Boletim Mensal * Ano V * Maio de 2007 * N.º 50

           

 

 

Enganaram novamente os Holandeses

 O legado Holandês (depois de 24 anos de ocupação)

“Não existe no Recife hoje nenhum prédio, ponte ou grande obra da época do período holandês. Sobraram apenas vestígios materiais (como azulejos) e achados arqueológicos, como as ruínas da Sinagoga Kahal Zur Israel, de 1636....”

            Declarações prestadas pelo Professor José Luiz da Motta Menezes, arquiteto e historiador da UFPE, autor do Atlas Histórico e Cartográfico da Cidade do Recife (1985) ao “CADERNO RECIFE” DO “Diário de Pernambuco, de 30/03/2007.

         O Palácio de Friburgo ou das Torres, a maior obra de Nassau, durou até finais do século XVIII quando, depois de duas dispendiosas reformas, foi demolido porque suas fundações, feitas de tijolo, tinham já sido destruídas pelos terrenos ácidos dos mangues do Recife e ameaçava cair.

         A Sinagoga Kahal Zur Israel, construída no tempo de Nassau, foi mandada edificar pelo judeu português Duarte Teixeira.

         Alem de uns  poucos azulejos colocados num torreão português do antigo Palácio da Boavista e aproveitado na construção do Convento da São Francisco, no Recife, não existe hoje, em todo o território que foi ocupado pelos holandeses (flamengos) um só sobrado ou o mais insignificante muro que por eles tenha sido construído.

 

Forte de Orange

        

      Na foto, o inicio das escavações no Terrapleno. Foram estas escavações que revelaram a muralha holandesa, em terra, como também a porta do primitivo forte holandês.

         Na página 2 as fotos do que foi encontrado do Forte de Orange nas pesquisas arqueológicas efetuadas pela Universidade Federal de Pernambuco.

Fonte:   Brasil Arqueológico 

Para visitar calcar aqui : EstruturaOrange

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1