De Repente AMOR
Fran Leal
Acordei em uma manh� simples de primavera, o cantar dos p�ssaros anunciava que eu precisava levantar com muito custo me levantei arrumei a cama e calcei meus chinelos, fui andando pelo corredor que dava aceso ao banheiro, caminhei at� a porta e me parei diante do espelho, respirei fundo prendi meus cabelos e liguei a torneira, senti um alivio e o frescor de minha pele ao tocar a �gua fresca, isso me fez acordar imediatamente, escovei meus dentes e fui para cozinha, preparei meu caf� e fui para o quarto me arrumar, passei a m�o sobre o bot�o do r�dio e liguei, uma m�sica rom�ntica embalou meus sentidos me fazendo suspirar, abri meu guarda roupas e vesti minhas roupas de caminhar, tomei meu caf� e sai de casa.
Peguei a avenida principal da cidade indo para a pra�a onde costumo olhar as quedas de �gua e tomar um suco natural em uma barraca, andando eu sentia o vento batendo em minha pele e o luz do sol iluminava uma linda manh�, estava com meus fones escutando Ana Carolina e pensado na vida, ainda tinha que encarar meu chefe me dizendo sempre a mesma coisa todas as manh�s "Paula n�s precisamos melhorar nossos lucros ou vamos falir!", apesar de ter estudado na melhor escola e na melhor universidade da regi�o eu n�o havia chego ao ponto em que queria para minha vida, trabalhar como gerente de um dos melhores restaurantes da cidade n�o era f�cil.
Parei em frente � queda de �gua que respingava pequenas gotas em minha pele que j� estava suada, tomei meu suco e voltei caminhando para casa o dia iria ser mais um daqueles o restaurante iria estar lotado novamente, nossa cidade estava passando por um per�odo de turismo bem elevado. Cheguei em casa e tomei um banho bem relaxante,coloquei minha roupa,peguei o carro indo para meu trabalho,parei em frente e encontrei com Silvio meu chefe ele sorriu para mim:
-Bom dia Paula!
-Bom dia Silvio!
-Vamos come�ar j� esta no hor�rio!
Acenei com a cabe�a e colocamos a m�o na massa. Duas horas depois o restaurante estava cheio havia homens e mulheres de todas as partes, nesse dia senti que o lucro como dizia Silvio iria ser melhor, estava trabalhando concentrada no balc�o, quando um cheiro maravilhoso que n�o consegui distinguir exalou no sal�o, senti um arrepio na minha espinha ao escutar uma voz:
-Bom Dia!
Olhei imediatamente para cima e me encontrei com belo par de olhos verdes me fitando, fiquei est�tica e a minha voz n�o queria sair, ent�o respirei fundo:
-Boom dia!Em que posso ajudar?
Ela parou por um momento e ficou me olhando nos olhos, me senti estranha, meu cora��o come�ou a disparar, ent�o ela falou:
-Ah sim... eu queria uma mesa por favor!
Estava me sentindo desconfort�vel diante de tanta beleza, ela era a mulher mais linda que eu havia visto, seus cabelos louros e curtos lhe davam um charme cordial, e seus olhos brilhava em um tom verde que pareciam duas esmeraldas, abri o livro de vagas e achei uma mesa bem enfrente ao pianista que costumava tocar em nosso restaurante:
-Oh sim, temos uma vaga na mesa em frente ao piano, se importa?
-Oh claro que n�o!
-Jonas lhe mostrar� mesa, tenha um bom apetite!
Chamei Jonas o gar�om e ele foi acompanhando ela, me sentei imediatamente com o cora��o aos pulos, minhas m�os soavam e uma onda de calor invadiu meu ser, pedi licen�a para Silvio e fui ao banheiro, joguei �gua no meu rosto e na minha nunca pra refrescar, comecei a respirar pesado e tentei controlar aquilo que n�o sabia o porqu�, mas estava fazendo o mundo girar, consegui com muito custo voltar ao normal, sai do banheiro e tomei meu posto de profissional, sentei ao bancado onde estava, voltei aos meus afazeres, mas cada palavra que meus olhos passavam no livro minha cabe�a n�o conseguia se localizar, ent�o Jonas veio at� mim:
-Paula, a mo�a pediu o prato da casa e uma bebida tamb�m!
-Ah. ok, estou anotando!
Jonas saiu e comecei e anotar, por um momento senti que estava sendo observada,passei meus olhos ao redor e encontrei com um par de olhos verdes me fitando,fiquei est�tica e senti todo aquele mal estar voltando,desvie olhar, senti minhas m�os escorregando sobre a capa do caderno, fui � tomada e liguei o ventilador que estava � cima de mim, aos poucos meus sentidos foram se acalmando.
Estava me sentindo bem e fui trocar algumas palavras com o cozinheiro para ver se estava tudo em ordem, arrumou tudo e caminhei para a porta, abri o caderno de vagas e fui anotando algumas coisas e andando para a cadeira, quando senti aquele perfume novamente, imediatamente meu corpo paralisou, mas n�o levantei a cabe�a, senti o cora��o aos pulos, tomei um f�lego e andei at� a cadeira me sentei como se n�o estivesse vendo que ela estava ali, ent�o ela disse:
-Ola!
Aquela voz me estremeceu e num reflexo levantei a cabe�a e encontrei com aqueles olhos novamente, ela correspondeu meu olhar e eu derrubei a caixinha de canetas sobre a mesa:
-Oh, desculpe te assustei?
-Oh n�ao que isso, eu sou uma desastrada mesmo!
Eu comecei a arrumar as canetas ca�das na mesa quando ela come�ou a me ajudar, fui pegar a ultima caneta e ela tamb�m, inevitavelmente nossas m�os se tocaram,senti um arrepio em minha nuca fazendo-me estremecer, ela olhou em meus olhos e ficamos nos olhando mais que o normal ent�o rapidamente tirei minha m�o sobre as delas e peguei a caneta colocando-a dentro da caixinha:
-�... bom..o que a senhorita deseja?
-Ah. hum...a conta por favor!
-Ah claro, vai pagar como, cheque, cart�o ou dinheiro?
-Cart�o
Ela tirou o cart�o de dentro da carteira e me deu, passei o cart�o na maquina e o nome apareceu escrito na tela do computador "Ana Luiza Beltran", a maquina imprimiu o folheto para assinar coloquei no balc�o e ela assinou:
-Muito Obrigada, senhorita Beltran, esperaremos por sua pr�xima visita!
-Ok, muito obrigada Paula!
Nesse instante ela sorriu e saiu, eu fiquei est�tica olhando-a sair pela porta de vidro do restaurante, fiquei tentando conciliar os meus pensamentos e tentando imaginar como ela sabia meu nome, estava com a caneta na m�o girando ate que um reflexo da caneta bateu no meu crach� perto do emblema do restaurante em minha blusa, comecei a tapear minha testa e pensar como havia sido burra, � claro ela viu meu nome nele, mas ao mesmo tempo senti uma tristeza subir e pensar que tudo o que aconteceu foi apenas coisas da minha cabe�a, pensando assim voltei ao trabalho.
Duas semanas se passaram lentamente eu n�o havia se quer conseguido tirar aquela linda mulher da minha cabe�a, comecei a achar que estava ficando louca e que pelo fato de estar sozinha tanto tempo a car�ncia estava batendo forte, ent�o decidi tentar esquec�-la, pois sabia que nunca mais a veria,estava sentada e terminando de fechar o caixa, Silvio havia me pedido para fechar o restaurante, ele tinha que resolver uns problemas pessoais, ent�o terminei o que tinha que fazer,quando uma chuva come�ou a cair e eu corri para a porta para fechar tudo, vi uma pessoa correndo, ela ficou parada na frente do ponto de t�xi esperando,eu fiquei olhando quando os carros passava e ningu�m parava,fiquei com d� e quando eu estava pensando em baixar a porta, a luz de um carro iluminou o rosto daquela pessoa e senti meu cora��o saltar do meu peito ao ver ela de novo, me posicionei na porta e comecei a cham�-la:
-SENHORITA BELTRAN AQUI!
Ela olhou de imediato e come�ou a correr em minha dire��o, dei espa�o e ela entrou, ela come�ou a tirar o casaco molhada e eu n�o consegui desviar os olhos daquela pele t�o branca, o perfume dela exalou me deixando totalmente fora de ar, ela me olhou e um sorriso se fez nos l�bios dela:
-Bom vela novamente Paula!
Senti algo naquelas palavras, mas desviei olhar e ofereci � cadeira a frente de n�s em uma mesa, ela sentou bem na minha frente:
-Bom vela tamb�m senhorita Beltran!
-Hora vai n�o preciso ser tratada como se fosse uma freguesa!
-Mas a senhorita e uma freguesa!
-Sim, mas o restaurante esta fechado, por tanto me sinto bem se me chamar apenas pelo meu nome!
-Tudo bem ent�o senho...quer dizer Ana Luiza!
-Ana esta bom!
Eu me senti uma boba naquele momento vendo o quanto ela estava certa, mas deixei me guiar pelas palavras dela, um silencio se formou no ar, enquanto eu tentava formular algo ela estava charmosamente tirando uma franja na testa que estava grudada por conta da �gua da chuva:
-Quer tomar algo, acho que deve estar com frio n�! ?
-Claro!
Fui at� a maquina de caf� e fiz dois copos bem quentes e vim andando em sua dire��o,quando entreguei o copo a ela nossas m�os se tocaram e ela olhou rapidamente nos meus olhos senti aquele friozinho na nunca e desviei o olhar,quando olhei novamente vi um pequeno rubor aparecer em seu rosto, tentei acalmar meu cora��o e me sentei novamente a sua frente:
-Ent�o Ana, o que uma mo�a como voc� estava fazendo de baixo dessa chuva!
Ela levemente sorriu e franziu seu nariz:
-Obrigada pelo mo�a, nunca ningu�m me tratou assim!
-Ah que isso voc� n�o aparenta ser velha!
Ela ficou vermelha e tentou disfar�ar tomando um gole do caf�:
-Bom eu estava indo para casa, tinha acabado de sair do trabalho!
-Ai veio essa chuva louca n�!
-Pois � ainda bem que voc� apareceu pelo jeito ningu�m iria parar!
-Pois �, fiz apenas um favor, n�o podia deixar uma mulher t�o bonita como voc� na chuva!
Ela parou de tomar o caf� e olhou diretamente para meus olhos, senti que n�o devia ter falado aquilo, e vi minhas faces corarem ent�o ela desviou o assunto:
-Ent�o Paula voc� trabalha h� quanto tempo aqui?
-Bom n�o faz muito tempo, eu sou gerente na verdade, o dono � meu amigo desde a faculdade!
-Interessante!
-Mas e voc� faz o que?
-Bom eu sou medica, trabalho no hospital ao fim da rua!
-Uma m�dica que interessante!
Nesse instante um barulho se propagou vindo na dire��o da cozinha, ela me olhou e eu olhei pra ela, senti que algo n�o estava bem ali, ent�o caminhei at� a porta da cozinha e ela veio atr�s de mim, me inclinei e estiquei a cabe�a olhando sobre o pequeno vidro redondo que havia na porta, ent�o vi dois homens entrando pela janela da cozinha, eu olhei pra ela e sussurrei:
-N�o acredito nisso, s�o ladr�es!
-Ah n�o!
Ela ficou dura e eu por um momento n�o sabia o que fazer ent�o me lembrei que Silvio havia instalado um alarme em baixo do balc�o, ele dava um sinal direto para a delegacia, tive uma id�ia para eles n�o pegarem agente antes da policia chegar:
-Venha eu tive uma id�ia!
-Mas..
Eu a puxei pela m�o fomos at� as mesas pegamos nossos casacos e fui at� o balc�o e apertei o bot�o do alarme, entrei pela porta que dava aceso aos banheiros e fui levando ela comigo,quando passei pelo corredor avistei o arm�rio de roupas dos cozinheiros,abri ele e entrei com ela l� dentro:
-Olha, sei que isso parece loucura, mas se eles nos pegarem nos far�o de ref�ns entende!
-Ok, s� estou apenas com medo!
Ent�o me dei conta do quando ela estava tremendo, est�vamos a um palmo do rosto da outra, o arm�rio era min�sculo caberia apenas uma pessoa ali, mas na nossa situa��o era preciso caber nos duas, um barulho se fez novamente e ela grudou na minha m�o como se aquilo fosse acalm�-la, olhei pra ela nos olhos e senti meu cora��o bombeando at� meu ultimo fio de cabelo, entrelacei minhas m�os nas dela e comecei a fazer carinho para ver se conseguia acalm�-la, ela ficou mais tranq�ila e me fitou nos olhos, nossos corpos estavam praticamente grudados, me perdi naqueles olhos e quando percebi j� est�vamos a um cent�metro do rosto,quando meus l�bios superiores encostaram-se aos dela um barulho maior ainda se fez,ent�o me dei conta do que iria fazer:
-�... ent�o...acho que devem ser a policia,j� estava na hora!
Ent�o sai cuidadosamente do arm�rio olhando se via algo, n�o vi nada, sai e ela saiu tamb�m fomos para fora e andamos sem fazer ru�dos, entramos pela porta que iria para o sal�o,quando entramos os ladr�es estavam de costas para n�s, mas procurando algo, no reflexo antes que eles nos vissem me joguei por de traz do balc�o e puxei-a junto, devido � rapidez ela acabou caindo e ficando por cima de mim, sentir aquele corpo sobre o meu naquela situa��o n�o era f�cil, ficamos sentindo a respira��o uma da outra,quando est�vamos l�bios nos l�bios um dos ladr�es se moveu e eu coloquei meus dedos nos meus l�bios fazendo sinal pra ela n�o fazer barulho,ela concordou,quando ele estava quase chegando perto de onde n�s est�vamos,uma voz vinda do lado de fora soou:
-Aqui � a policia, saiam ou entraremos!
Senti-me aliviada, e percebi que ela tamb�m ao relaxar seu corpo sobre o meu praticamente me abra�ando, os ladr�es n�o reagiram ent�o a policia entrou e prenderam todos eles, est�vamos ainda naquela posi��o, ela olhava nos meus olhos e eu n�o conseguia sair daquela magia, com muita dificuldade eu consegui falar:
-Sabe n�o � que eu n�o esteja feliz por estarmos salvas, mas ser� que eu poderia me levantar!
Ela sorriu e se deu conta de que estava em cima de mim:
-Oh desculpe, claro!
Levantamos-nos, e avistei o delegado que � muito amigo e fregu�s do restaurante:
-Ol� seu Anestor!
-Paula, o que fazes aqui mulher! ?
-Pois �. Isso e uma longa hist�ria!
Depois de ter contado tudo para Anestor, resolvi que era hora de ir para casa aquela aventura e a adrenalina ainda estava sobre minha corrente sangu�nea, quando estava indo para o meu carro ela apareceu e debru�ou sobre a janela do carro:
-�... Paula, n�o queria incomodar voc�, mas ser� que poderia me dar uma carona?
Pensei em recusar por um momento, ent�o me recordei dos �ltimos acontecimentos:
-Claro, entra ai!
Ela sorriu pra mim e deu a volta no carro, senti um arrepio quando ela entrou e se assentou ao meu lado no banco do passageiro:
-� na Rua Toscano de Melo!
-Ok!
No caminho est�vamos em silencio cada uma com seus pensamentos, eu n�o conseguia parar de olhar pra ela sobre meu ombro,ela �s vezes me olhava e sorria,parecia que est�vamos namorando como adolescentes, quando cheguei � rua onde ela morava ela me mostrou uma casa bem no meio da quadra indicando ser a sua,parei o carro, e ela me encarou nos olhos:
-Bem...eu queria te agradecer por salvar minha vida,nunca vi tanta coragem em uma pessoa!
-Ah que isso..eu precisava dar um jeito de tirar agente daquela!
Ela deu um sorriso e quando eu menos esperei, ela me deu um r�pido beijo nos l�bios, fiquei sem a��o e sem o que fazer, ela sorriu de lado e disse:
-Obrigado!
Ela saiu do carro e eu fiquei ali parada,quando ela parou na porta da casa dela eu sai do carro e alcancei-a,em um pux�o e um r�pido movimento envolvendo-a pela cintura, puxei sua nuca para perto e dei um beijo naqueles l�bios t�o quentes e sedosos, senti que ela ia desfalecer nos meus bra�os em um pequeno tremor de suas pernas, isso vez meu cora��o disparar, depois de um beijo longo e quase sem f�lego eu consegui falar algo:
-Eu n�o podia deixar de te agradecer tamb�m!
Ela sorriu maliciosamente e falou:
-Bom se isso foi um agradecimento, eu queria saber o porqu� esta me agradecendo se eu n�o fiz nada, foi voc� quem me salvou?
-Por que voc� caiu do c�u pra mim, voc� n�o consegue ver isso...
Peguei a m�o dela e repousei sobre meu peito onde ela podia sentir meu cora��o disparado, ela me olhou nos olhos e pegou minha m�o e repousou sobre o seu peito onde pude sentir o cora��o dela bater exatamente como o meu no mesmo ritimo:
-Sim eu posso sentir!
Dessa vez quem quase desfaleceu fui eu beijamos novamente, mas com muito carinho como se quis�ssemos unir tudo o que est�vamos sentindo ali naquele momento,ficamos um bom tempo assim,acariciando e sentindo aquele momento sem palavras,ela abriu a porta e foi me puxando para dentro sem se desfazer do beijo,eu n�o consegui pensar em nada apenas sentir,ela me encostou na porta,come�ou a passar sua m�o sobre meu rosto fazendo formato de concha e me dando um selinho no final,ela olhou nos meus olhos e sem falar qualquer palavra, ela me foi guiando pela m�o at� onde chegamos a um quarto,ela me jogou sobre uma cama enorme e eu fiquei olhando pra ela,ate que ela come�ou a tirar sua blusa,ela veio de mansinho subindo na cama e sentando em minhas coxas,ficando sobre mim,ela beijou meu pesco�o me fazendo gemer ao contato daquela boca em minha pele,ent�o ela me beijou nos l�bios e sem parar o beijo foi abrindo os bot�es de minha blusa branca.Eu abracei-a pela cintura e ela entrela�ou suas pernas nas minhas fazendo nossos corpos se unirem em um abra�o total,comecei a beijar seus ombros desnudos,enquanto fazia isso ela passou a m�o sobre minha nuca,mordiscando, eu abri o fecho de seu sultien,ela abriu o meu tamb�m e nos abra�amos novamente sentindo a pele queimar em uma paix�o intensa,olhei em seus olhos por um momento e passando de leve minhas m�o sobre sua nunca trazendo sua boca vermelha e sedosa at� a minha em um beijo sem pressa e �nico,fui deitando vagarosamente trazendo-a junto de mim,ela se deixou levar, eu girei pela cama ficando sobre ela e deslizei minhas m�os sobre sua coxa macia,ela suspirou fundo e fechou os olhos,comecei a puxar suas cal�as para baixo revelando uma pele branca,cheirosa e bem definida,as coxas torneadas,e a p�lvis com pequenas penugens loiras formando um caminho sedutor,beijei cada peda�o e fui subindo pela sua barriga ate chegar em seus l�bios novamente,quando parei o beijo fiquei contemplando seus rosto perfeito com aquele ar de desejo e amor,contornei meus dedos em seus olhos,sobrancelha e boca,ela passou sua m�o sobre a minha levando-a ate seus l�bios e beijando com carinho,beijei a dela tamb�m e nos abra�amos,ela passeava em minhas costas com seus dedos delicados,ent�o ela rolou sobre mim e foi descendo ate chegar no bot�o de minha cal�a,ela foi tirando devagar e beijando cada parte que se descobria,sorri e ela me olhou com um olhar de desejo,subiu rapidamente e me beijou,sem parar o beijo eu comecei a acariciar sua costas e senti que ela estava molhada como eu,escorreguei minha m�o lentamente e tirei a ultima pe�a que ela vestia,ela beijou minha barriga e tirou a minha tamb�m,ficamos de joelhos sobre a cama de abra�ando e acariciando,n�o estava mais ag�entando ent�o me deitei e puxei ela junto e come�amos nossa dan�a de amor,quando senti o ritimo seguindo, ela gemeu em meu ouvido e cravou suas unhas em minhas costas,o movimento ficou mais r�pido,quando vi que est�vamos quase l�,beijei ela com muita vontade,e chegamos ao auge juntas e unidas em uma s�,ela relaxou e eu continuei sobre ela beijando e sentindo me perder naquele amor que n�o me deixa pensar em nada.
Acordei com uma claridade vindo de uma janela em meus olhos, me espreguicei, e ainda de olhos fechados me virei procurando algu�m na cama, mas n�o encontrei ent�o abri os olhos rapidamente e me vi nua sobre uma cama com len��is azuis e um quarto bem decorado todo arejado e cuidado, de repente um cheiro bom de caf� entrou em minhas narinas, me enrolei no len�ol e sorri ao passar pelo quarto e ver partes de nossas roupas sobre o ch�o, eu segui o cheiro de caf� e entrei em uma porta,parei ao v�-la na frente do fog�o com minha blusa que ficava grande nela,esperando o caf� esquentar,fui de mansinho e agarrei ela por tr�s,beijando a orelha e nuca,ela sorriu e se virou para mim ficando de frente,ent�o abriu aquele sorriso lindo:
-Bom dia meu Amor!
Eu a beijei e quando senti que ela estava ficando louca de novo parei e lhe disse:
-Bom dia!
-Hum com um bom dia desses d� at� vontade de ficar o dia todo com voc�!
Sorri charmosamente:
-Sabe que n�o e uma m� id�ia!
Ela sorriu e disse:
-Estou preparando nosso caf�!
-� acordei com o cheirinho dele e a falta de uma loira que me amarrei ontem � noite!
Ela soltou uma gargalhada e eu levantei uma sobrancelha:
-O que foi?
-� que n�o estou acreditando que aquela morena do restaurante que eu nem conhecia s� passava l� pra ver ela, estaria enrolada nos meus len��is azuis!
Dessa vez fui eu que ri:
-Jura que voc� passava l� s� pra me ver?
-Eu nunca tinha entrado naquele restaurante at� um dia que te vi entrando nele, e resolvi que iria l� s� pra ter certeza do por que meu cora��o estava acelerado como um louco ao te ver na rua!
-Quando voc� entrou l� eu quase tive um ataque do cora��o sabia!
-Por qu�?
-Ah n�o � todo dia que algu�m me faz sentir o que senti quando olhei voc�!
Ela me agarrou pela cintura me fazendo encostar-se a ela, e ela no fog�o quase encostando seus l�bios nos meus:
-Ah � o que voc� sentiu?
Olhei nos olhos dela:
-Senti o mesmo que agora, uma vontade incontrol�vel de estar com voc� assim!
Beijei-a com vontade passando minhas m�os em suas coxas, ela subiu sua perna entrela�ando na minha coxa por tras:
-Humm,sabe que senti o mesmo!
Sorri ela me beijou novamente, mas dessa vez com carinho.
-Nosso caf� esta pronto!
-Oba! Estou faminta voc� me deixou quase sem energia ontem!
-Ent�o � melhor comermos, pois ainda temos um dia inteirinho!
Sorri e disse:
-Isso � uma promessa?
-Mais que uma promessa meu amor...
Tomamos nosso caf� e decidimos e quando terminamos, ela veio e sentou no meu colo me beijando:
-Sabe que voc� fica linda na minha blusa!
-Ah �, que pena estava pensando em tir�-la.
-N�o pare por isso ent�o....
Beijei o pesco�o dela e comecei a abrir os bot�es beijando cada detalhe, ela me abra�ou, e fiz ela sentar sobre a mesa que j� estava limpa e vazia,ela entrela�ou suas pernas e coxas nas minhas costas enquanto eu fazia ela se deitar sobre a mesa,arranquei meu len�ol e deitei sobre ela,fizemos amor em cima da mesa sem pressa e aproveitando cada momento juntas e unidas,quando est�vamos no auge ela sussurrou em meu ouvido com a voz embargada na emo��o:
-Te amo!
Arrepiei-me e meu cora��o n�o se coube de tanta felicidade:
-Eu tamb�m te amo!
Peguei-a no colo que fomos para o quarto onde passamos o dia e messes depois, est�vamos celebrando nosso amor e logo mais h� diante um ano que casamento.
Fim