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A
última folha cai suave, silente.
Árvore
forte, outrora frondosa
veste-se
de tristeza aparente,
orvalho
que cai em gota chorosa.
No
seu tronco a seiva resiste,
O
calor da vida volta a correr,
na
terra fria a semente insiste
entre
seixos e eixos romper.
Seu
olhar voltado para o espaço
com
os ramos em braços abertos
esperando
serem presos no abraço
e
por flores de amor serem cobertos.
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