Inventadas no século XIX para identificar animais, as dog-tags passaram a ser utilizadas pelas forças armadas de diversos países, principalmente a partir da primeira guerra mundial, na identificação de militares.

Essa Identificação constava, além do nome e posto, a unidade militar de origem, número de registro, tipo sanguíneo e fator rh e a religião. Eram utilizadas duas plaquetas iguais, pois em caso de morte, uma ficava junto ao corpo e a outra era encaminhada para a unidade militar de origem para registro da baixa e posteriormente enviada à família do falecido.

Hoje, por se tratar de uma novidade, um material exclusivo, útil e diferente virou moda e é utilizada na identificação de pessoas idosas ou crianças, também é utilizada para identificar chaves, malas, etc. É também de grande importância para idosos e crianças que estão sujeitos a se perder ou sofrer acidente, e para pessoas que necessitam de cuidados especiais em caso de acidente, tais como, alérgicos a antibióticos, epiléticos, etc.

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