CAPÍTULO VI
Resumo:
Os monopólios ; as fortunas dos
cristãos dependem desses monopólios. A aristocracia
privada de riqueza territorial.O comércio, a indústria
e a especulação. O luxo. A alta do salário
e o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade.
A anarquia e a embriaguez. O sentido secreto da propaganda
das teorias econômicas.
CRIAREMOS em breve enormes monopólios, colossais reservatórios
de riquezas, dos quais as próprias fortunas dos cristãos
dependerão de tal modo que serão por eles devoradas,
como o crédito dos Estados no dia seguinte a uma catástrofe
política... (1)
Os senhores economistas aqui presentes devem considerar a
importância dessa combinação!....
Precisamos desenvolver por todos os meios possíveis
a importância de nosso Governo Supremo representando-o
como protetor e remunerador de todos os que se lhe submetam
voluntariamente.
A aristocracia dos cristãos desapareceu como força
política e não temos mais que contar com ela;
porém como proprietária de bens territoriais,
poderá prejudicar-nos na medida da independência
de seus recursos. É preciso, portanto, arrancar-lhe
as suas terras. O melhor meio para isso é aumentar
os impostos sobre seus bens de raiz, a fim de endividar a
terra. Essas medidas manterão a propriedade territorial
num estado de absoluta sujeição. (2)
Como os aristocratas cristãos não sabem, de
pais a filhos, se contentar com pouco, serão rapidamente
arruinados.
Ao mesmo tempo, devemos proteger fortemente o comércio
e a indústria, sobretudo a especulação,
cujo papel é servir de contrapeso à indústria;
sem a especulação, a indústria multiplicaria
os capitais privados e melhoraria a agricultura, libertando
a terra das dívidas criadas pelos bancos rurais. É
necessário que a indústria tire à terra
o fruto do trabalho, como o do capital , que nos dê,
pela especulação, o dinheiro de todo o mundo:
lançados, assim, às fileiras dos proletários,
todos os cristãos se inclinarão diante de nós
para terem ao menos o direito de viver. (3)
Para arruinar a indústria dos cristãos, desenvolveremos
a especulação e o gosto do luxo, desse luxo
que tudo devora. Faremos subir os salários, que, entretanto,
não trarão proveito aos operários, porque
faremos, ao mesmo tempo, o encarecimento dos gêneros
de primeira necessidade, devido, como apregoaremos, à
decadência da agricultura e da pecuária (4);
demais, habilmente e profundamente subverteremos as fontes
de produção, habituando os operários
à anarquia e as bebidas alcoólicas (5), recorrendo
a todas as medidas possíveis para afastar da Terra
os cristãos inteligentes.
Para impedir que essa situação seja vista prematuramente
sob seu verdadeiro aspecto, mascararemos nossos verdadeiros
desígnios com o pretenso desejo de servir às
classes trabalhadoras e de propagar os grandes princípios
econômicos que atualmente ensinamos.
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Notas e comentários
(1) O que se passou no mundo moderno, depois do aparecimento
dos "Protocolos" autentica o plano judaico. Como
poderiam adivinhar? Os monopólios, os trustes, os cartéis,
os açambarcamentos multiplicaram-se por toda a parte
e os jogos financeiros devoraram os créditos de todos
os Estados. Basta ler o formidável e documentadíssimo
livro "La fin du capitalisme", de Fernand Fried,
com prefácio do judeu Daniel Halévy, Edição
Bernard Grasset, Paris, 1932, para verificar como as idéias-dinheiro
criaram o capital e quais seus resultados: distribuição
desigual de rendas e oligarquias financeiras, a tragédia
das massas, o socialismo, o marxismo, a crise, a paralisia
e o endividamento dos Estados, tudo o que decorre dos "Protocolos"...
(2) Esta parte do plano tem sido visibilíssima. Basta
observar como por toda a parte, sem o menor estudo sério
das realidades e condições locais, se grita
contra o latifúndio, e, ao menor surto revolucionário,
se trata de distribuir as terras.Examine-se o aumento constante
dos impostos sobre os bens de raiz em qualquer nação
do mundo e se ficará assombrado da maneira como o judaísmo-maçônico
sugere aos legisladores e governantes todas as medidas que
deseja por em prática. Fernand Fried, tratando da crise
moderna (**de 1929**), diz, por ignorar a questão judaica
(?), que nela, crise, "não há erro, mas
fatalidade". Com efeito, o plano oculto é tão
diabólico que se transformou para os povos cristãos
num novo destino.
(3) Tudo o que aí está: separação
dos interesses da indústria e do comércio dos
interesses da terra, estiolamento e garroteamento da agricultura,
especulação, luxo desbragado, tudo isso temos
visto e estamos vendo.
(4) É o círculo vicioso de que fala F. Fried,
op. cit. pág.122 : "Vemos, na economia mundial,
que se defrontam, não só a oferta e a procura
paralisadas, sem esperança de se tornarem a equilibrar;
mas também, dum lado, os camponeses empobrecidos, incapazes
de adquirir objetos manufaturados, máquinas e utensílios;
do outro, as massas operárias tão empobrecidas
que não podem mais satisfazer suas necessidades indiretas
de matérias primas. Tanto menos o camponês compra
trabalho quanto mais a produção da indústria
diminui, aumentando o número de fábricas fechadas
e de desempregados, e os operários compram em menor
quantidade de pão ao camponês. E o ciclo recomeça...
O sistema está num beco sem saída. Os depósitos,
as salas das fábricas sem vida, os exércitos
de desempregados crescerão ainda, incharão e
chegaremos a morte pelo congelamento da economia mundial..."
Já os créditos estão na maioria congelados,
o que é significativo (**entre 1929 e 1936**)
O texto dos "Protocolos" data de 30 anos (**hoje
de 100 anos, e continua sendo seguido a risca**); é
o traçado maldoso do plano. O texto de Fried data de
5 anos: é a verificação inocente dos
resultados do plano.
(5) Nos países de grandes massas camponesas, sobretudo,
os judeus se entregam ao comércio das bebidas alcoólicas,
propagando com rara habilidade o vício da embriaguês.
(** Veja quem são os donos da gigantesca Seagram...**)
Segundo o judeu Bernard Lazare, em "L'Antisémitisme",
vol II, pág. 23, na Romênia, como aliás,
na Rússia, "eles arrematavam o monopólio
da venda das bebidas alcoólicas..." Idem, pág.
24: "pela lei de 1856, foi-lhes retirado o direito de
vender bebidas alcoólicas". Em 1887, Calixto de
Wolski escrevia em "La Russie Juive", pág.
55, que os judeus tinham obtido, na Rússia, "o
direito de venda de aguardente nos botequins das pequenas
cidades e dos campos, onde, para eles, a arte de embrutecer
os camponeses pela embriaguês, o abuso e a propaganda
das bebidas alcoólicas se tornou a mais produtiva das
especulações.""
(**conforme os protocolos: degenerar os povos cristãos
ao mesmo tempo que se eleva explorando pelos vícios
deles e acumulando riquezas através dessa indústria
lucrativa do vício...**)
Na Europa Oriental, havia mesmo uma designação
própria para os judeus que se ocupavam da venda de
bebidas alcoólicas: eram os felatakim.
Assim, desta vez, os "Protocolos" comprovam uma
ação a que os judeus já se vinham entregando
e continuam a entregar-se.
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