| ,,, ,,, ,,, me levou a creditar que nada pode ser real que muito me faz malcrer na sobre viv�ncia idea l e que neste mundo nada � abso lutamente correto siste maticamente justo ele n�o dizia nada ele n�o as pirava o venenoinerente emminha pele elen�ocuspia a saliva amarga que havia lhe dado nem tampouco engolia o olhar doce que havia lhe oferecido apenas regurgitava um sentimento frio que abrigava dentro do peito nada que o pegava de jeito e que eu tamb�m escondia em uma cavidade de meu joelho fervendo meu supl�cio borracha esfriando seu mart�rio lembran�a en quanto nada delineava um pensamento s�lido tudo tornava meu destino p�lido e mesmo assim ele continuava desmanchando o l�bulo de minha orelha sem pronun ciar um verbo cantando fr�geis torturas gesticulando torpe frieza sutil parafraseando o c�u de minha boca ele in utilizou a raz�o serviu-se de a patia cobriu a res pira��o quente deenigm�tica puri fica��o sem calor mal dita paix�o, |
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