| Para que lamentar a mutila��o vinda da auto-sufici�ncia de destrui��o? N�o confunda sentir prazer com a dor e ser necess�rio respir�-la. O meio de subsist�ncia � o prest�gio dos lamentos: adormecidos; apenas. Despertaram na triste decad�ncia de uma despedida sem l�grimas. Escravizei as l�grimas tornando-as ang�stia de uma alma ... se julga vazia Na minha alma n�o abrigo nada. Um recheio. Poucas vezes |
| Abstra��o de um declive |
| homog�neo certamente: A melancolia que germina nos olhos desapontados A eterna busca pelo inconstante equil�brio cessou os movimentos. Jogo as palavras; deixo os pensamentos A mais inocente prova de que as l�grimas deveriam deslizar (escorregando) sobre seu rosto � a chuva que pinga na alma recheada de solid�o enchendo-a de pr� conceitos. |
| 24 de Mar�o de 1999 |