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- Disclaimers : Os personagens
de Xena: Princesa Guerreira, Gabrielle e outros, pertencem a MCA /Universal
Pictures e Renaissance Pictures. PELO resto a hist�ria � minha,
se queres fazer uma c�pia ou us�-la em tua p�gina,
por favor pede permiss�o antes.
- Qualquer cr�tica
ou coment�rio a : [email protected]
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- Era uma tarde calma, ensolarada
e um pouco aborrecedora para uma mulher morena de olhos t�o azul
como o c�u, encontrava-se caminhando solit�ria por uma estrada.
Essa tarde tudo estava calmo, essa mulher passeava em seu cavalo lembrando
do seu passado, tudo o que aconteceu,todo o mal que fez. Um alvoro�o
a tirou de sua concentra��o, era uma taberna que se encontrava
a uns passos dal�....
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- -Acho que comer um pouco,
n�o me far� mal;.
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- Deixou seu cavalo no est�bulo
da taberna e se aproximou da entrada....
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- A maioria dos presentes
notou sua chegada, outros a olhavam com curiosidade e uns com certa suspic�cia
pois j� sabiam quem era, tratava-se de Xena: a princesa guerreira,
para muitos a destruidora de na��es, para outros uma
in�til que tentava se redimir fazendo o bem....
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- A guerreira se limitou
a olhar a todos com frialdade e agastamento, dirigiu-se a uma mesa que se
encontrava no canto, imediatamente pediu algo pra comer. Desfrutava de sua
comida ignorando aos presentes, passando um tempo, terminou e pediu algo
para beber...
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- -Serve-me a bebida mais
forte que tenha- gritou para o taberneiro, n�o passou mais
de um minuto sua bebida j� estava na mesa, imediatamente tomou.
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- -Taberneiro!!! outra bebida
. E desta vez traga algo muito bom para comer.-
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- -Em seguida!!!-responde
com nervosismo o tabernero.
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- DEsta vez bebeu com mais
calma e disp�s a digerir o prato que tinha em sua mesa, com
um conte�do quente. A guerreira entrou em seu mundo, pensando
em seu t�rrido e escuro passado que j� lhe estava provocando
dor de cabe�a. Pensava em come�ar de novo; enquanto
pensava olhava ao seu redor.
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- De repente, seu olhar se
fixou, algo lhe chamou o aten��o, tirando-a de seus
pensamentos. Entrava, uma mulher loira, cabelo dourado, olhos verde mar,
olhos que ado�ava a qualquer cora��o duro; atravessava
o corredor da taberna.
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- -Deuses.... ..- Murmurou
a guerreira, deixando a colher caindo derramando-se um pouco do que tinha
ela, prosseguiu comendo mais sem tirar os olhos de cima daquela garota,
desta vez com mais curiosidade.
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- a mulher rec�m
chegada, dirigiu-se ao tabernero....
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- -Ou�a, Senhor?.
Tem alguma mesa desocupada?.
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- -MMMM- Murmurou o tabernero-
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- -AH! Acabo de encontrar
um lugar naquela mesa do canto- Disse a loira com um sorriso no rosto, assinalando
o lugar desocupado que se encontrava ao lado da guerreira-
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- -Esta louca menina?.Aquela
mulher que come naquela mesa � Xena: a princesa guerreira.-
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- -� s�rio???!!!!Aquela
mulher?. Esta certo disso?-
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- -Estou e n�o creio
que lhe agrade tua companhia-
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- -Bom n�o saberemos
se n�o perguntarmos, je!. Por favor leve-me um copo de �gua
a minha mesa- Disse a jovem loira com suspic�cia dirigindo-se �
mesa-
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- -�gua?? Aqui n�o
servimos �gua!!!- resmungou o tabernero, chamando a aten��o
- da guerreira quem
levantou a cabe�a para ver que passava e se encontrou com o doce
olhar da jovem que se aproximava de onde ela estava-
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- -Ehm, oi. Posso sentar-me
aqui?- Perguntou a jovem com cautela-
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- -Pode- Xena, respondeu
friamente e optou por tomar um sorvo de sua bebida, deixou o copo no lugar
e gritou: Tabernero!!! N�o creio que tenha muito problema para
arrandar �gua para esta garota-
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- -N�o, nnno, claro
que n�o- Respondeu nervoso enquanto servia apressadamente a �gua.
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- -Voc� � Xena:
a princesa guerreira?. Ouvi falar muito de ti, como conquistou na��es
inteiras e destr�is tudo o que h� em seu caminho, mas tamb�m
escutei que H�rcules te deu uma nova chance e que abandonastou
a teu exercito e......
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- -Vejo que sabe muito
de mim- Interrompeu a guerreira secamente. Xena notou a emo��o
da jovem ao conhec�-la e a timidez que lhe inculcava quando lhe respondia
secamente. Ao contempl�-la por uns segundos aos olhos, Xena por fim,
sorriu-lhe,levemente.
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- -Acho que n�o me
apresentei..... Me Chamo Gabrielle- disse estendendo a m�o
para Xena com certa tens�o, seu nervosismo era evidente igual
a sua curiosidade e emo��o. A guerreira lhe responde a sauda��o.
P�de sentir essa suavidade daquela m�o branca que lhe foi oferecida,
a guerreira n�o podia negar, aquela jovenzinha era realmente formosa,
seus olhos verdes irradiando ternura como nunca antes tinha visto, sua maneira
de falar t�o peculiar e esse sorriso que arrancava suspiros at�
ao mas duro dos seres humanos.
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- -Bom creio que n�o
preciso preciso me apresentar?-
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- -Minha aldeia esta a meio
dia a p�, n�o venho muito aqui, de fato � a segunda
vez que venho a este lugar-
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- -S� pensa em tomar
�gua?- Xena pergunta em tom zombador-
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- -MMMMM, bom, este........l
Quemal me faria um copo. Tu tens bastante experi�ncia
nisso- Sorriu Gabrielle
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- -Porque acha isso?........tabernero!!!
Serve uma cerveja para esta menina-
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- -Menina???. Resmungo Gabrielle
para si � N�o quero o mesmo que esta bebendo Xena, eh???.-Gritou
ao tabernero vendo os olhos de Xena lhe reprovando.
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- - o tipo de copo que
te serviram, s� � para bebidas fortes, oh! Sim, �
realmente forte!-
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- -Ah! Sabe muito de bebidas?-
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- -S� um pouco, quando
era menina meu pai me levava com ele � taberna onde costumava beber-
Explicou em tom apenado
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- -Uhm, nunca entendi aos
pais que fazem isso, � est�pido. digo sem ofender ao teu
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- A bebida foi levada �
mesa, Gabrielle a olhou o cheiro n�o lhe agradou nada.
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- �Deuses!!! Que estou fazendo?-
Pensou ao mesmo tempo que tomo seu copo e ingeriu um grande sorvo. Sem poder
evitar come�ou a tossir. A guerreira n�o p�de evitar
rir a gargalhadas. Por Zeus!!!. Ha muito tempo que n�o
ria dessa maneira sentia como as tens�es iam desaparecendo
ao longo que passava o tempo conversando com Gabrielle.
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- -Ser� melhor que
eutermine esse copo........te pedirei uma cerveja..... -Falou uma Xena j�
mais descontra�da- N�o me agradaria ter que te levar arrastando
at� meu cavalo para te levar a sua aldeia-
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- Gabrielle parou com aquela
tosse seca, olhando assombrada para Xena pelo que acabava de dizer.
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- -Estava ca�oando
de Gabrielle!!!!!!-.
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- -Pddssst.... jajajajajajaja!!!-
As duas come�aram a rir como loucas-
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- -Sabe?- Xena tomou sua
bebida e cont�nuou: - Fazia muito tempo que n�o ria
tanto e menos ainda com uma garota t�o formosa como tu
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- Estas palavras mexeram
com Gabrielle a qual n�o soube que responder no momento...e s�
conseguiu dizer:
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- -Taberneiro!!!! Uma cerveja
por favor!!
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- Tudo ia maravilhosamente
naquela taberna. Duas mulheres que rec�m se conheceram, come�aram
a sentir calor e conversaram e riram como se conhecessem desde sempre.
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- J� tinha passado
pouco mais de um par de horas. Gabrielle tinha bebido j� algumas
cervejas, podia perceber seu corpo descontra�do e uma verdadeira
tontura acompanhava seus movimentos, mas se encontrava bem. Xena seguia
com sua bebida favorita, ela mesma tinha perdido a conta dos copos que j�
havia bebido e n�o sentia nada s� que seu corpo estava descontra�do
e seu mau humor tinha desaparecido por um momento, via-se uma Xena
diferente, ao menos nesse instante.
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- Um espet�culo se
anunciava na taberna, estava a ponto de come�ar. As velas se apagaram
e o publico se ajeitavam em seus lugares para presenciar o evento. O pano
se abriu e deu in�cio ao espet�culo. As duas mulheres ficaram
caladas por longo momento, aparentemente vendo o que tinha em cena. Mais
a verdade � que cada uma estava relembrando a maneira como
se conheceram, da conversa t�o amena que tinham tido todo esse lapso
de tempo.
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- Gabrielle pensava enquanto
olhava a Xena que estava distra�da com o espet�culo: "N�o
entendo como dizem que � uma m� pessoa, n�o posso crer
que ela seja a destruidora de na��es que tanto temem. �
t�o ocorrente, faz-me rir, tem uns olhos formosos, um sorriso sedutor;
sua boca me encanta, que at� a beijaria neste instante. Por
Zeus, sei que � formosa, mais...... n�o tenho coragem par
dizer isto, acabamos de nos conhecer, em fim, talvez eu fique
na vontade". Ato 2 a jovem loira olhou para o palco.
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- Xena aproveitou a distra��o
de Gabrielle, agora era ela a que olhava para ela do mesmo modo e pensava:
"Pelos Deuses !! De onde saiu esta menina, Eu digo menina e a
verdade que n�o tem nada disso, � uma mulher completa. �
t�o terna, seu olhar paralisa meus m�sculos, quando me fundo
em seus verdes olhos definitivamente me transformo , n�o, mentira,
sou eu mesma. N�o sei mas ela consegue tirar o melhor
de mim, faz-me rir, me enternece e at� me fez suspirar!!!!. Tenho
uma vontade incontrol�veis de beij�-la, mas como???. O que
poderia acontecer � que ela se enfure�a ou se assuste e v�
embora, n�o sei mesmo o pode acontecer se... a beijo. Como vou
sab�-lo se n�o o fa�o?. Bom, suponho que algo tem
que ocorrer".
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- A aten��o
de Xena foi despertada por um enfeite que estava pendurado no
pesco�o de Gabrielle.
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- -Oh!, � um cora��o
partido?-
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- -N�o Xena, cada
um v� o que quer ver. � a metade de um cora��o-
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- -Por isso, se �
a metade de um cora��o ent�o � um cora��o
partido.
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- -N�o exatamente,
trata-se da metade de um cora��o que procura a " sua"
outra metade, perdeu-a e quer encontr�-la-
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- -Bom, se tu o dizes, o
sentido � bem bonito, fica bem em voc�- Disse Xena sem
nenhum titubeio-
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- -Ehm, obrigada, Xena -
respondeu timidamente Gabrielle.
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- -Xena?. Voc� gosta
de doces e os caramelos?-
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- -Que????-
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- -Gosta de caramelos-
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- -N�o te escuto muito
bem Gabrielle, porque n�o chega um pouco mais perto de mim,
a m�sica esta muito alta, n�o te escuto-
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- -Esta bem, de todas formas
eu tamb�m n�o te escuto muito bem-
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- Gabrielle pegou sua cadeira
e a colocou ao lado esquerdo da guerreira, j� que desde o princ�pio
at� ent�o estavam um pouco separadas, na mesma mesa, mas separadas.
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- - esta melhor aqui,
Gabrielle, ao menos j� n�o terei que gritar-
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- -Te perguntava Xena se
te agradam os doces-
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- -Depende do tipo de doces...
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- Gabrielle procurou numa
mochila que trazia consigo. Tirou dela um pequeno pote com doces de v�rios
tipos, uns doces apimentados e outros simples caramelos. Pegou um
e o levou � boca.....
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- -Mmmmmm, s�o deliciosos.
Quer um Xena?.
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- A guerreira a olhou com
ternura, acerco-se ao ouvido de Gabrielle e respondeu sem pens�-lo
duas vezes:
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- -Pegarei um, o que tem
em sua boca.
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- Ao ouvir isto, Gabrielle
de novo n�o soube que responder, sentiu os nervos se apoderaram dela,
tremeu levemente e sorria entre os dentes, estava nervoss n�o
tinha a menor d�vida.
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- -Esta bem, se n�o
quer que me dar este que est� comendo- Disse a guerreira tratando
de retractarse
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- Xena pegou um dos
doces que estavam dentro do pote e comeu.
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- Passou um longo
tempo no que nenhuma das duas dizia uma palavra . Por fim a guerreira
um pouco arrependida rompeu o sil�ncio:
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- -Sinto muito , se te ofendi
com o que disse a respeito do doce, esquece?-
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- -N�o, n�o
� isso...... �
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- - pode me dar outro? Realmente
gostei- Comentou Xena tratando de mudar de assunto.
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- -Ainda quer o da minha
boca???-
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- O assombro de Xena foi
imediato, agora era ela que ficou surpresa e sem que ningu�m pudesse
imaginar os nervos tomavam cada cent�metro de seu corpo. Quem ia
diz�-lo, a fria e depreciativa guerreira nervosa pelas palavras
de uma jovem loira de m�dia estatura, ningu�m ia acrditar.
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- -Bom eu .........- Disse
Xena quase em forma intelig�vel. Gabrielle segurou seu queixo
e a virou para ela e se aproximou p�ra........ "dar-lhe
o doce de boca a boca".
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- Como descrever esse momento?.
As duas, perderam-se numa uni�o de l�bios que nem o mesmo
Zeus podia ter separado nesse instante. Rodeadas de m�sica e alvoro�o,
s� existiam elas duas, as sensa��es que percorriam
seus respectivos corpos, aquilo que estava surgindo nesse bendito instante
abriram caminho para uma nova explora��o.