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Aquela noite fui com uma amiga a uma festa do nosso colégio. Dançamos a noite inteira, ficamos com alguns carinhas, mas no fim da noite acabamos sentadas sozinhas. Quando já pensávamos em ir embora sentam três rapazes na nossa mesa. São do ultimo ano e apesar de serem apenas um ano mais velhos tinham o charme de garotos mais experientes. Vieram com um papo furado de ouvir musica mais agradável no apartamento de um deles. Concordamos em ir, ate porque eram os garotos que mais chamavam a atenção na escola e ainda poderíamos escolher, pois um iria sobrar. Não sei bem como começou, mas quando fui ver estava sentada no sofá com um menino de cada lado e ora eu beijava um, ora beijava outro, com os dois me bolinando ao mesmo tempo. As mãos deslizavam por todo o meu corpo, dos meu seios ate as minhas pernas. A minha amiga estava grudada no terceiro, no chão, quase aos nossos pés. Enquanto eu beijava Roberto, João ia acariciando o meu corpo e tirando meu vestido, meus seios estavam completamente expostos. Quase babando ele dizia que nunca tinha visto seios ao vivo e lambia carinhosamente cada um deles. Minha calcinha ia sendo arriada enquanto outra mão já ia se enfiando entre minhas pernas. Ao nosso lado eu ouvia os gemidos de Jeanice quase completamente vestida, só com a saia levantada e a calcinha posta de lado, Carlos trepado sobre ela com as calcas e cuecas arriadas ate o joelho fazendo movimentos frenéticos. Todos os três garotos eram virgens e estavam muito afobados. Minha roupa foi completamente tirada, João foi descendo e foi me lamber lá embaixo e exclamou que estava muito molhadinha (depois me contou que achou o gosto meio estranho, mas que mesmo assim não conseguia parar, achava maravilhoso estar chupando uma garota de verdade), eu continuava a beijar Roberto, as mãos dele passeavam pelos meus seios e beliscavam os biquinhos. Fiquei de quatro no sofá e enquanto levava estocadas no meu anus tentava chupar da melhor maneira possível João, passava a língua na cabecinha, no saco, enfiava ate a garganta, de vez em quando ajudava segurando com a mão, mas era difícil me equilibrar pois meu corpo balançava muito. A penetração não doeu muito apesar de ser quase virgem por trás, pois o pênis de Roberto era pequeno, ele me segurava pela cintura e puxava meu corpo, sincronizando os meus movimentos com o dele, uma hora ele tentou se deitar sobre o meu corpo e começou a acaricia a minha vagina, mas a posição era tão desengonçada que ele desistiu. Quando os gemidos escandalosos ao lado pararam eu dei uma espiadinha com o canto dos olhos e vi Carlos tirando o negocio já meio mole de dentro dela e descobri porque a minha amiga tinha escancarado tanto, era enorme, assim flácido do jeito que estava tinha uns 18 cm. Neste instante sinto o primeiro jato entrando pela minha boca, vou engolindo o que posso, quando termina ele acaricia a minha cabeça como se eu fosse uma cadelinha e se deita ao lado do casal no chão. Baixo a parte da frente do meu corpo e encosto a cabeça no sofá, espero pacientemente pelo orgasmo de Roberto, pois sinceramente ele era muito pequeno para eu sentir prazer, fora a penetração e uns instantes depois. Quando ele começa a gozar quase não geme, mas são jatos e jatos, o esperma escorre em direção dos meus joelhos, eu me viro e ele vem por cima, nos beijamos e ele deita a cabeça sobre meu peito faço um pouco de carinho e depois vou para o banheiro. Estou quase terminando o meu banho quando chega Carlos perguntando se eu não quero ajuda para esfregar as minhas costas. Digo que não precisa e que ao invés disso eu esfrego o corpo dele. Pego um banquinho plástico e peco pra ele se sentar molho todo o corpo dele e vou ensaboando. Depois de enxaguar vou secando com o maior carinho, dando bastante atenção para o volume entre as pernas dele que esta completamente duro, acho que quase 25 cm. Caio de boca nele, consigo colocar todo na boca, mas tenho que engaçar muito e tenho medo de machucar com os meus dentes vou só lambendo e acariciando com as mãos, chupo com bastante carinho o saco também. Ele me pega no colo dizendo para irmos para um lugar mais confortável. Vamos para um quarto, ao passarmos pela sala os dois ainda estão caídos, Janice acorda e vai para o banheiro. Carlos me coloca na cama, elogia o meu corpo e começa a me chupar, se detem no meu clitóris quando percebe que os meus gemidos ficam mais intensos. Me penetra com um dedo, em poucos segundos começo a ter o meu primeiro orgasmo. Quando ele termina, minha respiração ainda ta ofegante, puxo ele pra cima de mim, coloco minhas pernas sobre os seus ombros e fico completamente exposta. Quando a penetração começa, fico espantada, não esperava mais tanta dor depois de perder a virgindade. Avisei que tava doendo, mas ele não parou, ainda estava afobado e quando tentei sai de baixo ele me segurou com forca e entrou com tudo. Solto um berro e sinto que algo se rompe, começo a soluçar com a violência. Logo todos vem para o quarto só que em vez de me ajudar ficaram só olhando, nem a Janice faz nada. A dor foi virando uma ardência, sei lá, uma durinha gostosa, e agora os gemidos não eram mais de dor. Foi vindo uma sensação diferente, muito forte, eu tinha que gritar, pedia pra ele parar porque achava que ia morrer de tão bom que estava, era o paraíso. Mais tarde perguntei pra Janice como ela conseguiu agüentar Carlos de maneira tão normal, foi então que ela me confessou que se masturba desde muito pequena, sempre enfiando objetos na vagina e que atualmente ela conseguia colocar garrafas medias de refrigerante, e não era pelo gargalo.
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