Boletim Mensal * Ano IV * Setembro de 2006 * Número 43

           

 

Uma Lisboa que jamais existiu

As fantasias de um repórter ruim e o distraído Editor que a publicou

 

Uma Amiga Portuguesa veio passar umas férias a Maceió e, ao passar por uma banca de revista viu um numero de TURISMO & NEGOCIOS, revista que é editada naquela cidade e distribuída por todo o País, com uma reportagem  sobre Lisboa e comprou um exemplar.

Chegada a Lisboa entregou o exemplar que havia comprado à revista Portuguesa MULHER MODERNA, que publicou a pagina que aqui ao lado republico em fotocópia.

Começa a revista por dizer que a ignorância é triste, mas por vezes dá para rir e, de fato, todo o artigo da Revista Turismo & Negócios é uma anedota.

Tentemos então detalhá-las:- Para Turismo & Negócios, a maior obra de arte em estilo manuelino existente em Portugal, o Mosteiro dos Jerónimos, é em “estilo gótico”. Depois, “o idioma oficial é o português, mas fala-se fluentemente espanhol”. AGORA A OBRA PRIMA “Banhada pelo Oceano Pacifico e tendo como principal rio o Tejo........ Graças ao Estreito de Gibraltar liga-se também ao Oceano Atlântico.”

DEPOIS A MAIOR IGNORANCIA  “O curioso é que quase dois terços da capital portuguesa desapareceram após a segunda Guerra Mundial, mas o Primeiro Ministro de então, Marquês de Pombal, providenciou a recuperação das ruínas com orientação de excelentes arquitetos, preservando a originalidade das construções !!!!

E vamos parar por aqui, Senhor Editor da Revista Turismo & Negócios faça um favor ao seu repórter,  mande esse senhor estudar geografia, história e a língua Pátria e, leia com um pouco mais cuidado os artigos que libera para publicação.

Um abraço amigo de quem também enfrenta, por vezes, problemas parecidos.

 

 

Perolas de uma das maiores !!! economistas brasileiras.

       

De fato Dra. Maria da Conceição Tavares, a Senhora, há pelo menos três anos atrás não estava sabendo que perfume usar... Desta vez acertou em cheio.

Transcrito, com a devida vênia, da Coluna de Cláudio Humberto, no Jornal do Comercio de 31/08/2006

 

 

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