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DITOS/N/O
Na barba do tolo é
que aprende o barbeiro novo
Na boca de quem não presta, quem é bom não tem
valia
Na boca do discreto, o público se torna secreto
Na boca do mentiroso, o certo se faz duvidoso
Na desventura é que se conhecem os amigos
Na dúvida, faça duas vezes
Na enxurrada, é que pitu larga os dentes
Na era de vinte e um, pouco moços e velhos nenhum
Na escola da vida, não há férias
Na estrada da vida, passado é contra-mão
Na necessidade se prova a amizade
Na pataca do ridículo o diabo tem trezentos réis e no
vintém que sobra Santo Antônio tem vinte por cento
Na seda mais fina é que a mancha pega
Na sinuca, toda bola uma hora vai pra caçapa
Nada como um dia após o outro
Não adianta chorar pelo leite derramado
Não anda o carro diante dos bois
Não confie em casa velha nem amigo novo
Não deixa o certo pelo duvidoso
Não deixe seu cão domar você
Não emprenha nem sai de cima
Não existe má palavra, se a colocamos no lugar
Não existe mulher feia, você é que bebeu pouco
Não existem mulheres frígidas, apenas mal esquentadas
Não faça com os outros o que não quer que lhe façam
Não faça de seu namorado um tarado, a vítima pode
ser você
Não há atalhos sem trabalhos
Não há bela sem senão nem feia sem sua graça
Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe
Não há bem que sempre dure, nem mal que sempre se ature
Não há cantiga sem lé-lé-lé
Não há carne sem osso, nem farinha sem caroço
Não há cego que se veja, nem torto que se conheça
Não há conta que não se pague
Não há ditado velho, se a gente o diz em tempo
Não há domingo sem missa nem segunda sem preguiça
Não há feio sem graça, nem bonito sem seu senão
Não há fumaça sem fogo
Não há luar como o de janeiro, nem amor como o primeiro
Não há madeira sem nó
Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se ature
Não há manjar que não enfastie, nem vício
que não enfade
Não há mau piloto, quando o tempo é bom
Não há melhor espelho que amigo velho
Não há melhor juiz que o tempo
Não há melhor mestra que a necessidade
Não há nada como um dia após o outro
Não há nada como um dia depois do outro
Não há nada mais chato do que duas pessoas que continuam
falando quando você está interrompendo
Não há nada tão antigo que não tenha sido
novo
Não há rosas sem espinhos
Não há sábado sem sol, domingo sem missa e segunda
sem preguiça
Não há sábado sem sol, domingo sem missa, segunda
sem preguiça
Não me importa que a burra pinoteie, eu quero é que os
arreios me segurem
Não quero saber do preço da banha, eu quero é comer
engordurado
Não se conta com os ovos na barriga da galinha
Não se conta pro melhor amigo, o que o pior inimigo não
pode saber
Não se corta o galho onde se está sentado
Não se cospe no prato em que se come
Não se cutuca onça com vara curta
Não se dá murro em ponta de faca
Não se dá nó em pingo d'água
Não se dá o peixe, ensina-se a pescar
Não se deixa arrodeio por atalho
Não se deixa para amanhã, o que se pode fazer hoje
Não se dependura o boné onde a mão não alcança
Não se deve botar as mãos adiante dos pés
Não se deve botar o carro adiante dos bois
Não se fazem omeletes, sem quebrar alguns ovos.
Não sou bengala de cego que vai para onde se puxa
Nascida nos outros não dói
Navio amarrado no porto está salvo da procela
Negra quando pinta tem cento e trinta
Negro de branco é sinal de chuva
Nem Ford e nem sai de Simca
Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo
Nem sempre aquele que tira você da merda é seu amigo
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra
Nem todas as verdades são pra ser ditas
Nem todo o mal é mal
Nem trepa, nem sai de cima
Nem tudo que balança cai
Nem tudo que reluz é ouro
Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai
Nenhum pássaro aprende a voar dentro de uma gaiola
Nenhuma notícia é boa notícia
Neve na baixa, sol que racha; neve na serra, chuva na terra
Ninguém é de ninguém, na vida tudo passa
Ninguém é insubstituível
Ninguém é profeta em sua terra
Ninguém nasce sabendo
Ninguém se fie em cachorro de cozinha, nem em moça que
anda sozinha
Ninguém se pára tranqüilo, frente às varas
da porteira
Ninguém vai bem como quer nem mal como pensam
No amor e na guerra vale tudo
No aperto do perigo é que se conhece o amigo
No entrevero os animais se rebuscam
No final é que se deve dar graças
No frigir dos ovos é que a manteiga chia
No rufo do pandeiro, se conhece o companheiro
No tempo de amarrar cachorro com lingüiça
Noivado prolongado acaba desmanchado
Noivado prolongado, noivado desmanchado
Nosso Senhor não ocupa duas casas
Notícia boa, corre; notícia ruim, voa
Notícia ruim chega a cavalo
Notícia ruim viaja rápido
Noventa e cinco por cento da beleza feminina saem com água e
sabão
Novilho matreiro se esconde no banhado
Novo rei, nova lei
Numa coisa homens e mulheres concordam, ambos não confiam em
mulheres
Nunca aposte num cavalo só
Nunca diga desta água não beberei
Nunca diga nunca
Nunca diga: desta água não beberei, deste pão não
comerei
Nunca é tarde pra aprender
Nunca faças com os outros aquilo que não gostarias que
fizessem contigo
Nunca falta um chinelo velho para um pé cansado
Nunca falta um sapato velho para um pé doente
Nunca tente ensinar um porco a cantar; você perde seu tempo e
chateia o porco
O alfaiate faz o homem
O amor e a fé, nas obras se vê
O amor é a ilusão de que uma mulher é diferente
das outras
O amor é como a guerra, depois de declarado, não há
mais paz
O amor é como a lua, quando não cresce, mingua
O amor é como o sarampo, todo mundo tem que passar por ele
O amor é grátis, o sexo é pago
O amor e o ódio andam coladinhos
O apressado come cru
O ataque é a melhor defesa
O avarento e o necessitado gastam dobrado
O barato às vezes sai caro
O beijo é como cigarro, não sustenta, mas vicia
O beijo é que nem ferro de passar roupa, liga em cima aquece
embaixo
O bicho só vê o rabo dos outros
O boi é que sofre, o carro é que geme
O boi não ama a cria que bota
O boi solto lambe-se todo
O bolo se prova comendo
O bom da viagem é quando se chega em casa
O bom filho à casa torna
O bom julgador por si se julga
O bom não é ser importante, o importante é ser
bom
O Brasil é uma grande mina de ouro, que só os brasileiros
ainda não descobriram
O café deve ser negro como o demônio, quente como o inferno,
puro como um anjo e doce como o amor
O capeta atenta e o ferro entra
O carvoeiro é dono da sua casa
O casamento e a mortalha no céu se talham
O chato quando esta com tosse, em vez de ir ao médico, vai ao
teatro
O costume do cachimbo faz a boca torta
O destino a Deus pertence
O diabo não é tão feio quanto o pintam
O diabo tem uma capa que encobre e outra que descobre
O diabo, quando não aparece, manda o secretário
O dinheiro compra pão, mas não compra gratidão
O direito do anzol é ser torto
O dono da roça é que sabe onde os porcos entram
O dono do boi é que pega no chifre
O dono do defunto é quem pega do lado da cabeça
O fácil de contentar tem menos para chorar
O feitiço virou contra o feiticeiro
O galo onde canta, janta
O gato ruivo do que usa disto cuida
O hábito é que faz o monge
O hábito não faz o monge
O homem põe e Deus dispõe
O jogo é jogado
O justo paga pelo pecador
O lobo perde o pelo, mas não perde o vício
O melhor da festa é esperar por ela
O melhor das cartas é não jogar
O olho do dono engorda o cavalo
O pé do dono aduba o terreno
O peixe é pro fundo das redes, segredo é pra quatro paredes
O peixe morre pela bocas
O pouco basta. O muito se gasta
O prato não é para quem o faz e sim para quem o merece
O primeiro milho é dos pombos (ou dos pintos)
O prometido é devido
O que arde cura, o que aperta segura.
O que é de gosto regala a vida
O que é moda não incomoda
O que está feito não está por fazer
O que mata coceira é unha grande
O que não mata, engorda
O que não parece com o dono é furtado
O que o berço dá, a tumba leva
O que os olhos não vêem, o coração não
deseja
O que passou, passou
O que tem que fritar, assa logo
O que trabalha de graça é relógio
O que urubu não conhece não come
O rabo é o que mais custa a esfolar
O risco que corre o pau, corre o machado
O sono é prenúncio da morte
O tambor é barulhento, mas por dentro só tem vento
O tempo é o senhor da razão
O violeiro quando é mau, põe a culpa na viola
Obra apressada, obra estragada
Olho do dono é que engorda o porco
Onde comem dois, comem três
Onde entra o beber, sai o saber
Onde há fumaça há fogo
Onde o galo canta, aí janta
Onde vai a corda, vai a caçamba
Orvalho não enche poço
Os costumes de casa um dia vão à praça
Os dedos das mãos não são iguais
Os filhos depois de mamar na mãe, passam a mamar no pai
Os últimos serão os primeiros
Ou o Brasil acaba com as saúvas ou as saúvas acabam com
o Brasil
Ouve e cala e viverás vida folgada
Ovelha não é pra mato
Ovo gabado, ovo gorado
Pais
ou responsáveis,
Depois que passamos pelo problema, resolvi fazer este site como
alerta aos pais e avós. Sobre o perigo do
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