SETEMBRO

de Susana

 

Traduzido por Fernanda

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Disclaimers: Os personagens  Xena: Princesa Guerreira, Gabrielle e outros, pertencem a MCA/Universal Pictures e Renaissance Pictures. Com esta hist�ria s� se pretende entreter, n�o tem nenhum �nimo de lucro e claro qie n�o se pretende molestar a ningu�m.

Subtexto: Esta hist�ria tem  subtexto, nela se fala de amor e sexo entre duas mulheres, se n�o te agradam este tipo de hist�ria ou � menor de idade, n�o a leia.

Qualquer cr�tica ou coment�rio dirig�-lo a: purpura7220hotmail.com

1

A guerreira  acordou como nos �ltimos dias, sobressaltada, excitada, suando... cada vez que tentava ver o rosto da mulher.... desvanecia-se e n�o conseguia v�-lo, n�o conseguia ver o rosto da pessoa que tantas noites se  apresentava em seus sonhos e � que sem saber muito bem o motivo lhe tinha um enorme carinho. Sempre era o mesmo, a garota aparecia de repente, com um v�u que cobria sua cara a exce��o de seus olhos, uns olhos verdes que a fascinavam, encontravam-se numa pousada, no caminho de uma aldeia, a garota lhe contava alguma hist�ria e ficava extasiada escutando-a; pouco a pouco, depois de cada sonho que tinha com "seu anjo", assim � como a chamava, fazia que ela, a tem�vel senhora da guerra, Xena, sentisse-se pior   cada vez que ia saquear uma aldeia e lutando, muitas vezes, sem nenhum motivo, "seu anjo", estava fazendo dela uma  pessoa melhor , e isso nem era real, e no fundo de seu cora��o sentia que essa garota deveria existir em alguma parte do mundo, tinha que a encontrar... estes sonhos sempre ocorriam na mesma �poca do ano, setembro.

2

Nos arredores de Potedia, uma garota estava sentada e apoiada numa �rvore escrevendo um pergaminho; n�o muito longe se ouviam umas vozes:

- Gabrielle!, venha conosco, para j�, de escrever. Sempre igual, em vez de estar desfrutando do dia t�o bonito, da �gua cristalina do lago e divertindo-se com suas amigas e irm�, n�o para de escrever nesses malditos pergaminhos.

- J� vou Lil�, � que estou terminando de escrever uma hist�ria, vai  gostar dessa.

- Sei, j� sei de que se trata, da famosa guerreira e a poetiza Gabrielle e sua luta pelo bem ao lado de como era?, .. ah sim!, Xena

- Bom j� sei que � ou era uma senhora da guerra temida por todos pelo menos isso � o que conta o pai,  diz que um dia esteve em nossa aldeia, n�o � fascinante?

- Gabrielle por favor, ela � destruidora de na��es!,  Bem que voc� queria  que estivessemos  na aldeia quando ela esteve aqui em vez de estarmos na casa de nossa tia em Tracia, e se tivesse a visto em Potedia, morreria de medo  s� de lembrar dela, isso se tivesse nos deixado com vida . Venha! vem com a gente.

- J� vou...

Acabava Gabrielle de tirar a blusa e a jogou no ch�o para entrar no lago quando todas as garotas ficaram im�veis, n�o muito longe se ouvia um estrondoso ru�do, pareciam.....

- .... cavalos! Disse uma das garotas.

- Corram, saiam da �gua e escondam-se, parece que est�o vindo para c�. Disse uma das garotas.

A garota n�o estava errada, eram cavalos, muitos cavalos, e na frente da cavalaria, vinha uma mulher de cabelo comprido e negro. Os homens  n�o se deram conta da presen�a das garotas que estavam fora da �gua e tentando se esconder nos arbustos, todas exceto Gabrielle, por medo ou por curiosidade, tinha ficado na �gua, deixando seios rosados a mostra. N�o  tinham dado conta que ela estava dentro do lago, nenhum exceto sua l�der, que a uns metros do lago foi freando sua �gua.

- Sigam para o bosque e procurarem um lugar para acamparmos eu volto logo.

- Onde vai minha princesa guerreira?

- N�o te interessa, fa�a o que eu mandei.

Gabrielle esticou sua m�o e pegou sua blusa estava come�ando a vestir-se  ainda na �gua, quando notou a presen�a de algu�m, virou-se e ali estava, que mulher extraordin�ria!, pensou Gabrielle.

� voce, por fim te encontrei pensou Xena, sem d�vida aquela garota deveria ser "seu anjo", parecia tanto... no entanto,  s� conseguiu dizer  venha aqui!

Gabrielle  temerosa e excitada come�ava a caminhar em dire��o a guerreira saindo do lago quando  n�o muito longe....

- Xena corre!, temos s�rios problemas, corre!

Xena ficou est�tica durante uns instantes, decidindo ir para onde vinha a voz de seu bra�o direito, Darfus, n�o sem antes dizer � garota "voltarei  meu anjo". Enquanto a guerreira ia embora ouviu um nome que algu�m gritava... Gabrielle, saia da �gua de uma vez!.

Gabrielle..... p�de ouvir Xena, bonito nome para um anjo.

Gabrielle estava alucinada, Xena, a princesa guerreira, a destruidora de na��es, a senhora da guerra sedenta de sangue e poder  j� vou! Disse Gabrielle batendo na cabe�a. Deuses do Olimpo, ela � Xena!, n�o posso crer...

- Gabrielle, corre, saia da �gua de uma vez! e vamos para a aldeia. Temos que avisar a todos de que h� um senhor da guerra por aqui, est� pr�xima de Potedia.

- Senhora, disse Gabrielle

- Que?

- Senhora, Lila, era Xena, disse Gabrielle, com a voz embargada.

- Que, o que... disse Gab?

- Disse que era Xena.

- Tem certeza Gab? N�o  posso crer, temos que avisar a todos, eles vieram saquear nossa aldeia estamos perdidos. Xena, a destruidora de na��es...

- Sim, essa mesma.. murmurava Gabrielle entre dentes, sem dar nenhuma import�ncia ao que dizia sua irm� Lila. Ela   s� pensava na incr�vel mulher de olhos de um azul como a cor do c�u mais lindo que, at� aquele dia, jamais imaginado.

3

No acampamento, uns soldados de C�sar tinham tentado surpreender  Xena e seus homens, escondidos no bosque, e ainda tinham conseguido surpreend�-los, n�o  serviu para nada,  corriam soldados romanos por todos os lados, levando pontap�s na bunda. Xena estava generosa e proibiu  seus homens que acabassem com suas vidas. De novo, essa sensa��o de fazer o bem, como uma hero�na, bom n�o tanto,  como uma pessoa melhor e s� por ter visto aquele rosto... Tinha que voltar para ela como e onde fosse.

Xena n�o conseguiu dormir � noite.

 

4

Gabrielle n�o p�de dormir.

Imaginava uma hist�ria depois de outra como sua ajudante, lutando ao seu lado por um mundo melhor. Ainda que nem todas as hist�rias que vinham � cabe�a tratavam da mesma coisa, tinha outras.... era boas s� de imaginar virar realidade ficava toda arrepiada, quanto colocava no pergaminho.

"tenho que tirar essas id�ias que passam por minha est�pida cabe�a, se algu�m lesse os meus pensamentos quando tenho essas hist�rias em mente, eu  morreria de vergonha".

Em sua cabana a mulher morena pensava na maneira de poder ver a garota, a Gabrielle. Dizia a si mesma que poderia ser muito f�cil, invadiar a aldeia mais pr�xima do bosque ,  �, Potedia, seguramente encontraria  com ela, no entanto em seu intimo n�o queria, n�o queria conquistar � garota de uma maneira brutal e selvagem, queria faz�-lo de uma maneira mais sutil, queria conquist�-la por si mesma, por Xena a mulher, n�o Xena a senhora da guerra, sem abusos de nenhum tipo.

Levantou bem antes de que amanhecesse e sem dizer nada a seus homens se dirigiu � aldeia. Potedia era igual a muitas aldeias , os homens e mulheres tinham o costume de levantar-se bem cedo, para come�ar com seus afazeres dom�sticos, e os que eram vendedores ambulantes, agradava-lhes come�ar a vender com a primeira luz do dia.

Xena j� estava a um bom tempo atr�s de uma �rvore fazendo uma c�pia mental de como era distribu�da a aldeia, pois se tivesse algum problema e tamb�m tentando imaginar em qual daquelas casas moraria"Gabrielle".

A Gabrielle, como sempre, custou acordar, normal depois de estar sonhando e imaginando batalhas de todo tipo at� altas horas da madrugada...

- Vamos Gab,  todos os  dias � igual. Protestava sua irm�. Sabe que hoje � s�bado, temos que ajudar a m�e a preparar todas as coisas da pousada, os caf�s da manh�, as camas, etc, vamos dorminhoca.

Gabrielle tinha tido uma noite muito agitada sonhando com sua colega de luta e porqu� n�o, amante.

Xena desceu da �rvore e colocou uma capa negra com capuz para impedir que vissem o traje de guerreira e o rosto, seguramente teria algu�m que a reconheceria.

Foi at� um homem que estava lavrando sua pequena horta.

- Desculpe senhor, conhece uma garota chamada Gabrielle?

- Gabrielle? Gaby?, claro � uma das filhas de Herodoto e Hecuba, uma grande garota e um tanto estranha, sempre inventando hist�rias e comportando-se como um menino as vezes.

- Onde poderia encontr�-la?

- Seus pais s�o os donos da �nica pousada da aldeia, n�o vai errar.

-Obrigada.

Xena foi  at� � pousada e enquanto se aproximava, notou que algu�m sa�a do est�bulo que estava a uns cinquenta metros da pousada; era uma garota da estatura aproximada de " seu amor". P�s-se atr�s dela tampando-lhe a boca.

- Se � boa n�o te farei nenhum mal, amea�ava Xena, sem ter a menor inten��o de levar a cabo a amea�a no caso de que a garota n�o obedecesse, s� o disse para ela n�o gritar .

- Mmmmm!

- Se vire com os olhos fechados.

Lil� come�ou a tremer as pernas, estava realmente assustada, e obedeceu. Quando se virava, Xena a agarrou pelos ombros e lhe deu um doce beijo nos l�bios Automaticamente Lila abriu os olhos e caiu de costas. Xena ficou paralisada olhando � garota, tinha equivocado-se, como podia ter errado?, parecia-se tanto de costas a " seu anjo guardi�o"..

Deu-lhe umas palmadinhas na cara para reanim�-la enquanto algu�m, da pousada come�ou chamar por ela...

- Lila! Lila! onde diabos se meteu? Estamos esperando-te para o caf� da manh�.

Vendo que sua irm� n�o respondia, foi ao est�bulo, ao ver a sua irm� caida no solo correu para seu lado.

- Lila que aconteceu? est� bem?

- Sim, n�o, n�o sei, aconteceu uma coisa..

Como p�de acontecer isto comigo contou a sua irm� o que aconteceu, Gabrielle estava entusiasmada.

- N�o sei como pode achar gra�a disso, quase tive um enfarte.

- N�o � para tanto e como era essa mulher?

- N�o sei... s� pude fixar-me em seus olhos, uns olhos profundamente azuis

..... profundamente azuis... n�o podia ser.. n�o, n�o era poss�vel, com Lila?, uma onda de raiva e ci�mes a invadiu.

- Vamos para casa Lila, e n�o comente nada disso com nossos pais, sabe que v�o se preocupar.

- Concordo e farei isto.

- Vou dar uma olhada por ai para ver se encontro essa ulher..." Que os deuses me ajudem a encontrar..."

- Tenha cuidado Gab, pode ser violenta.

- Terei, vamos ver se �.

Gabrielle entrou no est�bulo para ver que n�o tinha ningu�m, jogou-se num mont�o de palha e come�ou a imaginar.

"Se � quem eu imagino, queria que tivesse beijado a mim, se eu tivesse entrado no est�bulo, eu iria despi-la selvagemente, eu come�aria a beija-la, come�ando pelos olhos, esses olhos, seguiria pelo pesco�o..."

Gabrielle ia fazendo com suas m�os o que sua mente imaginava o que faria � guerreira.

"....depois lhe tocaria os seios, acariciaria-os , desceria por seus quadris, sua bunda, sua..."

Gabrielle notou que uma de suas m�os tocava sua calcinha e estava muito molhada, tanto que quase vem ali mesmo um orgasmo.

Num lugarzinho escuro do est�bulo uns olhos azuis contemplavam a cena perguntando-se o que fazia im�vel em vez de saltar em cima da loira , mas tinha algo que a impedia, mais do que seu desejo de possu�-la tinha ficado paralizada ao ver o quanto era bela a garota, "sua garota, seu anjo", n�o podia saltar em cima dela e possui-la. Enquanto tentava esquecer estes pensamentos, uns passos se aproximavam. Gabrielle deu um salto se levantou e arrumou as roupas como p�de.

- Gabrielle, est� bem? viu algo?

- N�o Lila, calma, vamos para casa

- Est� muito vermelha Gab, tem certeza que est� bem ?

- Estou

Que estraga prazer pensou Gabrielle.

Que inoportuna pensou Xena.

Quando as garotas sa�ram do est�bulo, Xena saiu do esconderijo para voltar a seu acampamento, j� sabia onde podia encontrar � garota, agora, tinha que convencer a seus homens de que seguissem na frente.

5

Xena entrou no acampamento e chamou o seu tenente.

- Darfus, venha aqui.

- Que deseja minha senhora?

- Quero que sigam para Turicia.

- Turicia?

- Sim, onde guardamos todas aquelas armas, h� bastante espa�o para todos. Quero que permane�am ali at� que eu d� nova ordem.

- Mas Xena,  o que vamos fazer ali? porqu� n�o podemos te esperar? o que vai fazer?

- Nada de perguntas Darfus, simplesmente obede�a, sen�o se ver� comigo, ah! E sejam bons garotos, � s�rio, n�o quero que fa�am mal a ningu�m entendeu?

- Faremos o que manda, minha senhora.

- N�o me chame assim, simplesmente de Xena

Darfus estava totalmente contrariado, a verdade � que sua comandante estava a muito tempo comportando-se de um modo estranho, fazia tempo que n�o saqueavam uma aldeia para conseguir coisas e dinheiro, passava horas com seus pensamentos. Algo lhe ocorria e ele n�o estava disposto a ag�entar mais os altos e baixos de Xena.

6

Essa noite, Xena voltou ao est�bulo. Sua inten��o era permanecer ali at� que a garota aparecesse, e n�o teve que esperar muito. Xena se escondeu em seu esconderijo e se manteve alerta.

A porta do est�bulo abriu e nele apareceu uma garota com um len�o na cabe�a que deixava ver parte de seu cabelo, uma franja loira  ficava fora do len�o, e seus olhos eram os mais bonitos que jamais tinha visto em sua vida, n�o s� por sua beleza mas pelo que expressavam. Um sentimento de paz tocou sua alma, sem d�vida era ela.

Gabrielle se aproximou de seus animais, um par de cavalos, uma vaca e umas ovelhas.

- Tudo bem Xena?, come�ou a dizer ao mesmo tempo que acariciava o focinho de uma preciosa �gua negra. Sabe? Ontem pela primeira vez em minha vida conheci � protagonista de muitas de minhas hist�rias, por isso te dei o nome dela, sem que ningu�m sabe nem o pai e nem minha m�e e menos ainda Lila, n�o sei que pensariam  iria querer saber porque a chamo dessa forma.... Bem como ia dizendo, ontem a vi, Deuses, � como eu a imaginava, n�o, � muito melhor de como eu a imaginava, seus longos cabelos negros, como o seu, umas pernas lindas e fortes, uns olhos.

- Meus olhos s� refletem ira e �dio. Ouviu uma voz vindo atr�s de suas costas. No entanto os seus expressam amor e alegria.

Gabrielle ficou paralisada, n�o sabia que fazer ou que dizer.

Xena se aproximou colocou suas m�os em seus ombros e disse

- Deixa que eu me perca neles, preciso sentir essa paz.

Gabrielle estava excitad�sima, n�o s� pela surpresa mas pelo tato das m�os da princesa guerreira em seus ombros e pelas palavras que tinha dito. Gabrielle se virou suavemente e creu por uns instantes que tinha morrido e estava nos Campos El�seos. De sua boca n�o saiu nenhuma palavra, simplesmente tinha ficado muda. Agora mesmo boiava perdida na profundidade daqueles olhos.

Xena aproximou seus l�bios aos da bela camponesa, come�ou a acarici�-la devagar e em sil�ncio, foi a deitando no ch�o com um beijo, suavemente come�ou a tirar-lhe a blusa e a saia, sobre aquele corpo ficaria para sempre. Xena pensava que n�o poderia seguir, era enorme a for�a que exercia Gabrielle sobre ela, em seus bra�os se sentia pequena e perdida, com os olhos fechados pensava que Gabrielle j� tinha ganhado para sempre seu cora��o. Na mente da guerreira  s� existia  Gabrielle, o resto do mundo n�o lhe importava, existia somente ela. Nesse momento era como se tivesse perdido a vida  e ela tivesse dado outra.

Com o olhar de Gabrielle e com o sil�ncio de Xena, aqui e agora come�ava o jogo. Xena e Gabrielle no desejo e no medo, ambas morrendo de amor.

Oi amor, como est�?, perguntou Xena. Demorei tanto para te encontrar.

Gabrielle n�o respondeu nada, t�o s� a olhava fixamente, como se sua vida dependesse disso. N�o teve resposta, as duas estavam tremendo.

Na escurid�o as m�os de Xena acariciavam a pequena cintura da bardo, seu corpo nu j�  revelava que era sua, estava queimando de paix�o. Na escurid�o seus bra�os a apertavam como louca e depois at� render-se pouco a pouco sentindo-a por todas suas veias.

Gabrielle por fim falou.

continue amor, segue assim, beijando-me com raiva marcando-me a pele continua amor estou feliz e n�o me importa nada morrer de uma vez

Na escurid�o suando entre a palha, a boca da guerreira sabia o gosto e a fragancia de seu amor que a inundava. Na escurid�o, batendo cora��o com cora��o�

Gabrielle tentou tirar a armadura da guerreira mas n�o sabia, Xena lhe ajudou e foi tirando sua armadura, o traje de couro e seu pequeno traje de linho, ficando s� com sua pe�a �ntima.

Gabrielle, passou umas de suas m�os sobre o seio de Xena, ro�ando-o, antes disto Xena deixou escapar um gemido, que fez Gabrielle tremer, notando as batidas de seu cora��o em seu interior, e notando como come�ava a fluir l�quido entre suas pernas. Voltou a repetir a a��o e quando Xena voltou a gemer, suplicou que ela levasse suas m�os para seu centro. E como uma vidente Xena come�ou a baixar a m�o acariciando cada palmo de sua pele. Gabrielle pensou que n�o suportaria isto, estava a ponto de explodir de prazer e nem tinha a penetrado. Xena muito lentamente e sem deixar de beijar-lhe os peitos acariciou o cl�toris de Gabrielle, arque�ndo-se esta e gemendo, molhando os l�bios uma e outra vez; ao mesmo tempo que a acariciava introduzia um par de dedos nela. Gabrielle se retorcia suplicando-lhe que continuasse. Assim o fez e depois de mover sua m�o um pouco mais depressa dentro de Gabrielle, esta n�o ag�entou mais e gritou de prazer, chorando. Xena a abra�ou docemente e lhe disse.

- Sabia que estava te procurando a muito tempo? Sabia que existia e que cedo ou tarde te encontraria, agora s� tenho uma d�vida que pensa disto Gabrielle?. Se quiser que eu me afaste de ti  eu farei, com toda a dor de meu cora��o mas assim ser�.

- Xena, amo voc�, eu te amo. Antes de te conhecer j� te amava e parece um sonho ter-te assim aqui comigo. J� n�o posso viver um dia mais sem ti.

Enquanto terminava de dizer estas palavras Gabrielle capturava a boca de Xena, essa boca com que tantas vezes tinha sonhado, introduzia sua l�ngua dentro dela e a explorava, Xena movia seus quadris ro�ando-se no corpo nu de Gabrielle, esta ro�ou com a ponta de seus dedos de novo os mamilos da morena, ao not�-los endurecidos gemeu e Xena se estremeceu molhando a calcinha. Gabrielle continuou e colocou uma m�o entre a calcinha de Xena e ao notar sua umidade voltou a gemer, com o qual a guerreira voltou a se excitar. Gabrielle colocou sua outra m�o por detr�s e aprisionou o traseiro da guerreira fazendo que esta clamasse - Por favor Gabrielle quero ser sua, qquero sentir-te dentro de mim. Sem mais s�plicas Gabrielle baixou lentamente a calcinha da guerreira e ela tamb�m ia descendo pelo corpo da mesma beijando cada cent�metro da pele de Xena. Sem saber muito bem como faria seu instinto lhe dizia que chegasse at� o lugar t�o desejado e s� com sua respira��o fez que a morena soltasse outro gemido, fez a rir, sabia que n�o tinha errado, ia bem. Suavemente ro�ou com sua l�ngua a parte mais sobressalente do sexo de Xena, endurecida j� de prazer, ao ver sua rea��o repetiu, depois lambeu, chupou e introduziu sua l�ngua dentro a guerreira, esta se arqueava e movia seus quadris, Gabrielle compreendeu e come�ou a passar sua l�ngua seguindo o ritmo dos quadris da guerreira. Quando j� quase estava a ponto de explodir de prazer Gabrielle introduziu seus dedos dentro dela, tirava-os, metia-os, voltava a tirar sem deixar de lamber, diante disto a guerreira chegou ao cl�max gritando o nome de sua amada.

As duas permaneceram um momento em sil�ncio, at� que por fim Gabrielle falou:

- Xena devo ir para casa e falar com minha irm�, tenho que dizer que vou embora. Pode esperar-me aqui.... escondida.... e quando eu voltar a entrar poderia surpreender-me de novo que acha?. Disse Gabrielle sorrindo.

- Se quiser, falou Xena, pode ficar em sua casa.... virei todos os dias ao est�bulo..... eu te espero escondida... sobre a palha... pensa em mim.. e te....

- Como? quanto tempo  ficaria escondida?

- O suficiente para saber que n�o tinha equivocado contigo e o suficiente para saber que tamb�m sente algo por mim, n�o estou muito segura de que � amor... ora bolas.

- Xena, claro que � amor, o que passa que uma coisa leva a outra e tenho certeza que j� n�o poderia separar-me de ti nem um instante.

- Nem eu de ti, Gabrielle

- Para sempre juntas Xena.

- Para sempre. Se n�o chamasse Gabrielle, me agradaria que chamasse Setembro.

- Por que Xena?

- Te contarei algum dia.

- Conta-me agora.

- A guerreira se aproximou e beijou docemente a Gabrielle.

- Bom, se n�o querer contar-me agora. Podemos fazer outra coisa....

FIM

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