A DESCOBERTA DO AMOR
de Sally
Disclaimer: Os personagens e refer�ncias a Xena: A Princesa Guerreira s�o de propriedade da Renaissance Pictures, Studios USA, e Creation Entertainment. Essa hist�ria possui cenas de amor expl�cito entre duas mulheres.
A Descoberta do Amor
O sol j� havia se escondido a algum tempo, e a lua juntamente com as estrelas j� iluminavam o v�u negro da noite. Uma fogueira tamb�m clareava uma escondida clareira no meio da mata. Gabrielle havia come�ado um novo pergaminho, enquanto a guerreira alimentava o fogo com gravetos.
_ Hei, Gabrielle venha se sentar mais perto da fogueira, esta ser� uma noite fria!
A jovem parece nem ter escutado a guerreira, continuando a escrever suas palavras no pergaminho. Xena a observa e se aproxima lentamente da garota, e delicadamente toca seu ombro.
Gabrielle vira-se vagarosamente e os dois olhares por um momento se perdem, o verde � consumido pelo infinito c�u azul, e o azul se afoga na
Imensid�o verde do mar.
_ Sobre o que est� escrevendo Gabrielle?
_ Ah! Veja se gosta: L� estava ela , Xena a Princesa Guerreira defendendo o pobre vilarejo, do ex�rcito do tirano "Ziltus" e...
_ Espere a�, por que voc� escreve apenas sobre mim , voc� muitas vezes me ajuda, me...
_ Voc� � a hero�na Xena!
A guerreira sorri e diz: _Gabi, voc� quem me tornou o que sou hoje, voc� � que � a verdadeira hero�na. Ao dizer essas palavras, Xena toca o rosto de Gabrielle com muita ternura.
A jovem se levanta e vai para perto do fogo. Pega um peda�o de p�o e de queijo.
_ Estou com um pouco de fome, � melhor fazer uma boquinha antes de deitar.
_ Que novidade! Diz Xena sorrindo, e caminha at� o local que Gabrielle est� sentada, e senta-se tamb�m observando a poeta, em cada gesto, cada pedacinho do corpo, os cabelos cor de mel...Por um momento Xena se perde em pensamentos, em desejos...
Gaby, percebe o olhar distante da sua Princesa "Em que ser� que ela
tanto pensa, ultimamente ela tem estado t�o longe."
_ Xena...
_ ...
_ Xena!!!
_ O que ? Diz a guerreira como se tivesse acabado de acordar.
_ Em que tanto voc� est� a pensar, parecia estar em outro lugar. Ultimamente voc�...
A jovem � interrompida por um uivo distante na mata.
_ O que � isso? Lobos?
_Acho que sim, mas n�o precisa tem�-los.
_� acho que n�o, mas voc� n�o respondeu minha pergunta, e n�o adianta querer me enrolar, pois eu te conhe�o viu, Xena.
A guerreira olha para a jovem com receio e diz:
_ Apenas te observava.
_Como assim? Estou com a roupa suja ou algo parecido? J� sei! Voc� acha que estou engordando, que estou comendo demais e...
Xena sorri com o desespero da garota _ N�o � nada disso Gaby!
_ O que � ent�o?
Xena olha pensativa, e com medo de falar o que vem sentindo a tempos em rela��o a sua poeta. "Como vou poder dizer que a amo, ela poder� me detestar para sempre, e como poderei viver sem esta garota, ela � a minha luz, � minha vida, minha alma..."
_ Vamos dormir, amanh� conversaremos, n�o � nada importante Gabrielle, n�o se preocupe viu!
_ Ah n�o! Nem pense nisso! Fala a� vai? Sabe que detesto dormir curiosa, ou melhor n�o durmo.
Xena respira fundo e diz:
_ Gabrielle, voc� mudou minha vida, me fez sentir uma pessoa mais humana, me mostrou que o amor muitas vezes pode ser uma arma poderosa, me ensinou o perd�o...
_ Eu ...
_Deixa eu terminar, da� voc� poder� me xingar se quiser! Gaby voc� sempre procurou me servir, sempre me seguiu para onde quer que eu fosse, sempre tentando me agradar, sempre querendo me ver feliz, e eu o que te fiz? Eu...
Neste momento a guerreira � interrompida, e a jovem come�a a falar sem parar.
_ Xena, quando voc� me salvou de virar escrava, eu vi nos teus olhos a bondade, o amor, eu vi sua alma, e eu naquele momento eu... eu vi que precisava de voc�, para me libertar, n�o daqueles homens, mas sim daquela minha vidinha de camponesa. Eu te conheci t�o bem como conhe�o hoje, desde de o primeiro instante que te vi.
E por um momento as duas trocam olhares, Xena meio que sem jeito sorri, e segura as m�os, agora tr�mulas de sua poeta.
_ Ah Gaby! Me perdoe por tudo que j� te fiz passar, voc� tem sido pra mim mais que uma amiga, tem sido a minha fam�lia, voc� � tudo que eu possuo de mais nobre, de mais bonito, eu te amo muito Gabrielle!!
Ainda segurando as m�os da garota, Xena beija-lhe a face, e em seguida os l�bios.
_ Xena! Eu...
_ Ah! Me perdoe eu...
Dessa vez � Gabrielle quem lhe toca o rosto, aproximando-se do ouvido da princesa guerreira e murmura: _ Eu tive medo Xena, de te magoar, de te ofender, eu tamb�m te amo!
As duas se abra�am, e novamente se beijam, por�m agora de forma mais intensa, Xena invade a boca de Gabrielle, com a l�ngua que vai descobrindo cada detalhe dos l�bios, dentes, c�u da boca, as duas l�nguas se cruzam desesperadas, e com euforia que s� os amantes t�m.
Xena pega a jovem em seus bra�os e a carrega at� os cobertores estendidos no ch�o e deita sua poeta sobre eles. Escorregando suas m�os pelas costas da Gaby, Xena desamarra o top que esconde os seios de sua amada.
_ Xena, eu... eu t� com vergonha, voc�...
_ Gaby, j� nos vimos nuas in�meras vezes.
_ Mas n�o nessas circunst�ncias...
_Quer que eu pare?
_N... N�o!
Pelos Deuses ainda bem, pensou a guerreira, pois seria muito dif�cil parar.
A guerreira toca com as pontas dos dedos o mamilo direito da poeta, e sente uma certa tens�o, leva lentamente os l�bios � pequena protuber�ncia rosada no seio da jovem, que aumenta rapidamente com o toque da l�ngua de Xena, a garota solta um gemido, quando a mulher morde delicadamente o mamilo enrijecidos.
_Oh! Xena pelos deuses, isso � t�o bom! N�o pare!
A princesa guerreira obedece, continua lambendo, sugando, mordendo aquele peda�o t�o gostoso de sua Gabrielle, e come�a tamb�m a se sentir molhada, nunca houvera se excitado t�o r�pido com algu�m, ela precisava de mais. E Gabrielle tamb�m!
Xena arranca o resto da roupa da poeta, e olha para aquele corpo que j� conhece d�cor. "Como � linda! Oh Gaby, como te desejei! Como esperei por este momento." Xena desliza as m�os por todo o corpo de Gabrielle, barriga, quadril, coxas...
_Xena eu te amo tanto! Murmura a jovem tentando tamb�m soltar as roupas de Xena, esta para um pouco e lhe ajuda, e em pouco tempo as duas, nuas se exploram , se tocam, se agarram.
A guerreira leva as m�os ao sexo �mido da jovem poeta, que solta um gemido. _ Sou inteira sua, eu te quero Xena! A guerreira invade toda a intimidade da sua amada, sua l�ngua explora cada pedacinho do sexo da sua pequena poeta, sugando todo aquele l�quido doce, sem d�vida a guerreira jamais esqueceria aquele delicioso sabor.
Gabrielle delira com todo o amor de sua princesa. _ Xena por favor n�o pare. E geme novamente, ao sentir os dedos h�beis da guerreira lhe envadindo profundamente, o movimento vai se tornando mais forte e cont�nuo, e o gemido que estava constante se transforma num suave por�m dolorido grito. Neste momento a guerreira para. _ Me desculpa se te machuquei eu...
_ N�o,n�o machucou meu amor, � que...acho que n�o estou acostumada,
voc� sabe, com P�rdigas, foi s� uma vez, e n�o foi assim t�o bom, n�o foi
mesmo! Xena abra�a sua jovem amante e sorri.
_Gabrielle se eu morresse agora acho que iria parar nos Campos Eliseos.
_Xena nem pense nisso. N�o antes de me ensinar a fazer isso com voc�.
_� para j�! Diz a guerreira com um olhar malicioso.
E foi daquela noite em diante, que a guerreira se tornou invenc�vel, n�o
s� nas batalhas, mas tamb�m no amor. Pois havia encontrado em uma
poeta, sua inspira��o, sua for�a, e a felicidade.
FIM