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A rádio nos nossos dias: Será que a rádio morreu? Nos dias que
correm, com o crescimento de ligações de alto-débito por cabo, telefone quer
para imagem, som ou dados, será que ainda existe espaço para a “velha” rádio? A bem ver, parte da
infraestrutura de telecomunicações baseia-se em ligações sem fios, mais
propriamente em ligações via rádio. Mais; desde transmissões
de postos musicais em AM e FM, transmissões TV (nem todos têm TV por cabo) até
ao (já) massificado uso de terminais GSM (e outras variantes mais
prometedoras), passando por ligações dos “resistentes” radioamadores,
podemos dizer com segurança que nunca o ar que nos rodeia esteve tão saturado
de sinais rádio. Para variar de temas tão falados recentemente (como é o caso flagrante da “popular” rede GSM) , decidiu-se com este trabalho analisar um “nicho” no universo da rádio: os radioamadores e, claro está, os aparelhos físicos que os suportam, os protocolos (analógicos e digitais) que definem a transmissão e os vários serviços que são possíveis de fornecer sobre este meio.
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Setembro2005 |