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Beth Gibbons
Geoff Barrow
Adrian Utley
Dave McDonald
OBS: Geoff e Beth juntaram-se antes, no começo do anos 90. Adrian e Dave contribuíram em "Dummy", mas só se tornaram oficialmente membros a partir de "Portishead".
Saiba mais aqui.

 




Geoff, quando participou do primeiro álbum do Massive Attack, era conhecido como "o cara de Portishead", cidade próxima a Bristol, na Inglaterra.

 

 

 




Tocam ao vivo com o Portishead:

John Baggot -teclados
Jim Barr- baixo

Clive Deamer- bateria
Andy Smith- decks (DJ oficial da banda)

Nos álbuns:
Sean Atkins faz vocais em 'Cowboys' and 'Western Eyes'.
John Baggot toca orgão em 'Only You' e piano em 'Elysium'.
S. Cooper toca violino em 'Half Day Closing'.
J. Cornick contribui em 'Mourning Air' tocando trombone.
Clive Deamer toca bateria em várias faixas de Dummy: 'Mysterons', 'Strangers', 'Wandering Star', 'Numb', 'Roads', 'Pedestal', and 'Biscuit'. On Portishead: 'Cowboys', 'Humming', 'Seven Months', 'Western Eyes' e 'Undenied'.
Andy Hague toca trumpete em 'Pedestal' and 'All Mine'.
Richard Newell programa a bateria em 'It Could Be Sweet'.
Neil Solman comanda os teclados de 'Sour Times' and 'Roads'.


 




Britain's Mercury music prize (1995), por seu album de estréia, 'Dummy'.

 



Portishead usou samples dos seguintes artistas:

Lalo Schifrin ("More Mission Impossible") e Smokey Brooks ("Spin It Jig") em 'Sour Times'
Weather Report ("Elegant People") em 'Strangers'
War ("Magic Mountain") em 'Wandering Star'
Johnnie Ray ("I'll Never Fall In Love Again") em 'Biscuits'
Isaac Hayes ('Ike's Rap II' off his album "Black Moses") em 'Glory Box'
Ken Thorne ("Inspector Clouseau") em 'Only You'
The Pharcyde ("She Said") em 'Only You'
Black Sheep ("Butt in the Meantime") em 'Lot More' (no single de Sour Times)

Os seguintes artistas samplearam o Portishead:
PJ Harvey & Eric Drew Feldman samplearam 'Glory Box' na música 'Zaz Turned Blue'
Organized Konfusion sampllearam 'Mysterons' na música 'Sin'
Ice-T sampleou 'Numb' na música 'I Must Stand'
Semi-Psionic Galactadome sampleou 'Pedestal' na música 'Misanthrope', 'Cowboys' na música 'Strip Search', e 'Over' na música 'Catharsis'.
Nine sampleou 'Biscuit' na música 'Cloud 9'
Mixmaster Mike sampleou 'Elysium' na música 'Deportashun'
Incognito sampleou 'Glory Box' e 'Hell is Around the Corner' na música 'Marakesh'.

SAMPLES DE ISAAC HAYES
Tanto Portishead em "Glory Box", quanto Tricy em 'Hell is Round the Corner', usaram samples de 'Ike's Rap II' de Isaac Hayes. O album de Tricky (Maxinquaye) foi lançado primeiro, mas o Portishead escreveu "Glory Box" antes.

 



Portishead participou da trilha dos seguintes filmes:

Nadja - Roads/Str
angers
Tank Girl - Roads The Confessional - Numb
Stealing Beauty - Glory Box
The Craft - Glory Box
Love Walked In - Sour Times
Killing Time - Sour Times

Séries de TV:
Millenium - Roads
Central Park - Glory Box

 



MATANDO HOMENS MORTOS
"To Kill a Dead Man" é o título de um curta-metragem feito a partir de uma idéia original da banda. Geoff smepre quis fazer a trilha sonora de um filme, e antes que fosse convidado, resolveu fazer o seu próprio. O filme lembra os filmes "noir", envolvendo assassinato, espionagem e conspiração. Beth, Adrian e Geoff atuam no curta.

MYSTERON
O nome da música foi inspirado numa série sci-fi chamada 'Captain Scarlet and the Mysterons', lançada em 1967, onde alienígenas sadicamente atormentavam a raça humana, proclamando via rádio e TV profecias do juízo final (que podem estar referidas na letra da música). O tema da série "Theme From the Mysterons" foi sampleado na música, embora a banda não credite o sample no disco.

BRISTOL
Bristol, a cidade onde nasceu o Portishead, fica no sudoeste da Inglaterra, bastante distante de Londres e mais ainda do último epicentro da música pop britânica, Manchester. Talvez por isso mesmo adorada pelos 4 integrantes da banda, que lá podem se refugiar do assédio da mídia. "Não existem grandes egos na banda, nós estamos realmente distantes do perfil dos pop stars",afirma Goeff.

 


Fonte: Egotrip, V.3, N.3, 1998


TRIP HOP
"Não vale a pena falar de Tip-hop", diz Geoff. "Pra nós, tudo é musica, letras e melodia. Existem beats e a inspiração do hip hop, mas dar um nome para isso é ridículo. É música do Portishead, assim como o som do Radiohead é música do Radiohead. Simplesmente vá a uma loja de discos e procure na letra P".


TRISTEZA
"Não diria que o que fazemos é realmente triste", pondera Adrian. "Nos inclinamos naturalmente a usar tempos mais lentos nas músicas e as emoções despertadas por acordes desse tipo tendem a ser tristes". "Quando vamos ao estúdio, não é natural pra nós tocar tempos acelerados, tons alegres, entende o que eu digo?"
"Não é que Beth seja constantemente uma pessoa deprimida", diz Geoff, "mas é que quando ela houve a música, começa a escrever de modo muito pessoal, à partir de coisas bem reais para ela. As letras de Beth são excepcionalmente sinceras, abordam corações partidos, alienação, solidão e revisitam memórias e lugares muito dolorosos de serem reencontrados".


BETH GIBBONS
Fonte: Oor, N. 6, Abril 1999.

LETRAS
Eu as escrevi e elas pareciam então realmente pessoais. Mas a maioria delas escrevi há mais de uma ano e não parecem mais ser sobre mim.
O tempo cria uma distância. Me ocupei de outras coisas, minhas percepções se tornaram diferentes. Uma canção como Pedestal, por exemplo, é algo que só poderia ter sido criado naquela época. É sobre morte e eu estava pensando muito mais nisso do que agora. Eu achava que tinha uma imagem clara da morte, mas agora sei que é um mistério e sempre será, embora todos tenhamos uma coisa em comum: sabemos que a vida termina assim. Então eu tento imaginar como viveríamos se não soubéssemos que vamos morrer um dia. Viveríamos de modo totalmente diferente? Com menos cuidado, talvez? Com menos temores? Estas são coisas belas pra se pensar e escrever uma canção. Mas acho que depois de um ano de Portishead me tornei um pouco mais comedida.

A PARCERIA COM GEOFF
A música vem primeiro. Quando Geoff tem alguma coisa pronta, a inspiração vem automaticamente. Sua música é muito expressiva. Mas ainda assim é um processo muito difícil. Eu tenho que acrescentar alguma coisa à música, não apenas justapor a letra. Tem que haver uma sintonia, o que é um processo difícil. É quase como uma matemática: você sente que a música precisa de alguma coisa, mas não sabe o que é. Então você fica procurando, medindo, tentando. Cada vez você tenta de um ângulo diferente. Às vezes é frustrante, especialmente se não consegue nada em 3 dias. E de repente acontece! Aí eu dou o retorno para Geoff... que então diz do seu jeito cool: 'você poderia fazer esta parte de novo, porque soou um pouco falsa...", isso quando eu simplesmente pus todo meu coração e minha alma ali! Então levo pelo menos uma semana pra me recobrar. Esta é a diferença entre Geoff e eu: sou muito intuitiva, impulsiva e emocional. Ele é objetivo, pragmático e mais distanciado das coisas. Ele não tem idéia do que eu estou cantando, ele não está interessado e é capaz de assumir isso. Ele está mais preocupado com a impressão geral: as letras e as músicas, se elas se casam bem. E ele está certo!

PALAVRAS
Não há emoção apenas no modo como você canta, mas no que você canta. Quando eu tinha vinte anos, vivi isso de modo extremo: era grande fã de Cocteau Twins, especialmente de sua vocalista, Liz Fraser que usava palavras não existentes em suas letras. Exatamente como Lisa Gerrard do Dead Can Dance ainda faz. Eu achava aquilo fantástico: procurar por uma emoção extrema, que não pode ser alcançada por algo tão limitante como o vocabulário! Esta fase ainda não passou inteiramente: muito do que eu canto não encontra tradução literal.
Estávamos pensando em imprimir as letras das músicas no próximo disco, para que todas as pessoas pudessem ter sua interpretação sobre elas. Mas elas poderiam começar a ter sua própria vida e eu acho que a música do Portishead deveria permanecer como um todo no qual as letras estão em segundo plano. Nós não somos o Bom Jovi, como vocês sabem...

Fonte: Pagina Oficial
Eu realmente não sei o que dizer (como sempre). Acho embaraçante falar sobre mim mesma para pessoas que nunca encontrei e que não me conhecem muito bem. Essa é a razão pela qual prefiro não dar entrevistas .

 

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