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DITOS/Q

Qualquer construção começa no chão
Quando a cabeça não pensa o corpo padece
Quando a cachaça desce, as palavras sobem
Quando a carroça anda é que as melancias se ajeitam
Quando a desgraça entra pela porta, a vergonha sai pela janela
Quando a esmola é muita, o santo desconfia
Quando a formiga quer se perder, cria asas
Quando a miséria entra pela porta, a virtude sai pela janela
Quando a noite é de escuro, nada vale a madrugada
Quando a paixão aquece, o dever se esquece
Quando a raposa se zanga com a vinha, muitas uvas se poupam
Quando cai o filho do patrão, o galo é na testa do moleque
Quando Deus dá a farinha, o diabo rasga o saco
Quando Deus dá o toucinho, o capeta tira o girau
Quando Deus fecha uma porta, abre dez janelas
Quando Deus tira os dentes, alarga a goela
Quando Deus tira os dentes, endurece a gengiva
Quando Deus tira os dentes, enlarguece a goela
Quando em Roma, aja como os romanos
Quando estiver aos beijos no portão, lembre-se de que o amor é cego, mas os vizinhos não
Quando eu vejo a barba do vizinho arder, ponho a minha de molho
Quando evitamos as situações, removemos as tentações
Quando homem valer dinheiro, baixinho serve de troco
Quando não há remédio, remediado está
Quando não se tem canoa, faz-se canoa com couro
Quando não se tem canoa, faz-se pelota de couro
Quando não se tem o que se quer, é preciso querer-se o que se tem
Quando o dinheiro fala, a verdade cala
Quando o gato sai, os ratos aparecem
Quando o povo diz, ou é ou está pra ser
Quando procuram porcos até as moitas roncam
Quando se espreme muito, sai entre os dedos.
Quando se ouve o tiro, a bala já anda longe
Quando se sonha muito alto, quando se cai a dor é mais forte
Quando se vai pra chuva, é pra se molhar
Quando teu indicador aponta para o teu irmão, há sempre três dedos apontados para ti
Quando um burro fala o outro murcha a orelha
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quando um cai, todos o pisam
Quando um não quer, dois não brigam
Quando uma mulher erra, os homens acertam o passo atrás dela
Quando uma porta se fecha, outra se abre
Quando você vir a barba do vizinho arder, ponha a sua de molho
Quanto a maré tá brava, o urubu debaixo faz no de cima
Quanto maior a altura, maior o tombo
Quanto maior é a nau, maior a tormenta
Quanto maior é o barco, pior de se levar
Quanto maior é o passo, maior o tombo
Quanto mais alto é o pau, maior é a queda
Quanto mais besta, mais peixe
Quanto menos palavras, melhor a oração
Quebrei minha viola para não ouvir zoada
Quem à boa árvore se chega, boa sombra o cobre
Quem a cera abranda, as unhas queima
Quem a dois senhores quer servir, a um há de mentir
Quem a filha casa, arde a casa
Quem a raposa quer enganar, muito tem que madrugar
Quem a tolo pede conselho, ainda é mais tolo que ele
Quem a um castiga, a cem fustiga
Quem abre uma escola fecha a prisão
Quem abrolhos semeia, espinhos colhe
Quem acha besta, não compra cavalo
Quem acha pau, faz colher
Quem acomoda, não incomoda
Quem aconselha, não obriga
Quem aconselha, não paga custas
Quem acorda cão dormindo, vende a paz e compra arruído
Quem ama a rosa suporta os espinhos
Quem ama com fé, casado é
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem avisa amigo é
Quem bate no cão bate no dono
Quem bebe cachaça, cheira barril
Quem beija a boca do filho, deixa a pai com doçura
Quem bota pobre para frente é topada
Quem brinca com fogo, acorda mijado
Quem brinca com fogo, quer se queimar
Quem busca perigo, em perigo morre
Quem cabras tem, cabritos vende
Quem caça, acha
Quem cala colhe, quem fala semeia
Quem cala, consente
Quem cala, não quer barulho
Quem cala, nem sempre consente
Quem cala, vence
Quem caminha por atalhos, nunca sai de sobressaltos
Quem campereia em pêlo, arrisca menos perigo
Quem canta de graça é galo
Quem canta, seus males espanta
Quem carrega é que sabe o peso que leva
Quem casa não pensa; quem pensa não casa
Quem casa quer casa
Quem casa uma filha dá carga para burro; quem casa um filho dá burro para carga
Quem casa, quer casa longe da casa em que casa
Quem castiga um, avisa cem
Quem castiga, dá o pão
Quem cedo levanta, cedo alcança
Quem cedo madruga, acha o que comer
Quem cedo se deita e cedo se levanta, doença, pobreza e velhice espanta
Quem cedo se determina, cedo se arrepende
Quem chega primeiro na fonte, primeiro enche a jarra
Quem chega primeiro, bebe água limpa
Quem chora, seus males piora
Quem cochicha, o rabo espicha
Quem com cães se deita, com pulgas se levanta
Quem com coxo anda, aprende a mancar
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Quem com insônia se deita acha cama malfeita
Quem come a carne, rói os ossos
Quem come calado, não perde bocado
Quem come do meu pirão, leva do meu bordão
Quem come e corre, do estômago vem a sofrer
Quem come e guarda come estragado
Quem come e guarda, come duas vezes
Quem come fel, não pode cuspir mel
Quem come melado é pra se lambuzar
Quem come melado, se lambuza
Quem come muito, come pouco
Quem come osso, sabe o cu que tem
Quem come quieto, come duas vezes
Quem compra o que não pode vende o que não quer
Quem conta um conto, acrescenta um ponto
Quem conversa muito, dá bom dia a cavalo
Quem corre cansa, quem espera sempre alcança
Quem corre por gosto não cansa
Quem cospe mal, duas vezes se alimpa
Quem cospe pra cima, na cara lhe cai
Quem cria fama, deita na cama
Quem cuida da vida dos outros se esquece de cuidar da sua
Quem cuida da vida dos outros, da sua esquece
Quem cumpre a lei não teme o rei
Quem dá a papa, lambe os dedos
Quem dá aos pobres, empresta a Deus
Quem dá bom exemplo, dá bom conselho
Quem dá discretamente, obriga pouco
Quem dá e toma, fica corcunda
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem dá o pão, dá o castigo
Quem dá o que tem, a pedir vem
Quem dá, está pedindo
Quem desdenha quer comprar
Quem devagar promete, depressa cumpre
Quem deve a Deus paga ao diabo
Quem dinheiro quer cobrar, muitas voltas tem que dar
Quem disso cuida, disso usa
Quem diz a verdade, não merece castigo
Quem diz filho, diz tormento
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem do escorpião está picado, a sombra o espanta
Quem dorme com criança, acorda molhado
Quem dos outros fala e murmura, pouco pensa e muito se aventura
Quem dos seus se aparta, do remédio se enlarga
Quem duvida perde a vida, come casca de ferida
Quem é amigo de todos não o é de ninguém
Quem é bom de natural, ouve mais bem que mal
Quem é bom de verdade faz os outros melhores
Quem é bom já nasce feito
Quem é cego não põe venda
Quem é cornudo e consente, que o seja pra sempre
Quem é correto não é corrigido
Quem é coxo parte cedo
Quem é coxo, parte cedo
Quem é desconfiado, não é fiel
Quem é do mar, não enjoa
Quem é filho de peixe sabe nadar
Quem é guarda de muitas mulas, nenhuma sabe guardar
Quem é incapaz de troçar de si mesmo, não é pessoa séria
Quem é mensageiro, não merece pancada
Quem é pessimista, tem no sol um fazedor de sombras
Quem é rico, é cheio de amigos
Quem é torto e mal se ajeita, tarde ou nunca se endireita
Quem é vivo, sempre aparece
Quem em casa deixa a cabeça, na praça perde o boné
Quem em minha casa não vai, da sua me corre
Quem em muitas pedras bole, na cabeça uma há de dar
Quem em muitas pedras bole, numa se fere
Quem em novo não trabalha, em velho dorme na palha
Quem em um ano quer ser rico, em seis meses o enforcam
Quem empresta nem pra si presta
Quem ensina aprende
Quem entra em briga de casado, sai perdendo
Quem entra em casa feita e senta em mesa posta, não sabe quanto custa
Quem está na chuva é para se molhar.
Quem está no inferno está por conta do capeta
Quem fala a verdade, não merece castigo
Quem fala demais dá bom dia à cavalo
Quem fala muito no barco quer embarcar
Quem fala no diabo, olha para a porta
Quem foi rei, sempre é majestade
Quem gaba o toco é a coruja
Quem gosta de velho é reumatismo
Quem mais jura mais mente
Quem mais pode mais deve
Quem mal parece, de mal padece
Quem mata a cobra, corta a cabeça
Quem muito abraça pouco aperta
Quem muito corre, depressa cansa
Quem muito espera desespera
Quem muito fala pouco acerta
Quem muito parte e reparte geralmente fica com a melhor parte
Quem muito pensa não sai do lugar
Quem muito quer saber, mexerico quer fazer
Quem muito se abaixa, o cu aparece
Quem muito se abaixa, o fundilho aparece
Quem muito urina, não precisa da medicina
Quem nada promete, nada deve
Quem nada sabe, de nada duvida
Quem nada tem, nada é
Quem não agüenta trote, não monta burro
Quem não arrisca não petisca
Quem não arrisca não petisca, nem pega peixe sem isca
Quem não arriscou, nem perdeu nem ganhou
Quem não avança recua
Quem não chora não mama
Quem não chora, não mama
Quem não deve não teme
Quem não lê nas entrelinhas, analfabeto é
Quem não lê, analfabeto é
Quem não marca, toma
Quem não montou em cavalo de pau quando criança, monta depois de velho
Quem não olha pro chão, tropeça
Quem não ouve bons conselhos, cedo se põe a perder
Quem não ouve conselho, não chega a velho
Quem não ouve conselho, ouve coitado
Quem não pensa, o corpo padece
Quem não pode agüentar o calor, não vai à cozinha
Quem não pode com mandinga, não carrega o patuá
Quem não pode com mandinga, não carrega patuá
Quem não quer barulho, não atrela cabaças
Quem não quer esforço, foge mais que caroço
Quem não quer fazer, não adianta saber
Quem não quer se molhar, não vá à chuva
Quem não quer ser aconselhado, não pode ser ajudado
Quem não quer ser lobo, não lhe vista a pele
Quem não quer ser lobo, não vista a pele
Quem não quer ver marmota, não bula na nota
Quem não sabe fazer, não sabe mandar
Quem não sabe ler é cavalo bategado
Quem não sabe nada não tem dúvidas
Quem não sabe nadar, não toma banho de mar
Quem não se comunica, se trumbica
Quem não se enfeita, por si se enjeita
Quem não sente, não é filho de boa gente
Quem não tem bunda não assenta em barranco
Quem não tem cão, caça com gato
Quem não tem paciência, não vê tripa de mosquito
Quem não tem papagaio, brinca de boneca
Quem não tem unhas não toca guitarra
Quem nasce para cachorro, morre latindo
Quem nasce pra tatu, há de morrer cavando
Quem nasceu debaixo do giráu não assenta em cima
Quem nasceu para dez réis, não chega a vintém
Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem pariu Mateus, que o balance
Quem parte e reparte, fica com a maior parte
Quem pega peso de graça é balança
Quem pensa no mal antes, poucas vezes acontece
Quem pensa, não dorme
Quem perde a honra pelo negócio, perde a honra e o negócio
Quem perde dinheiro, perde muito; quem perde um amigo, perde tudo
Quem perde um dia, não perde um ano
Quem pergunta e quer saber, mexerico quer fazer
Quem pergunta, mal não faz
Quem pés tem, coices promete
Quem planta vento, colhe tempestade; quem planta amor, colhe saudade
Quem planta, colhe
Quem pode mais, chora menos
Quem pode o mais, pode o menos
Quem pode pode, quem não pode se sacode
Quem pode, pode, quem não pode se sacode
Quem por gosto corre não se cansa
Quem poupa na cozinha, aumenta a sua casinha
Quem poupa o inimigo, acaba por morrer
Quem procura sempre acha, se não um prego, uma tacha
Quem promete não cumpre
Quem quer faz, quem não quer, manda
Quem quer o seu conselho, consulte seu travesseiro
Quem quer pegar passarinho, não fala xô!...
Quem quer, vai; quem não quer, manda
Quem quiser vencer aprenda a sofrer
Quem ri por último, ri melhor
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem sai na chuva é para se molhar
Quem se mata morto fica
Quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos
Quem semeia ventos, colhe tempestade
Quem tem boca vai a feira
Quem tem boca vai a Roma
Quem tem boca, não manda assoprar
Quem tem boca, vai a Roma
Quem tem chefe, é índio
Quem tem companheiro, tem patrão
Quem tem dinheiro, abre todas as portas
Quem tem dó de pica-pau, dá a ele um machado
Quem tem doce pra dar, fica logo popular
Quem tem fama, deita na cama
Quem tem filhas no mundo, não fala das malfadadas
Quem tem filhos, tem cadilhos
Quem tem mãe é sempre criança
Quem tem mãe, tem tudo
Quem tem medo de fazer, dorme sem a tranqüilidade de crescer
Quem tem o seu vintém, bebe logo
Quem tem olho fundo, chora cedo
Quem tem padrinho não morre pagão
Quem tem padrinho rico, não morre pagão
Quem tem pressa, come cru e insosso
Quem tem pressa, come cru; quem não tem, come quente
Quem tem rabo de palha não chega perto do fogo
Quem tem rabo de palha não se senta perto do fogo
Quem tem rabo de palha, não passa perto do fogo
Quem tem sede demais, não escolhe a água que bebe
Quem tem tampo pinta cuia
Quem tem telhado de vidro não joga pedra no vizinho
Quem tem telhado de vidro, não joga pedra em telhado alheio
Quem tem vintém, bebe logo
Quem tira a camisa do boi, sem a sua fica
Quem tiver segredo não conte pra mulher casada; ele conta pro marido e o marido pro seu camarada
Quem trabalha de graça é relógio
Quem trabalha no comércio nunca vive sossegado; quando escapa do ladrão cai no golpe do Fiado
Quem trabalha no mar, avia-se em terra
Quem trabalha, reza
Quem tudo quer, tudo perde
Quem tudo sabe, nada sabe
Quem une o útil ao agradável, merece todos os votos
Quem usa a cabeça não cansa os pés
Quem vai à esquina, o rabo empina
Quem vai à feira, perde a cadeira
Quem vai à guerra, dá e leva
Quem vai à roça, o rabo engrossa
Quem vai ao ar, perde o lugar
Quem vai ao mar, avia-se em terra
Quem vai ao vento, perde o assento
Quem vai dar, deve levar um saco para receber
Quem vai dar, leva saco para trazer
Quem vai na frente bebe água lima
Quem vai na frente bebe água limpa
Quem vê arder a barba do vizinho, põe a sua de molho
Quem vê cara não vê coração
Quem vê cara não vê tara
Quem vê cara, não vê coração
Quem vive à toa, não tem tempo pra nada
Quem vive atordoado, chama urubu de meu louro
Quem vive de passado, é professor de história
Quem viver, verá
Quem zomba, tem mau coração
Quem, de chofre, bota água na garrafa, mais derrama que colhe
Quer conhecer o vilão? Dê-lhe o bastão
Querer é poder

Pais ou responsáveis,
Depois que passamos pelo problema, resolvi fazer este site como alerta aos pais e avós. Sobre o perigo do

MATEUS 11:28 -Vinde a mim, todos os que estão cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
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