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Tudo começou quando a consumidora recebeu uma factura bimestral no valor de 28.251$00, referente a um consumo de 86m3 de uma casa somente utilizada ao fim de semana!
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Imediatamente no 1º dia útil seguinte dirigiu-se à empresa para apresentar a reclamação. Aconselharam, dado que não concordava com o consumo, e o pagamento era feito por transferência bancária a pedir ao Banco o não pagamento da factura, e a expôr a situação por escrito à empresa. Alertaram que já tinha havido 1 factura de valor muito elevado, mais de 10.000$00.
Mais tarde no Banco ficou a saber que essa factura não tinha sido paga porque o saldo da conta era inferior, e a responsabilidade de reclamar a factura devolvida era da empresa. Como aquela conta servia precisamente para pagar os consumos de água, electricidade e gás daquela casa, e o consumo de água não costumava ultrapassar os 2.000$00, o saldo da conta era sempre baixo.
Apresentou a situação por escrito à Águas do Sado.Referiu que:
a casa é habitada somente ao fim de semana
não possui electrodomésticos que consumam água
usa água engarrafada para beber e cozinhar
fecha sempre a torneira de segurança
conferia as contas pelo extracto bancário, e por isso nunca reparou que tinha uma factura de 10.053$00
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o consumo da casa onde habita nunca ultrapassou os 10m3 mensais

Questionou a segurança do contador

Apresentou um levantamento dos dias que teria utilizado a casa, com o auxílio dos extractos da via verde da Brisa, que também anexou à carta.

Indicou também os consumos de água e gás e respectivos valores desde o início do ano (juntou cópias das contas do gás)
 

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Devido a uma gralha na anterior carta, fez uma aditamento e aproveitou para enviar cópias de recibos de água (somente 2 pois tratavam-se das facturas onde tinha havido contagem da empresa)
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