O PRIMEIRO ENCONTRO

Calíope

 

Direitos Autorais 

Os personagens aqui contidos pertencem à MCA/TV não pretendo violar esses direitos com o meu  relato.

Esta é uma obra de tradução do original em espanhol "El primer encuentro", os fatos aqui contidos pertencem exclusivamente à sua autora Alexa. Sua versão para o Português é de propriedade de Caliope sob autorização da autora, não é permitido portanto sua cópia total ou parcial sem autorização das mesmas.

Dedico a tradução desta FF à Michelli (miga) e à Little Angel .  

Esclarecimentos:

Esta obra é uma versão, algumas palavras ou expressões perdem o sentido quando traduzidas ao pé da letra. Trata-se de uma FF curta onde a autora levanta uma pequena hipótese acerca do por que de tanta admiração de Gabby por Xena,. Quando essa admiração realmente começou?

Agradecimentos da Autora da autora (Alexa)

Quero dizer, que esta história poderia ter ocorrido, pois  a  admiração que Gabrielle demonstra por Xena, para mim é ainda um mistério.

 

 

Quero expressar meu agradecimento a todos os que, com seus atos , palavras e opiniões, fizeram com que a tarefa de escrever fosse mais fácil para mim. À minha irmã e minha mãe pois tenho muitas dívidas de gratidão com elas e dedicar - lhes uma história não é o suficientee, mas não possuo mais do que a minha imaginação.

  

O PRIMEIRO ENCONTRO

Versão para o Português by Calíope

   

A guerreira observava aquela pequena jovem que havia se aproximado, e que era toda olhos verdes. Não pôde evitar sorrir.

"Tudo Bem?" - perguntou do alto do seu cavalo

A jovem sorriu e comentou:

"Tens um cavalo muito bonito"

Houve risos ao redor das duas. A guerreira se virou até seus homens e então os sorrisos acabaram imediatamente.

Então, a guerreira voltou seus olhos para a jovem suavizando seu olhar.

"Você gostaria de dar uma volta nele?"

A jovem deu um passo para trás amedrontada.

"É muito alto" - respondeu com um fio de voz.

A guerreira não pôde evitar sorrir novamente

"não te deixarei cair" - disse ainda sorrindo

A jovem aldeã olhou o cavalo, e depois olhou a forte¹* guerreira, cujos olhos azuis eram mais frios que o próprio gelo.

"prometes?"

A guerreira confirmou com a cabeça

A Jovem então sorriu.

"certo"

A guerreira se aproximou de um tronco caído e disse para a jovem se aproximar.

A pequena jovem subiu no tronco, e então foi puxada ao braço pela guerreira.

Sentou a jovem à sua frente e lhe segurou forte pela cintura.

"vamos bucéfalo" - ordenou a guerreira ao cavalo

O negro cavalo relinchou e a jovem ficou tensa

"calma" - disse suavemente a guerreira - "você não vai cair"

Os homens começaram a cochichar entre eles, mas foram silenciados novamente pelo severo olhar de sua comandante.

A guerreira pôs seu cavalo em um galope suave, e notou como a pequena jovem lhe agarrava com força os seu braços. Isso a fez sorrir, mas não diminuiu o passo.

Deram um curto passeio até as margens do rio e voltaram.

Os homens descansavam quando estiveram de volta e ninguém se atreveu a dizer uma só palavra.

A comandante era Jovem também, não deveria ter mais que 18 anos, porém uma palavra sua poderia significar a morte.

Quando pararam, a jovem aldeã tinha seu cabelo todo assanhado, e em seu rosto havia um misto de medo e excitação.

"Você gostou?" - perguntou a guerreira

"sim!"

A guerreira a ajudou a desmontar, e logo depois ela também desceu.

"como te chamas?" - Perguntou à jovem.

"Gabrielle" - respondeu a aldeã

"Muito bem Gabrielle, não quero que digas a ninguém que você nos viu aqui"

A jovem concordou

"Você promete?"

"Claro"

A guerreira sorriu e montou seu cavalo. Com um assobio colocou todos os homens em movimento fazendo com que todos se afastassem dali.

A jovem Gabrielle agitou a mão em um sinal de despedida, e recebeu a resposta daquela guerreira, que também agitava sua mão.

Gabrielle segui para casa, enquanto recordava a força daquela guerreira que havia feito com que ela não se movesse da cela do cavalo, mesmo quando o cavalo se movia muito.

O certo é que havia tido medo no princípio, mas depois não. É verdade que o aspecto da guerreira impunha respeito, mas não era coma as pessoa diziam. Não tinha dias cabeças, nem oito braços, não era como uma aranha²*, nem nada disso. Era linda e havia sido amável com ela.

Gabrielle pensou para si mesma quão bom seria se tivesse uma amiga assim.

 

A tradução correta seria a" feroz" guerreira, mas não acho que seria adequado a esse momento tão doce.

* ² A palavra original é arpía ( algum dito popular, se alg. Souber o real sentido, diga-me), resolvi interpretar como aranha para adequa-la ao texto.

 

                   FIM

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