DISCLAIMERS:

A est�ria que vem a seguir, possui cenas de amor expl�cito entre duas mulheres. Os personagens e refer�ncias a Xena: A Princesa Guerreira, s�o de propriedade da Renaissance Pictures, Studios USA, e Creation Entertainment.

 

Caminhos que se cruzam

Final ( Callisto)

 

Depois de dois dias de viajem o barco, chega a ilha.

- Aaaah! Terra firme! Diz Gabrielle beijando a areia da praia. A guerreira sorri ao ver a cena t�o conhecida e engra�ada.

- Vamos Gabrielle! Ambas saem caminhando de m�os dadas, at� o vilarejo pr�ximo dali. Ao chegarem as pessoas observam as duas mulheres, algumas comentam: - � a Xena! Quem ser� a jovem que esta com ela?

- Xena n�s n�o queremos confus�o por aqui? Diz um alde�o.

- Nem eu !!! Neste momento a guerreira v� um rosto conhecido .

- Julius !!!

- Xena ! Faz tempo! Se n�o for para arrumar encrenca voc� � bem vinda.

- Estou aqui para descansar um pouco...

- Xena a princesa guerreira de f�rias?

- Mais ou menos! Responde Gabrielle.

- E voc� quem � ?

- Eu ...

- Essa � Gabrielle, a Rainha Amazona. Diz Xena com orgulho da amiga.

- Rainha Amazona ? Aah! J� entendi ! O homem olha para as duas mulheres com um sorrizinho meio sem gra�a. -Bem como disse, eu na qualidade de l�der dessa vila, podem ficar contanto que n�o arrumem encrenca.

A guerreira d� um olhar de pouco caso e sai . As duas caminham ainda de m�os dadas em dire��o a hospedaria.

- Xena, por que disse que eu era a Rainha Amazona?

- E voc� n�o �? Meu amor.

- Sou...mas por qu�?

- Para te respeitarem, ningu�m ousar� a desrespeitar uma rainha, eles t�m medo.

- Mais medo que da Princesa Guerreira? Xena sorri e responde:

- Bem, claro que n�o! A poeta sorri com a prepot�ncia da guerreira.

Enquanto isso no templo de Ares...

- Ares voc� me chamou aqui por qu�? Eu estava ocupada aterrorizando um vilarejo e...

- Cale-se e escute Callisto. A mulher p�ra n�o por medo de Ares, pois agora Callisto tamb�m � imortal, mas sim por curiosidade. � N�s temos o mesmo ideal n�o �?

- Acabar com Xena, diz a guerreira com um fogo nos olhos.

- Isso! Eu mandei C�sar, mas ele falhou...

- Eu acabo com ela e com a Gabrielle � s� me dizer onde elas est�o...

- Calma Callisto, primeiro a loirinha irritante, da� acabar com a Xena ser� moleza.

- Vou cravar minha espada nela na frente da Xena...

- N�o Callisto, voc� vai trazer a Gabrielle para mim, mas nada impede de dar uma surra nela antes. Vou lhe dizer onde est�o...

Na hopedaria:

-N�s queremos um quarto com vista para o mar. Diz a guerreira.

- S�o 03 dinares por dia.

- Tem caf� da manh�? Porque com este pre�o s� se tiver um caf� bem refor�ado.

A guerreira ri da amiga, e diz para o dono: - Como � n�o temos o dia todo?

- L� em cima, �ltima porta a direita. E nosso caf� da manh� � um dos melhores de toda a Gr�cia...

- � bom ser mesmo, diz a jovem, pois eu tenho muito apetite pela manh�.

As duas sobem as escadas, a guerreira sobe na frente segurando a m�o da sua poeta, ao abrir a porta do quarto ambas observam seu interior que � bastante confort�vel, Gabrielle entra e logo ap�s Xena, fechando a porta atr�s de si.

A guerreira puxa a jovem pelos bra�os para sua dire��o, levando uma das m�os �s costas e outra na nuca da sua amante, beijando-lhe de forma intensa. A garota abra�a sua princesa, escorando-a na porta e j� com certa pr�tica arrancando sua roupa de couro, com a guerreira agora nua, e em seus bra�os, a jovem poeta come�a a explorar com a l�ngua aquele corpo j� conhecido, pesco�o, seios, abd�men, a esta altura a jovem j� est� de joelhos no ch�o, a guerreira coloca sua perna direita sobre o ombro de Gabrielle, proporcionando a jovem, uma vis�o completa do sexo de sua princesa, sem perder tempo a garota leva seus l�bios �quele peda�o t�o saboroso de sua guerreira, lambendo e sugando cada pedacinho, levando Xena ao desespero, a mulher solta um gemido de intenso prazer e sente neste momento as pernas amolecerem, ela precisa levar Gabrielle at� a cama...

- Gaby...eu vou cair... pare...

A jovem se levanta, Xena respira fundo, a fim de recuperar o f�lego, e puxa Gabrielle para si, tirando a roupa desta, era meio inacredit�vel, ela ainda estar vestida, agora as duas nuas, se deitam... e na cama terminam o que j� haviam come�ado....

Gabrielle acorda e v� que j� � quase noite, percebe que Xena n�o est� no quarto, levanta-se rapidamente e veste a roupa, ao sair do quarto, v� Xena subindo as escadas.

- Estava indo lhe procurar.

- � que eu fui pedir o jantar, achei que voc� fosse acordar com fome, e como j� est� quase pronto vim lhe chamar.

As duas descem de m�os dadas, e sentam-se � mesa...Depois de muito comer e beber, as amantes saem um pouco para passear.

- Que luar bonito, n�o acha Xena?

- Sim!

- Xena...

- Diz...

- Voc� j� me perdoou por Solan? �s vezes eu acho que...

- Gaby, eu te causei tanto mal, eu quis te matar...fomos parar em ILUSIA, e nos perdoamos, o �dio entre n�s nunca mais existir�...eu te amo!

- Tamb�m te amo, Xena!

As duas se abra�am...

- Que cena rom�ntica...

-Callisto!!!

- Em carne e osso...

Ao dizer isso a cruel guerreira parte com a espada em dire��o a Gabrielle. Xena sem suas armas, que ficaram no quarto da hospedaria, d� um salto chutando as costas de Callisto, que � arremessada para longe...

- Fuja Gabrielle!!!

- N�o! N�o vou te deixar Xena...

- V� ! Corra ...

Callisto j� em p�, come�a a atirar bolas de fogo com as m�os, obrigando a guerreira e a poeta correrem em dire��o a praia, Callisto pula sobre Xena e come�a a desferir golpes, a guerreira se defende e tamb�m ataca, Gabrielle encontra um peda�o de madeira, que d� para ser usado como seu cajado, e parte para cima de Callisto, acertando-lhe as costas...

- Aii! Isso doeu... A guerreira vira-se e puxa Gabrielle pelo bra�o, e desfere um golpe no peito da jovem, que sente uma costela se quebrar... Gaby cai ao ch�o.

- Gaby!!! Xena acerta uma s�rie de golpes em Callisto, e corre at� sua amada...

- Xena... minha costela... d�i muito! Ao falar isso a jovem desmaia nos bra�os de Xena.

Callisto parte furiosa em dire��o a guerreira, que se defende como pode...Neste momento Xena sente uma presen�a conhecida...

- Ares...

- Ol� Xena! Callisto traga a loirinha...

- Agora que eu estava come�ando a me divertir...

- Obede�a!!!

Callisto pega Gabrielle e desaparece no ar...

- Diga, Ares, o que voc� quer?

- Seu sofrimento Xena, eu mandei C�sar... Voc� tem 12 horas para salvar sua amiga irritante... ela estar� no meu templo em Atenas, se conseguir chegar a ela...

Ao dizer essas palavras Ares desaparece. A guerreira corre at� a hospedaria e pega suas armas. Xena se desespera pois ser� imposs�vel chegar a Atenas em 12 horas, pois levaram dois dias de barco para chegar a ilha.

Enquanto isso no templo de Ares...

- Deixa eu mat�-la !

- N�o Callisto, s� daqui 11 horas...

- Xena vir� at� aqui e voc�s ...

- R�, r� ... Ela n�o chegar� a tempo, pode esquecer.

Na ilha, Xena desesperada tenta conseguir um barco, quando sente um estranho arrepio que s� os Deuses do Olimpo lhe causam.

E na sua frente surge Afrodite:

- Oi Xena!

- O que voc� quer Afrodite? Se veio aqui para zombar de mim eu n�o tenho cabe�a para suas...

- Oras mas que mal agradecida eu vim aqui para ajudar.

- Ajudar?

-� eu venho acompanhando voc� e a sua Gabrielle, a tempos voc� sabe ! Eu n�o entendo o que voc� viu nela, mas eu n�o vou deixar nenhum Deus da guerra acabar com o amor de ningu�m, ali�s eu estou com raiva do meu irm�o Ares...

- Afrodite... como pode me ajudar?

- Bem eu posso ... transport�-la para a pr�ximo de Atenas.

- Pode mesmo! Sem nada em troca?

- Bem talvez se um dia eu precisar de um favor da princesa guerreira...

- Ent�o vamos Gabrielle corre perigo.

Afrodite segura as m�os da guerreira e como s� os deuses conseguem, transportam-se para o seu destino, por�m o tempo n�o parou, aparentemente o que pareceu uma viagem de segundos, levou 5 horas, Xena teria apenas mais seis horas...

- Se um dia eu precisar...

- N�o esquecerei, Afrodite!

Xena sai correndo em dire��o a pastagem que deixou Argo, e esta quando v� Xena , galopa em sua dire��o...

- Boa menina... vamos a Gaby precisa de n�s!

A guerreira vai cruzando matas, aldeias, cidades...

- O que? Ela est� aqui, mas como?

Ares fica indignado ao saber, seria quase imposs�vel... mas ela � a Xena.

- Ares deixa eu acabar com ela?

- Pode ir Callisto! Depois ser� sua vez Gabrielle...

Faltando pouco para chegar ao templo de Ares, a guerreira se depara com Calisto.

- Agora acabarei com voc� de uma vez por todas Xena, e depois que terminar com voc�, beberei o sangue de sua Gabrielle...

- N�o mesmo Callisto...

As duas come�am a se degladiar num combate que parece n�o ter fim, Xena sabe que resta pouco tempo para Gaby, e com um arremesso do seu Chakran, derruba algumas rochas do desfiladeiro sobre Callisto.

- Ela sempre cai nessa...

Em poucos minutos a guerreira chega ao templo de Ares:

Este apenas a olha com desprezo, e bate palmas:

- Muito bem Xena! Voc� ganhou esse "joguinho"...mas haver�o outros!

- Ares...meu caro Ares... da pr�xima vez escolha melhor o seu time...Eu estarei sempre preparada para as suas crueldades...

- Xena voc� teve ajuda de algum dos deuses, se eu descobrir...

Ao falar isso Ares some no ar... A guerreira corre at� sua amada e a liberta das cordas...

- Eu sabia que voc� chegaria em tempo, aai... meu peito ainda d�i...tudo!

Xena da um daqueles toques de press�o, para aliviar a dor da jovem. E as duas saem caminhando do templo, Gaby apoiada na guerreira que a ajuda a caminhar.

- Gaby, voc� acreditaria que foi Afrodite, quem me ajudou...

- Afrodite!!!

- �! Mas pensando bem ela � a deusa do amor... ela agiu de acordo com seus princ�pios.

- Xena...voc� ainda me deve uma viagem de f�rias...

- Voc� precisa se recuperar, d�i tudo, n�o d�i?

- Sabe que passou...

As duas saem caminhando em dire��o a cidade...

- Gabrielle � bom voc� estar melhor, ao chegarmos na cidade, eu vou ...

A guerreira murmura algumas palavras no ouvido da sua amada...

- Ah! Guerreira voc� n�o t� nessa forma toda, quero ver...

- D�vida?

- N�o! Mais agora voc� vai ter que fazer...t� at� imaginando...

E as duas montadas em Argo, s� querem saber de desfrutar mais um momento de prazer, de amor entre elas, antes que novamente que cruzem seus caminhos, tentando destruir algo que para as duas mulheres se tornou indestrut�vel, o amor que sentem uma pela outra.

 

FIM

 

Home   XEG

Hosted by www.Geocities.ws

1