Jogo de
palavras sem sentido. Fernando Pessoa tem um poema “parecido”,
mas poema. Este, não; não é poema... Um jogo de pensamento,
um exercício, nada mais. Mas deve-se escrever sempre, sempre que isso
nos anime e, nos levo a qualquer lado.
1,1
É dez,
nota dez. Cada subdivisão de cinco versos nos faz ficar com
água na boca literária. Pecou apenas por ter posto uma
vírgula no primeiro verso da terceira estrofe. O fôlego
dá-se naturalmente; é um declamar suave. Parabéns
à (ao) poeta.
10,0
Mais pela
idéia que pelo estilo. Interessante...
9,5
Só
gostei do título. Merecia melhor conteúdo.
5,0
Quem consegue
entender isso? Deviam mandar para
o 7 Mares, ele ia fazer uma festa (kkkk)
1,0
Não
vejo sentido nesse texto, assim como não acho que seja poesia. Lamento
dizer que não gostei!
3,0
Com o
avançar da idade tenho lido cada vez mais com o coração
e cada vez menos com a mente.
6,0
É uma
frase muito filosófica: entendia assim: quando penso, SOU! Penso em
ser! Nunca no que sou! Em consciência quando penso, não sou
naquele instante e esqueço! Me torno
invisível!
9,0
Gosto muito
deste tipo de poesia com jogo de palavras, sem métrica, sem rima, quando
é bem feita. Gosto muito deste ser não
ser; escrevo muito assim. É como brincar com a imaginação
do leitor, instingando-o a tentar acompanhar o
pensamento do poeta.
7,5
Não
gostei.
5,0
(Não
comentou)
6,5
Um jogo de
palavras delicadas e sutis que define o ser pensante. A
constatação do ser consciente diante da própria
consciência do ser ou não ser, ou seja, o julgamento de si mesmo
ante o pensar consciente de ser um "ser" pensante.