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SABONETE
Especialistas dizem que sabonete liquido e mais eficiente e higi�nico, porque a quantidade do produto a ser utilizado j� e descartada na limpeza das m�o proporcionando mais higiene para que o usa ,assim esta evitando o contato indireto com a outra pessoa que acabou de utilizar.
Imagine aquele sabonete, com cabelos ou pelos, parecendo um caro�o de manga.
As pessoas que utiliza sabonete sabem que na maioria das vezes o sabonete esta na metade e o aroma j� n�o � o mesmo acabou, isto quando n�o fica boiando na saboneteira criando fissuras na sua extremidade aqueles riscos escuros
que fica aparente, aquelas fissuras ali, colecionando fungos.
Em vez de estar limpando sua pele esta colaborando com mais bact�rias, de prefer�ncia a sabonetes descart�veis ou a sabonetes l�quidos.
Nos centros cir�rgicos o sabonete que os m�dicos utilizam s�o descart�veis, para evitar poss�veis contamina��es.
Grade parte de produtos s�o contaminados por contatos das m�os.
Sabonete e um produto de higiene pessoal n�o se esque�am disto
APLICA��O
Colocando a fragr�ncia em partes do corpo que emitem elevada temperatura,
pr�ximo �s gl�ndulas corp�reas ou como em zonas onde pode se sentir o batimento
card�aco, ajudar� a fragr�ncia a difundir-se melhor. Um perfume sem spray pode
ser usado tocando de leve uma pequena quantia diretamente em locais espec�ficos
do corpo. Perfumes que v�m com spray podem ser usados borrifando-o em uma �rea
aberta, andando contra a n�voa, permitindo que a fragr�ncia cubra o corpo
inteiro e a vestimenta.
Tanto a Eau de Toilette como a Eau de Cologne podem ser usadas em todo o
corpo, pois n�o possuem alta concentra��o da ess�ncia. J� o Parfum e o Eau de
Parfum devem ser aplicados em determinadas zonas do corpo.
Os melhores locais para usar o perfume diretamente no corpo s�o: atr�s das
orelhas, pulsos, cotovelos, joelhos, palmas, clav�cula, tornozelos e em qualquer
lugar no corpo onde possa se sentir o batimento card�aco. Os melhores lugares
para usar o perfume em vestimentas e acess�rios s�o: na costura de uma saia,
dobra interna de uma gravata, cinto, meia-cal�a etc.
Deve-se variar o perfume de acordo com a esta��o do ano uma vez que o calor
aumenta a intensidade das fragr�ncias e o frio a diminui. Deve-se escolher
ess�ncias mais leves no ver�o, com teor c�trico e floral (sobretudo durante o
dia), e outras mais fortes para o inverno, como as orientais e de especiarias.
Ao envelhecer, o olfato diminui. Por este motivo, � preciso ter muito
cuidado ao colocar o perfume, pois muitas pessoas exageram e, em vez de sentir
de forma agrad�vel, enjoam.
FIXA��O
Os perfumes s�o concebidos para uma dura��o m�dia de 3 a 4 horas. Algumas
pessoas notam que uma fragr�ncia, em particular, dura o dia todo, mesmo depois
de tomar banho � mas o cheiro j� n�o � o mesmo. Por isso � que se deve aplicar o
perfume duas vezes ao dia.
As peles oleosas costumam manter as ess�ncias por mais tempo do que as
seca; por isso, se voc� est� neste segundo grupo, coloque-o mais freq�entemente.
Cada um de n�s possui uma qu�mica �nica no corpo, baseada nos genes, tipo
de pele, cor do cabelo e, inclusive, estilo de vida � al�m do ambiente em que
nos movimentamos. Por isso as fragr�ncias mudam de ess�ncia em diferentes
pessoas. N�o � a mesma coisa estar ao ar livre, exposta ao calor, ao frio ou nos
espa�os fechados.
ARMAZENAMENTO
As fragr�ncias n�o duram eternamente e tendem a evaporar-se. Se as
temperaturas forem muito baixas, a solu��o cristaliza e separa-se; muito alto e
a solu��o dissolve-se. Para garantir suas qualidades, mantenha-as em lugares
escuros e fresco onde a temperatura normalmente est� entre 13� e 15� C.
CLASSIFICA��O DOS PERFUMES
Segundo o Comit� Franc�s do Perfume, os perfumes classificam-se em 7 (sete)
grupos fundamentais. A elabora��o t�cnica de uma f�rmula � id�ntica tanto para
os perfumes femininos quanto para os Eaus de Toilette masculinos.
C�tricos: s�o �leos obtidos da casca de frutas como a bergamota,o
lim�o e a laranja. � nesse grupo que se encontram as primeiras �guas de Col�nia.
Florais: fam�lia de grande import�ncia, agrupa perfumes cujo tema
principal � a flor. Subdivide-se em bouquet floral, floral verde, floral
alde�dico, floral amadeirado entre outros.
Filifolhas (feto): compreendem um acordo entre notas de lavanda,
bergamota, ger�nio etc.
Chipre: esse termo prov�m do perfume assim batizado por Fran�ois
Coty em 1917. O �xito de Chipre o tem convertido no pai de uma grande fam�lia
que reagrupa perfumes baseados principalmente nos acordes de patchouli, da
bergamota e da rosa.
Amadeirados: s�o notas suaves como o s�ndalo e o patchouli, algumas
vezes secas como o cedro e o vetiver. A princ�pio se constituem, na maioria das
vezes, com notas de lavanda e notas c�tricas.
�mbar: muitas vezes chamados de �orientais�, fazem parte desse
grupo os perfumes com notas suaves e abaunilhadas.
Couro: trata-se de uma f�rmula muito particular por ser um perfume
diferente da maioria. Com notas secas (�s vezes muito secas), tentam reproduzir
o odor caracter�stico do couro, da madeira queimada e do tabaco.
CONCENTRA��ES
Existem 4 classifica��es que determinam o grau de concentra��o da ess�ncia
em uma fragr�ncia:
Parfum: � o chamado "perfume" que tem uma concentra��o de 15 a 30%
de ess�ncias.
Eau de Parfum: A concentra��o de ess�ncias pode variar de 8 a 14%.
Eau de Toilette: Possui uma concentra��o que oscila entre os 5 e os
7%.
Eau de Cologne: As col�nias s�o muito leves e podem ser usadas em
todo o corpo, pois t�m um n�vel de concentra��o que varia entre os 2 e os 4%.