Não!

Meu pai, um faroleiro pacato vivia o dia-a-dia calmamente, fruto de muito planeamento e muita reflexão, nunca dera um passo na vida sem que fosse pensado e repensado uma dúzia de vezes.

Pouco dotado ao risco e à aventura, tudo o que fazia era na estrita necessidade e no maior controlo possível, assim nenhum dos genes que deu origem a este meu  génio aventureiro poderia ter vindo de meu pai, João de Castro.

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