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Transliteração |
xwfw |
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Hieróglifo |
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Transcrição |
Khoufou |
Pirâmide de
Quéops
A Pirâmide de Quéops
(ou Khufu), construída para ser a tumba do Faraó Quéops da quarta
dinastia, cujo reinado se estendeu de 2551 a
Entre as pirâmides, a de Quéops
sobressai como uma das criações mais espetaculares e geniais da história da arquitetura.
Assim como nas outras pirâmides,
a de Quéops orienta os quatro pontos cardeais, limitando o Delta
geometricamente com o prolongamento das duas diagonais e dividindo-o em duas
partes iguais seguindo o eixo da pirâmide, ou seja: medindo a vara egípcia
Estas consideráveis amplitudes
têm dado lugar a especulações matemáticas bastante complexas, pois é
reconhecido que terão relação com o posterior desenvolvimento das matemáticas
Pitagóricas.
Por outro lado, a orientação da pirâmide
permitia que os raios luminosos da estrela Sírio, ao passar pelo meridiano,
penetrassem na câmara do núcleo da pirâmide por meio de um conduto, no momento
em que se anunciava o princípio do ano egípcio e o inicio das inundações, como
a luz da estrela Polar entrava pelos condutos do norte.
Este monumento marca o auge da
época de tais construções, tanto no que se refere ao tamanho quanto à qualidade
do trabalho. Tendo uma superfície que cobre quase 53 mil metros quadrados, é
sem dúvida o monumento mais polêmico de toda a Antiguidade.
Hoje, no século XXI, sabemos que
a Pirâmide de Quéops media, originalmente, cerca de 146,6 metros de altura
(atualmente são
O mais curioso é que no seu
interior não se encontra nenhuma inscrição em contraste com as outras
edificações egípcias, que são ricas em inscrições.
A Grande Pirâmide era
externamente revestida com pedra calcária polida, fazendo ela brilhar com a luz
do sol, tornando-a visivel a quilometros de distancia. Tal revestimento foi
saqueado há séculos, mas uma amostra de como era ainda pode ser vista no topo
da pirâmide adjacente, a de Quéfren.
A Grande Pirâmide foi por
milênios a construção mais alta já feita pelo homem, ela só foi superada com a
construção da torre de Lincoln (uma torre de Igreja), em 1311, que tinha
Hetep-heres II foi uma rainha do Antigo Egipto da época
da IV dinastia.
Era filha do rei Khufu (Quéops) e
neta de Hetep-heres I e de Seneferu. Em relação à identidade da sua mãe,
pensa-se que pode ter sido Meritates, uma das esposas de Khufu.
Na parte final do reinado de
Khufu, Hetep-heres casou com o seu irmão ou meio-irmão, Kauab, o herdeiro de
Khufu ao trono. Com ele teve pelo menos uma filha, Merensankh III. Contudo,
Kauab faleceu antes de ascender ao poder, possivelmente assassinado pelo seu
meio-irmão Djedefre, que tomou Hetep-heres como sua esposa secundária. Os dois
tiveram talvez uma filha, Neferhetephés, que se pensa ser a mãe do primeiro rei
da V dinastia, Userkaf.
Após a morte de Djedefre,
Hetep-heres, então com pouco mais de trinta anos, voltou a casar com um
princípe chamado Ankhaf que exerceu funções de vizir. Entretanto, o seu
meio-irmão Khafré (filho de Khufu com a rainha Henutsen) tornou-se o novo
monarca, tendo casado com a sua sobrinha, Merensankh III, a filha de
Hetep-heres.
Hetep-heres permaneceu pouco
tempo casada com o seu novo marido, que faleceu ao fim de alguns anos. Após
cerca de vinte e quatro anos de reinado, Khafré faleceu, tendo subido ao trono Menkauré.
A morte da sua filha Merensankh ocorreu pouco tempo depois. Revelador da
afeição de Hetep-heres pela sua filha foi o facto desta ter mandado adaptar a
sua mastaba em Guiza (Gizé) para Meresankh. Ofereceu-lhe igualmente o seu sarcófago
de granito.
Hetep-heres morreu já no tempo de Chepseskaf, considerado como o último rei da IV dinastia. Foi sepultada numa mastaba simples, sem qualquer tipo de decoração.