A OPORTUNA NEVASCA
 
Por: Belen

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Tradu��o de Fernanda
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Duas jovens se encontravam no meio da noite fugindo de uma tremenda nevasca, encontraram ref�gio numa gruta oculta.  
 
g- Pelos deuses, que frio faz.
x- Acenderei uma fogueira, para esquentarmos.
g- Que lugar � este!!??
x- Foi um de meus esconderijos, tu sabes� quando eu�
g- Sei, quando, j� sei.
x- Bem, � tudo o que posso fazer, v�em aqui perto..
g- ufss. Que frio faz.
x- Ficar� pior.
g- Xena, quero desculpar-me.
x- Por que?
g- Estarmos nesta situa��o � por minha culpa, a esta hora poderiamos estar com nossos amigos festejando o ano novo e n�o neste lugar.
x- N�o se preocupe (come�ou tirar alguns objetos da bolsa dela um cobertor e olhou � bardo) acho que hoje compartilharemos o mesmo cobertor, j� que usa a outra como t�nica (um riso lhe escapou).
g- � claro voc� n�o queimou a sua roupa.
x- Se n�o   tivesses posto ela perto da fogueira, mas voc� n�o me ouve... eu j� tinha te falado dos riscos de uma fagulha cair em cima e ... acho que agora aprendeu a li��o(de novo n�o p�de conter o riso).
g- J� chega (foi para cima de Xena)).
x- N�o espera... calma Gabrielle�
 
 
A bardo se atirou, caindo em cima dela, Xena bem mais forte se colocou em cima dela, a atacou fazendo lhe c�cegas, coisa que n�o agradava � loira, rolavam se divertindo e come�ou como brincadeira e come�aram os atritos que eram como descargas, que acordavam os sentimentos aparentemente escondidos, estavam � beira da excita��o e se deram conta do que acontecia e pararam.
 
x- Acho que devemos parar.
g- Sim� eu tamb�m acho (seu est�mago roncou). Tenho fome.
x- na bolsa tem um pouco de p�o e queijo� raios, com a pressa perdemos a �gua, mas hum�
g- O Que Xena (olhou o que procurava junto � parede).
x- Sim!!! Ainda serve.
g- O Que �?
x- Anda vamos celebrar o ano novo.
Comeram e beberam, seus risos ressoavam em toda a gruta.
 
x- Deveria ter visto o seu rosto, quando� quando queimou a sua roupa (ria sem parar)
g- N�o me lembre disto.
 
Nisso algo caiu e Xena se apressou a escond�-lo, mas j� era tarde Gabrielle tinha visto.
 
g- O que tem a�, Xena!!??
x- Nada.
g- Tem certeza (lhe jogou um olhar desconfiado)
x-( esse olhar me mata) esta bem� esta bem, eu queria te entegar na festa, mas como n�o chegamos, espero que goste..
 
Pegou o que escondia e a entregou, eram pergaminhos e uma pena de luxo, seus olhos brilharam)
 
g- Obrigada Xena (a abra�ou e lhe deu um beijo na bochecha) bem agora � minha vez (pegou um len�o, nela tinha um bracelete) eu tamb�m queria te dar na festa, espero que goste, me promete que n�o vai perder e muito menos usar como arma.
x- � maravilhoso Gabrielle (tamb�m a abra�ou, foi o melhor presente que j� ganhei )onde conseguiu.
g- De nossa ultima visita, com as amazonas, est� ouvindo�
x- � o vento que traz a m�sica do vilarejo aqui perto.
g- Vamos dan�ar (e n�o disse duas vezes e parou de dan�ar, vamos princesa guerreira, qur n�o queria, mas � insist�ncia de Gabi n�o teve jeito) anda dan�a assim.
 
Dan�aram e deram voltas e voltas, at� cair, Gabi caiu em cima de Xena e sua respira��o se encurtava tendo t�o pr�ximo os l�bios perfeitos de Xena.
 
g- (pelos deuses, � linda, vamos Gabrielle se controla, vamos, n�o ponha tudo a perder)
x- (calma� calma, n�o fa�a isto, � quase imposs�vel controlar-me com essa boca, se lembra ela � s� sua amiga).
 
Esses eram seus pensamentos.
 
x- Acho que exagerei no  vinho.
g- Eu tamb�m, n�o est� com calor.
x-(estou  e � por sua causa) estou..
 
Separaram-se, e a Gabi parou de olhar para ela e voltou a sentir frio, a guerreira notou e a seguiu.
 
x- O Que tem, Gabi?
g- (tremia e n�o de frio) nada � � que agora estou com frio.
x- Est� tremendo.
 
Xena se preocupou e come�ou a esfregar com suas m�os os bra�os de Gabrielle, para dar-lhe calor, em lugar de acalmar-se, piorou o tremor de seu corpo devido ao contato das m�os da guerreira lhe dizia algo, mas ela estava perdida naqueles l�bios que tanto desejava provar e n�o escutava, n�o suportava mais, fechou os olhos, e se aproximou e a beijou, sentiu que tocou o c�u, pouco a pouco abriu os olhos e se deu conta do que acabava de fazer, separo-se rapidamente.
 
g- Xena eu� eu� me perdoa ( e lhe deu as costas)
 
Xena, tocava seus l�bios com seus dedos e olhou Gabi tr�mula , que chorava, foi at� ela, a virou bruscamente, que assustou � jovem, fechou os olhos esperando uma cacetada, mas em lugar disso recebeu um suave beijo, o qual se transformou, numa mistura de ansiedade e paix�o, j� n�o conseguiam respirar e se afastaram um pouco.
 
x- Pensei que nunca fosse fazer isto.
g- N�o consegui suportar voc� t�o perto e o toque de tuas m�os em�
x- (selou sua boca com seus dedos) shss� te amo.
g- Tamb�m eu te a�.
 
De novo a guerreira impediu que terminasse sua frase com um beijo, que se prolongou mas que o primeiro, depois do beijo chegaram as car�cias e a explora��o dos corpos, com mal�cia nos olhos xena olhou Gabi e e a deitou no cobertor, depois lhe retirou sua roupa interior deixando-lhe nua, contemplou seu corpo formoso, que brilhava com a luz da fogueira, afastou-se um pouco e sem tirar-lhe o olhar dela tirou sua armadura e se despiu, ambas se olhavam , e Xena voltou a beij�-la, beijava-a e acariciava com ternura e paix�o, come�ou a tom�-la at� conseguir seu objetivo, depois foi a vez de Gabrielle, que seguiu seu instinto, beijou, mordeu e succionou. Ambas se amaram e se exploraram .
 
 
g- Te amo xena� agora posso gritar
x- Tamb�m te amo Gabrielle�
g-(a beijou) feliz ano novo meu amor
x- Feliz ano novo meu amor.
 
 
Voltou a beij�-la e de novo se amaram se antes escutavam seus risos em toda a gruta agora escutavam os gemidos de prazer que sa�am de ambas, gritavam seus nomes, demonstravam o muito que se amavam at� dormirem abra�adas, nuas sob o cobertor receberam o ano novo, e com a chegada do ano, chegou uma nova vida para elas e assim passariam n�o um, muitos anos mais, at� a eternidade.
 
 

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