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Boletim Mensal * Ano V * Junho de 2007 * N.º 51 |
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GAVIÕES DE PENACHO |
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Jantar de Maio de 2007 |
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10 de Junho – Dia da Pátria, de Camões e das Comunidades Portuguesas
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| Exmo. Senhor Presidente da Republica
Portuguesa, Dr. Aníbal Cavaco Silva No dia 24 de Abril de 1974, Portugal enfrentava uma guerra em 4 frentes, na Guiné, em Angola, Moçambique e Timor. Tinha, na área dos combates mais de 300 mil homens do Exercito (tropas nativas e do continente), Marinha e Força Aérea. Gastavam-se bilhões de escudos para defender o que se dizia ser a Pátria. O escudo era uma moeda forte e, no mundo, a mais respaldada pelos depósitos em ouro no Banco de Portugal. Não se privatizaram empresas publicas, nem se venderam as participações em empresas privadas. Não se fecharam hospitais, maternidades, postos de saúde ou de emergência, não se pagava imposto para pescar no oceano, um cento de sardinhas custava 10 ou 20 escudos, não se acabou com a poupança emigrante, não se fecharam consulados nem se rebaixaram para vices para fazer economia, nem se viam as vergonhas sociais e cívicas que se vem pelas ruas de Portugal e se lêem nos jornais todos os dias. Será que os portugueses em Portugal e os emigrantes portugueses espalhados pelo Mundo, principalmente aqueles que como nós vivem em Pernambuco e tem ORGULHO dos heróicos combatentes luso brasileiras que daqui expulsaram o invasor flamengo e não deixaram a colônia do Brasil ser dividida em dezenas de países sem expressão e viram seu secular Consulado, que não só representava Portugal mas também a sua gloriosa história ser vergonhosamente rebaixado para Vice, se sentirão felizes com a situação que se vive? Santos e São Paulo cancelaram as comemorações do 10 de Junho e, pelo mundo quantas Comunidades não o terão feito. No próximo 10 de Junho de 2008, a concretizar-se a vergonhosa reforma consular, quantos o farão? |
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