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Eu sou a In�s, tenho 18 anos e gosto imenso de escrever poesia.
Os meus poemas s�o como Di�rios, escrevo neles os meus sentimentos, neles est�o masi que um pouco daquilo que sou. A cada linha escrita minha alma era sugada, neles ficou aprisionada.
Passei por uns maus momentos e naturalmente isso reflectiu-se nalguns neles, mas n�o se assustem, pois n�o h� mar� que dure para sempre... felizmente a minha mar� baixa j� passou e agora est� tudo em alta, mas mesmo assim decidi partilh�-los com voc�s.
Assim se algu�m estiver a sentir o que antes tamb�m experienciara, saber� que n�o est� s�, que pelo menos eu o consigo compreender.
E n�o h� nada melhor do que viver um dia de cada vez e olhar sempre em frente.
Apaga os males de tua mente, e vence !!!
Espero que gostem deles. Sei que n�o tenho grande jeito, mas foi com sentimento.
Jocas a todos.
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quem somos
Idade: 18
Ocupa��o: estudante
Reside: Montijo
Contacto: ---
Maria In�s
de Carvalho Sousa
Outras galerias:
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No meio de uma multid�o imensa
senti o teu respirar,
ouvi o teu andar,
pressenti o teu aproximar...

Sozinha no meio de uma multid�o imensa
pressenti a vis�o do teu rosto,
senti o veludo do teu tacto,
ouvi o ondular de teus cabelos ao vento...

Apenas sozinha no meio de uma multid�o imensa
ouvi o teu palpitar,
pressenti o teu chamar,
senti o teu breve... olhar...

Ainda apenas sozinha no meio de uma multid�o imensa
sentia tua m�goa,
ouvi o teu afastar,
pressenti o teu adeus...
Uma vez mais
2000
Literatura
Uma vez mais te senti, te ouvi, te pressenti... te perdi !
Consegues senti-lo ?             Toque                     DEUS                            Uma vez mais
As brasas a envolverem-te ?      Minha alma sente-te        O medo da beata                             senti teu respirar,
O sangue a evadirse.                  Deseja-te...                       a coragem de quem por Ele mata,  ouvi teu andar,

Olhos que se abrem               Grito                         ...                                  Lento morrer
Eram formas, tra�os e cores      Vira-se o corpo            Minha mente voltou-me a matar       N�o s� a alma o sente
e agora meros horrores,            E quem encontro ?        f�-lo sem parar                                 o corpo o pressente

Voltem,voltem sim...                 ...
mesmo que n�o seja por mim.      Nascem mundos na minha mente,
                                                      fluem sentimentos nas minhas prosas,
                                                      mergulhadas em ilus�es, falam como provas
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