Reciclagem

Acima

Propostas para Geração de Emprego e Renda:

Criação da Oficina Amparo-Cidadão

A criação da oficina tem como principais objetivos a valorização social do indivíduo, artesãos e trabalhadores da reciclagem organizados em cooperativas e a minimização dos impactos ambientais da disposição final de resíduos sólidos.

O projeto nasceu da necessidade de se obter embalagens, em especial algum tipo de caixa ou sacola, que valorizassem o artesanato confeccionado pelos grupos de produção que participam dos projetos que envolvem o cultivo da banana.

 Visa beneficiar famílias de baixa-renda e criar mecanismos para geração de emprego.

Reciclagem da Palha e Caule da Bananeira

ARTESANATO COM A PALHA DA BANANEIRA: UMA SOLUÇÃO BRILHANTE PARA AS COMUNIDADES DOS PAÍSES DE CLIMA TROPICAL

            O artesanato com a palha e a fibra da bananeira possibilita a confecção de uma grande variedade de produtos tais como cestas, bolsas sandálias, tapetes, colares, pulseiras, etc...

Atualmente, com a revalorização do artesanato, este tipo de trabalho vem se mostrado como uma oportunidade de gerar uma renda complementar para as comunidades que vivem de agricultura familiar.

A palha da bananeira é produzida a partir das bainhas foliares extraídas do pseudocaule da bananeira, que equivale a seu tronco. O corte do pseudocaule é uma prática adotada no sistema de cultivo da banana. Após a colheita do cacho costuma-se  retirar a bananeira mãe, cortando-se se pseudocaule de modo a dar espaço para o crescimento dos filhotes.

Do pseudocaule da bananeira é possível extrair vários tipos de palhas, cada uma com uma característica diferente: as palhas mais finas (utilizadas para dar acabamento, costurar, adornar, etc.) são chamadas de filé e contra-filé; as mais grossas (utilizadas para trabalhos mais rústicos) são chamadas de palha inteira; das três camadas que é constituída a palha inteira retira-se a palha interna (menos resistentes), a redinha (toda vazada) e a palha raspada (extremamente resistente). Depois é preciso pendurá-las ou esticá-las para secar ao sol, não podendo pegar chuva nem orvalho, ou seja, é preciso ter dois lugares definidos para a secagem; um local  a céu aberto e outro local protegido da umidade.

As palhas são utilizadas para a manufatura do artesanato das mais diferentes formas possíveis, de acordo com a criatividade do artesão. Combinando palhas e outros materiais (bambus, cipós, sementes, etc...) é possível se fazer de cestas a biombos e até divisões internas de uma casa. As possibilidades são infinitas, a fibra é muito resistente  podendo durar vários anos, sendo substituída a qualquer momento. O artesanato é constantemente reconstruído e reinventado.

 As técnicas para o reaproveitamento do caule desse vegetal prometem revolucionar o artesanato da região. A fibra da palha da bananeira transforma-se em entrançados que dão origem a artigos de decoração, cestas, bolsas e utensílios domésticos, como bandejas, porta guardanapos, entre outros.  

 

Reciclagem da fibra da bananeira e

fabricação de Papel Artesanal

 

Os papéis industrializados no Brasil, hoje, contém uma percentagem de papéis usados. Pode-se produzir o papel com 100% de papel usado e fibras vegetais.

 

O QUE PODE SER RECICLADO

jornais e revistas

fotocópias

folhas de caderno

envelopes

formulários de computador

provas

caixas em geral

rascunhos

aparas de papel

cartazes velhos

papel de fax

fibras vegetais

folhas,

cascas de cereais, etc.

Papel Reciclado:

PORQUE É IMPORTANTE ]

Cada tonelada de papel reciclado evita a derrubada de 20 a 30 pés de eucaliptos ou de 10 a 30 árvores.

Uma tonelada de papel reciclado economiza 2,5 barris de petróleo e reduz a poluição do ar.

Para fabricar uma tonelada de papel utilizam-se 100 mil litros de água e 5 mil Kw/h de energia elétrica; na reciclagem, esses números caem para 2 mil e 2,5 mil, respectivamente.

A reciclagem de papel reduz os custos de transporte na deposição do lixo reciclando papeis, diminui-se a quantidade de lixo em aterros sanitários, aumentando sua vida útil.

No Brasil só 35,6% do papel que circula no país retorna à produção através da reciclagem.

No Brasil, existem 22 categorias de aparas (sobras), nome genérico dado aos resíduos de papel, industriais ou domésticos. A disponibilidade de aparas é grande. Mesmo assim, as indústrias importam para abastecer o mercado.

As aparas mais nobres são as "brancas de primeira", que não têm impressão ou qualquer tipo de revestimentos, e a mista, formada por mistura de vários tipos de papéis.

A maioria dos papéis de escritório é fabricada a partir de processos químicos que tratam a polpa da celulose, retirada das árvores.

O papel jornal é feito com menos celulose e mais fibras de madeira, obtidas na primeira etapa da fabricação do papel, e por isso são de menor qualidade.

Em São Paulo, papel e papelão correspondem a 28,8% do peso do lixo urbano.

O papel se degrada lentamente em aterros quando não há contato suficiente com ar e água. Nos Estados Unidos, foram encontrados em aterros jornais da década de 50, ainda em condições de serem lidos.


[ PARA RECICLAR ]

A reciclagem de papel é antiga. Ao longo dos anos, o material mostrou ser fonte acessível de matéria-prima limpa.

As campanhas de coleta seletiva multiplicaram-se e aumentou a ação dos catadores nas ruas.

O lixo derivado do papel de escritório é formado por diferentes tipos, forçando os programas de reciclagem a priorizar a coleta de algumas categorias mais valiosas, como o papel branco (brancas de primeira).

Embora tenham menor valor, os papéis mesclados contendo diferentes fibras e cores, são também coletados para reciclagem.

Os papéis para fins sanitários (toalhas e higiênicos) não são encaminhados para reciclagem. O mesmo ocorre com papéis vegetais, parafinados, carbono, plastificados e metalizados.

Não podem conter metais, vidros, cordas, pedras areia, clips, elástico e outos materiais que dificultam seu re-processamento.


Etapas da Reciclagem de Papel

1. O papel é separado do lixo.
2. É vendido para sucateiros que enviam o material para depósitos.
3. O papel é triturado e enfardado e vendidos para aparistas, que classificam as mesmas.
4. Dos aparistas, o papel é revendido para fábrica de papel como matéria prima.
5. Ao chegar à fábrica, o papel entra numa espécie de grande liquidificador, que o desagrega com água, formando uma pasta de celulose.
6. Uma peneira separa impurezas como fibras, pedaços de papel não desagregado, arame e plásticos.
7. São aplicados compostos químicos - água e soda cáustica - para retirar tintas.
8. Uma depuração mais fina separa a areia existente na pasta.
9. Cilindros refinadores abrem um pouco mais as fibras de celulose, melhorando a ligação entre elas.
10. A pasta é branqueada com composto de cloreto ou peróxido.

Fabricação de:

·       Papel Artesanal

·       Papel machè

·       Desidratação de Flores e Fibras

·       Bonecos

·       Bonecas em palha

·       Utensílios em palha

·       Embalagens

·       Embalagens para produtos alimentícios derivados da banana

·       Cestaria

·       Assessórios

·       Bijouterias

·       Sabonetes esfoliantes com farinha de banana

·       Papeis para artes gráficas

·       Papeis Ornamentais

·       Objetos Decorativos

·       Montagem de um Studio de Arte para criação de rótulos, embalagens, adesivos, cartazes, banners, folders, etc.

Serão ministrados durante os cursos

Noções de Cidadania

Higiene,

Impacto Ambiental

Responsabilidade social

Desenvolvimento Sustentável

Conhecimento Técnico

Práticas Comerciais

Oficina de Culinária Alternativa

 

A montagem de um espaço-cozinha experimental onde o pequeno e médio produtor pode produzir e escoar a produção artesanal é primordial para a viabilização do projeto.

Capacitação de Pessoas para a culinária regional com produto e sub-produto da bananeira como: casca e umbigo

Pesquisa e formação de mão-de-obra qualificada.

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1