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Dagoberto com 1 ano de idade e hoje...
Meu nome é Dagoberto Costa Filho. Nasci e moro em Fortaleza, a capital do Estado do Ceará, em 19 de agosto de 1957. Estudei até fazer vestibular nos colégios Christus e Júlia Jorge, ingressando no curso de Agronomia da Universidade Federal do Ceará - UFC em 1977 e no mesmo ano no curso de Economia da Universidade de Fortaleza - UNIFOR. Em 1979 prestei vestibular em Viçosa - Minas Gerais, onde passei no vestibular da Universidade Federal de Viçosa - UFV.
Em 15 de maio de 1980 casei-me com Nádia, piauiense de Parnaíba, e com ela tive duas filhas lindas: Débora (1986) e Rebeca (1996). Formei-me em Agronomia em dezembro de 1983 na
Universidade Federal de Viçosa.
Sou Engenheiro Agrônomo da Secretaria da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará - SEAGRI, ocupando atualmente a função de Assistente Técnico - DAS-2, Fiscal de Defesa Agropecuária e especialista em pragas e doenças de plantas (fitossanitarista) com pós-graduação na Universidade Federal do Ceará e especialização na França.
Em 1974, tive um encontro pessoal com Jesus Cristo e tomei a maior decisão da minha vida: seguir ao Filho do Deus Vivo, apesar das minhas falhas e imperfeições. A partir desse encontro, passei a entender o sentido da vida, o porque de muitas coisas que me rodeiam.
Sou filho de Dagoberto Costa, sócio fundador da Casa do Mincharia (aquele barzinho da Praia de Iracema e comerciário das Casas Pernambucanas, tendo ingressado nesta empresa aos 12 anos e se aposentado no mais alto grau da mesma como procurador geral para o Norte e Nordeste. Papai faleceu em 1999 e deixou uma saudade enorme, principalmente pelas muitas coisas que eu deixei prá lhe dizer numa outra hora. Mamãe é a Dona Terezinha, a Tetê, Teresa Cisne Costa, natural de Santana do Acaraú, cidade linda, e mulher de grande caráter e dignidade e pela qual tenho a maior admiração e amor. Tenho quatro irmãos: Roberto Cysne, que trabalha atualmente no Banco do Nordeste e também é viciado em informática e som, assim como meus sobrinhos Roberto Júnior e Robério. Roberto é também o pai da Roberta, um talento da música católica gospel). Ana Lúcia, única irmã mora com seu segundo marido, o Pr. Dantas Lima, em Orlando, Flórida, EUA. Ela é a mãe dos meus queridos sobrinhos Guilherme e Gustavo Munguba. Humberto Cysne, divorciado, vivendo a vida de solteiro de novo, também gosta de computadores e pescaria. Alberto Cysne, o irmão padrão da família, empresário de talento e sucesso da área de tecidos e confecções.
Gosto muito de computação, desde os tempos do IBM PC XT (lembram-se daquelas letrinhas verdes na tela?), especialmente quando navegando pela grande rede, e mais especialmente ainda quando "emeiando" madrugada adentro nos grupos e sites de relacionamentos ou diretamente do Yahoo Mail. Gosto de jogar gamão (via browser - com amigos do mundo inteiro e Buraco, um jogo de cartas muito interessante, principalmente depois de poder jogar on line na internet. Gosto desde criança de jogar xadrez.
Gosto de bons filmes de suspense e documentários (gostei muito de Taxi Driver, Cabo do Medo, Uma Linda Mulher, Vanilla Sky, e outros), livros (revisões de história geopolitica, romances e a Bíblia Sagrada). Veja a seção Cinema.
Gosto muito de praias desertas e lugares interessantes para onde viajo sempre.
Praias como Jericoacoara e Canoa Quebrada, onde costumo ficar andando sem rumo na areia até cansar, são as minhas preferidas. As trilhas das serras de Ubajara e Guaramiranga são indescritíveis.
Gosto de música gospel (evangélica)
(desde o Grupo Logos, Vencedores, etc até rock white metal do Fruto Sagrado e Oficina G3), além de MPB de qualidade no estilo de Chico, Caetano, Djavan e tantos outros. Mas o que faz a minha cabeça mesmo é o pop rock nacional como a música dos Titãs
e Jota Quest,
a banda que eu mais gosto hoje.
Gosto muito de um bom papo com os amigos e um especial interesse em fazer grandes amizades, inclusive com mulheres, as quais acho que nunca conseguirei entender...
Se uma memória restou das festinhas e reuniões familiares da minha infância foi a divisão sexual entre as pessoas: mulheres de um lado, homens do outro. Não sei se hoje isso ainda ocorre. Sou anti-social a ponto de não freqüentar qualquer evento com mais de 4 pessoas, o que não me credencia a emitir juízo. Mas era assim que a coisa rolava naqueles tempos. Tive uma infância feliz: sempre fui considerado esquisito, estranho e solitário, o que me permitia ficar quieto observando tudo. Bom, rapidinho verifiquei que o apartheid sexual ia muito além das diferenças anatômicas. A fronteira era determinada pelos pontos de vista, atitude e prioridades. Explico: do lado masculino imperava o embate das comparações e disputas. Meu carro é mais potente, minha TV é mais moderna, meu salário é maior, a vista do meu apartamento é melhor, o meu time é mais forte, eu dou 3 por noite e outras cascatas típicas da macheza latina. Já do lado oposto, respirava-se outro ar. As opiniões eram quase sempre ligadas ao sentir. Falava-se de sentimentos, frustrações e recalques com uma falta de cerimônia que me deliciava. Os maridos preferiam classificar aquele ti-ti-ti como fofoca. Discordo. Destas reminiscências infantis veio a minha total e irrestrita paixão pelas mulheres. Constatem, é fácil. Enquanto o homem vem ao mundo completamente cru, freqüentando e levando bomba no bê-á-bá da vida, as mulheres já chegam na metade do segundo grau. Qualquer menina de 2 ou 3 anos já tem preocupações de ordem prática. Ela brinca de casinha e aprende a dar um pouco de ordem nas coisas. Ela pede uma bonequinha que chama de filha e da qual cuida, instintivamente, como qualquer mãe veterana. Ela fala em namoro mesmo sem ter uma idéia muito clara do que vem a ser isso. Em outras palavras, ela já chega sabendo. E o que não sabe, intui. Já com os homens a historia é outra. Você já viu um menino dessa idade brincando de executivo? Já ouviu falar de algum moleque fingindo ir ao banco! pagar as contas? Já presenciou um bando de meninos fingindo estar preocupados com a entrega da declaração do Imposto de Renda? Não, nunca viram e nem verão. Porque o homem nasce, vive e morre uma existência juvenil. O que varia ao longo da vida é o preço dos brinquedos. E aí reside a maior diferença: o que para as meninas é treino para a vida, para os meninos é fantasia, é treino para a vida, para os meninos é fantasia, é competição. É fuga. Falo sem o menor pudor. Sou direto. Sou assim. Todo homem é assim. Em relação ao relacionamento homem/mulher, sempre me considerei um privilegiado. Sempre consegui enxergar a beleza física feminina mesmo onde, segundo os critérios estéticos vigentes, ela inexistia. Porque toda mulher é linda. Se não no todo, pelo menos em algum detalhe. É só saber olhar. Todas têm sua graça. E embora contaminado pela irreversível herança genética que me faz idolatrar os ícones de cafajestismo, sempre me apaixonei perdidamente por todas as incautas que se aproximaram de mim. Incautas não por serem ingênuas, mas por acreditarem. Porque toda mulher acredita firmemente na possibilidade do homem ideal. E esse é o seu único defeito.
O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra que?
O sujeito quer ficar famoso pra que? O indivíduo malha, faz exercícios pra que?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.
Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.
Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira.
Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar um sujeito igual a ele, de bigode e tudo.
Um mundo só de homens seria o grande erro da criação. Já dizia a velha frase que "atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
O dito está envelhecido.Hoje eu diria que "na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
É você, mulher, quem impulsiona o mundo. É você quem tem o poder, e não o homem.
É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.
Bendita a hora em que você saiu da cozinha e bem-sucedida ficou na frente de todos os homens.
E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua.
Só homens.
Já pensou? Um casamento sem noiva? Um mundo sem sogras? Enfim, um mundo sem metas.
ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:
1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas tem de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- Como ficam lindas quando discutem.
11- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
12- O brilho nos olhos quando sorriem.
13- Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível.
14- O jeito que tem de dizer "Não vamos brigar mais, não.."
15- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
16- O modo de nos beijarem quando dizemos "eu te amo".
17- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
18- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
19- O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.
20- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
21- O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo (embora jamais admitamos que doeu).
22- O jeitinho de dizerem "estou com saudades".
23- As saudades que sentimos delas.
24- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor. Isso não é uma corrente, apenas mande para todas as mulheres de sua lista para elas perceberem o quanto são importantes, e para os homens, para que eles lembrem o quanto vocês são essenciais!!!
Beijão,
Dagoberto
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