SONDAS E DRENOS

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

Sondagem é a colocação de sondas nos orifícios naturais do organismo ou através de abertura da pele com a finalidade de extrair líquidos retidos, diagnóstico ou penetração de alguma substância.  As sondas são em geral de borracha ou plásticos semi-rígidos, atóxicos.  São de secção cilíndrica e comprimentos variáveis para atingir órgãos em várias profundidades.  São usadas de preferência tubos confeccionados de PVC por serem atóxicos, de superfície lisa e terem baixo poder aderente às secreções.  Os tamanhos padronizados dos diâmetros externos do catéter e a maioria dos instrumentos endoscópicos são fornecidos de acordo com a escala francesa de Charriére (unidades de 0,33 mm = 1 French [F] ou 1 Charriére [Charr].  Assim, 3F é igual a 1 mm de diâmetro.

 

 

CATETERISMO VESICAL

                    

É  a introdução de um catéter estéril através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. Deve-se utilizar técnica asséptica no procedimento a fim de evitar uma infecção urinária no paciente.

Tem por finalidade :

-          Esvaziar a bexiga dos pacientes com retenção urinária;

-          Controlar o volume urinário;

-          Preparar para as cirurgias principalmente as abdominais;

-          Promover drenagem urinária dos pacientes com incontinência urinária;

-          Auxiliar no diagnóstico das lesões traumáticas do trato urinário.

No entanto, nos casos de incontinência urinária, a sondagem vesical só é aconselhada em casos especiais, preferindo-se usar absorventes, calças plásticas ou URUPEN nos homens; o URUPENS é um tipo de condom adaptado externamente ao pênis, ligado a uma extensão e este ao coletor de urina. E ainda, nos casos de retenção urinária, quando as medidas para estimular a micção forem ineficazes.

Devemos verificar se trata-se de retenção urinária ou anúria. Se houver hipertensão dolorosa da bexiga, é retenção urinária, podendo optar por medidas tais como : abrir torneira próximo ao paciente; despejar água morna na região perineal  ou ainda, colocar bolsa de água quente na região abdominal.

A presença de sonda vesical no paciente, significa possibilidade de infecção hospitalar, com risco de bacteriúria de até 5% por dia de sondagem. Assim sendo, a indicação da sonda vesical deve ser feita apenas na impossibilidade dos métodos alternativos, revisando regularmente a necessidade de manutenção da cateterização, removendo-a logo que possível

 

 

CUIDADOS NA MANUTENÇÃO DA SONDAGEM VESICAL 

 

O risco de infecção relacionada ä cateterização reduz de 97% para até 8% quando empregamos sistemas fechados de drenagem. Deve-se evitar a abertura deste sistema e, quando for manipulado, deve-se lavar as mãos e utilizar luvas de procedimento. A sonda deve ser trocada

apenas quando necessário,  não existindo vantagens na sua troca periódica.                             

O refluxo da urina á associado com infecção, por isso o saco coletor deve ser adequadamente posicionado, abaixo do nível da bexiga do paciente, evitando seu contato com o chão, devendo ser freqüentemente esvaziado para manter o fluxo urinário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PROCEDIMENTOS NA SONDAGEM DE ALÍVIO FEMININA

 

-          Primeiramente devemos explicar a paciente o que será feito e, após reunir o material :       

  -   Pacote de cateterismo vesical esterilizado contendo : cuba-rim,  cuba redonda, bolas de algodão e pinça Pean ou similar;

-          Sonda  Uretral Vesical  (Nelaton  nr 8 a 12 ) ou sonda Uretral. ( nr 10 a 14 );

-          Luvas estéreis e  frasco com PVP-I tópico;

-          Tubo de ensaio para coletar amostra se necessário;

-          Cercar a cama com biombo;

-          Encaminhar a paciente para higiene íntima ou faze-la se necessário;

-          Colocar a paciente em posição ginecológica, protegendo-a com um lençol;

-          Abrir com técnica asséptica o pacote de cateterismo sobre a cama entre as pernas da paciente;

-          Colocar na cuba redonda o anti-séptico e o lubrificante na gaze;

-          Abrir o invólucro da sonda vesical, colocando-a na cuba-rim;

-          Colocar a luva com técnica asséptica;

-          Afastar os pequenos lábios com o polegar e o indicador da mão esquerda e com a mão direita fazer anti-sepsia no períneo com as bolas de algodão embebidas na solução anti-séptica, usando a pinça pean. A anti-sepsia deverá ser no sentido púbis-ânus; na seqüência : grandes lábios, pequenos lábios, vestíbulo; usar a bola de algodão uma vez e despreza-la.

-          Afastar com a mão direita a cuba redonda e a pinça;

-          Continuar a manter, com a mão esquerda, exposto o vestíbulo e, com a mão direita, introduzir a sonda  ( a mais ou menos 10 cms ou até ocorrer retorno da urina ), colocando a outra extremidade na cuba-rim para receber a urina drenada;

-          Retirar a sonda ( quando terminar a drenagem urinária );

-          Controlar o volume urinário, colher amostra da urina , guardá-la para o controle de diurese, ou ainda, desprezá-la.

-          Fazer as devidas anotações no prontuário da paciente.

 

 

PROCEDIMENTO NA SONDAGEM DE DEMORA FEMININA

 

 

Reunir o material : idêntico ao de alívio, substituindo a sonda de polivinil pela sonda de demora  ( Foley  - nr 08 a 24  ) e acrescentando seringa de 10ml, ampola de  água destilada de 10 ml, esparadrapo, bolsa coletora de sistema fechado.

-          Repetir a técnica da sondagem vesical de alívio;

-          Após a passagem da sonda , insuflar o balãozinho com soro fisiológico, através da válvula existente na extremidade da sonda e puxa-la até sentir-se a ancoragem do balão no trígono vesical;

-          Conectar a sonda na extensão do coletor e prende-lo na grade da cama;

-          Retirar as luvas;

-          Fixar a sonda com uma tira de esparadrapo na coxa da paciente saindo por cima da mesma.

 

 

PROCEDIMENTO NO CATETERISMO MASCULINO

 

Repetir a técnica do cateterismo feminino com as seguintes diferenças : colocar o paciente em decúbito dorsal e com as pernas afastadas; após enluvar as mãos colocar 8 ml de geléia anestésica na seringa com auxílio de outra pessoa; segurar o pênis com uma gaze (mão esquerda), mantendo-o perpendicular ao abdome; fazer a anti-sepsia, afastando o prepúcio com o polegar e o indicador da mão esquerda, e, com a pinça montada, fazer a anti-sepsia do meato uretral para a periferia; injetar a geléia anestésica na uretra com a seringa   esterilizada, pressionar a glande por 2 a 3 minutos, a fim de evitar refluxo da geléia; introduzir a sonda até a sua extremidade ( 18-20cm ) com movimentos para baixo, com o pênis elevado perpendicularmente e baixar o pênis lentamente para facilitar a passagem na uretra bulbar; recobrir a glande com o prepúcio, a fim de evitar edema da glande; fixar a sonda na coxa ou na região hipogástrica (profilaxia de fístulas uretrais).

 

 

SONDAGEM GASTROINTESTINAL

 

 

A passagem de sonda gastrointestinal é a inserção de uma sonda plástica ou de borracha, flexível, podendo ser curta ou longa, pela boca ou nariz, com a finalidade de :

-          Descomprimir o estômago e remover gás e líquidos;

-          Diagnosticar a motilidade intestinal;

-          Administrar medicamentos e alimentos;

-          Tratar uma obstrução ou um local com sangramento;

Obter conteúdo gástrico para análise.

 

 

CONDIÇÕES OU NECESSIDADES QUE REQUEREM UTILIZAÇÃO DE SONDA

 

 

-          Preparação pré-operatória com dieta elementar;

-          Problemas gastrointestinais com dieta elementar;

-          Terapia para o câncer;

-          Cuidado na convalescença

-          Coma, semiconsciência*;

-          Condições hipermetabólicas;

-          Alcoolismo, depressão crônica, anorexia nervosa*;

-          Debilidade*;

-          Cirurgia maxilofacial ou cervical;

-          Paralisia orofaríngea ou esofagiana*;

-          Retardo mental*.

*Possibilidade de regurgitação ou eliminação de vômito, aspirando a fórmula administrada. Assim sendo, cada caso deve ser considerado individualmente.

 

 

SONDA NASOGÁSTRICA (LEVIN(E)).                                                                               

 

 

É uma das mais usadas, existindo no mercado tanto tubos de plástico como de borracha com orifícios laterais próximos à ponta;  são passadas normalmente pelas narinas.  Apresenta uma única luz.  A sonda é usada para remover líquidos e gases do trato gastrointestinal superior, obter uma amostra do conteúdo gástrico para estudos laboratoriais e administrar alimentos e medicamentos diretamente no trato gastrointestinal. A colocação da sonda deve ser checada depois de colocada aspirando-se o conteúdo gástrico e checando-se o pH do material retirado. O pH do aspirado gástrico é ácido (+-3); o pH do aspirado intestinal (+-6,5), e o pH do aspirado respiratório é mais alcalino (7 ou mais).  Uma radiografia é o único meio seguro de se verificar a posição da sonda.

 

 

TÉCNICA USADA PARA COLOCAÇÃO DA SONDA NASOGÁSTRICA

 

-          Lavar as mãos;

-          Explicar o procedimento ao paciente

-          Marcar com fita adesiva  50 cm na sonda nasogástrica, a partir da extremidade distal, denominando um primeiro ponto;

-          A extremidade distal da sonda é colocada na ponta do nariz e estendida até o trago (ponta da orelha) e a seguir estende-se a sonda novamente até o ponto do apêndice xifóide, marcando-se o segundo  ponto com fita adesiva;

-          Para localizar na sonda o ponto máximo de introdução, que aqui chamamos de terceiro ponto, devemos encontrar o meio do caminho entre o primeiro e segundo ponto, garantindo uma colocação ótima no estômago.

·        O paciente deve ser colocado sentado em uma posição neutra com a cabeça para frente.

-          Calçar luvas;

-          Lubrificar a ponta da sonda utilizando xilocayna gel;

-          Introduzir a sonda através da narina escolhida, progredindo lentamente, solicitando que o paciente faça movimentos de deglutição, até atingir o terceiro ponto marcado préviamente com fita adesiva.

-          Confirmar a posição gástrica da sonda, através de radiografia; teste do pH do conteúdo gástrico,  ou ainda através do teste habitual por aspiração e reconhecimento do conteúdo gástrico, através de insuflação de ar com ausculta ou através do método de borbulhamento de ar.

-          Fixar a sonda utilizando um pedaço de cordonet que será amarrado próximo a narina e fixado no dorso do nariz e na fronte do paciente.

 

 

SONDA NASOENTÉRICA

 

As sondas de alimentação são de poliuretano ou borracha de silicone e tem diâmetros pequenos. Elas possuem ponta de tungstênio e algumas tem lubrificantes ativados pela água. Deve ser feito controle de Raio-X  após a passagem da sonda.

A sonda nasoentérica, ou sonda longa, é introduzida através do nariz e passada pelo esôfago e estômago até o trato intestinal.  As sondas nasoentëricas podem ser usadas tanto para

 

 

alimentação quanto para aspiração e descompressão.  A sucção é necessária pelas seguintes razões :

·        Evacuar líquidos e flatos, de forma a evitar vômito e reduzir a tensão ao longo da linha de incisão;

·        Reduzir edema, que pode causar obstrução;

·        Aumentar o fluxo sangüíneo para a linha de sutura, desta forma fornecendo nutrição ao local cirúrgico.

 

As sondas podem permanecer por um tempo até que a peristalse retorne.

 

 

SONDA DE MOSS

 

 

A sonda de Moss é uma sonda de descompressão gástrica de 90 cm de comprimento, três luzes e sómente um balão que serve para fixar a sonda ao estômago quando inflado.  O catéter de descompressão serve para aspiração gástrica e esofagiana como também para lavagem.  A terceira luz é uma via para alimentação duodenal.

 

 


SONDA DE SENGSTAKEN – BLAKEMORE

 

Indicada em casos de hemorragias de varizes do esôfago, hemorragias de fundo varicoso, combinação de hemorragias de varizes do esôfago e do fundo varicoso.

Colocar o paciente na posição vertical, enrolando os balões à volta do cabo do tubo, introduzindo a sonda pelas vias nasais, inserindo-a ao longo da zona nasal. O paciente pode auxiliar engolindo e respirando fundo.

Tendo em atenção a anatomia do paciente, inserir a sonda a um comprimento de aproximadamente 50 cm. Encher o balão gástrico com a quantidade de ar previamente determinada e depois fechar o funil do lúmen de enchimento. Retirar o tubo até que o balão gástrico se ajuste corretamente à cárdia ( a posição correta é indicada pela resistência ressaltada quando é efetuado um ligeiro puxão ). Fixar a sonda assim que estiver corretamente posicionado. No caso de haver em simultâneo uma hemorragia do fundo varicoso, a sonda é fixada com a aplicação de tensão moderada. Encher o balão para esófago até que este atinja uma pressão ideal ( 30-40 mmHg ) verificando a pressão do balão interno para garantir uma estabilidade no decorrer do tratamento, iniciando o processo de sucção e irrigação.

Se após 12 horas não ocorrer hemorragia, o balão para esófago deverá ser esvaziado para evitar danos na mucosa causados pela pressão. Após, esvaziar o balão gástrico retirando a sonda cuidadosamente.

 

 

SONDA RETAL

                                               

  É indicada para aliviar a tensão provocada por gazes e líquidos no intestino grosso. Utilizável também para retirada de conteúdo fecal através do reto.  A sonda retal tem um orifício lateral e um orifício frontal (extremidade aberta), baseado na finalidade da sonda, que é aliviar a tensão provocada por gazes e líquidos no intestino grosso, bem como, para retirada de conteúdo fecal, tem-se a necessidade de, conforme a situação, retirada de materiais, inclusive sólidos.  A abertura frontal dará um melhor resultado na sucção do material sólido, trabalho que o orifício lateral responderia com eficiência (capacidade), mas não com eficácia (que produz o efeito desejado; que dá bom resultado).

 

 

SONDA TRAQUEAL COMUM (NELATON) E COM VÁLVULA DE PRESSÃO NEGATIVA

 Usada para aspiração de secreções mais profundas nos pulmões.  É indicada a pacientes impossibilitados de eliminar as secreções e pacientes intubados e traqueostomizados.  A sucção é realizada por um equipamento apropriado.  Se em vez de conector tivermos a válvula, o próprio operador da sonda tem condição de interromper ou diminuir o fluxo de sucção sem mexer

diretamente no equipamento ou estrangulando o tubo.  A sonda para aspiração traqueal tem dois orifícios laterais e um orifício frontal (extremidade aberta), feita para aspirar, via de regra, muco da região da traquéia, tem os orifícios laterais unidos ao frontal que tratarão de dar o devido parâmetro de limpeza à região.  Não temos quatro orifícios laterais porque já que a sucção é realizada por aparelho mecânico geralmente (aspirador cirúrgico) o excesso de sucção devido ao número excessivo de orifícios pode vir a colapsar a traquéia causando lesão aos tecidos no local (colapso = estado anormal em que as paredes de um órgão, normalmente afastadas, entram em contato).

 

 

CATÈTER DE OXIGÊNIO TIPO SONDA

 

 

Aplicação de oxigênio por catéter nasal, para auxiliar na respiração do paciente.  Possui quatro orifícios laterais, evitando desta forma um excesso de oxigênio que, em região de mucosa causa lesão com consequente necrose de células.

 

 

DRENO DE PENROSE

 

Dreno de borracha, tipo látex, utilizado em cirurgias que implicam em possível acúmulo local pós-operatório, de líquidos infectados ou não.

O orifício de passagem do dreno deve ser amplo, e o mesmo deve ser posicionado à menor distância da loja a ser drenada, não utilizando o dreno através da incisão cirúrgica e, sim, através de uma contra incisão.

 A fim de evitar depósitos de fibrina que possam vir a ocluir seu lúmen, o  dreno de penrose deve ser observado e mobilizado em intervalos de 12 horas, ou seja, tracionado em cada curativo (exceto quando contra-indicado), cortado seu excesso e recolocado o alfinete de segurança estéril, usando luva esterilizada.  Seu orifício de saída deve ser ocluído com gaze estéril, devendo  este curativo ser substituído sempre que necessário.

 

 

 

DRENO DE SUCÇÃO (PORTOVAC)

 

 

É um sistema fechado de drenagem pós-operatória, de polietileno, com dureza projetada para uma sucção contínua e suave.

É  constituído por uma bomba de aspiração com capacidade de 500 ml, com cordão de fixação; uma extensão intermediária em PVC com pinça corta-fluxo e conector de duas ou três vias, e um catéter de drenagem com agulha de aço cirúrgico ( 3,2mm, 4,8mm ou 6,4mm ).

 

 

SONDA DE MALECOT

Utilizada  em procedimentos que proporcionam acesso direto ao estômago para alimentação integral prolongada, suporte medicamentoso e descompressão gástrica; podendo ser temporária ou permanente.

 

 

 

 

 

 

DRENO DE KERR

 

 

Introduzido na região das vias biliares extra-hepáticas, utilizados para drenagem externa, descompressão, ou ainda, após anastomose biliar, como prótese modeladora, devendo ser fixado através de pontos na parede duodenal lateral ao dreno, tanto quanto na pele, impedindo sua saída espontânea.

 

 

 

 

 

 

 

 

PRODUTOS UTILIZADOS PARA ANTI-SEPSIA

 

PVP-I DEGERMANTE

 

Produto a base de Polivinil Pirrolidona  Iodo em solução degermante (1% de iodo ativo); compleco estável e ativo que libera o iodo progressivamente. É ativo contra todas as formas de         

bactérias não esporuladas, fungos e vírus.  É indicado na degermação das mãos e braços da equipe cirúrgica e na preparação pré-operatória da pele de pacientes.

 

PVP-I TÓPICO 1%

 

Produto a base de Polivinil Pirrolidona Iodo 1% em solução aquosa, proporcionando ação rápida e efeito prolongado mesmo em presença de matéria orgânica.  É ativo contra as formas de bactérias não esporuladas, fungos e vírus.  É indicado na anti-sepsia de mucosa oral e vaginal, bem como aplicação em feridas e queimaduras.  Anti-sepsia pré-operatória complementar ( após degermação prévia ) do campo operatório.  Anti-sepsia da pele para cateterização vesical, venosa e arterial.

 

PVP-I TINTURA 10%

 

Produto a base de Polivinil Pirrolidona Iodo 10% em solução aquosa, indicado na anti-sepsia complementar e na demarcação do campo operatório.  Contra-indicado nas lesões de pele de grande superfície, devido ‘a absorção sistêmica de iodo e mucosas.

 

 

DIGLUCONATO DE CLOREXIDINA 2%

 

Utilizado para profissionais da área da saúde ( degermação das mãos em áreas críticas ), e/ou pacientes sensíveis aos compostos iodados.

 

  

 

 

Referências Bibliográficas:

1-     BRUNNER & SUDDARTH – Enfermagem Médico-Cirúrgica (4 volumes) – Guanabara Koogan, 1999.

2-     FARRERAS & ROZMAN – Medicina Interna – Ed. Guanabara Koogan, 1998.

3-     FANTUCH & MACHADO & RAIA – Manual de pré e pós operatório. Ed. Manole, 1996

 

 

 

Enf. Maria Helena Pompeu – Medicina UNAERP  -  HCFMRP.

 

 

 

 

 

 

 

Hosted by www.Geocities.ws
GridHoster Web Hosting
1