Boletim Mensal * Ano VI * Janeiro de 2008 * Número 57

     

Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco

         Já se encontra em fase de montagem a nova ressonância magnética que pesa tonelada e meia e é a mais moderna e com mais espaço interno do mundo que o nosso Hospital adquiriu.

            Parabéns ao seu Provedor Alberto Ferreira da Costa e toda a sua Diretoria pelos sempre oportunos melhoramentos adquiridos para um cada vez melhor atendimento à saúde de nosso Estado.

 

 

Uma Tristeza – “A Prefeitura de Salvador inicia demolição do Clube Português

                As instalações do Clube Português na praia da Pituba, orla de Salvador, estão a ser demolidas pela Superintendência de Urbanização da Capital (Sutcap), entidade responsável pela obra. Os trabalhos de demolição e limpeza do terreno deverão estar concluídos até final de janeiro. As instalações daquele que já foi um dos mais prestigiados clubes da capital da Bahia darão lugar a uma praça. De acordo com a imprensa local, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) e a Secretaria Municipal do Planejamento,Urbanismo e Meio Ambiente (Seplam) ainda não fizeram o projeto da futura praça. "É uma aberração este processo. O município não entende que precisa tratar esses espaços de forma diferenciada", diz português residente na Bahia.”

(Fonte:- “Diário Digital” de 04/01/2008)

 

Será que já não existem portugueses ou lusos descendentes na Bahia que não queiram deixar  desaparecer, e deste modo, a Comunidade a que pertencem? Lamentamos.

 

             A União Européia quer que digamos adeus à culinária Portuguesa

            Uma açorda alentejana é confeccionada da seguinte forma:

            Colocam-se umas postinhas de bacalhau a cozer apenas em água e sal, aproveitando-se esta cozedura para escalfar uns ovitos.

            Simultaneamente, num almofariz, esmagamos, bem esmagadinhos, alhos (muito) e coentros q.b.

            Arranjamos uma terrina grande onde colocamos os alhos e os coentros esmagados e regamos com muito azeite. Depois - aqui é que está o segredo - juntamos-lhe pão duro (disse: duro) alentejano e misturamos, por fim, a água da cozedura do bacalhau. E, é claro, o respectivo bacalhau e os ovitos escalfados.

            Fácil né (não é)? Fácil e econômico. Não era por acaso que a açorda alentejana era (ainda é) o prato dos pobres. Como se trata dos alentejanos os pobres eram 99 por cento da população.

            Mas o que é que isto tem a ver com a restauração (tudo o que trata de restaurantes)?

            É fácil! Como é que podem servir uma açordinha se estão expressamente proibidos de terem pão duro nos estabelecimentos? A açorda alentejana não resulta com pãezinhos de leite dos supermercados, nem com pão do dia.

Então a Açorda Alentejana passará a constituir um prato que só pode ser servido, nos restaurantes, clandestinamente. Estas são as leis que uns brutamontes -que nem sequer sabem onde fica Portugal- lá em Bruxelas ou no raio que os parta, lançaram para todos os povos da UE.

Fonte:- Manuel Abrantes – Portugalclub

 

Nota do EditorAcaba a açorda, acaba o ensopado de borrego ou de cabrito, a caldeirada e as MIGAS??? Vão fazê-las com pãozinho molinho? Vamos pedir à UE que nos mande a receita.

            Será que já proibiram aos ingleses de vender peixe frito, com batatas fritas, embrulhado com papel de jornal?

 

 

O Compadre Fernando João

é o novo Presidente da Academia do Bacalhau da Costa do Estoril

 

Compadre Fernando João, é novo Presidente, democraticamente eleito no dia 6 de Janeiro, desta nossa tão estimada Academia Irmã. A Academia do Bacalhau do Recife e este Boletim desejam ao novo Presidente as maiores felicidades e sucesso no novo mandato e...

OS NOSSOS PARABENS

 

 

Companhia Editora de Pernambuco – CEPE

 

            Não podemos deixar de parabenizar a CEPE pela maravilhosa edição do “Album de Pernambuco e seus Arrabaldes” de F. H. Carls. Um trabalho de arte final extraordinário.            Somos um dos felizes possuidores de um exemplar da 2ª. Edição e deixamos no ar esta pergunta:

- PORQUE A CEPE NÃO REPRODUZIU AS DUAS FOTOS DA PRIMITIVA PONTE FEITA POR NASSAU?

É uma foto da terra para o mar e outra do mar para terra, raríssimas, que enriqueceriam um pouco mais a vossa edição. Será que, calculando os livros que foram vendidos a CEPE não poderia editar essas duas pranchas? Eu, e certamente todos os compradores desta edição teríamos prazer em adquiri-las.

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