Continuo a tomar os produtos naturais que o Sr. Dom Ismael me prescreveu e aos quais, entre outras virtudes, atribuo a de fazer com que o meu hemograma se apresentasse sempre com valores impec�veis ao ponto de deixarem os m�dicos estupefactos.
Nao tenho d�vida de que Deus o colocou no meu caminho por interm�dio do Sr. J. M. B. D., meu primo, e fez de Vossa Excel�ncia Reverend�ssima o instrumento para demonstrar o Seu infinito e misericordioso poder.
Aproveito esta oportunidade para anexar umas fotos nas quais figuro eu e a minha filha tendo como pano de fundo a S� Catedral da cidade de Lamego.
Eternamente grato e pedindo para si a protec��o de Deus, subscrevo-me

Atentamente

L. D.
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