Em 78 as coisas começam a piorar: "Sweet Sweet Smile" não passou do 44º lugar e "I Believe You" chegou apenas ao 68º lugar. Apesar da queda nos Estados Unidos , tudo continuava bem na Inglaterra. A coletânia "Singles 1974- 1978" atingia a segunda colocação.

Em 79, Richard foi novamente internado, devido a uma overdose de tranqüilizantes. Nesse meio tempo, Karen decidiu concretizar um antigo sonho: gravar um disco solo.Chamou o produtor Phil Ramone masparticipe da enquete algumas faixas chegaram a ser concluídas, com as restantes ficando apenas com a voz provisória - a chamada "Voz Guia" que orienta os músicos. Na verdade, este álbum, chamado "Karen Carpenter", saiu no final de 96. antes algumas faixas apareceram no álbum "Lovelines", de 89. O material trazia uma roupagem funkeada, totalmente diferenciada do som dos Carpenters. No repertório, inéditas e releituras de "Still Crazy After All These Years" de Paul Simon, e "Makin' Love In The Afternoon" de Peter Cetera. Com a volta de Richard ao trabalho, lançaram "Made In America" que seria o último disco de Karen a chegar ao mercado com a cantora em vida, Era o ano de 1981.

Este álbum marcou o reencontro dos Carpenters com o sucesso através do single "Touch Me When We're Dancing", que chegou ao 16º  lugar nos Estados Unidos. Eles vieram, inclusive, ao Brasil para promover "Made In America", participando de diversos  progamas de televisão. Mas o fim estava próximo. Karen não conseguia reter alimentos em seu organismo, frutos de inibidores de apetite que consumia em doses cavalares. Ainda assim, continuou trabalhando. O single "Beechwood 4-5789", regravação de um êxito das Marvelettes, foi o último trabalho dos Carpenters a entrar no hit parade, chegando ao modesto 74º lugar. Em 17 de Dezembro de 82, Karen fez sua derradeira apresentação, na Buckley School, em sherman Oaks, Califórnia.

 

PARTE 4

 

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