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O presente Relatório de Pesquisa é resultado do
contrato celebrado entre o Serviço Brasileiro de Apoio
às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE e a Fundação
Universitária de Brasília – FUBRA, com o
objetivo de realizar pesquisa amostral nas 26 Unidades da Federação
e no Distrito Federal, visando a identificação
das taxas de mortalidade das empresas de pequeno porte no Brasil
e nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste
e Sul e os principais fatores condicionantes da mortalidade.
O
fechamento prematuro de empresas no País tem sido uma
das preocupações da sociedade, particularmente
para as entidades que desenvolvem programas de apoio ao segmento
de pequeno porte, como é o caso do SEBRAE. Por isso,
é de fundamental importância obter informações
que propiciem identificar as causas das elevadas taxas de
mortalidade das empresas, visando à atuação
coordenada e efetiva dos órgãos públicos
e privados em prol da permanência das micro e pequenas
empresa em atividade, evitando o seu encerramento precoce.
A
pesquisa apurou, em pesquisa de campo realizada no início
de 2004, a taxa de mortalidade das empresas constituídas
em 2000, 2001 e 2002, ou seja, há quatro, três
e dois anos, identificando os fatores condicionantes da mortalidade
e cotejando os resultados de entrevistas realizadas junto
a empresas extintas e em atividade.
Este
relatório contempla avaliações consolidadas
para o Brasil e Regiões, individualizadas para cada
estrato de empresas, segundo o porte, envolvendo empresas
extintas e ativas.
O
critério escolhido para a classificação
do porte de empresas utiliza o número de empregados,
conforme conceito adotado pelo SEBRAE: considera- se como
microempresa aquela com até 19 empregados na indústria
e até 09 no comércio e no setor de serviços;
as pequenas empresas são as que possuem, na indústria,
de 20 a 99 empregados e, no comércio e serviços,
de 10 a 49 empregados; as médias empresas de 100 a
499 empregados na indústria e de 50 a 99 no comércio
e serviços. Por sua vez, a grande empresa é
aquela com 500 ou mais empregados na indústria e com
100 ou mais no comércio e no setor de serviços.
Relatório
de pesquisa
Brasília - agosto/2004
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