
“Não
tenho um caminho novo.
O
que tenho de novo é o jeito de caminhar”
Thiago
de Melo
![]()
Página Principal Mural da Educação Artigos Textos para Reflexão Parábolas
Dicionário Tradutor Legislação Educação a Distância Revistas Educação Informática Os porcos-espinhos
Durante uma era glacial bem remota, quando parte do Globo Terrestre se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram.
Morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro.
E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente.
Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível.
Vida ingrata, porém. Os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.
Feridos, magoados, sofridos e decepcionados, começaram a afastar-se.
Por não mais suportarem os espinhos dos seus semelhantes, eles se dispersaram.
Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados.
Os que sobreviveram ao frio, voltaram a se aproximar, pouco a pouco.
Com jeito e precauções.
Unidos novamente, mas cada qual conservando uma certa distância do outro.
Distância mínima, mas suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver.
Reflita:
Todos temos defeitos, limitações.
Você consegue conviver com seus defeitos e os defeitos do se próximo mais próximo, em sua casa, em seu trabalho, em seu grupo, em sua família ?
![]()
![]()
Site em construção.