Duas jovens se encontravam no meio da noite
fugindo de uma tremenda nevasca, encontraram ref�gio numa gruta oculta.
g- Pelos deuses, que frio faz.
x- Acenderei uma fogueira, para esquentarmos.
g- Que lugar � este!!??
x- Foi um de meus esconderijos, tu sabes�
quando eu�
g- Sei, quando, j� sei.
x- Bem, � tudo o que posso fazer,
v�em aqui perto..
g- ufss. Que frio faz.
x- Ficar� pior.
g- Xena, quero desculpar-me.
x- Por que?
g- Estarmos nesta situa��o
� por minha culpa, a esta hora poderiamos estar com nossos amigos
festejando o ano novo e n�o neste lugar.
x- N�o se preocupe (come�ou
tirar alguns objetos da bolsa dela um cobertor e olhou � bardo) acho
que hoje compartilharemos o mesmo cobertor, j� que usa a outra como
t�nica (um riso lhe escapou).
g- � claro voc� n�o
queimou a sua roupa.
x- Se n�o tivesses posto ela
perto da fogueira, mas voc� n�o me ouve... eu j� tinha
te falado dos riscos de uma fagulha cair em cima e ... acho que agora aprendeu
a li��o(de novo n�o p�de conter o riso).
g- J� chega (foi para cima de Xena)).
x- N�o espera... calma Gabrielle�
A bardo se atirou, caindo em cima dela,
Xena bem mais forte se colocou em cima dela, a atacou fazendo lhe c�cegas,
coisa que n�o agradava � loira, rolavam se divertindo e come�ou
como brincadeira e come�aram os atritos que eram como descargas,
que acordavam os sentimentos aparentemente escondidos, estavam �
beira da excita��o e se deram conta do que acontecia e pararam.
x- Acho que devemos parar.
g- Sim� eu tamb�m acho (seu est�mago
roncou). Tenho fome.
x- na bolsa tem um pouco de p�o e
queijo� raios, com a pressa perdemos a �gua, mas hum�
g- O Que Xena (olhou o que procurava junto
� parede).
x- Sim!!! Ainda serve.
g- O Que �?
x- Anda vamos celebrar o ano novo.
Comeram e beberam, seus risos ressoavam
em toda a gruta.
x- Deveria ter visto o seu rosto, quando�
quando queimou a sua roupa (ria sem parar)
g- N�o me lembre disto.
Nisso algo caiu e Xena se apressou a escond�-lo,
mas j� era tarde Gabrielle tinha visto.
g- O que tem a�, Xena!!??
x- Nada.
g- Tem certeza (lhe jogou um olhar desconfiado)
x-( esse olhar me mata) esta bem� esta bem,
eu queria te entegar na festa, mas como n�o chegamos, espero que
goste..
Pegou o que escondia e a entregou, eram
pergaminhos e uma pena de luxo, seus olhos brilharam)
g- Obrigada Xena (a abra�ou e lhe
deu um beijo na bochecha) bem agora � minha vez (pegou um len�o,
nela tinha um bracelete) eu tamb�m queria te dar na festa, espero
que goste, me promete que n�o vai perder e muito menos usar como
arma.
x- � maravilhoso Gabrielle (tamb�m
a abra�ou, foi o melhor presente que j� ganhei )onde conseguiu.
g- De nossa ultima visita, com as amazonas,
est� ouvindo�
x- � o vento que traz a m�sica
do vilarejo aqui perto.
g- Vamos dan�ar (e n�o disse
duas vezes e parou de dan�ar, vamos princesa guerreira, qur n�o
queria, mas � insist�ncia de Gabi n�o teve jeito) anda
dan�a assim.
Dan�aram e deram voltas e voltas,
at� cair, Gabi caiu em cima de Xena e sua respira��o
se encurtava tendo t�o pr�ximo os l�bios perfeitos
de Xena.
g- (pelos deuses, � linda, vamos
Gabrielle se controla, vamos, n�o ponha tudo a perder)
x- (calma� calma, n�o fa�a
isto, � quase imposs�vel controlar-me com essa boca, se lembra
ela � s� sua amiga).
Esses eram seus pensamentos.
x- Acho que exagerei no vinho.
g- Eu tamb�m, n�o est�
com calor.
x-(estou e � por sua causa)
estou..
Separaram-se, e a Gabi parou de olhar para
ela e voltou a sentir frio, a guerreira notou e a seguiu.
x- O Que tem, Gabi?
g- (tremia e n�o de frio) nada �
� que agora estou com frio.
x- Est� tremendo.
Xena se preocupou e come�ou a esfregar
com suas m�os os bra�os de Gabrielle, para dar-lhe calor,
em lugar de acalmar-se, piorou o tremor de seu corpo devido ao contato das
m�os da guerreira lhe dizia algo, mas ela estava perdida naqueles
l�bios que tanto desejava provar e n�o escutava, n�o
suportava mais, fechou os olhos, e se aproximou e a beijou, sentiu que tocou
o c�u, pouco a pouco abriu os olhos e se deu conta do que acabava
de fazer, separo-se rapidamente.
g- Xena eu� eu� me perdoa ( e lhe deu as
costas)
Xena, tocava seus l�bios com seus
dedos e olhou Gabi tr�mula , que chorava, foi at� ela, a virou
bruscamente, que assustou � jovem, fechou os olhos esperando
uma cacetada, mas em lugar disso recebeu um suave beijo, o qual se transformou,
numa mistura de ansiedade e paix�o, j� n�o conseguiam
respirar e se afastaram um pouco.
x- Pensei que nunca fosse fazer isto.
g- N�o consegui suportar voc�
t�o perto e o toque de tuas m�os em�
x- (selou sua boca com seus dedos) shss�
te amo.
g- Tamb�m eu te a�.
De novo a guerreira impediu que terminasse
sua frase com um beijo, que se prolongou mas que o primeiro, depois do beijo
chegaram as car�cias e a explora��o dos corpos, com
mal�cia nos olhos xena olhou Gabi e e a deitou no cobertor, depois
lhe retirou sua roupa interior deixando-lhe nua, contemplou seu corpo formoso,
que brilhava com a luz da fogueira, afastou-se um pouco e sem tirar-lhe
o olhar dela tirou sua armadura e se despiu, ambas se olhavam , e Xena voltou
a beij�-la, beijava-a e acariciava com ternura e paix�o, come�ou
a tom�-la at� conseguir seu objetivo, depois foi a vez de
Gabrielle, que seguiu seu instinto, beijou, mordeu e succionou. Ambas se
amaram e se exploraram .
g- Te amo xena� agora posso gritar
x- Tamb�m te amo Gabrielle�
g-(a beijou) feliz ano novo meu amor
x- Feliz ano novo meu amor.
Voltou a beij�-la e de novo se amaram
se antes escutavam seus risos em toda a gruta agora escutavam os gemidos
de prazer que sa�am de ambas, gritavam seus nomes, demonstravam o
muito que se amavam at� dormirem abra�adas, nuas sob o cobertor
receberam o ano novo, e com a chegada do ano, chegou uma nova vida para
elas e assim passariam n�o um, muitos anos mais, at� a eternidade.