Disclamers
Disclaimer: Os personagens e referências a Xena: A Princesa Guerreira
são de propriedade da Renaissance Pictures, Studios USA, e Creation Entertainment.
Essa história possui cenas de amor explícito entre duas mulheres.
Da Tragédia, o Amor
Xena
estava preocupada, desde a morte de Pérdicas, a duas semanas atrás,
Gabrielle não falava, e quase não comia. Ela já tentara
de tudo, mas não conseguia fazê-la reagir.
Largou
o prato intocado de Gabrielle e olhou para a amiga: "Oh Gabby, por favor,
não faça assim", pensava Xena; "Se você não
reagir vai acabar adoecendo, e o que vou fazer sem minha Luz pra me guiar?".
Pegando
a escova dentro da sacola, se dirigiu para as peles onde Gab estava sentada
olhando inexpressivamente para o fogo. Sentou-se por trás dela e começou
a escovar-lhe os cabelos carinhosamente. Ao sentir o toque da amiga, Gabrielle
parece sair de seu transe, encostando-se mais para perto de Xena e apoiando
a cabeça junto ao peito da guerreira.
Xena
estremeceu suavemente ao leve contato. "Pelos Deuses, como è bom
ter esse corpo assim junto ao meu! O que ela diria se soubesse o que sinto por
ela? E se eu contasse que no dia do seu casamento quando me beijou, a vontade
que tive foi de segurá-la e beijá-la de verdade, ate que ela sentisse
o quanto a amo?" "Se ela soubesse que voltei disposta a levá-la
comigo custasse o que custasse...". Olhou novamente para Gabrielle. "Pode
parecer cruel, mas não lamento muito a morte de Pèrdicas...A não
ser pelo estado da Gabby".
Sentindo
a imobilidade da amiga, parou de escovar seus cabelos e a chamou. Gabrielle
olhou para cima, seu rosto ficando a poucos centímetros do da guerreira.
Mergulhando
naqueles olhos verde-mar, Xena esqueceu de tudo e tomou suavemente os lábios
da Barda. A garota entreabriu os lábios, e ao sentir o beijo se intensificar,
interrompeu o contato e, sem mais nem menos, levantou-se e saiu correndo.
Atordoada
ante aquela reação, Xena ficou parada, vendo Gabby se embrenhar
na mata. Reagindo segundos depois, foi atrás dela. Parando para escutar
os sons, ouviu ao longe o som de soluços.
"Eu
a perdi!" "Droga!". "Como fui perder o controle desse jeito?".
Com
o coração doendo, ela seguiu o barulho encontrou Gabrielle encolhida
embaixo de uma arvore, o rosto entre as mãos chorando convulsivamente.
Xena:
Gabrielle?
Gabrielle
olhou para Xena, o rosto banhado em lagrimas.
Xena:
Me
desculpe, Gabrielle, eu juro que isso nunca mais vai acontecer...disse se ajoelhando
ao lado da amiga. Quando vi você tão frágil, não
sei como, perdi o controle... mas por favor, não chore, a ultima coisa
que eu queria era te fazer sofrer...
Gabrielle:
Xena,
não è você, sou eu! Xena levantou a sobrancelha sem entender.
Eu preciso te contar uma coisa, e se depois disso você me odiar e não
me aceitar mais como sua amiga, vai ser duro, mais eu vou entender e aceitar...
Xena:
Gabriell...
Gabrielle:
Por
favor, Xena, me deixe falar, eu preciso disso! Xena se calou, e apenas olhava
para ela, esperando que continuasse. Eu andava me sentindo meio estranha com
relação a você, achei que alguma coisa tinha mudado, mas
não sabia o que era, e meus sonhos andavam me confundindo mais ainda...Então
Pèrdicas reapareceu e me pediu em casamento, e achei que o melhor era
aceitar e ir embora. Diante dessas palavras, o coração de Xena
quase parou, e ela apertou as mãos com força. Quando me despedi
de você na igreja, minhas pernas ficaram bambas, mas eu estava determinada,
e segui em frente. E quando Pèrdicas me colocou na cama e começou
a me beijar, fechei os olhos e vi você.
Xena:
Gab,
acariciando os cabelos da poetisa eu...
Gabrielle
levantou as mãos para não ser interrompida.
Gabrielle:
Foi
bom, mas eu tive que admitir o que estava tentando esconder de mim mesma: Eu
te amo. Sou completamente apaixonada por você. E tudo o que eu queria
era ter experimentado o amor com você, e não com ele.
Xena
foi pega de surpresa pela declaração, e pela primeira vez, a custo
tentava segurar suas emoções, e foi com um brilho de lagrimas,
que ela se aproximou de Gabrielle para beijá-la, mas a garota virou o
rosto no ultimo minuto.
Gabrielle:
Não!!!
Xena:
Não?
Gabrielle, pelos Deuses, o que esta fazendo? Não estou te entendendo!
Eu também te amo, desde a primeira vez que eu te vi. Não te contei
nada antes por que tive medo de te perder, mas se você também quer,
por que não?
Gabrielle:
Será
que você não entende? Eu matei Pèrdicas! Me casei com ele
sem amor, por medo de você não me aceitar se descobrisse meus sentimentos.
E depois ia abandoná-lo para ir atrás de você! Ia contar
isso a ele, mas Callisto o assassinou antes! E a culpa foi minha!
Xena:
Não,
não foi culpa sua! Foi Callisto quem fez isso! Você não
teve culpa de nada!
Gabrielle:
Não,
Xena, se eu não tivesse fugido, se não tivesse me casado com ele,
hoje ele estaria vivo .
Xena
põe a mão no ombro da poetisa e diz: Querida, isso teria acontecido
de um jeito ou de outro. Você se casou com ele por pena, você o
via como um irmão! Callisto o matou para ferir você e assim me
ferir também, portanto isso è culpa somente da mente doentia de
Callisto. Se você acha o contrario, então o sangue de Pèrdicas
esta nas minhas mãos, e não nas suas, por que eu te trouxe para
a violência, e assim para todos estes acontecimentos terríveis.
Xena puxou Gabrielle para um abraço, e ainda com ela nos braços,
sussurrou no seu ouvido:
Xena:
Você
è a minha luz, Gabrielle. Se hoje estou fazendo o bem, è por que
você me salvou. A poeta e a guerreira permaneceram abraçadas durante
um longo tempo; Gabrielle, com sua alma renovada e cheia de esperança,
assim como Xena. Gabrielle afastou-se um pouco de Xena, apenas o bastante para
poder olhar nos olhos da guerreira.
Passando
os braços pelo pescoço de Xena, Gabrielle a beijou suavemente,
primeiro apenas um roçar de lábios, se intensificando aos poucos,
as línguas se cruzando e exigindo mais e mais espaço, as duas
só parando quando não podiam mais respirar. Xena respirou fundo,
enquanto Gabrielle dava beijos molhados e suaves mordidas na sua orelha, pescoço
e ombros. Gab começou a afastar a alça da roupa de sua guerreira,
quando recebeu um beijo de surpresa.
Xena:
Aqui
não, Gabby, vamos voltar para o acampamento. "Graças aos
Deuses, retomei meu controle!".
Gabrielle:
Mas
não pense que vai escapar, Guerreira! Xena olhou para Gab, e sorrindo
a puxou pela mão para o acampamento, em direção as peles.
Beijando-a
com paixão, Xena começou a tirar o top de Gabby, beijando cada
trecho que ficava desnudo a sua frente. Com uma pressa incontrolável
de ver aquele corpo, puxou com força a saia de Gabrielle, que deslizou
sem resistência. Só faltava uma única peça sobre
o corpo de sua amada, e sem poder esperar mais, a guerreira a rasgou.
Ela
afastou-se um pouco para observar o corpo nu a sua frente. “Céus, como
ela è linda", pensou Xena.
Interpretando
aquele gesto como um oferecimento, Gabrielle esticou os braços e começou
a despir sua companheira. Parecia mágica, mas ela podia sentir o calor
de Xena antes mesmo de retirar totalmente a parte de metal de sua armadura.
Retirando o metal que segurava as alças da roupa de couro no lugar, começou
a tirá-la ,deixando as costas das mãos deslizarem pela pele da
guerreira. O couro caiu no chão, juntamente com as roupas finas que ela
vestia por baixo.
Gabrielle:
Você
è magnífica, guerreira, muito mais do que me lembrava dos nossos
banhos...
Ainda
contendo a respiração, Gabrielle tocou o pescoço de Xena,
percorrendo as mãos por todo o colo e ombros; finalmente chegando aos
seios firmes, soltou o ar, fechando os olhos.
Xena
sentia sua pele arder onde Gabrielle tocava, e seu calor aumentou quando a garota
se juntou a ela, apertando-se junto ao seu corpo.
Xena:
Gabrielle...não
posso mais...esperar para ter você! Juntando ação as palavras,
Xena deitou-se, levando a companheira junta sem liberá-la do abraço.
Tão logo a viu acomodada, começou sua exploração
pelos lábios de Gabby, indo em seguida tomar um dos seios intumescidos
entre os lábios, mordendo e chupando ao mesmo tempo. Gab gemia, a boca
de Xena traçando as linhas de seu umbigo, as mãos apertando seu
quadris. E aquela boca continuava descendo...
Xena
acomodou-se entre as coxas musculosas e começou sua exploração.
Gabrielle delirava com as sensações que sentia, emitindo gemidos
cada vez mais altos. "céus, o que Xena esta fazendo com a boca..."Ela
entrelaçou os dedos sob os cabelos escuros da companheira, puxando-a
mais para perto. Xena deliciava-se com o gosto de Gabrielle, a sua Gab. Ah,
como seu gosto era bom! Explorava-a com a língua e as mãos, enquanto
ela levantava os quadris para lhe dar melhor acesso. Enquanto aumentava a velocidade
de seus movimentos, ouvia os gemidos da Barda ficarem mais altos, ate que ouviu
um pequeno grito e seu corpo relaxou.
Abrindo
os olhos, Gabrielle apertou a mão da guerreira, e sentando-se a puxou
para um beijo ardente e apaixonado deixando Xena sem fôlego. Empurrando-a
ate deitar-se sobre as peles, ajeitou-se sobre as coxas firmes e beijou-a levemente,
sussurrando entre seus lábios:
Agora
è sua vez, Princesa Guerreira! Escorregando para baixo, Gab começou
a explorar sua companheira, que agora era também sua amante...
Fim.