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Olá amigos leitores, minha historia é muito excitante aos olhos
estranhos, devo confessar que aos meus também, principalmente quando
bate a excitação, pois sempre lembro do passado com enorme prazer e
desejo, sendo que, posteriormente ao ato de masturbação bate o grande
sentimento de culpa e arrependimento.
Passado o êxtase do sexo entre irmãos, este ato torna-se algo que
realmente machuca. Hoje, anos apos, é difícil lembrar de toda
instintual e impensada aventura sem sentir um imenso arrependimento, uma
amargura sem igual.
Tenham absoluta certeza meus caros amigos leitores, aqueles que escrevem
historias de incesto com finais patéticos, do tipo, “então, após
meu irmão gozar dentro de mim se beijamos loucamente como dois amantes,
muito satisfeitos, felizes da vida, já excitados imaginando a próxima”,
pregam uma grande mentira, pois irmãos que venham a fazer sexo na real
sabem o quanto o pós-prazer é doloroso e nojento, não existindo nada
de alegria após o êxtase de um orgasmo fraterno, existe sim um imenso
vazio amargo, um arrependimento de morte. Sexo entre irmãos é movido
pelo tesão do proibido, do ilegal, não existindo ternura alguma após
o ato.
Esta é a verdade definitiva, assim são as verdadeiras historias reais
de incesto.
Na época do fato eu estava com anos, tinha um corpo muito excitante aos
olhos masculinos embora não fosse nada fora do normal, com estatura
baixa de ,m, kg, olhos e cabelos castanhos escuros, meu estilo é mignon.
Meus seios eram médios para grandes, bem firmes, sendo que, o que
realmente encantava os homens eram minhas grandes aréolas escuras com
grandes bicos pontudos e suculentos (segundo os homens), mais pareciam
“numa comparação grosseira” duas chupetas de mamadeira. Minha
bunda sim, essa era imensa, meu apelido entre as amigas mais chegadas
era “saúva”, pois alem de uma bunda enorme de cm, esta era muita
arrebitada, meu porte pequeno fazia com que me destacasse, pois bunda não
faltava. Minhas coxas eram grossas e minha boceta era pequena, embora
meu clitóris fosse avantajado, possuía pentelhos negros, não muitos,
mas bem visíveis já que não me depilava tão constantemente.
Meu irmão, na época estava com anos, era um menino em plena puberdade
(vivenciou esta fase a partir dos anos), bonito, já com forma de homem,
pelos pelo corpo, na fase áurea do “tesão”, um grande batedor de
punhetas.
Nesta fase, eu comecei a perceber que meu irmão olhava para mim com
olhos diferentes, olhos muitas vezes notadamente tarados, comecei a
notar o tesão que aquele rapazola sentia por meu corpo, porem
considerava normal, pois ate ai então não passava disso.
Com o passar do tempo começaram a ocorrer fatos que me trouxeram muita
excitação, mas que com toda certeza também trouxeram enorme
arrependimento e amargura ao fim de cada um deles, porem aqui vou
discorrer no que foi excitação, tesão, pois a parte amarga da
historia não interessa aos leitores. Estes são os fatos:
Desde que meu irmão nascerá sempre fora muito comum o fato de eu andar
pelada em sua frente, o que mudou com seus anos, pois notei que este me
olhava diferente, me senti sem jeito e passei a evitar ficar pelada,
nunca mais me mostrando desnuda aos olhos de meu irmão, o que só
contribuiu para que seu tesão aumentasse.
Lembro-me de certa ocasião em que assistíamos tv, meu irmão num sofá
diagonal ao meu, eu com uma saia jeans descuidadamente fiquei com as
pernas abertas, percebi que meu irmão me fitava muito, não tirava os
olhos de minha boceta tapada com uma calcinha branca de seda, ao notar
fechei as pernas rapidamente, mas aquilo me deixou excitada, embora me
repugnasse a idéia eu sentia tesão, estava com a boceta inchada e
molhada após perceber o quanto meu irmão estava excitado me olhando,
senti prazer em saber que era desejada, que deixava meu jovem irmão de
pau duro.
Quando eu ia tomar banho de sol no pátio, notava que meu irmão passava
a tarde toda rondando, ficava maluco fitando minha enorme bunda exposta
ao sol, quando eu levantava e saía caminhando pelo pátio ele me
seguia, acompanhava meu enorme bumbum robolando dentro do minúsculo
biquíni que usava em casa.
Certo dia, enquanto tomava banho de chuveiro percebi que pelo buraco da
fechadura alguém me espionava, era meu irmão, o único presente em
casa naquele momento, aquilo me deixou primeiro com raiva, depois com
vergonha e a seguir com muito tesão, decidi relaxar, dei um espetáculo,
deixei a porta do Box aberta e me ensaboei na frente dele que a tudo
assistia pelo buraco da fechadura; acariciei meus peitos bicudos,
esfreguei minha bunda, lavei a boceta demoradamente, me agachava
rebolando o bumbum, eu sabia que atrás da porta numa pratica típica de
um clássico voyeur lá estava ele, alucinado, se deliciando, enxergando
claramente meu corpo desnudo, todo ensaboado, há muito tempo meu irmão
me espionava no banho, desde que parei de ficar nua em sua frente, meu
irmão adorava me ver pelada no chuveiro, passou a fazer isso todos os
dias. Após sair do banho notei que ele estava sem fôlego, entrou
rapidamente no banheiro com enorme volume entre as pernas, lá
permanecendo por algum tempo.
Tornou-se comum o fato de meu irmão me espionar pelada, eu fingia que não
percebia, ele fazia isso na hora de meu banho e em meu quarto, enquanto
me trocava, eu provocava muito, pois experimentava minhas minúsculas
calcinhas e passava creme nos seios, meu irmão chegava a passar mal.
Determinado dia eu percebi que logo após me trocar, meu irmão entrou
rapidamente no meu quarto, dirigindo-se imediatamente depois ao
banheiro, morri de curiosidade, decidi espiona-lo, e para minha enorme
surpresa flagrei meu irmão batendo punheta cheirando minhas calcinhas
recém usadas, enxerguei perfeitamente ele esfregando a peça no nariz,
respirando fundo, também esfregava a peça no pau, colocava no nariz e
enlouquecia com o cheiro de boceta. Pela primeira vez pude ver o jovem
cacete de meu irmão, que era normal de tamanho, nem muito grande nem
muito pequeno, bastante pentelhudo e extremamente ereto. Não demorou
para eu ver meu irmão jorrar muita porra, muitos jatos de leite
enquanto cheirava e lambia minhas calcinhas sujas.
Outro fato muito excitante ocorreu em uma noite de verão, enquanto eu
dormia apenas de calcinha (destas pequenas, mas que tapam a bunda) e
blusinha basica; meu irmão aproveitando-se do fato de minha porta estar
apenas encostada adentrou meu quarto, eu percebi, no entanto fiz que
dormia, apenas para ver o que se sucederia, meu irmão pode me ver
claramente apenas de calcinha e blusinha, pois a luz da televisão
ligada me mostrava perfeitamente, eu de bruços com a bunda exposta. Meu
irmão notadamente alucinado ajoelhou-se ao lado da cama, fitou-me por
alguns minutos, ofegante tomou coragem e levemente alisou a polpa de
minha bunda, senti sua respiração forte, posteriormente começou a
passar a mão em toda extensão da minha bunda, este precavido, tomando
cuidado para não me acordar, ele apalpava com gosto passando o dedo
pelo meu cu e chegando em minha boceta, isto tudo por cima da minúscula
peça de roupa. Eu percebia tudo, pois com os olhos semi-abertos eu
enxergava através do reflexo de minha janela. Meu irmão batia punheta
apalpando minha bunda e coxas, posteriormente eu me virei de frente, meu
irmão tomou um grande susto, guardou rapidamente o cassete e saiu
correndo do quarto. Após o susto meu irmão esperou um pouco e
retornou, agora me encontrando de frente, podendo ver claramente minha
boceta inchada, ele percebia meus pentelhos negros, pois minha calcinha
era branca, quase transparente. Aproveitando-se de minha posição,
apalpou meus seios que estavam com os grandes bicos duríssimos quase
furando minha blusa, meu irmão apalpava o seio inteiro e apertava
levemente os bicos, isto o deixou maluco, chegava se contorcer de tanto
tesão, logo após meu irmão alisou levemente minha boceta, pode
perceber o quanto ele era inchada, meu grelo excitando estava duro, meu
irmão me tocava e ao mesmo tempo batia punheta tendo que parar a todo
instante, ou iria acabar gozando na minha cama; eu também estava muito
excitada, mas consegui disfarçar, fazer que dormia. Após algum tempo
novamente me virei de bruços, meu irmão tomou mais coragem, percebendo
que meu “sono” era pesado pegou minha mão e fez com que alisasse
seu cassete duro, percebi o quanto estava excitado, quase pirei, mas não
mexia os dedos, deixava que ele fizesse com que eu alisasse, depois ele
esfregou o pau na minha bunda e enfiou a mão por dentro de minha
calcinha, alisando meu cú, levava o dedo ao nariz e cheirava, ficava
louco com o cheiro de meu cú, posteriormente ele alisou minha boceta,
sentiu o quanto estava molhada, levou o dedo molhado a boca provando o
gosto de minha excitação, meu irmão ainda acariciou meus seios por
dentro da blusa, e derrepente começou a gemer, percebi que ele estava
gozando em sua bermuda, após se extasiar saiu rapidamente do meu
quarto.
Assim sucederam-se inúmeros fatos, meu irmão cada vez mais excitado,
fissurado, eu me sentia assim também, pois a idéia de ser possuída
pelo meu irmão trazia um misto de angustia, dor mental e acima de tudo
tesão, muito tesão imaginando o proibido, o ilegal. Eram freqüentes
as espionagens, as bolinações noturnas, as cheiradas de calcinha por
parte de meu irmão com meu consentimento, até que determinado dia o
fato que realmente mudou nossas vidas acabou acontecendo, a fantasia
acabou tornando-se real, não houve como evitar o ato do incesto.
Numa noite quente de fevereiro, eu e meu irmão encontrávamos-nos
sozinhos em casa, pois todos haviam ido passar o fim de semana fora,
como de costume, a noite sentamos a frente da tv, começamos a conversar
variados assuntos, ate que naturalmente o assunto sexo foi surgindo.
Achei que já era hora e o momento mais propicio para falar sobre as
coisas que andavam acontecendo, precisava saber, pois psicologicamente
estávamos afetados, porem muito mais estávamos fisicamente excitados.
Comecei a indagar meu irmão sobre suas aventuras, se já havia estado
com mulheres apesar de ser bem jovem, meu irmão respondia visivelmente
constrangido, mas sem sombra de duvida já muito excitado. Eu tomei
coragem e comentei que ja havia percebido o quanto ele me espionava e se
excitava comigo, não sei o que deu em mim, mas me deixei dominar pela
situação de excitação. Meu irmão ficou extremamente vermelho, não
sabia o que falar, apenas sorria sem jeito, ele acabou confessando,
disse que era muito carente, que adorava me olhar e que tinha varias
fantasia comigo. Neste momento eu fiquei sem jeito, me senti estranha,
comentei com ele que éramos irmãos, que não era bom tais sentimentos
fantasiosos, e que apesar de eu também me imaginar sob tal situação
sexual, me sentia muito mal depois de extasiada, pois o incesto machuca
muito. Diante de minhas palavras sinceras, meu irmão concordou
plenamente, agora já sem receio ou vergonha, falou que era exatamente
assim que se sentia, mas que no momento da excitação não enxergava os
limites entre o legal e o proibido, somente após o êxtase passava a
refletir sobre tais sentimentos, tão moralmente nojentos.
Após conversarmos sobre tais sentimentos, chegamos a conclusão de que
estávamos muito excitados, que isto no momento era mais forte que
qualquer sentimento de culpa, eu acabei falando para meu irmão:
----- Você acha que apesar de ser mos irmãos poderíamos ter uma relação?
Meu irmão respondeu:
------Não sei, somos irmãos, será que poderíamos, como seria depois?
Eu disse:
------È, depois talvez seja muito ruim, mas agora sinto vontade.
Ele disse:
----Também sinto muita vontade, meu coração dói, mas sinto vontade.
Eu estava fora de mim, não acreditando naquele dialogo, eu me sentia
muito mal, muito constrangida, mas o tesão da situação era dominante,
eu queria parar, minha moral mandava eu parar, mas estava muito
excitada, minha boceta molhada fez com que a loucura seguisse. Eu disse:
----Podemos ter uma relação, mas depois guardaremos segredo, jamais
tocaremos no assunto.
Meu irmão, muito excitado, respondeu:
----Podemos sim, se você quiser, você é minha irmã, mas eu quero.
Então, decidimos deixar o extinto agir, visivelmente sem jeito, cheguei
perto de meu irmão, este ainda mais constrangido, nos olhamos, quase
que sem coragem, encostei meus lábios nos seus, e após um momento de
angustia mutua, nos beijamos loucamente, num beijo estranho, carregado
de culpa e desejo, sua boca era proibida e gostosa, ali estava eu, uma
mulher de anos, beijando de língua meu irmão de anos. A partir deste
momento tornamos-se homem e mulher, já não mais importava o fato de
sermos irmãos, percorri a sua boca, chupava seus lábios e língua,
seus lábios inexperientes me deixavam ainda mais excitada, trocávamos
chupões literais, podia sentir sua saliva, sua língua quente, eu
mordiscava seus lábios a todo o momento, levantei meu rosto, meu irmão
por instinto cheirava meu pescoço, lambia, chegando as minhas orelhas,
o que me dava um “calorão” indescritível, ele mordia minha nuca, e
logo voltava a minha boca, sugando minha língua com vontade. Nos
beijamos sem parar, num ritmo muito quente, por alguns minutos.
Após o longo beijo, nos encontrávamos em pé, muito abraçados, podia
sentir o pau duro de meu irmão; porem percebi que ele não tomava a
iniciativa de acariciar meu corpo, então peguei em sua mão e comecei a
guia-lo, deslizando-a sob meu corpo, meu irmão entendeu, e deixou o
receio de lado, começou alisando minhas costas, depois a minha barriga,
finalmente chegando aos meus seios, ele começou a apalpar meus peitos
com vontade, segurando-os com as duas mãos e apertando, ele estava
maluco com aquilo, eu também, muito excitada, meus grandes bicos
estavam duríssimos, aquela caricia me alucinava. Meu irmão é bem mais
alto que eu, num determinado momento ele sentou na guarda do sofá,
ficando a minha altura, então enquanto acariciava os seios, resolvi
oferece-los estes, para que finalmente saboreasse minhas tetas gostosas,
pois sei o quanto sonhava com isso. Então, com meu irmão olhando para
mim, sentado na guarda do sofá, quase na altura de meus seios, eu
decidi expô-los, levantei minha blusa e sutiã, fazendo com que meus
lindos seios médios para grandes saltassem para fora da roupa como dois
“melões maduros”, meu irmão na hora ficou alucinado, como se não
acreditasse na visão, sentia-se sonhando, ele ficou apenas olhando por
alguns minutos, totalmente encantado com a textura macia de minha pele,
o tamanho e a firmeza, alem é claro da forma excitante de minhas aréolas
escuras, de bicos pontudos muito grandes. Meu irmão então acariciou
muito, apertou todo o seio e derrepente como se fosse uma criança
esfomeada levou a boca e chupou o bico, ficando assim por um bom tempo.
Eu estava excitadíssima, pois sentia tesão vendo-o me observar, me
saborear; meu irmão chupou muito, literalmente “mamou nas minhas
tetas”, ele chupava demoradamente os bicos, depois mordiscava, lambia
o seio inteiro do centro para as extremidades, e tentava enfiar o seio
inteiro na boca, beijava toda extensão deste; seguidamente ele trocava
de um para o outro, saboreou os dois, derrepente os juntava com as mãos
e esfregava no rosto, se perdia em meus peitos. Assim meu irmão ficou,
saboreando minhas tetas por alguns minutos, enquanto eu me retorcia de
tesão, gemia, segurava sua cabeça, meus seios estavam muito sensíveis.
Após algum tempo, meu irmão se levantou, eu aproveitei e tirei sua
camiseta, então ele esfregou por alguns instantes, seu peito jovem, com
alguns pelos em meus seios, numa situação extremamente gostosa, meu
irmão então deslizou a mão por minhas costas, chegando finalmente em
minha bunda, a estas alturas seu cassete estava para furar sua bermuda,
meu irmão apalpou minha bunda grande por cima de meu short, apertou
minhas polpas, e começou a acariciar com as duas mãos, agarrando com
força, passando a mão por toda extensão de minhas nádegas; aquilo
estava maravilhoso, suas mãos me excitavam, ele gemia de prazer
agarrando minha bunda, alisava, passava o dedo na altura do cu, era ótimo.
Meu irmão levou a mão à frente, e acariciou minha boceta, meu short
confortável demonstrava perfeitamente o quanto estava inchada,
totalmente molhada, meu irmão acariciava meu clitóris, minha boceta
toda. Deslizava sua mão por entre minhas coxas grossas, voltava a minha
bunda, assim ficou me bolinado por algum tempo, ao mesmo tempo sentia e
me dava um prazer muito intenso, sem que sequer houvesse tirado meu
short e calcinha.
Meu irmão estava alucinado de tesão, então eu acariciei seu cassete
também, por cima da bermuda agarrei aquele pau duríssimo, pude sentir
todo seu tesão, ele se retorceu, fechou os olhos enquanto eu alisava
seu cassete; derrepente eu fiz com que ele se agachasse, ficando abaixo
de mim, na altura de minha barriga; meu irmão compreendeu, me abraçou
pela cintura, acariciou minha bunda e boceta novamente e começou a
beijar minha cintura, na altura de minha vagina, posteriormente fez com
que eu ficasse de costas e beijou minha bunda, mordeu minhas nádegas
com alguma força, o que me fez grunhir de dor e principalmente tesão.
Diante da situação, eu falei para meu irmão, afim de que sua coragem
redobrasse, pois queria muito sentir sua língua em meus lugares
pudicos:
----Abaixa meu short, sei o quanto você quer provar o gosto.
Meu irmão nada respondeu, mas percebi sua explicita satisfação apos
meu ordenamento, seus olhos brilharam, com as duas mãos primeiro baixou
meu short, me deixando apenas de calcinha, sendo que esta visão fez com
que salivasse, sentisse mais tesão ainda; minha calcinha era amarela,
de algodão, pequenina, apertada, tapando apenas parte da bunda. Meu irmão
beijou novamente minha boceta, agora apenas separada pela frágil
calcinha, visivelmente encharcada, ele fez com que me virasse, quase
enlouqueceu com o volume de minha bunda, mordeu novamente e enfiou o
rosto entre as grandes nádegas, cheirando meu cu, mesmo sem tirar a
calcinha. Estando eu mais uma vez de frente, meu irmão começou a
baixar minha calcinha, a visão de minha boceta encantava seus olhos, os
pentelhos encaracolados e negros, meu clitóris avantajado exposto, meus
lábios rosados, a umidade proporcionada pelo ato sexual. Tudo
colaborava para que meu irmão estivesse no céu, sendo que, com toda
certeza, eu o acompanhava nesta jornada celestial. Decidi colaborar
ainda mais, sentei-me no sofá de frente para ele, abri bem as pernas e
arregacei o Maximo possível os lábios, com ambas as mãos, para que
pudesse ver perfeitamente os detalhes de minha bela vagina, meu irmão
ficou maravilhado, chegava a lamber os beiços, observava com cuidado
minha boceta rosada de grandes lábios e clitóris exposto, meus
pentelhos negros em minha pele morena clara; meu irmão foi alem, por
conta própria decidiu me tocar, passou a mão em meus pentelhos, na
minha vagina e enfiou o dedo lá dentro, tirando-o completamente
molhado, sem se conter levou o dedo à boca, provando o gosto de meu
liquido vaginal, aquela visão me deixou completamente enlouquecida. Então
após dedilhar meu clitóris, meu irmão abaixou o rosto, indo de
encontro a ela, beijando-a com os lábios, primeiramente os pentelhos,
depois a virilha, finalmente deslizando a língua de leve no meu clitóris,
eu estava maluca, exclamei em alto tom:
-----Por favor, chupa minha boceta.
Meu irmão prontamente atendeu meu pedido, começou a chupar com
vontade, beijava-a como se estivesse beijando a boca de uma mulher, com
longos chupões e linguadas, enfiava o clitóris inteiro na boca,
lambia, mas não ficava apenas no grelo, chupava a boceta inteira, do
inicio ao fim, enfiando profundamente sua língua. Deliciava-se sentindo
meu liquido na boca, eu estava delirando, aquilo era maravilhoso, eu
segurava sua cabeça fazendo com que chupasse e lambesse sem parar. Meu
irmão derrepente enfiou um dedo em minha boceta, ao mesmo tempo em que
lambia rapidamente meu clitóris, me deixando com as pernas bambas, me
chupou por alguns minutos, sendo que tive que faze-lo parar, sob pena de
ter um orgasmo ali mesmo, e assim cortar o barato dele, pois após o
orgasmo, você cai na real, se dando conta, de que “fez” com a
pessoa errada.
Após chupar muito a minha boceta, meu irmão me pegou pela cintura e
fez com que me virasse, me deixando de quatro no sofá, estava novamente
maravilhado olhando minha bunda, meu cu, minha boceta numa posição
diferente, aquilo era ótimo para ele. Passou o dedo em meu cu, chegou a
penetrar um pouco, porem parou sob meu protesto, meu irmão cheirou o
dedo, aquele cheiro de cu o fascinava, então lambeu e mordeu minhas
grandes nádegas morenas, estas com algumas estrias devido ao tamanho
grande, típica bunda brasileira, saúva, popozuda, muito gostosa; ele
passava o rosto, enfiava o nariz e boca no meio da bunda e ali ficava,
cheirando meu cu, derrepente enfiou a língua no ânus, lambendo muito
quase me penetrando com sua língua, numa atitude de grande perversão,
e acima de tudo tesão sexual. Eu novamente delirava, era ótimo sentir
uma língua no cu, me deliciava sob tal situação de completa exposição
anal.
Meu irmão lambeu meu cu e novamente minha boceta na posição de quatro
por mais algum tempo, sendo que decidi retribuir a delicia oral, sentei
novamente de frente, mandando que ele ficasse em pé na minha frente.
Meu irmão claramente percebeu o que queria, levantou-se com extrema
alegria, satisfação facial, sabia que iria ser chupado; então eu
alisei seu cassete duro por cima da bermuda, pegava no seu pau, abaixei
a bermuda e senti o membro duríssimo por baixo de suas cuecas “zorba”,
acariciei e levei a boca de encontro, beijei e mordi o membro, sem tirar
sua cueca, meu irmão já delirava. Quando abaixei a cueca, fiquei
encantada, aquele cassete jovem pulou para fora, pulsante, animado,
excitado, eu me deliciei com a visão, era lindo, não muito grande, mas
nem um pouco pequeno, duríssimo, cheio de pentelhos, era um pouco torto
para esquerda e tinha um cabeção bem vermelho, parecia um
“cogumelo”, a todo o momento escorria da cabeça o liquido
lubrificador, o que me fazia delirar. Então o agarrei com a mão,
passeio os dedos na extensão toda e apertei aquela cabeça linda,
acaricie seu saco, suas bolas firmes ficaram em minha mão por algum
tempo, punhetiei um pouco, mas parei rapidamente, pois meu irmão via
estrelas com meus toques em sua glande, acabaria gozando em minha mão;
então eu lhe disse:
---Você quer que eu chupe seu pau?
Nem preciso dizer a resposta, meu irmão nem acreditava.
Agarrei bastante o cassete, então cheguei bem perto e dei um suave
beijo de leve naquela cabeça, após dei uma gostosa lambida, provando o
liquido que escorria da cabeça, passei o membro duro no rosto, lambi
novamente a cabeça, deslizando a língua pelo freio e canal seminal,
derrepente dei uma mordida leve na cabeça, meu irmão já gemia de
tanto prazer; então me empolguei de vez, dei uma gostosa chupada na
cabeça de seu pau, chupava e lambia ao mesmo tempo, comecei a enfiar
tudo que podia na boca, chupando com força, meu irmão começou um vai
e vem gostoso, com o pau dentro de minha boca, eu tirava da boca e
lambia dos lados, acariciando o saco com as mãos, depois fui até suas
bolas, cheirei-as, lambi-as e depois enfiei na boca, meu irmão quase
enfartou, se retorcia para não gozar ali mesmo; eu continuei chupando
seu pau, meu irmão tirava e botava na minha boca, como se estivesse a
fodendo, minha sucção estava tão forte que chegava a fazer um barulho
alto. Meu irmão não agüentava mais, após algum tempo de chupada,
percebi que ele iria gozar, então decidi parar, diminui o ritmo e tirei
seu pau da boca, dando umas lambidas e beijos de leve, meu irmão
respirava fundo, por muito pouco não gozou, estava com o pau como se
fosse uma barra de aço, seu liquido lubrificante escorria, eu
aproveitava para lamber tudo.
Após esta chupada eu falei para meu irmão:
----Agora você vai me comer, enfia seu pau na minha boceta, não agüento
mais a vontade de lhe dar.
Meu irmão respondeu:
----Vou enfiar sim, quero fazer isso.
Nem pensei em camisinha, pois a única pessoa em que realmente confiava,
acreditando que não pudesse ter doenças ruins era meu irmão, há
muito tempo eu tomava pílulas anticoncepcionais, pois desde os anos
levava uma vida sexual bem ativa.
Eu me ajeitei no sofá, abri bem as pernas e fiquei esperando pela
penetração de meu “macho-irmão”; um tanto inexperiente, meu irmão
teve alguns problemas para introduzir-me o pênis, pincelou o pau no meu
clitóris, mas não entrava de maneira alguma, tive que ajuda-lo,
guiei-o ao lugar certo com a mão, e derrepente, aquele caralho duro,
começou a deslizar lentamente para dentro de minha boceta super
molhada.
A sensação era muito estranha, estava com a boceta preenchida por um
gostoso cassete, porem de meu irmão, pude sentir a pulsação do pau
dentro de minha vagina, meu irmão estava adorando, eu também,
derrepente ele começo a foder, tirava e botava suavemente, fiquei
enlouquecida e disse:
----Me come, por favor, me fode todinha com muita força.
Meu irmão se empolgou, acelerou e meteu rapidamente, tirando e botando
na minha boceta, enfiava e ao mesmo tempo segurava meus seios, puxou
minas pernas para cima de seus ombros, me arregaçando ao Maximo, eram
fortíssimas estocadas em minha vagina, eu estava muito satisfeita com a
realidade sexual que vivia naquele instante, ele me comeu por algum
tempo assim, então antes de gozar ele disse:
---Fica de quatro para mim, quero lhe comer de quatro.
Eu atendi seu pedido, me coloquei na posição de quatro como se fosse
uma cadela no cio, minha bunda enorme o excitava mais ainda, meu irmão
me penetrou com força, começou um rápido vai e vem, sempre me
agarrando pela cintura, quase enlouqueci, meu irmão me fodendo com força,
gemendo de prazer, minha boceta estava preenchida completamente, eu
gemia baixinho com o pau dentro de mim, estava maravilhoso, seu caralho
entrando e saindo rapidamente, suas mão alisando minha bunda, meu cu,
era ótimo, quando ele tirava e recolocava, ouvia-se um barulho alto de
sucção, proporcionado pela minha boceta, era uma trepada sensacional.
Derrepente (após minutos) meu irmão tirou o pau novamente, pois
tentava retardar o gozo, assim como eu fazia, ele pediu, agora já sem
vergonha ou receio algum:
--Você deixa eu comer seu cu? Eu adoraria.
Minha primeira reação foi negativa, mas logo pensei melhor e decidi
que queria sim dar o cu para ele, apenas pedi para ter calma, pois
embora eu não fosse virgem de ânus, sabia o quanto era desconfortável
tal pratica se feito com alguém inexperiente, alguém afoito.
Então na posição de quatro, abaixei bem os ombros, fiz força para
abrir ao Maximo o cu, meu irmão ficou fitando, maravilhado, cheirou-o e
passou a mão, depois enfiou o dedo vagarosamente lá dentro,
posteriormente a língua, era muito bom. Então meu irmão novamente me
agarrou pela cintura e pincelou a cabeça do pau na minha bunda, para
cima e para baixo, esfregando na entrada, derrepente começou a
introduzir a cabeça, gemi baixinho, pois doeu um pouco, mas estava
muito gostoso, no inicio foi difícil, mas bem lubrificada logo a cabeça
adentrou meu ânus e o pau inteiro sumiu, se perdendo por entre meu
enorme e gostoso bumbum; quando estava tudo dentro, meu irmão começou
a gemer, acelerou o ritmo e logo já estava num gostoso vai vem, ele
segurava minha bunda, apertava, se deliciava no “popozão”, meu cu
estava todo preenchido, minha pregas sob pressão, mas estava
maravilhoso, meu irmão fodeu meu cu rapidamente por minutos, eu estava
encantada, era incrível, meu irmão era ótimo, o que realmente me
deixava intrigada e muito admirada, era a persistência de meu
“amante-fraterno”, pois apesar de estar com apenas anos, conseguia
se controlar segurava o gozo como poucos homens que conheci, sendo que,
pelo fato de ser novo e inexperiente, o normal seria gozar sem demora;
então eu lhe disse:
----Agora, come mais um pouco minha boceta.
Meu irmão rapidamente tirou do meu cu fazendo com que me retorcesse,
pois doeu um pouco, enfiou rapidamente na minha boceta, nem ritmo frenético
me penetrou por mais alguns minutos, quando sem mais ter forças para
resistir ele exclamou:
----Não agüento mais, vou gozar!
Eu percebi que não havia mais como esperar, meu irmão se acabaria, eu
fui mais rápida, antes de sua ejaculação, gozei, mas gozei muito, eu
lhe respondi, gemendo:
----Esta bem, espera só um minutinho, pois eu estou gozando, ai, ai,
ai, que tesão, estou no céu, oh, não para gostoso, ai, estou me
acabando.
Eu havia gozado, me acabei total, mas antes de cair na real, ainda no êxtase
do orgasmo eu falei para meu irmão:
----Goza então, mas não ai dentro, goza fora, no meu corpo.
Eu preferia assim, pois apesar de tomar anticoncepcionais, não
arriscaria de forma alguma, principalmente sendo meu irmão o parceiro
sexual.
Meu irmão, já sem mais resistência perguntou:
---Posso gozar em sua boca?
Eu respondi, ainda sob efeito de orgasmo:
----Pode sim, goza na minha boca, quero provar o gosto de seu sêmen.
Então, após ouvir o que queria, meu irmão tirou o pau de minha
boceta, colocou-se em pé, eu rapidamente ajoelhei-me a sua frente, abri
bem a boca, coloquei a língua para fora e observei uma rápida punheta
de segundos, o suficiente para meu irmão se retorcer todo e gemendo
explodir num orgasmo alucinante, senti os fortes jatos de porra branca e
salgada invadindo minha boca, eram fortíssimos, alem de ser muita
porra. Alguma entrou direto em minha garganta, outra parte bateu em meus
lábios, em meu rosto, ate nos meus olhos, parecia que meu jovem irmão
estava urinando de tanto que gozava, lambuzou todo meu rosto, alem de me
fazer engolir uma grande parte.
Agora sim, havíamos gozado muito, saciado o tesão, ambos estavam
extasiados, sexualmente satisfeitos, a fantasia acabara de ser
realizada.
Após os segundos de realização, começou o drama; após o gozo de meu
irmão, dei-me conta do mal que acabara de fazer, me senti enojada, sai
cuspindo seu esperma, indo em direção ao banheiro, com a mente pesada,
em conflito, moralmente afetada, arrependida, eu chorei, sabia que
aquilo não mais mudaria, o incesto estava concretizado; não foi
diferente com meu irmão, este saiu para seu quarto, numa expressão de
amargura, nojo de si próprio e da própria irmã, arrependimento pelo
ato “maldito”. Não nos falamos mais naquele dia, a noite foi terrível,
sentia em certos momentos, vontade de morrer.
No dia seguinte mal se olhávamos, com o passar do tempo voltamos a
relacionarmos normalmente “como irmãos de verdade”, mas jamais
tocamos novamente no assunto, aquilo foi único, aconteceu e morreu ali,
passou a ser proibido, um tabu, pois até hoje traz lembranças amargas.
Apesar das lembranças amargas, nosso ato seguidamente traz lembranças
excitantes, inspira tesão, é um constante “combustível” para
gostosas masturbações, sendo que escrevo esta historia num momento de
excitação, tesão. Espero chegar ao fim do conto neste estado, pois
sei que caso tenha um orgasmo antes de conclui-lo, provavelmente este não
será enviado e sim deletado, devido ao arrependimento, a tristeza da
lembrança.
Como eu disse no principio, amigos leitores, assim são as historias
reais de incesto, nada de ternura no fim, apenas arrependimento
posterior ao tesão.
Minha historia é real, espero contato de quem realmente vivenciou isto
e hoje sente amargura pelo ato consumado, pois sei que estes estarão
falando a verdade, estes realmente terão vivido historias de sexo entre
irmãos.
adriana_furlanhot.com
Adriana
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