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Age Of Empires 3:
Quando se fala em Age of Empires, pode-se
fácilmente associar a uma geração e estilo de jogador que nasceu com
este género de jogo de estratégia.
Não devemos esquecer que a série AoE alterou e influênciou muitos dos
jogos que lhe seguiram e contínua a servir de referência para quem
realmente gosta de jogos de estratégia.
Deste novo AoE podem esperar gráficos como nunca antes viram, nostalgia,
batalhas difíceis, personagens cativantes e campanhas desafiantes.
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Jogabilidade
Desde o Age of Empires II: The Age of Kings, ou seja, há 6 anos atrás
que não era anunciada a esperada sequela que elevasse de novo o patamar
de qualidade da série da Ensemble Studios.
Pois bem o tempo passa e cá estamos para analisar a terceira fase da
saga.
Primeiro que tudo tenho de vos dizer que não esperem uma revolução no
estilo de jogo, porque Age of Empires III vai buscar muito daquilo que o
seu antecessor tinha e retirou-lhe alguns bons pormenores, perdendo com
isso.
Já sei que vou passar o resto da análise a explicar este parágrafo
anterior, pois é demasiado sintético e conclusivo.
AoE III vai ter bem como os anteriores da saga, um modo single-player
que nos permite realizar campanhas no novo mundo. Vão ser ao todo 3
campanhas distintas mas ao mesmo tempo relaccionadas já que representam
3 gerações de conquistadores.
Vamos ter o já conhecido modo skirmish que nos possibilita realizar
jogos personalizados com um número de adversários/aliados, mapas,
civilizações à nossa escolha. Um editor de cenários para podermos
desenhar um cenário ao nosso gosto. E para além disto tudo vamos ter
ainda uma zona dedicada à História de cada civilização, às personagens
das campanhas, e aos elementos militares de cada categoria bem como a
uma panóplia de informações adicionais.
Sempre bom para quem acha que se dá melhor com a História se esta, for
ensinada através de um jogo.
No total vamos ter 8 civilizações ao nosso dispôr entre elas a
Portuguesa, Inglesa, Francesa, Alemã, Espanhola, Russa, e os turcos
Ottomans.
Cada uma com características próprias e diferentes em termos económicos
e militares. Por exemplo os Britânicos por cada casa que constroem
ganham trabalhadores adicionais, ou por exemplo os Portugueses que
ganham um Covered Wagon(carro que instala um towncenter onde quisermos)
por cada "idade" que avançarmos.
Por falar em "idades" que vamos atravessar, vamos ter no total 5
períodos de evolução ou idades como lhe queiram chamar, a Discovery Age,
a Colonial Age, a Fortress Age, a Industrial Age e a Imperial Age.
Ao longo das quais vamos evoluíndo e desbloqueando melhoramentos para as
nossas unidades bem como para os reforços e carregamentos que podemos
pedir à nossa cidade-mãe, para reforçar a nossa colónia do novo mundo.
Cidade-Mãe é um conceito novo e bem escolhido pela Ensemble Studios para
continuar a usar este sistema das Hometowns, mas adequá-lo ao período
das descobertas, assim vamos ter uma capital situada algures na Europa,
que nos poderá enviar reforços e carregamentos de ouro , madeira,
comida, entre outros objectos militares e não só.
Entrando mais no jogo os primeiros pormenores que ressaltam são por
exemplo os trabalhadores que já não vão levar os recursos a uma
serrelharia ou qualquer edifício que sirva de recolha aos recursos.
Assim o trabalhador fica num certo sitío até acabar o recurso por
completo, recolhendo directamente. Isto serve para todas as actividades
colectoras como pescar, plantações etc...
preço:20,00
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