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A DIETA DO C�O ADULTO ( 2 )
Par�metros
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Magro
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Peso ideal
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Peso
excessivo
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10-20 %
abaixo do
peso)
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(10 - 20 %
acima do
peso)
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Costelas, v�rtebras e �ssos
p�lvicos
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vis�vel
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n�o vis�vel, mas facilmente
palp�vel
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palp�vel
com dificuldade
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Cintura
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muito �bvio
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�bvio
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ausente
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Dep�sitos de gordura
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gordura n�o
palp�vel nas costelas
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fina camada de tecido adiposo
palp�vel
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maci�o no
t�rax e na base da cauda
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Influ�ncia da
digestibilidade na sa�de do c�o
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O benef�cio que o c�o
obt�m diretamente de sua dieta se iguala �
digestibilidade do alimento; se ele n�o for
muito digest�vel, o c�o dever� ingerir uma
quantidade maior para suprir suas necessidades
energ�ticas, agravando o risco de m� digest�o. Tal
superalimenta��o cr�nica pode provocar diarr�ia e
est�mago inchado... Pode tamb�m ser o princ�pio de
uma distens�o g�strica, que constitui um fator de
risco adicional de dilata��o g�strica (volvo) em
c�es de ra�as grandes. V�rios oligoelementos podem
n�o ser assimilados corretamente: conhecemos casos
de defici�ncia de zinco, causada por alimentos com
digestibilidade insuficiente. Uma boa digestibilidade
� obtida poela escolha sensata das mat�rias primas:
- Otimiza��o dos
conte�dos de fibras e minerais do alimento.
- Pote�nas de excelente
qualidade, e acima de tudo, de origem animal.
- Uso de farinhas de
cereais ao inv�s de cereais inteiros.
- Cozimento que considera
a qualidade dos ingredientes cuidadosamente.
A capacidade de assimila��o
dos c�es parece diminuir com a idade. Conseq�entemente,
os nutrientes essenciais dever�o ser fornecidos ao
c�o em processo de envelhecimento em uma forma de
mais facil assimila��o.
Exemplos:
- P� de ovo, case�na
= fontes de amino�cidos facilmente
assimil�veis
- Arroz = suprimento
de amido altamente digest�vel
- Oligoelementos quelados
= forma de apresenta��o especial para o
ferro, cobre, zinco, mangan�s (...)
estimulando a absor��o digestiva.
Escolha do n�vel de
prote�nas do alimento
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As prote�nas desempenham uma
fun��o b�sica no organismo, mesmo quando ele j�
n�o est� em fase de crescimento: elas possibilitam
a renova��o de todos os tecidos, fazem parte dos
anticorpos, horm�nios, etc... A s�ntese prot�ica
pode ser limitada pela ingest�o insuficiente de um
�nico amino�cido, levando ent�o a uma
defici�ncia. A associa��o de v�rias fontes
diferentes de prote�nas assegura uma ingest�o
suficiente e balanceada de todos os amino�cidos.
As necessidades prot�icas do
c�o aumentam em diferentes circunst�ncias de
stress; exposi��o ao frio, atividade intensa,
doen�as... N�o � interessante reduzir a
ingest�o prot�ica para um n�vel m�nimo em c�es
maduros; � medida em que o c�o envelhece, ele
j� n�o � capaz de utilizar t�o bem as prote�nas;
por outro lado, a restri��o prot�ica n�o diminui
de forma nenhuma a velocidade do envelhecimento
renal. Ao contr�rio, para a maioria dos c�es, uma
alta ingest�o de prote�nas de boa qualidade parece
ser ben�fica � sa�de dos c�es idosos. Apenas uma
minoria deles apresentaa sinais de insufici�ncia
renal no final de sua vida, e requer a ado��o de
uma dieta menos rica em prote�nas.
Dieta e qualidade da
pelagem
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A pele e a pelagem s�o o
reflexo da sa�de do c�o. Uma dieta balanceada e
cuidados de manuten��o regulares tamb�m s�o
condi��es essenciais para se obter uma pele
saud�vel e uma pelagem brilhante. O c�o precisa
de �cidos graxos essenciais para renovar as
estruturas lip�dicas da pele. Estes �cidos
graxos essenciais (que s�o encontrados em �leos
vegetais, gordura de aves...) s�o os precursores
necess�rios para a s�ntetise de todos os outros.
A qualidade da pelagem dos
c�es tende a se deteriorar com a idade: a pele se
torna seca, o p�lo fraco e �spero... Recomenda-se
portanto aumentar e diversificar a ingest�o de
�cidos graxos em c�es idosos. Alguns �cidos
graxos possuem propriedades anti-inflamat�rias que
s�o de interesse no caso de problemas de pele
cr�nicos. Os �leos de peixe e borragem s�o �timas
fontes de �cidos graxos.
Origem
do metabolismo dos principais �cidos graxos
Para ler a este respeito, Click aqui
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