Que a verdade me faz mal, eu sei
O que ela faz é a mim, não a ti.
Não, não, $ ninguém poderá julgar-me, nem mesmo tu!
(Que a verdade é malvada eu sei)
Meu erro eu fiz a meu modo, não estavas tu
(Que a verdade é malvada eu sei).
Te vias pensando em mim
ficar bem contente em ver
que há muita gente que
se enganou assim, sem saber porque (fine I)
Eu tinha direito a sorte que escolhi
(Que a verdade é malvada eu sei)
As vezes aos desenganos até sorri
(Que a verdade é malvada eu sei).
Se volto a te procurar,
te basta saber enfim
na certa algum anjo bom
devolveu-me a ti e aqui estou.
Se enganei-me um dia, agora é que compreendi
que custou-me caro o que perdi
Ao abrir-me os braços verás porque
confiei a ti o que espero ter.
$$
Muito, muito mais que antes eu te amarei
E direi a todos somente tu
E nenhuma outra em meu futuro
me ensinará que fazer de mim (fine II)
Ninguém poderá julgar-me, nem mesmo tu!
(Que a verdade é malvada eu sei)
Meu erro eu fiz a meu modo não estavas tu
(Que a verdade é malvada eu sei).
Te vias pensando em mim
Ficar bem contente em ver
Que há muita gente que
s
e enganou assim sem saber porque.
dal $egno al fine I
dal $$egno al fine II
Coda:
Ninguém poderá julgar-me, nem mesmo tu!
*Die vom Chor gesungenen Passagen habe ich in (Klammern) gesetzt.