ESPIRITUALIDADE GERMANICA.

Leitura de Runas: O Taro Nórdico

por: Bill Linzie

Tradução para o Espanhol: Gudja Hoen Falker

Tradução para o Português: Gudja Áistan Falker

 

 

 

As Runas como um oráculo no Asatru reconstruído, ao contrário da crença comum, não estavam presentes desde o início. Anteriormente a 1980 da vulgar era cristã, as runas foram tratadas principalmente como um alfabeto secreto da mesma maneira que a escrita Tebana, havia sido originalmente usada pelos wiccanos em seus primórdios.

 

A mais antiga referência para o uso das Runas como um oráculo, que este autor pôde encontrar, estava em um antigo livro de Doreen Valiente, uma co-criadora da wicca, junto com Gerald Gardner, que menciona em um livro que ela havia aprendido a ler runas, com uma conhecida sua do Reino Unido.

 

Se ali existe a primeira fonte de material para uso das Runas como oráculo, não só é desconhecido a este autor, com também para os outros. A facinação com as Runas, sem demora, tem uma longa história nos círculos ocultistas.

 

Ederd Thorsson, é certamente o criador da "...leitura de runas no Asatru Moderno...", ele fez uma extensa investigação do uso das runas por magos cerimoniais alemães, do final do século 19 até a metade do século 20, e tem demonstrado as runas como vistas na verdade como símbolos de forças subjascentes ao funcionamento de todo o universo - uma versão ocultista da tabela periódica.

 

Os grupos ocultistas na Alemanha, tem experimentando os diferentes "estilos" de Runas.

 

Há um pouco de informação a respeito do uso das Runas, na magia popular, através de toda a Escandinávia, inclusive durante a Idade Média, porém não há menção do oráculo.

 

A moderna fascinação com Runas provavelmente surgiu  na parte final da decisão Ace Paperbacks, de publicar a baixíssimo custo a trilogia de Tolkien, "...The Lord of the Rings...", que foi muito popular nos campos universitários do final de 1968 da vulgar era cristã, até 1977 da vulgar era cristã.

 

Tolkien, um conhecido filologista e linguista, britanico, havia incorporado o uso das Runas, profundamente no terreno através das "...linguagens..." que ele criou para a trilogia.

 

Este autor pode recordar intermináveis hroas de fascinação, lendo os apêndices do "...Senhor dos Anéis...", e maravilhando-se com os possíveis siginificados místicos, por traz destes símbolos.

 

O oráculo como é comumente praticado hoje, foi iniciado por Stephen Flowers, aliás Edred Thorsson, sob os auspícios da AFA.

 

Isto permitiu a Flowers, um forum em sua publicação (que era publicado 8 vezes por ano, e que se adequava com o calendário wiccano-Asatru), "...The Runestones...", para seu trabalho, o qual havia iniciado originalmente na escola de graduação da Universidade do Texas.

 

O interesse de Flowers por esse tempo era a magia cerimonial, particularmente o trabalho dos magos ários germánicos, ao redor de 1850 - 1950.

 

Mas o que Nada sabia nesses tempos, Flowers era um homem brilhante que estava oferecendo um oráculo moderno, consistente com a cosmovisão germânica, melhor do que o que era conhecido nesse tempo, e baseado na erudição.

 

O material nunca foi apresentado por Flowers e nem por nenhum outro, como um ORÁCULO ANTIGO.

 

Em 1982, da vulgar era cristã, Ralph Blum, publicou seu "...Book of Runes...", o qual popularizou o conceito de Runas como oráculo e fez com que a idéia de "...ler Runas...", tornar-se pública ao Asatru Moderno.

 

Realmente, muitos convertidos ao Asatru deste tempo, verdadeiramente encontraram como causa de seu interesse pelo Asatru, na história das Runas.

 

Não obstante, a reação do Asatru no tempo da publicação de Blum, foi "...Não é assunto de um não-Asatrú publicar este material..."! Isso é legalmente nosso.

 

Os seguidores de Asatrú começaram rapidamente, a difundir a idéia de que o oráculo rúnico, era uma nova criação baseada na sabedoria de seus argumentos.

 

Deste tempo em diante, o Asatru moderno tem tido argumentos para reclamar seu "...antigo direito...", de ler Runas, inclusive que isso foi introduzido como uma criação moderna, 4 anos anterior ao livro de Blum.

 

Para os membros deste tempo, a publicação do "...Book of Runes...", era um convite a batalha por território conceitual.

 

Esta foi a primeira vez em uma década de reconstrução, em que Asatru havia sido melhorado no esquema das coisas, e como consequência, a maioria dos primeiros livros publicados como continuações ao primeiro trabalho de Edred Thorsson, de 1984, mencionam muitas das "...falácias..." percebidas na obra de Blum.

 

A comunidade Asatru deste tempo sentiu-se vingada, quando Blum posteriormente admitiu publicamente que ele não conhecia nada de Asatru, ou que havia penetrado "...território sagrado...".

 

A percepção da idéia provavelmente radica em sua maioria, no desejo de estar participando de um Antigo Rito.

 

Frequantemente os neófitos do Asatrú, citam a Germania de Tácito, para retornar a idéia de que a leitura de Runas é antiga:

 

"...Observam, como os demais, os augúrios e a sorte, porém os sortilégios são sem artifícios.   Corta de alguma árvore frutífera, uma vara, a qual, é feita em pedaços e posta em cada um destes pedaços um Sinal, então escolhem, sem olhá-las, sobre um tecido branco, e logo o sacerdote da cidade, se é que se trata de negócio público, ou o pai da família, se é coisa particular.  Depois de fazer orações aos Deuses, alçando os olhos ao céu, toma três pedaços de cada vez, e faz a interpretação segundo os sinais que anteriormente haviam colocado neles..."

 

Este é o método, sugerido por Thorsson, em seus primeiros escritos, em relação a leitura de Runas, exceto que no tempo de Tácito, AS PROTO RUNAS todavia NÃO HAVÍAM EVOLUÍDO PARA AS RUNAS, e a leitura de Runas como um oráculo, não seria inventada até 2.000 anos depois.

 

A partir de 1985, a maioria dos convertidos ao Asatrú havíam passado pela Wicca e tínham, pelo menos conhecimentos introdutórios do Tarot.

 

O efeito disto é óbvio em numerosos artigos e livros que tem sido escritos a partir de 1985, acerca da leitura de Runas.

 

A maioria fala em termos de antiguidade do Oráculo Rúnico.

 

A maioria usa "...disposições..." que são comuns ao Tarot, porém que dificilmente se referem a leitura de TÁCITO.

 

Muitos MUDAM OS RESULTADOS SEGUNDO A RUNA ESTAR INVERTIDA OU EM SENTIDO CORRETO.

 

As Cartas de Runas, são agora a mais popular ferramenta para o Oráculo Rúnico.

 

Ao que Thorsson tenha sugerido utilizar uma antiga forma de efetuar sortes similar ao que Tácito descreve, a idéia não se fixa, provavelmente porque procurar sortilégios é "...lugar comum...", ou seria como dizer "...lançar uma moeda...",  porém também é porque não tem o ar de mistério ao redor que a leitura de antigos símbolos.

 

Procurar sortes e outras formas germânicas de adivinhação que tem uma base histórica no saber, tais como as relativas ao movimento dos cavalos, o canto dos pássaros e outros sígnos e augúrios, permanecem em uma extensa área em Branco no Asatrú moderno, e estão tristemente inexploradas como se carecesse de interesse.

 

Se Tolkien tivesse escrito acerca do místico nos sortilégios, e na magia do canto das aves em seus apêndices, do Senhor dos Anéis, e Blum houvesse escrito o "...Livro dos Sons e Movimentos do Cavalo...", para que os Asatruas modernos assim tivessem uma visão muito diferente hoje em dia.

 

Índice

 

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1