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| Pele inicialmente avermelhada | |
| � medida que a geladura se desenvolve, a pele fica p�lida ou cinza amarelada | |
| Dor que desaparece progressivamente devido � a��o anest�sica do pr�prio frio | |
| Dorm�ncia na parte atingida |
TOME AS SEGUINTES PROVID�NCIAS:
| Cubra a parte atingida com a m�o ou com um agasalho de l� | |
| Se a les�o for nos dedos ou nas m�os, fa�a a v�tima coloc�-los sob as axilas, pr�ximo ao corpo | |
| Coloque a parte atingida em �gua morna (cerca de 42 graus Celsius) | |
| N�o tendo �gua aquecida ou caso seja impratic�vel seu uso, enrole com cuidado a parte afetada em um cobertor | |
| Deixe a circula��o se restabelecer normalmente | |
| Logo que haja aquecimento na �rea lesionada, encoraje a v�tima a exercitar os dedos das m�os e dos p�s | |
| D� uma bebida quente: ch�, caf�, leite |
| Torpor e tonturas | |
| Vacila��o e dificuldade de enxergar | |
| Inconsci�ncia |
| D� um banho morno | |
| Envolva num cobertor | |
| Ponha a v�tima em quarto aquecido | |
| D�-lhe bebidas quentes, se estiver consciente | |
| Procure um m�dico |
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Contratura involunt�ria da musculatura, provocando movimentos desordenados e em geral acompanhada de perda de consci�ncia.
| Coloque a v�tima em lugar confort�vel, retirando de perto objetos com que se possa machucar | |
| Introduza um peda�o de pano ou um len�o entre os dentes para evitar mordidas de l�ngua | |
| Afrouxe as roupas | |
| Veja se existe pulseira, medalha ou outra identifica��o m�dica de emerg�ncia que possa sugerir a causa da convuls�o | |
| Terminada a convuls�o, mantenha a v�tima deitada. Deixe-a dormir, caso queira, com a cabe�a voltada para o lado | |
| Procure um m�dico ou transporte a v�tima at� ele |
N�O D� TAPAS
N�O JOGUE �GUA SOBRE A V�TIMA
MANTENHA-SE VIGILANTE - AFASTE OS CURIOSOS.
NAS CONVULS�ES INFANTIS, SE HOUVER FEBRE ALTA, D� UM BANHO MORNO DE IMERS�O DE MAIS OU MENOS 10 MINUTOS. DEITE A CRIAN�A ENVOLTA NA TOALHA. PROCURE UM M�DICO.
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| Trate o doente com respeito, seja qual for a rea��o dele e mesmo que lhe seja hostil | |
| Chame logo um profissional de sa�de | |
| Procure localizar um parente ou pessoa que possa se responsabilizar pelo doente | |
| Tenha paci�ncia, seja am�vel e inspire-lhe confian�a | |
| Desvie a aten��o do paciente de tudo que possa ser prejudicial. Tente obter sua colabora��o | |
| Seja firme em suas decis�es. Somente tome atitude de imobilizar o doente se ele estiver na imin�ncia de causar preju�zos a si mesmo ou a outras pessoas |
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SINTOMAS MAIS COMUNS:
| Respira��o extremamente curta, falta de ar | |
| Agita��o e express�o de agonia | |
| Dor na parte superior do abdome | |
| Dor no peito, �s vezes estendendo-se pelos bra�os ou para o pesco�o e a cabe�a | |
| Suores, palidez e enj�o | |
| � poss�vel que o paciente tussa, provocando a sa�da de um l�quido espumante e rosado pela boca |
| Procure um profissional de sa�de COM URG�NCIA | |
| Ajude o paciente a tomar a posi��o que lhe seja mais confort�vel (geralmente � uma posi��o entre sentado e deitado) | |
| Desaperte-lhe a roupa - cinto, colarinho, gravata etc. | |
| Cubra-o para n�o sentir frio. Mas n�o exagere a ponto de provocar suores | |
| Mantenha o doente calmo | |
| Sugira ao paciente respirar profunda e lentamente, exalando pela boca | |
| Indague do doente se j� teve outros ataques ou est� em tratamento m�dico | |
| Veja se o doente traz nos bolsos rem�dios de urg�ncia | |
| Aplique-os, seguindo as instru��es que acompanham os mesmos, desde que a v�tima esteja consciente |
N�O ENCONTRANDO UM PROFISSIONAL DE SA�DE, LEVE O DOENTE URGENTEMENTE AO HOSPITAL MAIS PR�XIMO TRANSPORTANDO-O COM OS DEVIDOS CUIDADOS
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