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Com nossos agradecimentos ....

Cuidados e dicas aqui prestados s�o indicados pela Royal Canin.

A DIETA DO C�O ADULTO ( 3 )

A transi��o de um alimento de crescimento para o alimento de manuten��o � algumas vezes problem�tica, porque envolve uma adapta��o a uma dieta menos rica, portanto freq�entemente de menor palatabilidade. Como um alimento melhor n�o tem valor se n�o for ingerido, deve-se dispender um esfor�o especial para que o c�o o aprecie. O melhoramento da palatabilidade se justifica especialmente no caso de c�es maduros, cujo paladar e olfato algumas vezes est�o prejodicados. Entre os fatores estumulantes da palatabilidade, devemos considerar :

  • Tamanho dos croquetes: eles devem ser adaptados ao tamanho do c�o e mais facil e rapidamente ingeridos,
  • Qualidade das mat�rias primas : import�ncia dada �s prote�nas animais qualidade das gorduras (...),
  • Cuidados no revestimento, que cont�m todos os aromas atrativos para o c�o,
  • Qualidade da embalagem, mantendo a palatabilidade do produto intacta.

O envelhecimento � uma deteriora��o global do organismo, come�ando a partir do final do crescimento. O c�o n�o � exce��o � esta regra. Mas a nutri��o, um estilo de vida saud�vel e visitas regulares ao veterin�rio podem auxiliar a manter o c�o em boa sa�de at� uma idade avan�ada.

Tabela de correspond�ncia : idade humana / idade canina

Idade do

c�o

0,5 ano

1
ano

1,5 anos

2 anos

4 anos

6 anos

8 anos

10 anos

12 anos

14 anos

16 anos

18 anos

20 anos

Ra�a

pequena

15 anos

20 anos

24 anos

28 anos

36 anos

44 anos

52 anos

60 anos

68 anos

76 anos

84 anos

90 anos

100 anos

Ra�a

m�dia

10 anos

18 anos

21 anos

27 anos

39 anos

51 anos

63 anos

75 anos

85 anos

95 anos

. . .

Ra�a

grande

8 anos

14 anos

18 anos

22 anos

40 anos

58 anos

76 anos

94 anos

. . . . .

O oxig�nio � essencial � vida. Entretanto, as rea��es de oxida��o produzem subst�ncias t�xicas para as c�lulas, os radicais livres. Estes radicais reagem ent�o ao acaso com v�rias mol�culas biol�gicas, as quais eles inativam ou destroem. O organismo tem v�rios meios de se defender dos radicais livres: entre outros, ele utiliza a vitamina E, que possui um efeito antioxidante natural. A vitamina E � mais efetiva na presen�a de vitamina C, que possibilita a regenera��o da mol�cula inicial.

A quantidade de vitaminas E e C dispon�vel para o organismo depende da concentra��o de vitaminas do alimento. A suplementa��o alimentar de vitaminas E e C � ent�o de potencial interesse na luta contra o envelhecimento celular. Esta suplementa��o deve ser feita o quanto antes poss�vel em c�es de grandes ra�as, pois eles come�am a envelhecer mais cedo.

Com a idade, a filtra��o renal de f�sforo se torna menos efetiva. Para combater os efeitos negativos de um aumento nos n�veis de f�sforo sang��neo, recomenda-se reduzir gradualmente o n�vel de f�sforo alimentar. Isto deve ser iniciado a partir da fase adulta em c�es de ra�as grandes, e por volta de 6-7 anos de idade nos outros c�es.

� medida em que o c�o envelhece, o conte�do de fibras do alimento deve ser levemente aumentado. Este aumento permite combater o risco de constipa��o que aparece com a diminui��o da atividade f�sica do c�o.

Conclus�o

Uma boa dieta � aquela cujos elementos possibilitam manter o c�o em boas condi��es de sa�de o m�ximo poss�vel. A toler�ncia do c�o a v�rias dietas n�o nos deve deixar esquecer de que, ap�s determinada idade, o c�o requer uma aten��o cuidadosa. Mesmo antes de surgirem os primeiros sinais do envelhecimento, � bom pensar em mudar sua dieta para compensar o desgaste inevit�vel de seu organismo. Uma s�rie de medidas alimentares simples podem aumentar consideravelmente seu bem-estar.

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