Caminhos

 

XLIII

 

Na noite de meu desespero,

teus olhos me perseguem na bruma,

como espectros, rondando meu ser;

tua imagem se confunde em meu pranto,

e a chuva insistente molda minha prece:

Senhor, como é triste a ausência

dos que nunca estiveram presentes!

 

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