Histórias
O
LIVRO DA JÂNGAL
The Jungle Book (Livro da Jângal), de
Rudyard Kipling foi publicado pela primeira vez em Nova York, em 1904, e sua
poesia diáfana e pura captou a imaginação do público.
Baden Powell sabia da importância da imaginação para
meninos mais jovens e reconheceu, nesta obra, o suporte que viria dar a eles,
todo o divertimento, interesse e atividade que necessitavam e que viria também
a abrir o apetite pelo Escotismo.
B.P. escreveu a Kipling a fim de pedir permissão para tomar
como base "The Jungle Book" em seu método. Kipling um bom amigo do
Escotismo desde os primeiros dias, autor da música oficial do Escotismo e pai
de um escoteiro, imediatamente deu o seu consentimento.
Em sua maneira usual e
pragmática B.P. transformou as imagens poéticas em forma de vida prática,
adaptando os sonhos e alegrias de Kipling em um método educacional para pessoas
jovens. Esse casamento da poesia com a ação foi feliz e permaneceu como um
elemento importante na história do sucesso do Escotismo.
Isto foi em 1916 antes dele publicar seu plano completo e
detalhado o qual autorizou a formação de um Agrupamento de Lobinhos, fazendo o
reconhecimento e registrando-os como membros do Movimento Escoteiro.
O Manual do Lobinho foi escrito para os meninos, dividido em
digestivos bocados reproduzindo as ilustrações do próprio B.P. Todas as
coisas sugeridas no Manual podem ser absolutamente aplicadas nos treinamentos
dos dias de hoje, especialmente pela linha típica da política de B.P.: "Nós
ensinamos pequenas coisas brincando, as quais poderão eventualmente, adestrá-los
a fazerem grandes coisas a sério".
A publicação do
Manual do Lobinho em 2 de dezembro de 1916 pode ser tomada como marco para que
este ano podia ser considerado como o da fundação do ramo lobinho, embora
tenha sido somente em 1923 que as regras completas do Lobismo foram
reconhecidas.
| IRMÃOS DE MOWGLI | AS CAÇADAS DE KAA |
| RIQUI-TIQUI-TAVI | A FOCA BRANCA |
| OS CÃES VERMELHOS | A TRÉGUA DAS ÁGUAS |
| COMO APARECEU O MEDO | TIGRE TIGRE |
| EMBRIAGUÊS DA PRIMAVERA | |
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1. A Lenda do Monge e do Escorpião
2. Ordem na vida
3. Reenquadrar
4. O coelho e o cachorro
5. Não parece estranho
6. Viva a vida
7. O jovem rapaz e a estrela do mar
8. Árvore dos problemas
9. Amor de irmão
10. Instruções para toda a vida
11. Um homem, seu cavalo e seu cão
12. Pássaro
13. A raposa
14. Rei Arthur
15. Tudo que Deus faz é bom
16. Parábola do cavalo
17. Macacos
18. Aproveite cada momento
19. A lenda do advento
20. Os anjos
21. Os lobos dentro de nós
22. Aborto
23. Fogo de Conselho e Lamparada
24. Felicidade
25. Minha estrela
26. Esquisito
27. Aprende a escrever na areia
28. Os três amigos
29. Melhor Possível
30. Não dê importância
1. A LENDA DO MONGE E DO ESCORPIÃO
Monge
e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um
escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio,
meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o
bichinho o picou e, devido à dor,
o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi
então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a
correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.
Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à
cena e o receberam perplexos e penalizados.
"Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim
e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua
ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!"
O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."
Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as
pessoas com que nos relacionamos. Não podemos e nem temos o direito de mudar o
outro, mas podemos melhorar nossas
próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode.
Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual
conforme sua natureza, e não conforme a do outro.
Autor
Desconhecido
Numa
aula de Filosofia, o Professor queria demonstrar um conceito aos seus alunos.
Para tanto, ele pegou um vaso de boca larga e dentro
colocou, primeiramente, algumas pedras grandes.
Então perguntou a classe: - Está cheio? Pelo que viam, o vaso estava repleto,
por isso, os alunos, unanimemente
responderam: - Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do
vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes.
Então ele perguntou aos alunos: - E agora, está cheio?
Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim!
Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar a
areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre as pedras e os
pedregulhos.
E, pela terceira vez, o professor perguntou: - Então, está cheio?
Agora, a
maioria dos
alunos estava
receosa, mas, novamente
muitos responderam: - Sim!
Finalmente, o professor pegou um jarro com água e despejou o líquido dentro do
vaso. A água encharcou e saturou a areia.
Neste ponto, o professor perguntou para a classe: - Qual o objetivo desta
demonstração?
Um jovem e "brilhante" aluno levantou a mão e respondeu: - Não
importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre
conseguirá espremer dentro, mais coisas!
- Não exatamente!
Respondeu o professor.
- O ponto é o
seguinte: A menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais
conseguirá colocá-las lá dentro.
Vamos! Experimente, disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual
O aluno, começou a experiência, colocando a água, depois a areia depois os
pedregulhos e por último, tentou colocar as pedras grandes.
Verificou, surpreso, que elas não couberam no vaso. Ele já estava
repleto com as coisas menores.
Então, o professor
explicou para o rapaz: - As pedras grandes são as coisas realmente importantes
de sua vida: seu crescimento
pessoal e espiritual. Quando você dá prioridade a isso e mantém-se
"aberto" para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só: seus
relacionamentos (família, amigos), suas obrigações (profissão, afazeres),
seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a
vida. Mas, se você preencher sua vida somente com as coisas pequenas, então
aquelas que são realmente importantes, nunca terão espaço em sua vida.
Recomece. é uma boa sugestão. Esvazie seus vasos (mental, emocional) e comece
a preenchê-los com as pedras grandes.
Ainda há tempo e ainda é tempo.
Sempre é tempo de mudar as coisas.
Contam
que certa vez duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e
valente, assim logo ao cair nadou até a borda do copo, mas como a superfície
era muito lisa ela tinha suas asas
molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca
desanimou parou de nadar e de se debater e afundou.
Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte era tenaz, e
continuou a se debater, a se debater e a se debater por tanto tempo, que, aos
poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e
formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu com muito
esforço subir e dali levantar vôo para algum lugar seguro.
Durante anos, ouvi esta primeira parte da história como um elogio à persistência,
Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo.
Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na
esperança de que, no devido tempo, se salvaria.
Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie,
pousou na beira do copo e gritou: "Tem
um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo". A mosca tenaz não lhe
deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso e, continuou a
se debater e a se debater, até que, exausta afundou no copo cheio de água.
Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as
mudanças no ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados
esperados até que afundamos no nossa própria falta de visão?
Fazemos isto quando não conseguimos ouvir aquilo que quem está de fora da
situação nos aponta como solução mais eficaz e, assim, perdemos a
oportunidade de "reenquadrar" nossa experiência e ficamos
paralisados, presos aos velhos hábitos, com medo de errar.
Desta forma, todo o medo se extingue e toda experiência é como uma nova porta
que pode nos levar à energia que precisamos, à motivação de
continuar buscando o que queremos, à auto-estima que nos sustenta.
Este artigo é dedicado a todos que querem vencer e não tem medo
de errar e fracassar.
De vez em quando
surgem umas histórias que todos que contam juram ser verdade e até dizem que têm
um primo que conheceu a vizinha da sobrinha da pessoa com a qual aconteceu.
A mais célebre é aquela do sapatinho vermelho da sogra que desliza
debaixo do banco do carro. Lembrou ? Agora pintou uma nova. Simplesmente genial.
Quem me contou, garante que aconteceu na Granja Viana, bairro de classe média
alta em São Paulo, na semana passada.
Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os
filhos. Os filhos do outro
vizinho pediram um bico para o pai. O doido comprou um Pastor Alemão.
Papo
de vizinho :
-
Mas ele vai comer o meu coelho !
-
De jeito nenhum . Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar
amizade.
Entendo
de bicho. Problema nenhum.
E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos
ficaram.
Era
normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família
e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira.
No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um
lanche, quando entra o Pastor Alemão na cozinha. Pasmo.
Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra
e, é claro, morto. Quase mataram o cachorro, também.
- O vizinho estava certo ... e agora, Meu Deus ?
- E agora ?
A primeira providência foi espancar o cachorro, escorraçar o animal,
para ver se ele aprendia o mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só
podia dar nisso. Mais algumas
horas e os vizinhos iriam chegar.
E agora ? Todos se olhavam. O cachorro rosnando lá fora, lambendo as
pancadas.
- Já pensaram como vão ficar as crianças ?
- Cala a boca, merda !
Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível. Vamos
dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com secador
da mãe e
coloca na casinha dele, no quintal.
Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até
perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convêm à um coelho
cardíaco.
Umas três horas mais tarde, eles ouvem a vizinhança chegar. Notam o
alarido e
o grito das crianças. Descobriram ! Não se passaram cinco minutos e o
vizinho dono do coelho veio bater à porta. Branco, lívido, assustado. Parecia
que tinha visto fantasma.
- O que foi ? Que cara é essa ?
- O coelho ... O coelho ...
- O que tem o coelho ?
- Morreu !!!!
Todos :
- Morreu ? Inda hoje de tarde parecia tão bem ...
- É, tão bonitinho ...
- Morreu na sexta-feira !
- Na sexta ?
- Foi. Antes da gente viajar, as crianças enterraram ele no fundo do
quintal.
A história termina aqui. O que aconteceu depois não interessa, ninguém
sabe.
Mas, o personagem que mais me cativa nessa história toda,
o protagonista da
história,
é o cachorro.
Imagine, o pobre do cachorro que, desde sexta feira, procurava em vão
pelo amigo de infância, o coelho. Depois de muito farejar descobre o corpo.
Morto. Enterrado. O que faz ele ? Provavelmente com o coração partido,
desenterra o pobrezinho e vai mostrar aos seus donos. Talvez estivesse até chorando,
quando começou levar porrada de tudo quanto é lado.
O cachorro é o herói. O
bandido é o dono do cachorro. O
ser humano. Sim, nós mesmo, que nunca pensamos duas vezes. Para nós o
cachorro é o irracional, o assassino confesso. E o homem continua achando que um banho,
um secador de cabelos e um perfuinho disfarçam a hipocrisia, o animal
desconfiado que existe dentro de nós.
Julgamos o outro pela aparência, mesmo que tenhamos que deixar essa aparência
como melhor nos convier. Maquiada.
Coitado do cachorro.
Coitado do dono do cachorro.
Coitados de nós, animais racionais ...
Não é estranho como uma nota de R$ 100,00 "pareça" tão
grande quando a levamos como oferta para Deus, mas tão pequena quando a levamos
às lojas?
Não é estranho quão longa parece uma hora quando servimos a Deus, mas
quão rápido parece quando uma equipe joga vôlei por 60 minutos?
Não parece estranho quão longas parecem ser duas horas quando estamos
ouvindo a Palavra de Deus, mas quão curtas são quando estamos vendo um filme?
Não parece estranho que não conseguimos pensar em algo a dizer quando
oramos, mas não temos nenhuma dificuldade em pensar coisas sobre o que
conversar com um amigo?
Não parece estranho o quanto nos emocionamos quando o futebol estende até
pênaltis, mas nos queixamos quando um sermão é mais longo que o usual?
Não parece estranho quão difícil é ler um capítulo da Bíblia, mas
quão fácil é ler 100 páginas de uma revista semanal?
Não parece estranho como as pessoas desejam os assentos da frente em
qualquer jogo ou concerto, mas até se esforçam para conseguir os assentos de
trás nas reuniões da igreja?
Não parece estranho que necessitemos de 2 ou 3 semanas de antecedência
para incluir uma programação da igreja em nossa agenda, mas podemos ajustar
nossa agenda para outros eventos no último momento?
Não parece estranho quão difícil é aprender uma verdade simples do
evangelho para compartilhá-la com outros, mas quão fácil é para as mesmas
pessoas entender e repetir uma piada?
Não parece estranho como acreditamos no que dizem as revistas e jornais,
mas questionamos o que diz a Bíblia?
Não parece estranho que todos queiram ir ao céu, desde que não tenham
que crer, ou pensar, ou dizer, ou fazer alguma coisa?
Não parece estranho como podemos enviar milhares de piadas por correio
eletrônico, que se espalham como fogo em pólvora, mas quando começamos a
enviar mensagens a cerca de Deus, as pessoas pensam duas vezes antes de mandá-las
para os outros?
É estranho, não parece?
“A vida é uma oportunidade, aproveita-a”.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saboreie-a.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a." 7. O JOVEM
RAPAZ E A ESTRELA DO MAR
Ao longe , avistou um jovem rapaz que parecia dançar ao longo das ondas.
Ao se aproximar, percebeu que o jovem pegava estrelas do mar da areia e
as
atirava
suavemente de volta à água. E então o homem sábio lhe perguntou:
"O que você está fazendo?"
"O sol está subindo e a maré está baixando: se eu não as
devolver ao mar, irão
morrer."
"Mas meu caro jovem, há
quilômetros e
quilômetros de praias cobertas de
estrelas
do mar...Você não vai conseguir fazer qualquer diferença."
O jovem se curvou, pegou mais uma estrela do mar e atirou-a
carinhosamente
de
volta ao oceano, além da arrebentação das ondas. E retrucou:
"Fiz a diferença para essa aí.
A atitude daquele jovem representa alguma coisa de especial que existe em
nós.
Todos
fomos dotados da capacidade de fazer diferença.
Cada um de nós pode moldar o próprio futuro.
Cada um de nós tem o poder de ajudar nosso Mundo a atingir seus
objetivos.
Visão sem ação não passa de um sonho.
Ação sem visão é só um pensamento.
Visão com ação pode mudar o mundo.
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para
ajudar a
arrumar
algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou.
A serra elétrica quebrou.
Cortou o dedo.
E ao final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando eles chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para
entrar
e
conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o
carpinteiro
parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos
galhos
com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e
ele
abraçou
os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
- Porque você tocou na planta antes de entrar em casa ???
- Ah! esta é a minha Árvore dos Problemas.
- Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes
problemas
não devem chegar até os meus filhos e minha esposa.
- Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta Árvore quando
chego
em
casa, e os pego no dia seguinte.
- E você quer saber de uma coisa?
- Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são
nem
metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.
Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebe estava a caminho, fez
todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de
idade, a se preparar para a chegada. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga
de sua mãe.
Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações.
Primeiro,
a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração.
Entretanto,
surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.
Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.
Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu. Só
que ela estava muito mal. Com a sirene no último volume, a ambulância levou a
recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passaram. A menininha piorava. O medico disse aos pais:
"Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças".
Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.
Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebe. Hoje,
os planos eram outros. Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o
levassem para conhecer a sua irmãzinha. "Eu quero cantar pra ela", ele dizia.
A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebe não sobrevivesse
até o final dela. Michael continuava insistindo com seus pais para que o
deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI.
Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer
jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje,
talvez não a visse viva.
Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade,
e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu
que ela o retirasse dali.
Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"
Ela levou Michael até a incubadora. Ele olhou para aquela trouxinha de
gente que perdia a batalha pela
vida.
Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz
pequenininha:
Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz
mesmo quando o céu esta escuro..."
Nesse momento, o bebe pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou.
Karen encorajou Michael a continuar cantando:
"Você não sabe,querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o
meu sol embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebe foi se tornando
suave.
"Continue, querido!", pediu Karen, emocionada:
"Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..."
O bebe começou a relaxar.
"Cante mais um pouco, Michael." A enfermeira começou a chorar.
"Você é o meu sol, o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...Por favor, não
leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos
dias foi
para
casa.
O Woman's Day Magazine chamou essa história de
"O
milagre da canção de um irmão".
Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Karen
chamou de milagre do amor de Deus.
NUNCA ABANDONE AQUELE QUE VOCÊ AMA.
O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.
1.
Leve em consideração que grandes amores e conquistas envolvem grande risco.
2.
Quando você perde, não perca a lição.
3.
Siga os três R's:
*
Respeito a si mesmo.
*
Respeito aos outros.
*
Responsabilidade por todas suas
ações
4.
Lembre-se que não conseguir o que você
quer é algumas vezes um grande lance de sorte.
5.
Aprenda as regras de maneira a saber quebrá-las da maneira mais apropriada.
6.
Não deixe uma disputa por questões menores
ferir um grande amigo.
7.
Quando você perceber que cometeu um
erro, tome providências imediatas para corrigi-lo.
8.
Passe algum tempo sozinho todos os dias.
9.
Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão de seus valores.
10.
Lembre-se que o silêncio é
algumas vezes a melhor resposta.
11.
Viva uma vida boa e honrada. Assim,
quando você ficar mais velho e pensar no
passado, poderá obter prazer uma segunda vez.
12.
Uma atmosfera de amor em sua casa
é o fundamento para sua vida.
13.
Em discordâncias com entes
queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas.
14.
Compartilhe o seu conhecimento.
Esta é uma maneira de alcançar imortalidade.
15.
Seja gentil com a terra.
16.
Uma vez por ano, vá a algum lugar
que você nunca esteve antes.
17.
Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor
mútuo excede o amor que cada um precisa do outro.
18.
Julgue o seu sucesso por aquilo que
você teve que abrir mão para
consegui-lo.
19.
Entregue-se total e irrestritamente ao amor e à cozinha.
"Eu também sei que os sonhos realmente
se realizam e
você tem os meus melhores votos e intenções
para que assim seja."
Um homem, seu cavalo e seu cão caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de
que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente. Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de
sua nova condição... A
caminhada era muito longa, morro
acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede.
Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um
portão
magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de
ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina.
O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
- Bom dia, ele disse.
- Bom dia, respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo? Ele perguntou.
- Isto aqui é o céu, foi a resposta..
- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda,
indicando-lhe
a
fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento muito, disse o guarda.
- Aqui não se permite a entrada de animais.
- O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não
beberia,
deixando seus amigos com sede. Assim,
prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço
multiplicados,
ele
chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados
que lhe faziam sombra. À sombra de
uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu,
parecia que estava dormindo.
- Bom dia, disse o caminhante.
- Bom dia, disse o homem.
- Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
- Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar.
- Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado, ele disse ao sair.
- Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
- A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
- Céu, respondeu o homem.
- Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá
era
o
céu.
- Aquilo não é o céu, aquilo
é o inferno. O caminhante ficou
perplexo.
- Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes
confusões.
- De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um
grande
Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores
amigos...
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro
como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais:
Era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora
para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando
sentia saudades...
Suas
penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores
dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez, voltou totalmente
branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
"- Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo
maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não
ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores.
Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você...".
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo
que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do
pássaro.
Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça."...
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os
grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que
gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes. E
de novo começavam as estórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo
sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isso voltava
sempre.
Mas chegava sempre uma hora de tristeza.
"- Tenho que ir", ele dizia.
"- Por favor não vá, fico tão triste, terei saudades e vou
chorar....".
"- Eu também terei saudades", dizia o pássaro.
"- Eu também vou chorar. Mas eu vou lhe contar um segredo: As
plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que
faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudades.
Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite.
Imaginando se o pássaro voltaria.
E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada."- Se eu o
prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais
terei saudades, e ficarei feliz".
Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola, própria para um pássaro
que se ama muito. E ficou à espera.
Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias
diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente,
para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a
abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro."- Ah!
Menina... Que é que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão
feias e eu me esquecerei das estórias...". Sem a saudade, o amor irá
embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas
isto não aconteceu. O tempo ia
passando, e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas
transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio; deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela
amava.
E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo...
Até que não mais agüentou.
Abriu a porta da gaiola."- Pode ir, pássaro, volte quando
quiser...".
“- Obrigado, menina. É, eu tenho que partir. É preciso partir para
que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas
coisas boas começam a crescer dentro da gente. Sempre que você ficar com
saudades, eu ficarei mais bonito”.
Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita. E você se
enfeitará para me esperar...
E partiu. Voou que voou para lugares distantes. A menina contava os dias,
e cada dia que passava a saudade crescia.
"- Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de
novo...".
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos; e penteava seus cabelos,
colocava flores nos vasos..."
- Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro.
Porque
em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar ele haveria de voltar.
Ah!
Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se
ama...
E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas
feliz com o pensamento.- Quem sabe ele voltará amanhã....
Existiu um Lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia
inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.
Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua
amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu
filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua
chegada.
Os vizinhos do Lenhador alertavam que a Raposa era um bicho, um animal
selvagem; e portando, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a
criança.
O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma
grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam: "- Lenhador abra os olhos ! A Raposa vai
comer seu filho."
"- Quando sentir fome, comerá
seu filho ! "
Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários
- ao chegar em casa viu a Raposa sorrinddo como sempre e sua boca totalmente
ensangüentada ...
O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça
da raposa....
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço
dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta ...
O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a
respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar..., mas
principalmente nunca tome decisões precipitadas...
Autor
desconhecido...
O
jovem Rei Arthur foi surpreendido pelo monarca do reino vizinho enquanto
caçava
furtivamente em um bosque.
O
Rei poderia tê-lo matado no ato, pois o castigo previsto para quem violasse as
leis da propriedade era cruel. Contudo, se comoveu ante a juventude e a simpatia
de Arthur e lhe ofereceu a liberdade, desde que, no prazo de um ano, trouxesse a
resposta a uma pergunta difícil. A pergunta era: O que realmente as mulheres
querem?
Semelhante
pergunta deixaria perplexo até ao homem mais sábio, e ao jovem Arthur pareceu
impossível de respondê-la. Contudo aquilo era melhor do que a morte, de modo
que regressou a seu reino e começou a interrogar as pessoas.
Perguntou
à princesa, à rainha, às prostitutas, aos monges, aos sábios, ao palhaço da
corte, em suma, a todos e ninguém soube dar uma resposta convincente.
Porém,
todos o aconselharam a consultar a velha bruxa, porque somente ela saberia a
resposta. O preço seria alto, já que a velha bruxa era famosa em todo o reino
pelo valor exorbitante que cobrava pelos seus serviços.
Chegou
o último dia do ano acertado com o monarca e Arthur não teve mais remédio a não
ser recorrer à feiticeira.
Ela
aceitou dar-lhe uma resposta satisfatória, mas impôs duas condições:
1)
Não aceitaria baixar o preço;
2)
Ela queria casar-se com Gawain, o cavaleiro mais nobre da mesa redonda e o
mais
íntimo amigo do Rei Arthur!
O
jovem Arthur olhou horrorizado para a bruxa: ela era feíssima, tinha um só
dente, desprendia um fedor que causava náuseas até a um cachorro e fazia ruídos
obscenos. Na verdade, nunca havia topado com uma criatura tão repugnante.
E
se acovardou diante da perspectiva de pedir a um amigo de toda a sua vida para
assumir essa carga terrível.
Não
obstante, ao inteirar-se do pacto proposto pela bruxa, Gawain afirmou que não
se tratava de um sacrifício excessivo diante da vida de seu melhor amigo e da
preservação da Mesa Redonda.
Anunciadas
as bodas, a velha bruxa, com sua sabedoria infernal, disse: o que realmente as
mulheres querem é: serem soberanas de suas próprias vidas!
Todos
souberam no mesmo instante que a feiticeira havia dito uma grande verdade e que
o jovem Rei Arthur estaria salvo.
Assim
foi. Ao ouvir a resposta, o monarca vizinho lhe devolveu a liberdade.
Porém, que bodas tristes foram aquelas...
Toda
a corte assistiu e ninguém se sentiu mais desgarrado entre o alivio e a angústia
que o próprio Arthur. O próprio Gawain se mostrou cortês, gentil e
respeitoso.
A
velha bruxa, por
sua vez, usou
de seus piores hábitos:
comeu sem usar talheres, emitiu ruídos e um mau cheiro espantoso.
Chegou
a noite de núpcias. Quando Gawain, já preparado para ir para a cama, aguardava
sua esposa, ela apareceu como a mais linda e charmosa mulher que um homem
poderia imaginar!
Gawain
ficou estupefato e lhe perguntou o que havia acontecido.
A
jovem lhe respondeu com um sorriso doce, que como ele havia sido cortês com
ela, a metade do tempo se apresentaria com aspecto horrível e a outra metade
com aspecto de uma linda donzela.
Então
ela lhe perguntou: qual você preferiria para o dia e qual para a noite?
Que
pergunta cruel... Gawain se apressou em fazer cálculos. Poderia ter uma jovem
adorável durante o dia para exibir a seus amigos e, à noite, na privacidade de
seu quarto, uma bruxa espantosa, ou quem sabe ter de dia uma bruxa, e uma jovem
linda nos momentos íntimos de sua vida conjugal.
Vocês
que estão lendo este texto o que teriam preferido? O que teriam escolhido?
O
nobre Gawain respondeu que a deixaria escolher por si mesma.
Ao
ouvir a resposta, ela anunciou que seria uma linda jovem de dia e de noite,
porque ele a havia respeitado e permitido ser dona de sua vida.
Moral
da história:
não
importa se a mulher é bonita ou feia,
Havia
um rei que era sempre aconselhado por um ministro seu, que lhe dizia:
"TUDO
QUE DEUS FAZ É BOM"...
Então
uma vez por acaso o rei cortou um dedo e tendo ficado muito angustiado
perguntou
ao seu ministro: tenho cumprido todos os meus deveres religiosos, porque Deus
fez essa injustiça comigo? -TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM, respondeu o ministro...
O
Rei ficou muito irritado e decidiu castigar o ministro, prendendo-o na cadeia...
Numa manhã, o rei que sempre saía para caçar com o ministro, decidiu
ir sozinho, mantendo preso ao seu ministro. Porém na floresta, ele foi
capturado pelos canibais que queria me oferecê-lo em sacrifício.
Então
ele foi preparado para isso, quando no ultimo momento, investigando seu corpo,
os canibais viram que estava incompleto, faltando um dedo. Não podendo oferecê-lo
como sacrifício, resolveram soltá-lo.
Sentindo-se
aliviado, o rei voltou ao seu palácio e soltando o seu ministro disse: Agora
entendo o que você queria dizer com "TUDO QUE DEUS FAZ É BOM".
Estava a ponto de ser morto pelos canibais, quando eles viram que faltava um
dedo, decidiram soltar-me.
Agora
eu não entendo porque você foi preso injustamente.
Porque
o Senhor fez isso com você?
TUDO
O QUE O SENHOR FAZ É BOM, respondeu o ministro. "Eu sempre vou caçar com
vossa majestade na floresta. Se eu tivesse acompanhado, teria sido oferecido em
sacrifício, pois eu tenho todos os meus dedos".
"TUDO
O QUE O SENHOR FAZ É BOM"
Um
fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para
ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.
Um dia,
seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho
poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar
o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou
a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado. Mas, pela
dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia
a pena investir na operação de resgate.
Tomou, então,
a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando
terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo. E assim foi feito: Os empregados,
comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de
forma a cobrir o cavalo.
Mas, à
medida que a terra caía em seu dorso,
o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao
cavalo ir subindo.
Logo os
homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, até que, finalmente,
conseguiu sair!
Moral da
História:
Se você
estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de
seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a terra da
incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio,
lembre-se do cavalo desta história.
Não aceite a terra
que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.
E quanto
mais jogarem, mais você vai subindo, subindo, subindo...
Um grupo de cientistas
e pesquisadores colocou cinco macacos numa jaula.
No meio,
uma escada e sobre ela um cacho de bananas.
Quando um
macaco subia a escada para pegar as bananas, jogavam um jato de água fria
nos que estavam no chão.
Depois de
um certo tempo,
quando um macaco subia a escada para pegar as bananas, os outros que
estavam no chão o pegavam e o enchiam de pancada.
Com
mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das
bananas.
Então
substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que
ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros que o
surraram.
Depois de
algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo
substituto foi colocado na jaula e o mesmo ocorreu com este, tendo o primeiro
substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um
terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu.
Um quarto
e afinal o último dos cinco integrantes iniciais foi substituído.
Os
pesquisadores então tinham na jaula um grupo de cinco macacos que mesmo nunca
tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as
bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem
tentasse subir a escada, com certeza, dentre as respostas,
a mais freqüente seria:
"Não
sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui."
Um
amigo meu abriu a gaveta da cômoda de sua esposa e pegou um pequeno pacote
embrulhado com papel de seda.
"Isto
- disse - não é um simples pacote."; Tirou o papel que o envolvia e
observou a bonita seda e a caixa. "Ela comprou isto na primeira vez que
fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava guardando-o para
uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião.
"Aproximou-se
da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária.
Sua esposa tinha acabado de morrer. Virando-se para mim, disse:
"Não
guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma ocasião
especial".
Ainda
estou pensando nestas palavras... já mudaram minha vida. Agora estou lendo mais
e limpando menos. Sento-me no terraço e admiro a vista sem preocupar-me com as
pragas no mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho.
Compreendi
que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar, não para
sobreviver. Já não guardo nada. Uso meus copos de cristal todos os dias.
Coloco uma
roupa nova para ir ao supermercado, se me dá vontade. Já não guardo meu
melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade.
As frases
"algum dia"... e "qualquer dia"... estão desaparecendo de
meu vocabulário.
Se
vai valer a pena ver, escutar ou fazer. Quero ver, escutar ou fazer agora.
Não estou
certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos.
Creio que
teria chamado seus familiares e amigos mais próximos. Talvez chamasse alguns
amigos antigos para desculpar-se e fazer as pazes por possíveis desgostos do
passado.
Gosto de
pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita. São estas pequenas
coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso e eu soubesse que minhas
horas estão limitadas.
Desgostoso,
porque deixaria de ver amigos com quem iria encontrar cartas... cartas que
pensava escrever "qualquer dia destes". Desgostoso e triste, porque não
disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente freqüência, que os amo.
Agora, trato de não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria
para nossas vidas. E, a cada manhã, digo a mim mesmo que este será um dia
especial. Cada dia, cada hora, cada
minuto, é especial.
Se você
recebeu isto, é porque alguém gosta de você e porque, provavelmente, há
pessoas de quem você gosta. Se você está muito ocupado para gastar uns poucos
minutos para enviar isto para outras pessoas. Se você diz a si mesmo que o
enviará "qualquer dia destes", pense que este "qualquer
dia" está muito distante...ou pode não chegar nunca.
Este
TANTRA veio da índia. Seja você supersticioso ou não, gaste alguns minutos
para lê-lo, de acordo? Contém mensagens muito úteis para a alma.
É um
TANTRA NEPALÊS PARA A BOA SORTE para que você tenha... boa sorte!
Há
muito tempo atrás os homens viviam em cavernas escuras e sem luz. Deus então
chamou os seus anjos para que levassem luz aos quatros cantos da terra e
avisassem aos homens que o seu próprio Filho viria ao mundo.
O Primeiro
Anjo tinha as asas azuis.
Com o raio
de sol que Deus lhe deu iluminou as cavernas e as grutas.
Foi esse
raio de sol que ajudou os gnomos a colorirem as pedras preciosas.
O anjo
azul também trouxe a chuva e com ela lavou as pedras, encheu os lagos e fez os
rios correrem mais rápidos.
O Segundo
Anjo tinha as asas verdes.
Saiu do céu
bem cedinho, mas, como voava devagar, chegou à terra ao entardecer.
O raio de
sol que este anjo verde trouxe deu cor e perfume às plantas. Ele também
ensinou aos homens a deixar a terra fofa para receber as sementes.
O Terceiro
Anjo tinha as asas amarelas.
Ele foi até
bem mais perto do sol, recebeu um raio especial e ao chegar a terra os animais
viram aquela luz e ficaram admirados. O anjo amarelo explicou que iria nascer
uma criança especial e que todos deveriam se preparar para recebê-la.
Os pássaros
fizeram cantos belíssimos, as borboletas coloriram suas asas, os animais de pêlo
falaram uns com os outros sobre o que iria acontecer e o vento espalhou a notícia
por todos os cantos.
O Quarto
Anjo tinha as asas vermelhas.
Ele queria
tanto vir à terra que nem esperou ser chamado e se dirigiu diretamente a Deus.
Deus então tirou uma luz do seu trono e ordenou ao anjo que colocasse essa luz
no coração de cada homem, de cada mulher e de cada criança.
Porque já
estava perto o dia do nascimento da Criança.
É por
isso que, até hoje acendemos quatro velas coloridas, na Coroa do Advento; para
lembrar os quatro Anjos que nos avisaram da chegada do Filho de Deus.
O
menino voltou-se para a mãe e perguntou: --
Os anjos existem mesmo?
Eu nunca
vi nenhum. Como ela lhe afirmasse a
existência deles, o pequeno disse
que iria andar pelas estradas, até
encontrar um anjo.
-- É uma
boa idéia -- falou a mãe. Irei com você.
-- Mas você
anda muito devagar -- argumentou o garoto.
Você tem um pé aleijado.
A mãe
insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia
andar muito mais depressa do que
ele pensava.
Lá se
foram. O menino saltitando e correndo e a mãe
mancando, seguindo atrás.
De
repente, uma carruagem apareceu na estrada.
Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama
linda, envolta em veludos e sedas,
com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias
eram tão brilhantes que pareciam
pequenos sóis.
Ele correu
ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
-- Você
é um anjo?
Ela nem
respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os cavalos e a
carruagem sumiu, na poeira da estrada.
Os olhos e
a boca do menino ficaram cheios de poeira.
Ele esfregou os olhos e tossiu
bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de
algodão azul.
-- Ela não
era um anjo, não é, mamãe?
-- Com
certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais
adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino.
Seus olhos
eram estrelas azuis e ele lhe perguntou: -- Você é um anjo?
Ela ergueu
o pequeno em seus braços e falou feliz: --
Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto
acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando.
Mais do que depressa, colocou o garoto no chão.
Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e
caiu.
-- Olhe
como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria
ao encontro do seu amado.
O menino
ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas
com seu avental de algodão azul.
Aquela moça,
certamente, não era um anjo.
O garoto
abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
-- Você
me carrega?
-- É
claro -- disse a mãe. Foi para isso que eu vim.
Com o
precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música
que ele mais gostava.
Então o
menino a abraçou com força e lhe perguntou:
-- Mãe, você não é um anjo?
A mãe
sorriu e falou mansinho: -- Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão
azul como o meu...
MORAL DA
HISTÓRIA:
Anjos são
todos os que na Terra se tornam guardiões dos seus amores.
São mães,
pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício
dos que amam. Às vezes, podem estar do nosso lado e não percebemos.
(LIVRO DAS VIRTUDES PARA AS CRIANÇAS
II, de William J. Bennett)
Quando
o neto veio a sua procura com muita raiva após ter sido injustiçado por um
colega na escola, seu velho avô lhe falou:
--
Deixe-me contar-lhe uma história.
Algumas
vezes eu também senti um grande ódio dentro de mim por aqueles que
atrapalharam a minha vida. Mas a raiva só desgasta você e nem mesmo machuca o
seu inimigo. É como se você tomasse o veneno e desejasse que seu inimigo
morresse.
Eu
já lutei com este sentimento várias vezes...
Ele então
continuou...
-- É como
se existissem dois Lobos dentro de mim. Um é bom e não me faz mal.
Ele
vive em harmonia com todos e não fica ofendido quando não existe ofensa
intencional. Ele apenas irá lutar quando for correto lutar, e da maneira
correta.
Mas
o outro Lobo... Ah!! Ele é cheio de ódio. Por pequenas coisas ele é capaz de
perder a paciência e o controle. Ele briga com qualquer um por qualquer motivo.
Ele
não consegue nem pensar porque sua raiva é muito grande. E ele fica paralisado
pela sua raiva, pois com ela não consegure resolver nada. Às vezes é difícil
conviver com estes dois lobos morando dentro de mim, pois os dois tentam dominar o meu espírito...
O menino
então olhou diretamente nos olhos de seu avô e perguntou: - E qual ganha a
luta vovô??
O avô então
sorriu e disse: - Ganha aquele que eu alimentar...
Esta é
uma mensagem de final de ano.
Espero que
no ano novo você possa sempre alimentar o
Lobo do
Amor dentro de você deixando o outro lobo o mais quietinho
possível,
e que possamos fazer de nosso mundo um mundo melhor.
Em
uma faculdade de Medicina, certo professor propôs à sua classe a seguinte
situação
:
"Baseados
nas circunstâncias que vou enumerar, que conselho dariam vocês a certa senhora
grávida do quinto filho ?
O marido
sofre de sífilis e ela, tuberculosa. O primeiro dos cinco filhos nasceu cego. O
segundo, morto. O terceiro, surdo. O quarto, como a mãe, é tuberculoso.
Ela
está pensando seriamente em abortar a quinta gravidez.
Que
caminho vocês a aconselhariam a tomar ?"
Com base
nestes fatos, a maioria dos alunos concordou em que o aborto seria a melhor
alternativa. O professor, então, disse aos alunos :
"Os
que disseram sim à idéia do aborto, saibam que acabaram de matar o grande
compositor Ludwig Van Beethoven, cujo nascimento se deu nesta situação".
GRANDES
PROJETOS, EXCELENTES IDÉIAS, ÀS VEZES SÃO "ABORTADOS" QUANDO AS
PESSOAS ENVOLVIDAS SE VÊEM DIANTE DE SITUAÇÕES DIFÍCEIS. TUDO, PARA SER BEM
FEITO, LEVA TEMPO E EXIGE PERSEVERANÇA, TENACIDADE E ENTUSIASMO ...
Fogo
de Conselho - No grupo escoteiro é uma reunião em torno de uma fogueira, uma
atividade noturna, feita ao ar livre.
Lamparada
- É uma atividade noturna, realizada denntro de um ambiente fechado e em volta
ou com um foco de luz (podendo ser: lâmpada, lampião ou lanterna).
Tradicionalmente é realizado
na última
noite de
um acampamento ou
acantonamento, e dentre aos principais objetivos citamos a confraternização, a
reflexão, a diversão, bem como o adestramento, que pode ser dado através de
uma estória ou qualquer atividade, incluindo-se o adestramento dos sentidos,
etc..
ORIGEM:
A origem
exata está perdida, mas sabemos que BADEN POWEL se inspirou em dois rituais
distintos: a reunião que os índios americanos faziam em torno de fogueiras
para comentar seus feitos do dia, suas preocupações, e ali tomadas todas as
grandes decisões e também em ritual semelhante que encontrou na África, só
que lá encontrou um outro personagem "o contador de estórias", o
homem que sabia de cor toda a história da tribo e que era o guardião de todas
as tradições. Era ele que na hora mais importantes, relembrava os exemplos
mais adequados.
FINALIDADES
*
ESTIMULA A DISCIPLINA: A criança deve aprender a escutar, a aplaudir na hora
certa, obedecer com alegria as ordens de sentar, levantar, cantar. Além de sua
disciplina em esperar o momento da sua apresentação, bem como a disciplina que
deve ter antes, durante e ensaio com a sua equipe (matilha ou patrulha).
*
DIVERTE E RELAXA: Essa é a finalidade mais obvia. Depois de um dia no campo,
depois de realizar uma série de atividades físicas, nada mais gratificante do
que se reunir, contar e escutar algumas boas estórias.
*
SOCIABILIZA: A criança se vê forçada a participar como uma peça importante
do todo. Mesmo que ela não participe como elemento principal ela é necessária,
que como platéia, que como elemento secundário. Além disso, todo fogo de
conselho/lamparada é uma grande dramatização, é nesse ambiente familiar e
amigo que a criança sente-se encorajada de representar e através
da observação dos outros que ela melhora e passa a reforçar a confiança em
si mesma.
*
RELEMBRA A FRATERNIDADE MUNDIAL: Como
uma das nossas mais caras tradições. Além disso o dirigente do fogo/lamparada
deve lembrar que em alguma lugar outros escoteiros/lobinhos estão reunidos com
a mesma finalidade.
*
REFORÇA A MÍSTICA: Estimula a imaginação que é o tapete mágico que levará
a criança onde nós queiramos. Uma sala pode virar o que quisermos. É através
dela que contaremos estórias e que, principalmente falaremos sobre lealdade,
dever, honra, felicidade, de maneira sucinta.
*
FORTALECE O ESPIRITO DE SEÇÃO : É uma atividade exclusiva da seção e passa
a ser vivida em conjunto. É um dos pontos mais altos do acampamento/acantonamento
e todos contribui para isso.
*
DIRIGENTE DO FOGO/LAMPARADA Através de representações, jogos, pequenas
palestras, canções, danças e estórias, num clima jovial e alegre,
movimentado, interessante e informal, cria situações propicias para
desenvolver e incentivar na criança: a criatividade e a imaginação,
a facilidade de expressão, a
alegria, a sociabilidade, a autoconfiança e habilidades artísticas.
O
dirigente deve reunir as seguintes características:
Jovialidade, Cortesia,
Firmeza, Entusiasmo, Liderança, Conhecimento das canções e das atividades que
serão desenvolvidas com humildade e postura.
Passamos
a vida em busca de felicidade, procurando o tesouro escondido.
Corremos
de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos
que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica. e achamos
que
a vida seria tão diferente, se pelo menos fossemos felizes.
E, assim,
uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para
serem
felizes.
Uns se
casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes.
Uns fazem
viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do
normal
para serem felizes. uma busca infinda. anos desperdiçados.
Nunca a
lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho
está
no ponto. sombras, lágrimas. nunca estamos satisfeitos. mas há uma forma
melhor
de viver!
A partir
do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade
chegou
ao fim.
É que
percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova,
no
carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.
Quando não
conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria, estamos fadados
a decepção. A felicidade não tem nada a ver com o conseguir, com o acontecer.
Existem pessoas que são felizes até na experiência triste, como explicar?
A
felicidade antes de tudo e uma postura de vida, e a nossa disposição em buscar
o melhor em tudo que nos acontece de bom ou não, é uma maneira sempre positiva
de processar todos os acontecimentos dentro dos nossos corações, e ter consciência
de que tudo são meios que fazem parte da nossa história, com objetivo de alcançarmos
algo, maior que e a conquista de nós mesmos.
Poucas
coisas são necessárias para fazer feliz o homem, ao mesmo tempo tem que
nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado. as necessidades de cada um de nós
são poucas.
Enquanto nós
tivermos alguma coisa a fazer. Alguém a amar, alguma coisa a esperar seremos
felizes. Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser
repartida. Repartir o que você tem de melhor e como espalhar perfumes sobre os
outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.
A vida só sorri, para quem sorri para ela.
(Autor
desconhecido)
Era
uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma
Todas as
manhãs ele caminhava a beira do mar para se inspirar, e a tarde ficava em casa
escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar.
Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia
estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, joga-las novamente de volta ao
oceano.
"Por
que está fazendo isso?" - perguntou o escritor.
"Você
não vê explicou o jovem - a maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão
secar e ou morrer se ficarem aqui na areia".
O escritor
espantou-se. "Meu
jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e
centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença
faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de
qualquer forma".
O jovem
pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o
escritor e disse: "Para essa aqui eu fiz a diferença...".
Naquela
noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou a
praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram
a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos,
portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.
Sejamos
a diferença!
Não
é esquisito que...
Quando
o outro não faz é preguiçoso.
Quando
você não faz... Está muito ocupado.
Quando
o outro fala é intrigante.
Quando
você o fala... É crítica construtiva.
Quando
o outro se decide a favor de um ponto, é "cabeça dura".
Quando
você o faz... Está sendo firme.
Quando
o outro não cumprimenta, é mascarado.
Quando
você passa sem cumprimentar... É apenas distração.
Quando
o outro fala sobre si mesmo, é egoísta.
Quando
você fala... É porque precisa desabafar.
Quando
o outro se esforça para ser agradável, tem uma segunda intenção.
Quando
você age assim... É gentil.
Quando
o outro encara os dois lados do problema, está sendo fraco.
Quando
você o faz... Está sendo compreensivo.
Quando
o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.
Quando
você faz... É iniciativa.
Quando
o outro progride, teve oportunidade.
Quando
você progride... É fruto de muito trabalho.
Quando
o outro luta por seus direitos, é teimoso.
Quando
você o faz... É prova de caráter.
Quando
você manda um e-mail desse é porque gosta dos amigos.
Quando
o outro manda... É um desocupado.
É
muito difícil... Mas não impossível
Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas extensas estradas, que
circulam as tristes e sombrias montanhas da Pérsia. Ambos se faziam acompanhar
de seus
ajudantes,
servos e caravaneiros.
Chegaram
certa manhã, às margens de um grande rio barrento e impetuoso, em cujo seio, a
morte espreitava os mais afoitos e temerários. Era preciso transpor a corrente
ameaçadora.
Ao
saltar de uma pedra o jovem Mussa foi infeliz, falseando o pé, precipitou se no
torvelinho espumante das águas em revolta.
Teria
ali perecido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib. Este, sem um
instante de hesitação, atirou-se à correnteza e, lutando furiosamente,
conseguiu trazer a salvo o companheiro de jornada.
Que
fez Mussa?
Chamou, no mesmo instante,
os seus mais hábeis servos e ordenou-lhes que gravassem na face mais
lisa de uma grande pedra, que perto se erguia, esta legenda admirável:
"Viandante! Neste lugar, durante uma jornada, Nagib salvou heroicamente seu
amigo Mussa".
Isto
feito, prosseguiram com suas caravanas.
Alguns
meses depois, de regresso às terras, novamente se viram forçados a atravessar
o mesmo rio, naquele
mesmo lugar perigoso e trágico.
E, como se sentissem fatigados, resolveram repousar algumas horas à
sombra acolhedora da
laje,
que ostentava bem no alto a honrosa inscrição.
Sentados
na areia clara, puseram-se a conversar. Eis que, por um motivo fútil, surge, de
repente, grande desavença entre os dois companheiros. Discordaram, discutiram e
Nagib, exaltado, num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente o amigo.
Que
fez Mussa?
Que
farias tu, em seu lugar? Mussa não revidou a ofensa.
Ergueu-se,
e tomando tranqüilo o seu bastão, escreveu na areia clara, ao pé do
negro
rochedo: "Viandante! Neste lugar, durante uma jornada, Nagib, por motivo
fútil,
injuriou gravemente o seu amigo Mussa".
Surpreendido
com o estranho proceder, um dos ajudantes de Mussa observou respeitoso: --
Senhor! Da
primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagib, mandaste gravar na pedra,
para sempre, o feito heróico.
E agora que ele acaba de ofender-vos tão gravemente, vos limitais a
escrever na areia incerta, o ato de covardia!
A primeira legenda, ó cheique, ficará para sempre.
Todos os que transitarem por este sítio dela terão notícia. Esta
outra, porém, riscada no tapete de areia, antes do cair da tarde, terá
desaparecido com um traço de espumas entre as ondas buliçosas do mar.
Respondeu
Mussa: - É que o benefício que recebi de Nagib, permanecerá para sempre, em
meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo-a na areia, com
um voto, para que, se apague e desapareça mais depressa, das areias e de minha
lembrança.
Assim
é, meu amigo!
Aprende a gravar na pedra,
os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de
carinho, simpatia e estímulo que ouvires.
Aprende,
porém, a escrever na areia, as injúrias, as ingratidões, as perfídias e as
ironias que te ferirem, pela estrada agreste da vida.
Aprende
a gravar assim, na pedra;
aprende
a escrever assim, na areia . . .
e
serás feliz!.
Faz algum tempo existia um homem que possuía três amigos.
Um
estava sempre com ele e dizia que podia contar com ele para tudo.
Um
outro quase sempre aparecia e ajudava em alguma coisa.
O
outro era mais calado, sempre presente, mas nunca mostrava sua disposição
para
ajudar.
Um dia o homem se envolveu numa situação e estava prestes a ser preso,
a
menos
que encontrasse uma testemunha do seu caráter.
Procurou
aquele amigo que sempre estava presente e ele alegou que estava muito ocupado e
que não poderia dar o seu testemunho.
Procurou
então aquele que quase sempre aparecia e ele disse que tinha alguma
coisa
para fazer e que também não poderia dar o seu testemunho.
Então
ele encontrou o terceiro amigo, e este se dispôs a ir com ele e testemunhar em
seu favor.
Ele
conseguiu se livrar da cadeia, e conheceu finalmente os seus amigos.
O
primeiro eram os parentes, o segundo era o dinheiro e o terceiro era
seu
verdadeiro
amigo: Jesus Cristo
Sermão
do: Frei Sebastião de São Bernardo do Campo
"Se
você não puder ser um pinheiro no topo da colina,
Seja
uma pequena árvore no meio do vale;
Mas
seja a melhor árvore à margem do regato...
Se
não puder ser árvore,
Seja
um ramo,
Se
não puder ser um ramo,
Seja
um pouco de relva
E
dê alegria aos que passam no caminho.
Não
podemos ser todos comandantes;
Temos
de ser soldados.
Mas
há um lugar para todos nós.
Existem
grandes e pequenas obras
E
sempre há uma tarefa que devemos realizar.
Se
não puder ser a estrada real,
Seja
uma simples vereda.
Se
não puder ser Sol,
Seja
uma pequena estrela.
Mas
seja o melhor que lhe for possível.
Se o seu nome é José e lhe chamam de João, não dê importância.
Se
a inveja das pessoas próximas de você obstruir o seu caminho, não dê importância.
Se
lhe faltarem com o respeito fazendo zombaria, não dê importância.
Se
a maledicência atrapalhar os seus projetos, não dê importância.
Se
venderem o resultado do seu trabalho e dele tirarem vantagens, vulgarizando e
banalizando o seu ideal, não dê importância e procure lembrar-se da vida de
Jesus Cristo: Na Santa Ceia haviam apenas 12 pessoas e um delas o negou,
enquanto uma outra o traiu.
Logo,
estranhar a existência da estupidez humana e não lembrar-se da nossa eterna
convivência com aqueles que negam e com todos os que traem, é ignorar que
todos nós sairemos de cena quando formos transferidos para outras esferas, onde
todas as realizações alcançadas aqui serão creditadas a cada um, sendo
portanto intransferíveis e de nada valerá a traição,
a negação,
o deboche,
a corrupção, o fingimento, a deslealdade e a rapinagem. Portanto, não
dê importância.
(mensagem proferida por prof. José
Rossi de S.B.Campo.)