Area 51
�rea que se localiza a 190 km ao noroeste de Las Vegas, no deserto de Nevada, n�o consta nos mapas oficiais. � uma �rea que possui estradas , riachos, montanhas, edif�cios e uma pista de 9,5 km, mas oficialmente n�o existe.� como se qualquer atividade humana tivesse parado em uma �rea equivalente � Su��a.
O acesso a esta �rea � completamente proibido. Os cartazes advertem: "O uso de armas letais � autorizado".Seu espa�o a�reo � o mais inviol�vel dos EUA.Trata-se do Pol�gono de tiro e de Testes Nucleares de Nellis, conhecido como �rea 51.
Vampirismo e Ufologia
Voc� j� esteve deparado com algum caso de vampirismo junto com ufologia?

Jean Paul Bourre trata desse assunto t�o inusual em seu livro "O Culto do Vampiro". O autor encontrou uma seita real que cultua alien�genas bebedores de sangue al�m de um grupo que acredita que os vampiros s�o seres vindos do espa�o e dedica-se a combate-los. Uma vez eu estava conversando com uma adepta da Sociedade Rosacruz AMORC e ela contou uma hist�ria sobre vampiros alien�genas que teriam vindo para a Terra mas no momento n�o recordo dos detalhes.

Na fic��o j� apareceram v�rias obras falando sobre vampiros alien�genas. Em 1894 H. G. Wells, em sua hist�ria "The Flowering of the Strange Orchid", explorou a possibilidade de um alien�gena tomar posse de um ser humano para viver de suas energias vitais. Um alien�gena sedento de sangue apareceu pela primeira vez em 1942 no conto "Asylum", de A. E. Vam Vogt. Os "Vampiros" de Van Vogt eram um par de alien�genas que chegaram � Terra numa espa�onave. Eles viveram milhares de anos se apropriando das formas de vida de diferentes planetas. Na Terra, encontraram o rep�rter Willoan Dreegh, que impediu sua invas�o. Traduzido para portugu�s tem um �timo livro chamado "Vampiros do Espa�o" de Colin Wilson e outro "Eu sou a Lenda" de  Richard Matheson. Nesse livro, Matheson conta a hist�ria do fim do mundo, na qual seu personagem, Robert Neville, era o �nico ser humano sobrevivente. Os demais tinham morrido ou se transformado em vampiros.
Durante a batalha entre Neville e os vampiros, ele precisou imaginar que partes do mito do vampiro antigo eram corretas e da� resolver que tipos de armas seriam usadas contra eles. Alguns dos principais livros n�o traduzidos que falam sobre uma mistura de vampirismo com alien�genas s�o:  Sabella or The Blood Stone (1980) de Tanith Lee; Dracula Unbound (1991) de Brian Aldiss; e McLennon's Syndrome, (1993) de Robert Frezza.
 


Existe uma revista "Vampirella" que conta a hist�ria de uma vampira que veio de um planeta "Draculon"... Em revistas de terror como Kripta, Spectro, EERIE, etc. tamb�m costumavam vir hist�rias desse tipo. H� tamb�m filmes que falam sobre o tema. Creio que o melhor de todos � For�a Sinistra (Lifeforce).

No Amazonas h� muitos casos de sugadores de sangue, s� que estes chegam com uma intensa luz prateada do c�u, paralisam as vitimas e sugam seus sangues.

H� v�rios casos na ufologia deste tipo, no vampirismo tamb�m eles se alimentam do sangue dos animais, quando fica imposs�vel arranjar o humano, estaria aliado ao CHUPA-CABRAS?

Parece que sim pois foram avistados discos na regi�o em v�rios casos de Chupacabras. Ele tem sido muito ridicularizado pela imprensa e agora come�a a cair no esquecimento mas acho que o mist�rio n�o foi resolvido. Alguma coisa est� matando aqueles animais.

Talvez o governo esteja comprometido. Enviaram o Palhares - aquele mesmo que disse que o PC Far�as tinha sido assassinado pela namorada - para investigar o caso "Chupacabras" e ele limitou-se a pegar alguns p�los de cachorro do ch�o de uma fazenda, mandar para a an�lise, e dizer que aquilo prova que os "chupacabras" eram apenas "c�es do mato". Pelo visto ele acha que os cachorros andam muito inteligentes ultimamente. Aprenderam a fazer cortes cir�rgicos, cauterizar ferimentos, retirar �rg�os espec�ficos por buracos min�sculos ao inv�s de rasgar a carne...

Para os amantes de OVNIS, na cole��o "As Ci�ncias Proibidas" da  "Enciclop�dia do Ocultismo" (Editora S�culo Futuro LTDA) tem dois livros muito bons sobre extraterrestres "O Livro negro dos Ovnis" e "Evid�ncia dos Ovnis: Aterrissagem, Raptos, Aparecimentos". Alias, essa cole��o foi publicada no Brasil em 1987 e tem a foto de uma ovelha (tirada em 1975), como aquelas que foram v�timas do Chupacabras. Tenho descri��es de casos similares na Bulg�ria, no s�culo XVIII, isso significa que n�o � inven��o de uma moda passageira de fim de s�culo...
"Em certas regi�es da Mor�via, era muito comum homens mortos aparecerem na companhia dos vivos".

Dom A. Calmet

O acad�mico cat�lico romano, padre beneditino Augustian Calmet, nasceu em Minil-la-Horgne, Lorraine, Fran�a, em 16 de fevereiro de 1672. Estudou no mosteiro Beneditino de Brevil e entrou na ordem em 1688.
O estudo de Dom Calmet come�ou com a onda de relatos de vampirismo provindos da Alemanha e da Europa Oriental. Impressionado com os testemunhos e detalhes acerca dos casos da Europa Oriental, Calmet achou inadmiss�vel que estes relatos fossem simplesmente ignorados. Tanto que, no livro, Calmet pergunta: "J� se viu alguma vez as letargias, os desmaios ou as s�ncopes durarem anos inteiros?"
Achando importante verificar a veracidade dos fatos e transcreve-los de acordo com a opini�o da igreja perante o mundo, Don Calmet procurou coletar toda a informa��o existente sobre a natureza dos vampiros. Passou a reunir o maior n�mero poss�vel de autos oficiais como jornais, di�rios de viagem, testemunhas oculares e criticas de colegas esclarecidos. Incluiu ainda no tratado o folclore da regi�o, as explica��es dadas ao fen�meno, o sepultamento prematuro e o pouco que se sabia sobre sobre as mudan�as no corpo ap�s a morte. A maior parte de seu livro � constitu�da da antologia desses relatos, seguida de suas pr�prias reflex�es, assim n�o � de admirar que seu tratado contenha v�rias contradi��es e pontos de incerteza.
Dom Calmet fez uma cr�tica severa aos relatos; apontando problemas e inconsist�ncias internas. Tamb�m condenou a histeria que seguia-se ap�s diversos incidentes relatados e apoiou a atitude da Sorbonne que condenou claramente os relatos e a mutila��o dos corpos exumados. Mas, no final, Calmet terminou por concluir "que parece imposs�vel n�o apoiar a cren�a que prevalece nesses pa�ses de que essas apari��es na realidade prov�m do t�mulo e que s�o capazes de produzir os terr�veis efeitos t�o difundidos e atribu�dos a eles". 
Segundo ele, era de depor uma h�stia consagrada na boca dos defuntos, antes da sua inuma��o. Isto serviria para evitar qualquer invas�o demon�aca no cad�ver ou sortil�gio p�stumo. Citando os relat�rios das comiss�es papais enviadas para lidar com "pragas" de vampiros na �ustria, Hungria, Mor�via e Sil�sia, Don Calmet narra que um vampiro pode ser destru�do por decapita��o, enfiando-lhe uma estaca no t�rax ou queimando-se o corpo. Isto certamente destruiria o vampiro da mesma forma que obviamente daria cabo de uma pessoa normal.
"Nos �ltimos seis anos temos ouvido e presenciado uma nova s�rie de extraordin�rios fatos e incidentes. Hungria, Mor�via, Sil�sia e Pol�nia s�o o principal cen�rio. Por aqui se conta que homens falecidos, homens que permaneceram enterrados durante meses, regressam de suas tumbas. Ouve-se sua voz, v�-se eles vagando por a�, invadindo vilarejos e aldeias. Causam danos a homens e animais, cujo sangue extraem produzindo enfermidades que levam � morte em pouco tempo. Ningu�m pode evitar visitas t�o terr�veis nem defender-se de seus ataques, a menos que os cad�veres sejam exumados, seu peito traspassado com uma estaca, sua cabe�a arrancada e o cora��o destro�ado ou queimado at� ser reduzido a cinzas".
No segundo tomo, cap�tulo 14, p�gina 61, Dom Calmet relata a seguinte carta que recebeu por interm�dio de um amigo comum, Ludwing von Buloz: "Possuo uma carta acerca dos fantasmas da Hungria, que foi escrita por um amigo meu para me ser entregue. O autor pensa nitidamente de outra forma que o Le Glaneur Hollandais (Uma gazeta publicada pelo marques Boyer d'Argens, que acreditava que as vitimas dos vampiros matavam a si pr�prias por auto sugest�o) acerca dos vampiros! Eis a carta:  
"Para satisfazer as perguntas do senhor abade Don Calmet, relativamente aos vampiros o abaixo assinado tem a honra de lhe assegurar que n�o existe nada t�o verdadeiro e t�o certo como o que leu as Actas P�blicas e Impressas, que foram inseridas nas gazetas de toda a Europa. Mas de todas essas Actas que foram publicadas o senhor abade dever� interessar-se por um fato ver�dico e not�rio referente � delega��o de Belgrado, ordenada por Sua Majestade Imperial Carlos VI, de gloriosa mem�ria, e executada por sua alteza seren�ssima o duque Carlos Alexandre de Vurtenberga, nesse tempo vice-rei ou governador do Reino da S�rvia. Por�m, de momento n�o posso citar nem o ano nem o m�s ou o dia, por falta dos meus pap�is, que n�o tenho presentemente comigo.
Este pr�ncipe mandou partir de Belgrado uma delega��o que era composta metade por oficiais militares e outra metade por oficiais civis, assim como pelo auditor-geral do Reino, a fim de que se deslocasse a uma aldeia onde um Vampiro famoso, morto h� muitos anos, fazia uma razia entre os seus. Mas notai que � somente na sua pr�pria fam�lia e entre os seus parentes que esses sugadores de sangue se deleitam a destruir a nossa esp�cie (humana).
Essa comiss�o era composta por gente e por sujeitos reconhecidos pelos seus costumes e pelo seu saber incompar�veis. Prestado o juramento e acompanhados de um tenente dos Granadeiros do Regimento do Pr�ncipe Carlos Alexandre de Vurtemberga e de vinte e quatro granadeiros do dito regimento, partiram.
Tudo o que era gente honesta e o pr�prio duque, que se encontrava em Belgrado, juntaram-se �quela comiss�o, para serem testemunhas da prova jur�dica que ia ser feita. Chegados ao local, descobriu-se que no espa�o de quinze dias, o Vampiro, tio de cinco rapazes e raparigas, j� tinha executado tr�s, e um outro, um seu pr�prio irm�o. J� ia no quinto, uma rapariga muito bonita que era sua sobrinha; j� a tinha vampirizado duas vezes quando se p�s fim a esta trag�dia t�o triste, pelas opera��es seguintes: Reuniram-se numa vila, n�o longe de Belgrado, com os comiss�rios deputados. A sess�o era p�blica e efetuou-se ao cair da noite, na sua sepultura. Este senhor (que me informava dos acontecimentos anteriores) n�o me p�de dizer as circunst�ncias do tempo durante o qual as v�timas precedentes tinham sido atacadas, nem as particularidades acerca deste assunto. A pessoa, depois de o ter sido, encontrava-se num estado lastim�vel de fraqueza, de debilidade e de cansa�o, tal era a viol�ncia do tormento. Havia aproximadamente tr�s anos que estava encerrado. Foi vista sobre seu t�mulo uma claridade parecida � de um candeeiro, mas mais viva. O t�mulo foi mandado abrir e encontrou-se um homem completo, parecendo t�o s�o como qualquerum de n�s, os assistentes. Os cabelos, os p�los do corpo, as unhas, os dentes e os olhos (semicerrados) estavam t�o firmemente agarrados a ele como o est�o atualmente os nossos. E seu cora��o palpitava.
Em seguida , retirou-se o corpo para fora do t�mulo; o corpo n�o estava na verdade flex�vel, mas n�o lhe faltava nenhuma parte, nem na carne nem nos ossos. Em seguida, trespassouse-lhe o cora��o com uma esp�cie de lan�a de ferro redonda e pontiaguda. Saiu dele uma mat�ria esbranqui�ada e flu�da (que poderia tratar-se de gordura), juntamente com sangue, mas o sangue dominando sobre a mat�ria. O morto n�o tinha qualquer mau cheiro. A seguir a isto foi-lhe cortada a cabe�a com um machado semelhante �quele com que na Inglaterra se fazem as execu��es.
Saiu igualmente uma mat�ria e sangue semelhante aos que acabei de descrever, mas este mais abundante em propor��o ao que saiu do cora��o.
Quanto ao resto, foi deitado numa vala, com cal viva e forte, para o consumir mais depressa, e desde logo a sua sobrinha, que tinha sido vampirizada duas vezes, melhorou.
Nos s�tios onde estas pessoas s�o atacadas, forma-se uma marca muito azulada. O local de suc��o n�o � determinado: tanto pode ser num local como noutro.
Constitui isto um fato not�rio atestado nos mais aut�nticos relat�rios e passado � vista de mil e trezentas pessoas todas dignas de f�. Reservo-me para satisfazer mais completamente a curiosidade do s�bio abade Dom Calmet e fazer-lhe um relato pormenorizado do que vi com os meus pr�prios olhos, acerca deste assunto, que remeterei ao Senhor Cavaleiro de Saint-Urbain, para que lho envie, e fico muito encantado com isso, como com qualquer outra coisa que constitua ocasi�o para lhe provar que ningu�m lhe tem t�o grande venera��o e respeito como este seu humilde e obediente servidor:
L. de Buloz, antigo capit�o no Regimento de S.A.S. o pr�ncipe Alexandre de Vurtemberga e seu ajudante de campo; atual primeiro capit�o dos Granadeiros no Regimento do Senhor Bar�o de Trenk.">>
<< A fim de n�o omitir nada que seja suscept�vel de clarificar este assunto, acrescentei ainda que a carta � de um homem muito instru�do e honesto que observa os espectros, carta escrita a um parente:
"Desejais, meu querido primo, ser informado ao certo do que se passa na Hungria acerca dos espectros que provocam a morte a muita gente neste pa�s. Posso-vos falar sabiamente, pois estive l� aquartelado e sou naturalmente curioso! Na minha vida ouvi contar uma infinidade de hist�rias, ou supostas como tal, acerca de esp�ritos e sortil�gios, mas das mil acreditei numa!
N�o se pode ser circunspecto nessa mateira sem se correr o risco de se ser pateta. Contudo, h� certos fatos t�o provados que n�o podemos deixar de acreditar. Quanto aos espectros de Hungria, eis como as coisas se passam. Uma pessoa aparece atacada de fraqueza, perde o apetite, emagrece a olhos vistos e ao fim de oito a dez dias, algumas vezes quinze, morre sem febre nem qualquer outro sintoma sen�o a magreza e a secura. Diz-se naquele pais que � um fantasma que se agarra a ela e lhe suga o sangue. Os que s�o atacados por aquela doen�a dizem, na sua maior parte, que cr�em ver um espectro branco, que os persegue por todo o lado como a sombra do seu corpo.
Quando est�vamos aquartelados nos Valaques, em Bannat de Temesvar, dois cavaleiros da companhia onde eu era porta estandarte morreram dessa doen�a, e outros tantos que foram atacados teriam morrido do mesmo se um cabo da nossa companhia n�o tivesse acabado com o mal, utilizando o rem�dio que as pessoas da regi�o empregam para isso. � dos mais particulares, e, embora infal�vel, nunca o vi referido num ritual (de exorcismo ortodoxo ou cat�lico-romano).
Escolhe-se um rapaz novo, com uma idade tal que nunca tenha utilizado o seu corpo, ou melhor, que se suponha ser virgem. monta-se o rapaz num cavalo completamente preto e que nunca tenha sa�do. Faz-se passear no cemit�rio e passar sobre todas as valas. Toda aquela que o animal recuse passar por cima, apesar das fortes chibatadas que lhe d�o, � suspeita de estar ocupada por um Vampiro.
Essa sepultura � ent�o aberta, sendo a� encontrado um cad�ver t�o gordo e belo como se fosse um homem feliz e tranq�ilamente adormecido. Com uma machadada, corta-se lhe o pesco�o, de onde sai um sangue dos melhores e mais vermelhos, e em quantidade.
�-se levado a crer que se trata de um homem dos mais s�os e vivos. Feito isso, enche-se a vala, e pode contar-se que a doen�a acabe e que todos os que foram atacados recuperem a pouco e pouco, como as pessoas que, prostradas h� muito tempo, se salvam de uma doen�a.
Foi isso o que aconteceu aos nossos cavaleiros que foram atacados. Era na altura comandante da companhia, pois o meu capit�o e o meu tenente estavam ausentes. Fiquei irritado por o cabo ter feito esta experi�ncia sem a minha presen�a! Tive a maior dificuldade em n�o o obsequiar com uma tareia dada com o pau, coisa que se paga por bom pre�o nas hostes do imperador. Queria, acima de todas as coisas, ter estado presente naquela opera��o; mas, enfim, era preciso ter passado por l�..."
Um parente deste mesmo oficial escreveu-me a 17 de Outubro de 1746, dizendo-me que o seu irm�o, que tinha servido vinte anos na Hungria, e que a�, curiosamente, examinara tudo o que se dizia acerca dos espectros, reconheceu que as pessoas daquelas regi�es s�o mais cr�dulas e mais supersticiosas do que as outras e atribuem as doen�as que t�m a sortil�gios. Suspeitando, � partida, de que o inc�modo � causado por uma pessoa morta, acusam-na ao magistrado, que, baseado no depoimento de algumas testemunhas, manda desenterrar o morto. �-lhes cortada a cabe�a com um machado, e, se correm algumas gotas de sangue, conclui-se que � o sangue que sugou da pessoa doente. Mas a pessoa que me escreveu parece muito longe de acreditar no que pensam naquele pa�s.
O intendente do conde Simon Labienski, estarote (estarote: chefe de comunidade rural na Pol�nia) de Posn�nia, tinha morrido. A condessa, que tinha um dote de vi�va, quis, por reconhecimento dos seus servi�os, que ele fosse sepultado num t�mulo dos senhores daquela fam�lia. O que foi cumprido. Algum tempo depois, o sacrist�o que tinha a seu cargo a manuten��o do t�mulo, apercebendo-se que este estava mexido, avisou a condessa, que ordenou, segundo o costume da Pol�nia, que cortassem a cabe�a do morto. A ordem foi executada na presen�a de muitas pessoas, entre os quais o senhor Juivinski, oficial polaco e governador do jovem conde Simon Labienski que viu, quando o sacrist�o tirou o cad�ver do t�mulo para lhe cortar a cabe�a, que este rangia os dentes e que o sangue corria t�o fluido como o de uma pessoa que tivesse morrido subitamente de morte violenta, o que p�s os cabelos em p� a todos os assistentes. Seguidamente, embebeu-se um len�o branco com o sangue do cad�ver, o qual se deu a beber a todos os da casa para que jamais fossem atormentados...>>
O pr�ximo texto foi extra�do do Mercure Galant de 1694e aproveitado por Don Calmet. � interessante observar que nos n�meros de 1693 e 1694 do muitas vezes foram feitas refer�ncias aos "upires, vampiros ou espectros, que se v�em na Pol�nia e sobretudo na R�ssia". A hist�ria n�o foi inventada pelo Mercure Galant termo upire designa "sanguessuga", coisa que a Europa Ocidental ainda ignorava na �poca, o que implica uma origem mais antiga e localizada. Diz o relato: "Num certo cant�o da Hungria, chamado em latim Oppida Heidonum, para l� do tibisque, vulgo Teisse, isto �, entre este rio, que banha o venturoso terreno de Tockay, e a Transilv�nia, o povo conhecido com o nome de Heiduques cr� que certos mortos, a quem eles chamam Vampiros, sugam todo o sangue dos vivos, de tal modo que estes enfraquecem a olhos vistos, ao contr�rio dos cad�veres, que, como as "sanguessugas" (upires) , se enchem de sangue de tal maneira que se v� sair pelas condutas naturais e mesmo pelos poros. Esta opini�o acaba de ser confirmada por muitos fatos, que n�o podem ser postos em causa dada a qualidade das testemunhas que os certificam. Contamos aqui alguns dos mais not�veis.
Foi h� aproximadamente cinco anos que um heiduque, habitante de Medreira, chamado Arnold Paul, ficou esmagado debaixo de um carro de feno. Trinta dias ap�s a sua morte, quatro pessoas morreram subitamente, e da mesma maneira que morrem, segundo a tradi��o daquele pa�s, os que s�o molestados pelos vampiros. As pessoas lembraram-se ent�o que o tal Arnold tinha muitas vezes contado que, para os lados de Cassova e nas fronteiras da S�rvia turca, tinha sido atormentado por um Vampiro, e elal acreditavam que aqueles que tinham sido Vampiros passivos em vida tornavam-se ativos depois da morte, quer dizer, que todos aqueles que tinham sido sugados iriam por sua vez sugar. Mas ele tinha encontrado o modo de se curar comendo terra do sepulcro do Vampiro e esfregando-se com o seu sangue. Precau��o que n�o o impediu, contudo, de o vir a ser depois de morto, pois foi desenterrado quarenta dias depois do funeral e o cad�ver apresentava todas as marcas de um arquivampiro. O seu corpo estava vermelho, os cabelos, as unhas e a barba tinham sido renovadas, e as veias estavam cheias de sangue flu�do, o qual corria de todas as partes do corpo para o len�ol em que estava envolto.
O hadnagi, ou magistrado da zona, que era um homem conhecedor do vampirismo, e em presen�a do qual foi feita a exuma��o, mandou, conforme o costume, espetar no cora��o do defunto Arnold Paul uma estaca muito agu�ada, que lhe atravessou o corpo de lado a lado. Este ato f�-lo, segundo se diz, soltar um grito pavoroso como se estivesse vivo. (Tentaram explicar isso dizendo que teria sido o rebentar do est�mago ou dos pulm�es que estavam cheios de ar bloqueado). Feita essa opera��o, foi-lhe cortada e queimada a cabe�a. Depois disto, fez-se a mesma coisa aos quatro cad�veres de outras pessoas mortas de vampirismo, temendo que elas, por sua vez, matassem algu�m.
Nenhum dos expedientes usados puderam entretanto impedir que, perto do fim do ano passado, quer dizer, ao fim de cinco anos, estes acontecimentos funestos tenham recome�ado e que in�meros habitantes da mesma aldeia tenham infelizmente morrido. No espa�o de tr�s meses, dezessete pessoas morreram de vampirismo, umas sem terem estado doentes e outras ap�s dois ou tr�s meses de torpor.
Entre outros casos relata-se o de uma rapariga chamada Stanoska, filha do heiduque Jotuitzo, que, tendo-se deitado de perfeita sa�de, se levantou tr�mula no meio da noite, soltando gritos horrorosos e dizendo que o filho do heiduque Milo, falecido h� nove semanas, tinha tentado estrangula-la durante o sonho. Desde este momento come�ou a enfraquecer e ao fim de tr�s dias morreu. O que esta rapariga tinha dito acerca do filho do heiduque Milo fez com que este fosse reconhecido como Vampiro. Foi pois desenterrado, e de fato acharam-no como tal! As entidades principais, que estavam presentes, m�dicos e cirurgi�es, verificaram como o vampirismo renascia apesar das precau��es tomadas alguns anos antes.
Descobriu-se, por fim, ap�s grandes buscas, que o defunto Arnold Paul tinha matado n�o apenas as quatro pessoas de que j� falamos, mas tamb�m gado, cujos novos vampiros tinham comido, e entre os quais o filho do heiduque Milo.
Com base nestes ind�cios, tomou-se a decis�o de desenterrar todos os que tinham morrido h� um certo tempo. De entre uns quarenta, foram encontrados dezessete com todos os sinais evidente de vampirismo. Tamb�m se lhes cortou as cabe�as e trespassou o cora��o, e em seguida foram queimados e as cinzas deitadas ao rio. Todas as informa��es e exce��es que acabamos de relatar foram feitas juridicamente, na legalidade, e confirmadas por muitos oficiais que pertenciam a guarni��o militar, por cirurgi�es-mores dos regimentos e pelos principais habitantes do s�tio. O auto foi enviado, no fim de janeiro �ltimo, ao Conselho de Guerra Imperial, em Viena, que elegeu uma comiss�o militar para averiguar a verdade de todos estes fatos.
Foi o que declararam o hadnagi Barriarar e os heiduques mais velhos e foi assinado por Battner, primeiro-tenente do Regimento de Alexandre de Vurtemberga, por Clickstenger, cirurgi�o mor do Regimento de Furstemburch, por tr�s outros cirurgi�es da companhia e por Gnoitchtz, capit�o em Stallath".
Don Calmet, cap�tulo 7, p�gina 31: "Tomei conhecimento de que o senhor de Vassimont, conselheiro do Tribunal de Contas de Bar, tendo sido enviado para Mor�via por ordem de Sua Alteza Real Leopoldo I, duque de Lorena, para tratar de assuntos do pr�ncipe Carlos, seu irm�o, bispo de Olmus e de Osnabrunch, foi naquele pa�s verem-se homens mortos aparecerem na companhia de vivos, e estarem � mesa com pessoas do seu conhecimento sem dizerem nada. No entanto, quando faziam um sinal na cabe�a a qualquer um dos assistentes, este morria infalivelmente alguns dias depois. Este fato foi-lhe confirmado por muitas pessoas, entre as quais um velho cura disse ter visto mais de um caso.
Os bispos e os padres do pa�s consultaram Roma acerca destes fatos t�o extraordin�rios. Mas n�o lhes foi dada qualquer resposta, porque tudo isto era aparentemente olhado como sendo vis�es puras, ou imagina��es populares...
Providenciava-se para que desenterrassem os corpos dos que se davam a conhecer, para que os queimassem ou os consumissem de qualquer outro modo. Assim ficavam livres da importunidade dos espectros, que naquele pa�s s�o hoje menos freq�entes que anteriormente".
A seguinte narra��o chou a Dom Calmet no tempo do seu inqu�rito e foi feita originalmente pelo capit�o do Regimento de Infantaria de Alandetti, conde de Cabreras, a um correspondente seu: "Foi h� aproximadamente quinze anos que um soldado, quando estava na guarni��o de um haidamaque (ou heiduque, lavrador ou campon�s nobre, chefe de dos guerrilheiros que combatiam os turcos), nas fronteiras da Hungria, viu entrar um desconhecido que se p�s � mesa com eles. O soldado encontrava-se � mesa perto do dono da casa. Este ficou estranhamente assustado, assim como o resto dos presentes. O soldado, ignorando o que se passava, n�o sabia o que pensar. Mas no dia seguinte o dono da casa estava morto e o soldado foi saber o que tinha acontecido.
Disseram-lhe que fora o pai do hospedeiro, morto e enterrado h� mais de dez anos, que tinha vindo sentar-se ao p� dele e anunciar-lhe e causar-lhe a morte.
O soldado informou primeiramente o regimento, tendo este avisado os oficiais generais, que encarregaram o conde de Cabreras, capit�o do regimento de infantaria de Alandetti, de elaborar uma informa��o sobre o fato. Tendo-se deslocado para o local outros oficiais, um cirurgi�o e um auditor civil, ouviram os depoimentos de todas as pessoas da casa, que atestaram de uma maneira uniforme que o espectro era o pai do dono da casa e que tudo que o soldado tinha contado era verdade, o que foi igualmente atestado por todos os habitantes da aldeia.
Em conseq��ncia, mandaram tirar da terra o corpo do espectro, e encontraram-no como o de um homem que tivesse acabado de morrer, o sangue como o de uma pessoa viva. O conde de Cabreras mandou cortar-lhe a cabe�a e ordenou que o pusessem de novo no t�mulo. Teve ainda informa��es de outros casos semelhantes, entre os quais o de um homem morto h� trinta anos, que tinha aparecido tr�s vezes em casa, havia sugado da primeira vez, o sangue do pesco�o do seu pr�prio irm�o, da segunda a um dos filhos e da terceira a um criado da casa. E todos os tr�s morreram.
Baseado neste depoimento, o comiss�rio mandou desenterrar o cad�ver, que foi encontrado como o primeiro e tinha o sangue flu�do como o de um vivo, e ordenou que lhe espetassem uma cavilha na fronte e que em seguida lhe pusessem no t�mulo.
Mandou ainda queimar um terceiro, que estava enterrado h� dezessete anos e havia sugado o sangue e causado a morte a dois dos seus filhos. O comiss�rio fez um relat�rio para os oficiais generais e mais tarde foi como delegado apresentar-se na corte do imperador, que ordenou que se enviassem oficiais militares e oficiais de justi�a, m�dicos, cirurgi�es e alguns s�bios, para que examinassem as causas destes extraordin�rios acontecimentos...
(Calmet acrescentou ainda que:) Quem nos contou estas particularidades tomou conhecimento delas atrav�s do pr�prio conde de Cabreras, no ano de 1730, em Friburgo de Brisg�ia".
No cap�tulo 31, p�gina 127, Dom Calmet conta o testemunho que recolheu em C�ndida, na Gr�cia, que lhe foi contado pelo cavalheiro anglicano Ricaut: "Ricaut, na narra��o que fez sobre o presente estado da igreja grega, reconheceu que o sentimento que pretende que os corpos dos excomungados n�o apodrecem nunca � geral, n�o s� entre os gregos mas tamb�m entre os (crist�os) turcos. Relata um fato que se passou com um monge ortodoxo grego de C�ndia, o qual, sobre juramento, assegurou ser verdade. Chamava-se Sophrone e era muito conhecido e estimado em Esmirna.
Na ilha de Milo, morreu um jovem que fora excomungado por ter cometido uma falta qualquer em Moreia, sendo por isso enterrado sem qualquer cerimonia f�nebre, num lugar isolado e em terra que n�o foi benzida.
Os parentes e os amigos estavam profundamente desolados por o verem naquele estado, e os habitantes da ilha eram todas as noites assaltados por apari��es f�nebres, que atribu�am �quela desgra�a. Abriram portanto o t�mulo e encontraram o corpo completo e as veias dilatadas com o sangue.
Depois de terem deliberado sobre o assunto, os monges foram de opini�o que se deveria desmembrar o corpo, corta-lo em bocados e p�-los a ferver em vinho, pois era assim que procediam com os espectros.
Mas os parentes, � for�a de tantas s�plicas, conseguiram que essa opera��o fosse adiada, e entretanto enviaram um requerimento para Constantinopla, pedindo ao patriarca a absol��o do rapaz. Durante a espera, o corpo do rapaz foi posto na igreja, onde eram ditas todos os dias missas pelo seu corpo. Um dia em que o monge Sophrone, do qual j� falamos, fazia o servi�o divino, ouviu-se de repente dentro do caix�o um grande barulho. Ao abrir-se o caix�o, encontrou-se um cad�ver desagregado, como o de uma pessoa que tivesse morrido h� sete anos! Soube-se que, no momento em que se ouviu o barulho, estava exatamente o patriarca de Constantinopla a assinar a bula de absolvi��o..."
Antes da publica��o do tratado de Dom Calmet, o vampirismo era praticamente desconhecido na Fran�a sendo tamb�m ignorado em grande parte da comunidade acad�mica at� o princ�pio do s�culo XVIII. No entanto, isto n�o impediu que o livro de Dom Calmet se tornasse um best-sellers que atravessou o s�culo, tendo edi��es francesas publicadas em 1746, 1747, 1748, uma edi��o alem� em 1752 e uma inglesa em 1759 que foi reimpressa em 1850 com o t�tulo The Phantom World.
Imediatamente ap�s a publica��o do livro, Dom Calmet foi atacado por seus colegas por haver levado a s�rio o vampirismo. Enquanto aumentavam as controv�rsias ap�s a publica��o do tratado, uma nova onda de vampirismo eclodiu na Sil�sia. Ent�o, a c�ptica imperatriz Maria Teresa enviou seu m�dico particular para investigar o caso e este fez um relat�rio acusando o incidente como "charlatanice sobrenatural" e condenando a mutila��o dos mortos. Por isso, a imperatriz decretou leis para conter o alastramento da 'histeria' vamp�rica e tirou, inclusive, o assunto do poder dos cl�rigos e passou-o como incumb�ncia da autoridade civil.
Tecnologia Alien�gena?
Foi fundada em 1954 para ser uma base secreta onde a Lockheed Aircraft Corporation pudesse desenvolver avi�es de espionagem para a CIA.A �rea 51 continua sendo a sede de alguns dos projetos mais revolucion�rios dos EUA.Foi nesta �rea que o bombardeiro "stealth" Northrop B-2 foi testado, assim como uma s�rie de outros avi�es nada convencionais.A sua exist�ncia foi mantida em sigilo absoluto pelas For�as A�reas dos EUA (USAF) at� 1994, j� que se tratava da mais avan�ada tecnologia militar. A quest�o levantada por alguns pesquisadores � que nem a tecnologia nem as t�cnicas utilizadas s�o norte-americanas, e sim, alien�genas.
Desde o estabelecimento da �rea 51, v�rias pessoas declararam ter visto objetos estranhos sobrevoando pelo seu espa�o a�reo, mas as autoridades negaram os fatos.Contudo, um de seus pr�prios homens declarou que no espa�o a�reo da �rea 51, al�m de circularem OVNIs, a USAF tamb�m utilizava tecnologia alien�gena ativamente.
Robert << Bob >> Lazar, que trabalhou 5 meses na Base a partir de dezembro de 1988 , deu depoimentos para a televis�o em maio de 1989.Usando a identidade de "Dennis" sua silhueta aparecia contra a luz e sua voz foi distorcida, Lazar revelou que o governo dos EUA estava pesquisando nove discos voadores e tentava adaptar a tecnologia alien�gena aos seus projetos.Declarou tamb�m que ele e sua mulher receberam v�rias amea�as de morte.
Evitando correr mais riscos, em novembro decidiu aparecer em p�blico. Descreveu um lugar conhecido como S-4 pr�ximo ao lago Papoose, no interior da �rea 51, onde as naves alien�genas eram guardadas.Explicou que ele fazia parte de uma equipe de 22 engenheiros contratados para estudar o sistema de propuls�o dos discos voadores.
No interior de S-4
Segundo Lazar, o S-4 era um enorme complexo subterr�neo que ocupava toda �rea de uma cordilheira montanhosa.No in�cio, pensava que estava trabalhando com uma tecnologia altamente sofisticada criada pelo homem, mas quando entrou em um dos discos voadores, se convenceu de que se tratava de algo de outro mundo, porque tanto sua forma quanto suas dimens�es n�o pareciam ter sido concebidas por humanos.
"N�o possuia juntas aparentes, nenhuma solda, parafusos ou rebites,-afirmou Lazar", as bordas de todos os elementos eram arredondadas e suaves(...), como se tivessem sido feitas com cera quente e submetida a um r�pido processo de resfriamento."
De acordo com o seu relato, haviam troneiras, arcos e delicadas cadeiras de somente 30 cm de altura. A sua unidade de propuls�o era um objeto com o tamanho de uma bola de beisebol, que irradiava um campo antigravitacional atrav�s de uma coluna oca, situada verticalmente no centro da nave.
Lazar teve acesso a um memorando que confirmou suas suspeitas.Havia uma quantidade impressionante de informa��es sobre OVNIs, inclusive fotografias de aut�psias de pequenos seres cinzas co grandes cabe�as calvas.Afirmava-se que os alien�genas eram provenientes da gal�xia Zeta Reticuli, e era citado um incidente ocorrido em 1979, no qual os alien�genas mataram v�rios cientistas e militares da base.Tudo isso o convenceu de que estava trabalhando "em uma nave alien�gena, criada por mentes alien�gena e com materiais alien�genas."
Lazar nunca afirmou ter visto alien�genas no S-4, mas, no entanto, presenciou algo extraordin�rio. Andando por um corredor, viu por uma porta entreaberta, dois homens com batas brancas "olhando para baixo e falando com um ser pequeno que possuia bra�os compridos(...). Olhei rapidamente, mas n�o sei o que poderia ser aquilo", disse Lazar.
Avaliando as provas
S�o afirma��es dif�ceis de se acreditar.Os relatos de Lazar seriam mais uma das muitas hist�rias contadas sobre alien�genas ou ele realmente estaria dando provas de que eles existem?
Segundo George Knapp, que ntrevisto Lazar, muitas pessoas t�m levantado dados que parecem comprovar as afirma��es de Lazar.Knapp tem em seu poder a grava��o em v�deo de um depoimento de uma testemunha que participava de importantes planos militares, onde afirmava que as autoridades conhecem a tecnologia alien�gena al�m de manterem alien�genas em seu poder desde a d�cada de 50.Contudo, o v�deo n�o ser� divulgado publicamente enquanto esta testemunha esteja viva, j� que todas as testemunhas preferem permanecer em anonimato por temerem as conseq��ncias.
Morte na Base!
Em 1987, Robert Frost, um oper�rio da �rea 51, voltou para sua casa em p�nico e gritando de dor. Dois anos depois, ele morre.Robert foi um dos trabalhadores atingidos por misteriosas chamas qu�micas no lago Groom.Outras v�timas entraram com processos judiciais por danos. Apesar do caso ter obrigado a USAF a admitir a exist�ncia da �rea 51, esta se nega a responsabilizar-se pelos danos e mortes.Existiria alguma rela��o entre os produtos qu�micos t�xicos e a poss�vel exist�ncia de alien�genas na base?
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